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Viver e Aprender - Edição nº177 / julho 2022

Published by a2000.facebook, 2022-08-10 08:35:31

Description: Em destaque na 1ª página:
- Integração Profissional
ARMANDO JORGE MARINHO
Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Santa Marta de Penaguião
Ler mais (pág. 5-6)
- A2000 assinou
Contrato PARES 3.0
+ 100 novos clientes/utentes
+ 55 postos de trabalho
Ler mais pág. 12
- Formação Profissional ARMAMAR (novo curso)
Assistente Operacional
Ler mais (pág. 20)
- Avaliação de Satisfação
Ler mais (pág. 9-11)

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Doadores ApVrievnedr ee r | Newsletter Mensal | Edição 177 | Ano 21 | Julho 2022 www.a2000.pt Integração Profissional A2000 assinou ARMANDO JORGE MARINHO Contrato PARES 3.0 Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de + 100 novos clientes/utentes Santa Marta de Penaguião + 55 postos de trabalho Ler mais pág.12 Ler mais (pág. 5-6) Formação Profissional Avaliação de ARMAMAR (novo curso) Satisfação Assistente Operacional Ler mais (pág. 20) Anualmente, a A2000 proporciona a todos os seus stakeholders (intervenientes) possibilidade formal de manifestarem o seu grau de satisfação com os servi- ços e colaboração da A2000 (…) Ler mais (pág. 9-11) Apoios

————PARANHOS———— Apoio individual Costa da Cunha RUI SILVA CASTELA construções Vila Pouca de Aguiar

EDITORIAL EDIÇÃO Nº 177 A importância da nhamento e inserção da entidade. Ficha Técnica Propriedade: A2000 Formação Prática Aliás, são os técnicos de acompanhamento e Contribuinte: 505 045 125 inserção que calcorreiam todo o território de  Coordenação e Edição: em Contexto de intervenção da A2000 (Baião, Resende, Ar- António Ribeiro mamar, Tabuaço, Chaves, Peso da Régua,  Produção e Paginação: Trabalho Mesão Frio, Santa Marta de Penaguião, Vila Kelly Guedes Real e Lamego), realizando a prospeção/ “O percurso profissional escreve sinalização de empresas / autarquias / Insti-  Revisão: -se a lápis, para se poder apa- tuições Particulares de Solidariedade Social, Gonçalo Novais gar e reescrever as vezes neces- que reúnam condições de acolhimento dos sárias” (autor desconhecido) nossos formandos e que, em simultâneo, cor- Índice respondam às suas expetativas profissionais. A componente de Formação Prática em Con-  CRIP 4 texto de Trabalho (FPCT) faz parte do percur- A FPCT visa a aquisição e o desenvolvi- 5 so formativo dos cursos de Formação Profis- mento de hábitos e competências técni-  Destaque: 7 sional ministrados pela A2000, tornando-se cas, fundamentais para a qualificação • Integração um momento fundamental de aquisição e/ou profissional, com o propósito de facilitar Profissional reforço de competências pessoais e sociopro- e promover uma futura integração pro- fissionais, sendo assim uma mais-valia para o fissional dos formandos.  A2000 sucesso da formação e a integração sociopro- fissional. Toda esta dinâmica da FPCT só é possível  CLDS 4G 12 com as parcerias que existem entre a A2000 Depois de cerca de um ano de formação em e as entidades que recebem os formandos,  Projeto INR 14 sala, os formandos realizam outra etapa do para que estes possam realizar FPCT e, quem percurso de formação – a FPCT (também cer- sabe, futuramente tornarem-se parte inte-  Formação Inicial e 15 ca de 12 meses). grante das suas equipas, através da integra- Formação Contínua ção profissional. Este percurso integra um conjunto de ativida-  Espaços de Convívio 21 des profissionais desenvolvidas em contexto As experiências de FPCT ajudam assim no real de trabalho, dando a oportunidade aos desenvolvimento pessoal e profissional dos  CAARPD formandos de contactar in loco com técnicas formandos, colocando-os à prova enquanto  Intervenção específicas da atividade onde estão inseridos. futuros profissionais. Precoce na Infância Esta fase é determinante para a aplicação e reforço de conhecimentos técnicos e profis- De salientar que a taxa de integração profis-  Doadores do mês 26 sionais e desenvolvimento de competências sional dos nossos formandos ronda os 70%. pessoais. Estes formandos, na maioria das vezes, ficam integrados nas entidades onde realizaram Esta experiência de FPCT só é possível com o FPCT, o que comprova a estratégia seguida apoio das entidades acolhedoras, que dedi- pela A2000. cam uma parte dos seus recursos à formação e orientação dos formandos da A2000 em Conscientes de que a vida profissional se clara parceria com os técnicos de acompa- forma de desafios, obstáculos e de que o processo de integração profissional é um caminho difícil, caracterizado pela incerteza e constante transformação do mercado de tra- balho, acreditamos que a Formação Prática em Contexto de Trabalho constituiu para os formandos um instrumento de orientação in- dispensável para o seu futuro profissional. Aproveitamos para deixar o nosso agradeci- mento a todas as entidades que acolhem os formandos da A2000. Armando Oliveira, Técnico de Acompanhamento e Inserção Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 3 de 32 EDITORIAL



Integração Profissional ARMANDO JORGE MARINHO A ntigo formando da melhor de mim para aproveitar A2000 e integrado na esta oportunidade”, sublinhou. medida de Apoio à Co- Francisco Ribeiro, presidente da Direção da Associação Humani- locação do Centro de tária dos Bombeiros Voluntários de Santa Marta de Penaguião, Recursos para a Inclusão Profis- também enalteceu a paixão do Jorge pelo trabalho, e manifes- sional, o Armando Jorge Marinho tou o seu desejo de o ver apro- veitar para trabalhar as suas é um jovem adulto residente em capacidades técnicas e huma- nas. “O Armando é um rapaz Santa Marta de Penaguião, onde apaixonado pela vida de um bombeiro e disponível para as se encontra profissionalmente várias tarefas que lhe são solici- tadas. Apesar de ter um tempe- integrado nos Bombeiros Volun- ramento complicado, que requer muita paciência para gerir, é tários desta vila, ao abrigo de um alguém que tem capacidades natas para se tornar uma mais- Contrato de Emprego-Inserção + valia para a instituição. Espero que ele desenvolva as suas qua- (CEI+). lidades ao longo do tempo e que se torne um homem cada Em declarações explicativas das suas vez melhor, capaz de cuidar da funções, o Jorge referiu que “passam sua família e, principalmente, do pela limpeza e manutenção do quartel e seu filho”. das viaturas, a organização do material ou o auxílio à Equipa de Intervenção O responsável máximo da cor- Permanente [EIP], de acordo com as ins- poração relacionou a abertura truções que me sejam dadas pelo chefe da entidade a este tipo de inte- de equipa”, disse, antes de falar da ver- grações com a própria essência dadeira paixão que tem por este traba- e valores inerentes ao serviço lho. “Ser bombeiro significa muito para de uma corporação de bombei- mim. Já estive nesta corporação anterior- ros. “Esta instituição está vocaci- mente, e mesmo após ter saído naquela onada para prestar serviços de altura, havia algo que mexia cá dentro socorro a pessoas e aos seus quando ouvia uma sirene. Essa foi uma bens, e integrar pessoas com das razões pelas quais quis voltar a tra- deficiência ou incapacidade con- balhar aqui, pois este é um trabalho que tribui para que elas também me sinto competente a fazer, e em rela- entendam a importância desta ção ao qual procuro aprofundar os meus casa. (…) conhecimentos. É verdade que se vivem aqui situações arriscadas, eu próprio como bombeiro já passei por situações muito difíceis, mas socorrer pessoas compensa tudo. Estou muito feliz por estar aqui, e espero ser capaz de dar o Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 5 de 32 CRIP

(…) Em virtude desta nossa missão, Francisco Ribeiro, Presidente dos neste trabalho de tornar a nossa so- devemos estar abertos à integração de ciedade socialmente mais inclusiva. Bombeiros Voluntários de Santa “Tive o privilégio de acompanhar o qualquer pessoa, porque esta casa pre- crescimento da A2000 desde a sua tende ser integradora e não desagrega- Marta de Penaguião fundação, até se tornar a entidade abrangente que é hoje, com uma acei- dora, para que não haja pessoas social- cionamento diário da instituição. tação muito grande nos vários conce- mente excluídas. Nesta instituição, prati- “Estas pessoas vêm dar grandes mais lhos onde tem entrado com as suas -valias a uma organização destas respostas sociais. A A2000 faz um camos permanentemente a solidarieda- porque, por força dos condicionalis- trabalho fantástico, do agrado da ge- de, e existe sempre da minha parte a mos da sua vida, conseguem olhar neralidade das populações, sempre para o próximo com outra compreen- com projetos inovadores e de grande preocupação de zelar pela qualidade são, entrega e carinho. Qualquer ser alcance, ao serviço dos que mais pre- dos serviços que prestamos. Fico, por humano tem o seu potencial e valên- cisam, dos mais vulneráveis, que du- isso, muito contente quando vejo algu- cias que podem ser úteis a uma or- rante muitos anos sofreram de pro- ganização, pois vivemos numa socie- blemas de exclusão e marginalização mas pessoas com deficiência que traba- dade heterogénea, onde todos são e que são agora vistos como mais- lham connosco a transportar, para o necessários. Deve fazer-se uma avali- valias para o desenvolvimento das ação cuidada do que a pessoa quer e nossas terras”. cuidado com as pessoas que atende- pode fazer, e a partir daí garantir as mos, o carinho e estima que tenciona- condições para a realização plena Ana Augusto e Gonçalo Novais, dos nossos cidadãos. Com as inte- mos transmitir na nossa forma de atua- grações, além da realização pessoal, técnicos da A2000 ção”. Outro aspeto enaltecido por Fran- tenho colaboradores que se sentem mais úteis. Também nas equipas de cisco Ribeiro foi o impacto positivo trabalho o impacto é positivo, na destes processos de integração no fun- medida em que os colegas percebem que estas pessoas têm vontade per- manente de servir, fazer e melhorar, e não se acomodam a nenhuma zona de conforto”. A terminar, o presidente dos Bom- beiros Voluntários de Santa Marta de Penaguião aproveitou para elogi- ar o importante papel da A2000 Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 6 de 32 CRIP

A2000 A2000 assinou Contrato PARES 3.0 100 novos clientes e mais 55 postos de trabalho Decorreu no dia 28 de julho a ceri- que fazem de nós uma O principal aspeto realçado pelo presi- das mais abrangentes dente da A2000 está relacionado com o mónia de assinatura e entrega dos instituições sociais do enorme impacto económico e social da país, presente em 16 concretização destes projetos. “Este novo contratos PARES 3.0 (Programa de concelhos e quatro dis- ciclo da A2000 vai ter um enorme impac- tritos. Agradecemos de to na região. Estamos a falar de respostas Alargamento da Rede de Equipa- coração a todas as pes- sociais que vão atender mais 100 clien- soas que desmedida- tes, bem como de 55 novos postos de mentos Sociais - 3ª Geração), com mente se aplicaram neste mega-projeto. trabalho para pessoas da região. Com a Agora, é tempo de abraçarmos este novo materialização destes projetos, a A2000 a presença da Sra. Secretária de grande desafio, que nos tornará uma refe- concretiza uma visão de futuro que tinha rência ainda maior no setor social da regi- para si própria e ganha uma abrangência Estado da Inclusão, Dra. Ana Sofia ão. Temos assim uma maior responsabili- e dimensão que vão contribuir para me- dade entre mãos.” lhorar a vida das PCDI que atendemos, Antunes, que formalizou uma nova gerar riqueza e valorizar o território. Esta- Por falar em desafios, o primeiro será mos muito felizes e entusiasmados com grande etapa na vida da A2000. uma enorme intervenção de fundo no esta nova etapa, mas vamos continuar a edifício-sede da A2000 (em Poiares – precisar do forte apoio das entidades lo- Com efeito, a A2000, representada pelo Peso da Régua), que permita albergar as cais e parceiros, para conseguirmos ser Presidente da Direção, António Ribeiro, e novas respostas e levará a uma reorgani- cada vez maiores e melhores no cumpri- pela tesoureira, Soledade Mesquita, assi- zação de fundo das instalações. “Durante mento da nossa missão de apoiar os soci- nou um protocolo que se materializará os próximos dois anos, a sede da A2000 almente mais desfavorecidos da região. no apoio a mais 100 pessoas com defici- vai estar permanentemente em obras. Estamos muito felizes, mas conscientes do ência ou incapacidade (PCDI), em novas Desde logo, porque vamos adaptar a anti- enorme trabalho e responsabilidade que respostas sociais, mais concretamente: 2 ga residência dos Salesianos, com um nos espera. Serão 24 meses muito duros”. Lares Residenciais (60 PCDI), 1 CACI - custo estimado de 325.000€ + IVA, no Centro de Atividades e Capacitação para sentido de mudar para lá os atuais servi- Gonçalo Novais, a Inclusão (30 PCDI) e 2 Residências Au- ços da A2000, exceto a resposta social tónomas (10 PCDI). O investimento total CAARPD (Centro de Atendimento, Acom- técnico da A2000 previsto é de 2.295.340,00 € + IVA, dos panhamento e Reabilitação Social para quais 1.610.571,00 € são assegurados Pessoas com Deficiência ou Incapacidade) por financiamento público. Assim, com- que funcionará no seu espaço habitual. pete à A2000 assegurar o montante glo- Depois, serão intervencionados por com- bal de 948.733,10€ (684.769 € + pleto os pisos zero, 1 e 2 do edifício prin- 263.964,10 (50% do IVA da totalida- cipal e maior. Tudo isto vai requerer um de)). enorme esforço quer de adaptação dos nossos serviços (porque continuamos a Para o presidente da A2000, é um mo- trabalhar), quer da capacidade financeira mento de confirmação de uma visão de da A2000, pois precisamos de acautelar a futuro que há muito era perseguida e parte que nos compete para as duas partilhada por todos. “Este protocolo é o obras e que, no global, andará à volta de resultado do trabalho de muita gente, 1.400.000,00€.”, sublinhou António Ri- técnicos, dirigentes, sócios, parceiros e beiro. clientes, que ajudaram a A2000 a crescer como cresceu ao longo destes 22 anos. Foram tempos de muita luta e trabalho árduo, mas feitos de muitas conquistas, Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 7 de 32 A2000

A2000 Formação para o trabalho com famílias, consideran- nas metodologias do uma abordagem sistémica; e definir de abordagem à Interna um plano de intervenção familiar.. família para melho- res resultados con- - Intervenção A formação criou um momento de refle- seguirem ao nível Sistémica xão sobre formas de atuação efetivas no do empoderamento, âmbito do trabalho com os diversos ti- autodeterminação e A A2000 planeou formação interna para pos de famílias, pois a abordagem sisté- inclusão dos seus alguns dos seus colaboradores na área mica tem um enorme impacto na forma de clientes. da intervenção familiar – conceitos e atuar, já que cada pessoa está sempre abordagem – pelo que convidou a Dra. inserida em vários contextos, com impac- A abordagem sistémica das famílias é Andreia Santos (Técnica de CAFAP – tos específicos na sua vida. A família é um determinante no sentido de garantir que Centro de Apoio Familiar e Aconselha- desses contextos, e no caso específico do os elementos do sistema criem uma dinâ- mento Parental) para, nos dias 11 e 14 público-alvo da A2000 - caracterizado mica promotora do desenvolvimento de de julho, ministrar formação subordinada por condicionalismos em diferentes com- competências pessoais e sociais, bem ao tema “Intervenção Sistémica”, com os petências – a família tem um peso enorme como de qualidade de vida. seguintes objetivos: definir o conceito de na vida dos nossos clientes, para o bem e família; identificar os diferentes modelos para o mal (!) e, por vezes, para se conse- Foram dois dias muito instrutivos e enri- de família; definir o perfil do profissional, guir uma mudança, mais do que trabalhar quecedores que abrangeram colaborado- individualmente é necessário envolver res que interagem com as famílias dos todo o sistema. Por isso, é importante os clientes dos vários serviços da A2000, e técnicos da A2000 estarem capacitados o balanço foi bastante positivo pelos conteúdos e técnicas que ensinou que, certamente, terão impactos benéficos na forma como se trabalha diariamente com os diferentes tipos de famílias. Fica aqui o agradecimento à Dra. Andreia Neves pela disponibilidade demonstrada para partilhar connosco os seus conheci- mentos, que seguramente nos serão mui- to úteis. Gonçalo Novais, técnico da A2000 A A2000 e a 5 técnicos da ARCIL - Associação Para A ARCIL parti- lham Boas Recuperação De Cidadãos Inadaptados Práticas… da Lousã, em concreto do departamento 01/07/2022 de Formação Profissional e do Centro de Recursos, vieram à sede da A2000 numa ação conjunta de partilha de boas práti- cas. Foi sem dúvida uma ação muito produti- va, pelo que, prometemos repetir. A pró- xima vez, a A2000 vai à ARCIL. Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 8 de 32 A2000

Avaliação de Satisfação A nualmente, a A2000 propor- uma abordagem mais pictográfica para incapacidade; Centro de Recursos para ciona a todos os seus stake- uma melhor divulgação da informação a Inclusão Profissional (CRIP); Centro de holders (intervenientes) pos- junto de todos os stakeholders envolvi- Atendimento e Acompanhamento para sibilidade formal de manifes- dos nas dinâmicas da A2000. a Reabilitação Social de Pessoas com tarem o seu grau de satisfação com os Deficiência ou Incapacidade (CAARPD); serviços e colaboração da A2000, o Saliente-se que a A2000 interagiu dire- Intervenção Precoce na Infância (IPI); que ocorre no final de cada ano. Essa tamente com 1227 stakeholders, na CLDS-4G Murça «Milhões de Esperan- informação é vertida no Relatório Con- sequência da execução dos seus servi- ças»; Espaços de Convívio para idosos. tas, mas neste artigo pretende-se dar ços, designadamente: Formação Profis- sional para pessoas com deficiência ou Apresentados todos os stakeholders de Av. Satisfação dos Clientes e Significativos 2021 segue-se, no ponto 1, a compilação das avaliações de satisfação dos serviços da A2000 efetuadas por cada stakeholder e, no ponto 2, são apresentadas as avalia- ções de satisfação efetuadas pelos colabo- radores da A2000. 1. Avaliação de satisfação dos stakeholders Neste ponto, resumidamente apresentam- se os resultados das avaliações efetuadas por: clientes, significativos, financiadores, fornecedores e parceiros. 1.1 Avaliação de Satisfação dos Clientes e Significativos Como se pode verificar pelo gráfico, ambos estão Muito Satisfeitos com os serviços da A2000. Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 9 de 32 A2000

1.2 Avaliação de Satisfação dos Financi- Av Satisfação: Financiadores, Fornecedores, Parceiros adores, Fornecedores e Parceiros Também a este nível os stakeholders estão bastante satisfeitos na relação estabelecida com a A2000 e respetivo cumprimento de compromissos e objeti- vos. 2. Avaliação de satisfação efetuada pelos colaboradores da A2000 Os colaboradores da A2000 efetuam várias avaliações: avaliam a sua própria satisfação com a A2000 (enquanto enti- dade empregadora); avaliam a relação com os parceiros e, no caso dos servi- ços administrativos, estes também avali- am a satisfação com os fornecedores (com quem interagem diretamente). 2.1 Avaliação de Satisfação dos Colabo- radores Os colaboradores da A2000 avaliam a sua satisfação com a A2000, enquanto organização empregadora, nas seguin- tes áreas: Capacitação, Motivação, Con- dições de Trabalho, Descentralização, Ambiente Relacional, Realização Pesso- al. Na generalidade, predomina a satisfa- ção em todas as áreas, mas surgem al- gumas avaliações negativas, com mais relevo na área da Motivação (questão ligada à Remuneração) e nas Condições de Trabalho (em dois locais de forma- ção, fora da sede). Todas as respostas negativas foram consideradas, e quando a pessoa se identifica é auscultada para melhor se entender/esclarecer, com o objetivo de encontrar soluções. 2.2 Avaliação de Satisfação com os Par- ceiros, efetuada pelos colaboradores da A2000 Como se pode constatar pelo gráfico à direita, os 122 parceiros corresponde- ram às expectativas dos colaboradores da A2000 e cumpriram os objetivos estabelecidos em Acordo de Parceria; aliás, 98% dos parceiros superaram esses objetivos, realizando outros que não estavam previstos. Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 10 de 32 A2000

2.3 Avaliação de Satisfação com os forne- cedores, efetuada pelos colaboradores da A2000 A A2000 é uma entidade adjudicante nos termos previstos no artigo 2, n. º 2, alí- nea a) do Código dos Contratos Públicos - Decreto-Lei 18/2008 de 29 de Janeiro, na sua atual redação, pelo que todos os 45 Fornecedores foram contratados de acordo com as regras e procedimentos de contratação pública. O Chefe da Secretaria avalia, de 0 a 3, cada um dos Fornecedores, em 7 crité- rios. Como se pode constatar, predomina a satisfação com os serviços dos Fornece- dores, não tendo ocorrido qualquer recla- mação. Contudo, em alguns casos, uma nova contratação envolverá algumas mu- danças nas condições oferecidas pelos Fornecedores. 2.4 Avaliação de Satisfação com os Finan- dos Financiadores Nacionais que não tão, na generalidade, satisfeitos com os ciadores, efetuada pelos colaboradores da cumprem prazos, desconhecem as especi- serviços e as dinâmicas em que se envol- A2000 ficidades da realidade dos contextos on- veram, contudo surgiram algumas avalia- de operamos e analisam como se todas ções negativas que contribuem e impulsi- Em 2021, a A2000 teve 20 financiado- as realidades fossem a mesma; houve onam a melhoria continua. res: PO ISE; ISS, I.P.; IEFP; INR, I.P.; BPI – também um Financiador local que não Fundação La Caixa; 7 Freguesias; 7 Câ- cumpriu todas as premissas do Acordo. É graças à auscultação e participação dos maras Municipais e uma Associação local. Nestas situações, a A2000 reclama pelas intervenientes nos serviços da A2000 vias disponíveis e propõe soluções/ que, juntos, podemos construir uma reali- Os 3 principais Financiadores (PO ISE; alternativas junto do Financiador, sempre dade mais inclusiva, onde todos se sintam ISS, IEFP) financiam os principais serviços com o objetivo de nunca diminuir a quali- melhor e mais felizes. da A2000 (Formação Profissional, CLDS dade do serviço e responder plenamente (até 2023), CAARPD, IPI, CRIP); os Finan- às necessidades dos seus clientes. Marina Teixeira, ciadores locais financiam projetos especí- ficos desenvolvidos nas freguesias ou nos Em suma, os stakeholders da A2000 es- Diretora Técnica concelhos e à medida das necessidades de cada um. Na generalidade, os colaboradores da A2000 estão satisfeitos com os seus Fi- nanciadores, por lhes reconhecerem rigor e compromisso no cumprimento dos objetivos estabelecidos. Há sempre algu- mas exceções, principalmente ao nível Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 11 de 32 A2000

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Se tu fosses eu? N o mês de julho iniciou-se o Por terras de Armamar e Tabuaço, come- projeto “SE TU FOSSES EU?” - çámos por realizar um exercício que con- cofinanciado pelo Programa sistiu em vendar os olhos a pessoas que Nacional de Financiamento a se disponibilizaram a colaborar e, com o Projetos pelo INR, I.P. de auxílio de uma bengala, fizeram percursos 2022 - nos concelhos de Armamar, Mur- com e sem orientação de terceiros, sendo ça e Tabuaço, com o apoio das respetivas que este exercício foi realizado na Biblio- Câmaras Municipais. teca, Câmara Municipal de Tabuaço, Ser- viço Social da Câmara e restaurante Ta- “Se tu fosses eu?” tem como finalidade chinho da Té. Em Armamar, o mesmo colocar os Direitos das pessoas com defi- exercício foi realizado na Câmara Munici- ciência ou incapacidade no quadro das pal. Em Murça, fomos para a feira desafiar prioridades da comunidade, desafiando-a a população a andar numa cadeira de a colocar-se no papel da pessoa com rodas, colocar uma venda nos olhos e deficiência, para perceber qual o sofri- comunicar com um surdo, fomos a cafés e mento a que ela está exposta. Todos os desafiámos o responsável da Residência meses serão abordados e trabalhados de Estudantes. direitos e tipos de deficiência que, poste- riormente, serão apresentadas à comuni- No final da atividade, os participantes dade local. partilharam as sensações vividas, mencio- nando a importância da visão e da dificul- Assim, o direito abordado este mês foi a dade que é viver sem ela; a dificuldade EQUIDADE e ACESSIBILIDADE À INFOR- em andar de cadeira de rodas; a dificul- MAÇÃO; a deficiência abordada foi a Vi- dade de compreender a Língua Gestual. sual. Conseguimos entender que a equi- dade diferencia-se da igualdade, isto é, Por fim, foram entregues as lembranças todos temos os mesmos direitos, mas com o símbolo do projeto, assim como para os podermos exercer, ou seja, para foram assinadas as Declarações de Com- acedermos igualmente às mesmas opor- promisso, em que os participantes se tunidades é necessário criar ajustes/ ca- comprometeram, cada um na sua área, a minhos diferentes/ meios/ recursos que criar condições para que os direitos das apoiem aqueles que têm alguma incapaci- pessoas com deficiência sejam lembra- dade a conseguirem-no: se sou baixa dos, reconhecidos e defendidos. preciso de um banco para chegar ao cimo do armário; se sou cega preciso de uma Houve pessoas que recusaram o desafio, bengala que me auxilie a detetar os obs- dizendo que era muito difícil ter-se uma táculos; se sou surda preciso de usar uma deficiência ou uma limitação. É verdade! forma de comunicar que não envolva a Por isso, é muito importante que todos voz, mas também preciso que a Língua tenhamos consciência das dificuldades e Gestual seja conhecida por todos, etc. obstáculos diários que uma pessoa com deficiência enfrenta, pois mesmo aqueles Executámos cartazes onde foram coloca- que convivem com a pessoa com defici- das estas diferenças através de exemplos ência, nomeadamente as famílias, perspe- práticos e imagens. Colocámo-nos no tivam as dificuldades do seu ponto de lugar de um deficiente visual para sentir- vista e não do ponto de vista do próprio, mos as dificuldades, preparámos as ques- e é sempre diferente sentir na pele as tões para inquirir a comunidade e fomos dificuldades e pensar que serão perma- para a rua desafiar as pessoas. nentes! Agradecemos a todos os que colabora- ram e se disponibilizaram a viver a expe- riência de “Se tu fosses eu?”! Marina Teixeira, Diretora Técnica Projeto cofinanciado pelo INR, I.P. Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 14 de 32 Projeto INR



Chaves Nem sempre o que ou- vimos ou vemos é o que realmente parece ser… D urante o mês de julho, nós, os pretendemos dizer e evitar falar excessi- bastante, refletimos sobre a forma como formandos do Curso 4 – Ação vamente e de forma confusa. comunicamos e identificámos os pontos 4 – Auxiliar Infantil, estivemos negativos de uma má emissão e receção a refletir e a debater assuntos Os elementos essenciais para que ocorra da mensagem, mas também aprendemos relacionados com a comunicação com uma comunicação eficiente são: que nem sempre o que ouvimos ou ve- crianças e jovens. mos é o que realmente parece ser. Às  Emissor = é aquele que dá início ao vezes julgamos uma pessoa pela forma Na UFCD 9638 – Processos de Comuni- processo comunicativo, pois transmite de rir, de falar, pela aparência, pela for- cação com Crianças e Jovens, temos veri- a mensagem. ma de se comportar, apenas porque al- ficado o quão importante é haver clareza guém nos contou… Temos que ter cuida- e transparência nas mensagens que  Recetor = é o alvo do emissor, sendo do com as fofocas, notícias e os comen- transmitimos, ou seja, devemos transmitir quem recebe a mensagem. tários que dizem por aí, pois até numa aquilo que pretendemos de forma clara e história simples é fácil haver divergências direta, seja em conversas pessoalmente,  Mensagem = pode ser um facto, ideias de informações. por telefone ou via e-mail. Se começar- ou até mesmo emoções, ou seja, é o mos a divagar, o ouvinte irá dispersar ou conteúdo contido na comunicação. Curso 4 – Auxiliar Infantil ficará com dúvidas sobre aquilo que real- mente pretendemos comunicar. Devemos  Canal = é o meio pelo qual a mensa- Raquel Santos, Formadora pensar com antecedência naquilo que gem é enviada do emissor para o re- cetor. Para colocarmos em prática estas apren- dizagens, fizemos o jogo “O Telefone Avariado”. Com este jogo, divertimo-nos As receitas das Ingredientes Sopa da Avó avós… lembram as férias! 1 cebola média Preparação 4 dentes de alho Refoga-se o alho e a cebola e a polpa de tomate no azeite, até a cebola E stamos quase de férias e bem ficar transparente. precisamos, para descansar e 500 g de feijão encarnado Juntar as batatas cortadas e envolvê-las bem no tomate. Juntar o feijão e aproveitar estes dias de calor 500 g de batata branca cobrir com água. para recarregar as energias. Salgar a gosto e deixar cozer em lume brando e com a tampa posta, até 250 g de massa as batatas estarem cozidas. Nesse ponto juntar mais água e retificar os Mas antes das férias ainda fizemos mui- 50 ml de polpa de tomate temperos. tos trabalhos na formação em sala. Um Quando levantar fervura juntar a massa e deixar cozer até ficar al dente. dos trabalhos que fizemos foi uma pes- Azeite Servir imediatamente, acompanhada com uma caneca de café de cevada. quisa sobre caldos e sopas, mas demos- Água lhe um toque especial, pois decidimos procurar sopas e caldos feitos pelos Sal avós, pois no dia 26 de julho celebrou- se o Dia dos Avós e, apesar de alguns avós gostam que os netos comam mui- sorriso em cada regresso. São a lareira que nun- de nós já não os termos, achámos esta tos legumes, pois para eles estamos ca se apaga. uma bonita homenagem. Gostámos mui- sempre muito magrinhos!! to desta pesquisa, pois descobrimos Os avós são o arco-íris que nos faz sorrir. alguns ingredientes que não conhecía- Assim, deixamos aqui uma receita da mos, e divertimo-nos também com algu- sopa da avó e também um poema dedi- São aquelas desejadas gotas de esperança. mas descobertas que fizemos. Verificá- cado aos avós. mos que as receitas levam muitos ingre- São a certeza de sermos para sempre aquela dientes e concluímos que é porque os “Os avós são as flores em cada Primavera. São o linda criança.” mel nas palavras. São a certeza da mão estendi- da. Curso 3 – Assistente Os avós são a canção mais bonita. São a história Operacional mais perfeita. Raquel Santos, Formadora São a luz nos dias cinzentos. São o colo em cada despedida. São a manhã em cada amanhecer. Os avós são a estrada feita de areia fina. São o Estes cursos decorrem ao abrigo do POISE – Tipologia 3.01 e são financiados pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português. Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 16 de 32 FORMAÇÃO INICIAL / CONTÍNUA

Curso 1 - Ação - 2 Assistente Operacional Baião N o dia 29 de julho, o Curso 1 - termina o seu percurso na A2000 Ação - 2 – Assistente Operaci- onal de Baião, terminou o seu através das medidas do IEFP, divididas ta pela oportunidade de poder ficar a percurso de formação na em Contratos de Emprego e Inserção+ e trabalhar no Centro Social e Paroquial de A2000. Passaram dois anos desde que Estágios Inserção, permitindo aos for- Santa Marinha do Zêzere.” Cláudia Mon- iniciaram a formação e, ao longos destes mandos dar continuidade ao desenvolvi- teiro dois anos, viveram experiências que vão, mento das suas competências e conti- com toda a certeza, recordar para sem- nuarem a lutar pela sua integração no “Gostei de estar na A2000, foi uma pre. No primeiro ano, os formandos reali- mercado de trabalho. oportunidade muito boa para mim, gos- zaram formação em sala e aperfeiçoaram tei de tudo, das professoras, dos colegas as suas competências escolares, pesso- Sem a cooperação e a sensibilidade das e é muito bom ficar a trabalhar na Câma- ais, sociais e profissionais. Os conheci- entidades que acolheram os nossos for- ra.” Fátima Monteiro mentos adquiridos nas diferentes Unida- mandos, a Missão da A2000 não seria des de Formação permitiram-lhes estar possível. A A2000 agradece a parceria “Aprendi muitas coisas na A2000, a Lu- mais preparados para, no ano seguinte, às seguintes entidades: Câmara Municipal cinda sempre me tratou muito bem e as integrarem a Formação Prática em Con- de Baião; Centro Social de Santa Cruz do formadoras sempre me ajudaram quando texto de Trabalho (FPCT). Douro; Centro Social e Paroquial de Santa eu precisei.” Graça Anselmo Marinha do Zêzere; Lavandaria Fadas A FPCT permite aos formandos colocar Fidalgas; e M&R, Publicidade e Serviços, “Gostei de tudo, das formadoras e do em prática todas as aprendizagens ad- Unipessoal Lda. trabalho nas estufas e espero continuar a quiridas ao longo do ano, experiencian- trabalhar aqui” Helena Anselmo do situações reais de trabalho. A FPCT é, A todas estas entidades o nosso muito para a grande maioria dos formandos, o obrigado! “Gostei muito de estar no curso, dos primeiro contacto com o mercado do meus amigos e das formadoras (…)um trabalho e, muitas vezes, é esta experiên- Alguns testemunhos dos nossos forman- beijinho para a professora Fernanda do cia que lhes dá acesso ao primeiro em- dos: Infantário, eu gosto muito dela! Natália prego. A integração no mercado de tra- Vieira balho é, sem dúvida, fundamental no “Gostei muito do tempo que estive na desenvolvimento pessoal e social de to- A2000 (…) da relação que construi com “A A2000 deu-me a oportunidade de dos os cidadãos e, nomeadamente, dos as formadoras, ajudaram-me muito e é fazer novas amizades, conhecer o mundo nossos formandos. uma amizade que vou guardar para sem- do trabalho e, acima de tudo, conseguir pre!” Ana Miranda um emprego. Não tenho palavras para Mas este percurso chegou ao fim e o agradecer o suficiente a todos (…) vou último dia foi preenchido de muita ale- “Gostei muito de estar na formação, das ter saudades! Pedro Azevedo gria por terminar o curso, mas também professoras e de todos os meus amigos.” tristeza, por se despedirem de todos os António Soares Curso: 1 - Ação 2 – colegas e da equipa que os acompanhou Assistente Operacional ao longos destes dois anos. Na despedi- “Este curso foi muito bom, gostei muito Goreti Alexandre, Técnica de Acompanha- da fica a certeza de que grande parte das formadoras, dos meus colegas e foi das amizades construídas irão estar pre- a oportunidade de trabalhar com crian- mento e Inserção sentes ao longo das suas vidas. ças. Adoro o que faço e estou muito gra- Durante estes dois anos, trabalhámos com eles a descoberta e valorização das suas capacidades, o saber ser e saber estar, fazendo-os acreditar neles pró- prios e ensinando-os a lutar pelos seus objetivos! No final, as várias entidades que acolhe- ram os formandos na realização da FPCT facilitaram a sua integração profissional. Estas integrações só foram possíveis Este curso decorre ao abrigo do POISE – Tipologia 3.01 e é financiado pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português. Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 17 de 32 FORMAÇÃO CONTÍNUA

Poiares - Peso da Régua O fim de uma etapa… No dia 6 de julho de 2022 os formandos do Curso 1 – Ação 1 – Assistente Operacional, con- cluíram o seu percurso formati- vo na A2000. No rosto dos formandos estava estampado um misto de emoções, pois se por um lado estavam contentes por terem conseguido alcançar com su- cesso esta etapa, e por muitos terem conseguido alcançar o objetivo pretendi- do – a integração profissional - , por ou- tro lado a tristeza do curso terminar e o medo e ansiedade pelo futuro, mas todos com uma certeza - a A2000 estará sem- Eduardo: mantive uma boa relação com pre com eles! os formadores e colaboradores, adquiri Recolheu-se a opinião de cada um e ficá- novos conhecimentos e melhorei na co- mos de coração cheio, pois confirmámos municação com os outros. que na vida deles fizemos toda a diferen- Joana: eu já conhecia a A2000 e, mais ça e marcámo-los de uma forma muito uma vez, adorei fazer o curso! Gosto de positiva. todos os colaboradores e gostei muito Ana Paula: na A2000, conheci novos ami- da turma onde estou inserida. Fiz novos gos, tanto em sala como na formação amigos e ajudei alguns colegas a integra- prática em contexto de trabalho. Fiz no- rem-se na turma. vas aprendizagens e a minha qualidade Marta: no início era muito reservada, in- de vida também melhorou e, com a inte- trovertida e calada, agora sinto-me mais gração, ainda vai melhorar mais. Gostei comunicativa, um pouco mais segura e de conhecer a A2000 e de frequentar mais extrovertida. Fiz novas amizades e Aproveitamos também para deixar o nos- so agradecimento às entidades que abri- este curso. Gostei de todos os colabora- gostei muito do meu local de FPCT, foi ram as suas portas aos nossos forman- dos, para que estes pudessem realizar dores da A2000, acho que são muito assim que descobri o mercado de traba- Formação Prática em Contexto de Traba- lho: Restaurante “Douro à Mesa”, Maria atenciosos. Quando iniciei o curso era lho, e espero ficar lá integrada. Gostei de da Conceição Júlia Rocha, Unipessoal Lda. (Restaurante Santo António), AMBL- bastante reservada, tímida e calada, ago- toda a equipa de colaboradores da Explorações Hoteleiras Lda. (Hotel Borra- lha), Tosta Fina - Comércio e Industria de ra estou muito mais comunicativa. A2000. Panificação, Lda., Câmara Municipal de Vila Real (Escola Física de Trânsito e André: fiz novas amizades e gostei dos Sónia: gostei muito de conhecer a Agrupamento de Escolas Diogo Cão), formadores. Consigo socializar mais. Em A2000, fiz novas amizades, gostei muito Serralharia Bom Caminho, Tintas Cuca, FPCT, gostei do local, no início foi um dos colaboradores e das instalações. Aju- Centro Social e Paroquial Santo António pouco difícil e custou-me a adaptar, mas dou-me na socialização pois tornei-me e Letícia Monteiro Esteves (Jardim Encan- acabou por correr muito bem. Espero mais comunicativa. tado). conseguir ficar inserido no mercado de trabalho e a A2000 ajudou-me muito, A todos vocês, um até breve e desejamos Curso 1 – Ação 1 – pois na formação em sala adquiri alguns toda a felicidade e sorte nesta nova eta- conhecimentos para a FPCT. pa das vossas vidas! Lembrem-se que o Assistente Operacional fim de uma etapa é sempre o início de Carlos: gosto muito de todos os meus outra! Nós cá estaremos para vos apoiar! Raquel Santos, formadora colegas e dos formadores. Gosto de an- Parabéns pelo vosso empenho e dedica- dar na A2000. ção e por serem um grupo colaborante, Armando Oliveira, Técnico de simpático, motivado, alegre e sempre Diana: a A2000 ajudou-me a inserir no pronto para o trabalho! Acompanhamento e Inserção mercado de trabalho, fiz amigos e sinto que consigo socializar mais. Gostei muito Foi um gosto ser formadora deste grupo do profissionalismo dos colaboradores. de formação, obrigada por partilharem connosco um bocadinho de todos vocês! Este curso decorre ao abrigo do POISE – Tipologia 3.01 e é financiado pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português. Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 18 de 32 FORMAÇÃO INICIAL

Perigos na estrada zontais, cruzamento, rotundas e parque prioridade. Para além disso, ao pedalar de estacionamento, que simula situações fizeram exercício físico, o que também é No dia 26 de julho o curso 1 - idênticas às reais, com carros e bicicletas importante para manter a saúde física e ação 1 - Assistente Operacio- disponíveis para o público em geral. As- mental. nal, a decorrer em Poiares, fez sim, os formandos tiveram oportunidade uma visita de estudo à Escola de utilizar os carros (veículos sem motor, Fica o nosso agradecimento à Câmara Fixa de Trânsito em Vila Real. movidos a pedais) e circular pela pista Municipal de Vila Real, em particular ao com o objetivo de experienciar todos os pessoal da Escola Fixa de Trânsito, por Esta visita decorreu no âmbito da UFCD cuidados, obstáculos e perigos que po- nos receber. 9636 - Segurança e prevenção de aci- dem ocorrer na estrada enquanto condu- dentes com crianças e jovens, e teve tores, passageiros e peões. Curso 1 – Ação 1 – Assistente Operacional como objetivos reconhecer situações de perigo nos vários contextos de interven- Para muitos deles foi um primeiro con- Isabela Lima, formadora ção, assim como identificar e implemen- tacto com a condução de veículos deste tar medidas de redução do risco de aci- género, mas a adaptação foi rápida e a dente e, mais especificamente, nos aci- “viagem” muito divertida! Os formandos dentes de viação - uma das principais aprenderam que, perante um sinal de causas de morte infantil. STOP, é imperativo parar, ter especial atenção nas passadeiras, quando têm A Escola Fixa de Trânsito possui uma que ceder passagem a outros veículos zona exterior com uma pista equipada ou quando circulam numa estrada sem com semáforos, sinais verticais e hori- OVamos de férias!nosso país é lindo e tem muito Tabuaço para oferecer: de norte a sul de Portugal, temos uma gas- que para muitos de nós eram desconhe- gadouro as migas de peixe do rio. Se tronomia de fazer perder a cidos. formos de férias para a Figueira da Foz, cabeça a miúdos e graúdos, paisagens podemos degustar um belo e delicioso lindíssimas e muito diversificadas, uma A alimentação portuguesa, ainda que arroz de sardinha ou búzios com grão à cultura incrível para absorver – são tan- esteja restrita a um espaço geográfico pescador. Em Aveiro podemos ser sur- tos os monumentos e museus a descobrir relativamente pequeno, é bastante rica e preendidos com uma caldeirada de en- – e imensas atividades divertidas que diversificada. Exemplo disto são as mil guias e, como sobremesa, os belos e sur- estimulam a aprendizagem das crianças, receitas que existem com bacalhau. O preendentes ovos moles. Mais a sul, na além de proporcionarem excelentes mo- bacalhau é «rei» em muitos dos distritos zona do Algarve, podemos provar uma mentos em família. de Portugal e as formas de o cozinhar estupeta de atum. são infindáveis. Temos o Bacalhau à La- Antes de ir de férias, o curso 2 – ação 2 gareiro, sendo provável que este prato Com esta “viagem”, ficámos com imensa - Auxiliar de Serviços Gerais, a decorrer tenha a sua origem em regiões com laga- vontade de provar e também de viajar em Tabuaço, terminou as UFCD’ s 3527- res, que são produtores de azeite, que por este país maravilhoso à beira-mar Produção Alimentar- Confeção de Ali- ainda é motivo de discussão, com a fa- plantado... mentos e a 3528 – Produção Alimentar- mosa disputa a concentrar-se entre os Pastelaria e Sobremesas, e nada melhor Lagares da Beira Alta e os da região do Assim, desejamos a toda a família A2000 que fechar com chave de ouro estas UF- Minho. O Bacalhau à Zé do Pipo foi cria- CD’s, que nos permitiram aplicar técnicas do por volta de 1960 pelo chef José Va- boas férias! básicas de preparação e confeção de lentim, apelidado de Zé do Pipo, proprie- alimentos, e “planear” uma rota pelo nos- tário de um restaurante na cidade do Curso 2 – Ação 2 - Auxiliar de Serviços Gerais so país e conhecer alguns dos pratos Porto. Para além destes dois exemplos tradicionais. existem muitas outras receitas de baca- lhau: bacalhau com natas, pataniscas de Assim, fizemos uma “viagem” gastronó- bacalhau, migas de bacalhau, bacalhau mica virtual a todos os distritos de Portu- com broa ou bacalhau espiritual. gal Continental e descobrimos verdadei- ros tesouros que o nosso país oferece e Continuando a nossa “visita”, encontrá- mos em Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa, Freixo de Espada à Cinta e Mo- Este curso decorre ao abrigo do POISE – Tipologia 3.01 e é financiado pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português. Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 19 de 32 FORMAÇÃO INICIAL

Resende A despedida aprender e vontade N este mês de julho, terminou o em fazer. Sempre Curso 4 – Auxiliar Infantil – Ação 5, que decorreu nos últi- se mostraram dis- mos 3 meses nas instalações do Seminário de Resende. poníveis, interessa- Os formandos começaram com alguma dos e empenhados insegurança e introversão, mas com o convívio e as atividades da formação, a na realização de confiança foi sendo conquistada e cria- ram uma relação harmoniosa e comunica- tarefas. Esta atitude tiva entre todos. Esta relação permitiu, através do espírito de entreajuda, a reali- colaborante e parti- zação de várias aprendizagens. cipante trouxe ga- Hoje, 3 meses depois, vemos um grupo diferente, um grupo mais confiante e co- nhos significativos municativo. Vemos em cada um deles a alegria e orgulho neste percurso bem- a cada um dos for- sucedido, percurso de crescimento pes- soal e social e aprendizagens profissio- mandos. À medida nais. que nos aproximávamos do final, come- momentos felizes. Este trajeto de crescimento nos 3 meses de formação resulta do empenho em çou a transparecer uma certa nostalgia Deixo-vos com um pensamento de Paulo pelos momentos vividos nos últimos me- Freire “Quem ensina, aprende ao ensinar. ses, associada a um desejo de continuar, Quem aprende, ensina ao aprender”. motivado pelas lembranças dos momen- Aqui fica o nosso agradecimento a cada tos felizes que aqui viveram. um dos formandos pelo mútuo ensina- Hoje, chegamos ao fim… O dia da des- mento e mútua aprendizagem. pedida, um dia intenso nas emoções. Por Curso 4 – Auxiliar Infantil – Ação 5 um lado, a alegria pelo trajeto de apren- dizagem que realizaram e pelas amizades Sandra Pinto, Psicóloga contruídas. Por outro, a saudade dos NOVO CURSO Armamar N o passado dia 1 de julho, inici- celho de Armamar, mas de diversas fre- futuro profissional e conseguirem melho- ou em Armamar um novo curso guesias. rar a sua qualidade de vida. de Formação Profissional na área de Assistente Operacio- Com esta formação, os clientes preten- Certamente que esta integração e os tem- nal. Este tem a duração de 2900 horas, dem aumentar os conhecimentos pesso- pos que se aproximam serão uma mais sendo que 1800 horas são de Formação ais, profissionais e escolares. Contam valia para todos os clientes. em Sala e 1100 horas são de Formação também com o apoio da equipa multidis- Prática em Contexto de Trabalho (FPCT). ciplinar que faz parte da Formação Profis- Ainda no mês de julho, na componente sional, de forma a colmatar algumas lacu- de Cidadania e Empregabilidade, os for- O grupo é constituído por doze clientes, nas existentes. Para além disso, prevê-se, mandos analisaram a Declaração Univer- sendo que sete são mulheres e cinco são como é habitual, a criação de grandes sal dos Direitos Humanos e posteriormen- homens. Os mesmos têm distintas idades, amizades entre colegas de curso. te, elaboraram um trabalho prático para sendo assim um grupo bastante hetero- aprofundarem o tema. Os trabalhos estão géneo. Os formandos são todos do con- Um dos grandes objetivos definidos por expostos na sala de formação para deste grande parte dos clientes é terem um modo os for- mando estarem sempre alerta para este assun- to. Sofia Barros, formadora Estes cursos decorrem ao abrigo do POISE – Tipologia 3.01 e são financiados pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português. Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 20 de 32 FORMAÇÃO INICIAL / CONTÍNUA



Espaços de Convívio Vamos de Férias! 6 4 idosos dos 7 Espaços sem música, Os Espaços de de Convívio da A2000 a tarde foi de Convívio da rumaram, no dia 8 de bailarico, A2000 envolvem julho, à Quinta da Mala- animado pelo 115 idosos e faia (Esposende). Foi um dia em artista Tiago desenvolvem-se grande! Não faltou nada: convívio, Lucas. O dia atualmente no boa comida, música, bebida e dan- finalizou-se Concelho de Peso ça… muita dança! com um lan- da Régua, nas che-convívio, seguintes fregue- A A2000 agradece ao Município de sias: União de Santa Marta de Penaguião; à Fre- à presença muito especial dos cli- com bolo e sumo. Freguesias de guesia de Alvações do Corgo; à entes do CAARPD (Centro de Aten- Poiares e Canelas; União de Freguesias de Louredo e dimento, Acompanhamento e Rea- Correu tudo tão bem, que até já União de Fregue- Fornelos; à União de Freguesias de bilitação Social para Pessoas com nos sentimos ansiosos que o próxi- sias de Galafura e Lobrigos (S. Miguel e S. João Bap- Deficiência ou Incapacidade), que mo mês passe rápido para nos re- Covelinhas; e no tista) e Sanhoane; à Freguesia de também fizeram parte da festa. Foi encontrarmos em setembro… com Concelho de San- Sever; à União das Freguesias de um momento muito especial e o desejo de que, no próximo ano, ta Marta de Pe- Galafura e Covelinhas, pela cedência emotivo em que todos participaram estejamos todos juntos para mais naguião nas fre- de transporte gratuito. ativamente, sendo que um dos mo- uma festa imperdível! guesias: União de mentos altos da celebração foi o Freguesias de Agradecemos também o acolhimen- ofertório solene, no qual todos os A terminar, gostaríamos de deixar Lobrigos (S. Mi- to e a simpatia dos colaboradores e Espaços de Convívio, bem como a um agradecimento às Juntas de guel e S. João gerência da Quinta da Malafaia. resposta social CAARPD, se fizeram Freguesia que ajudaram no trans- Batista) e Sanhoa- representar. porte dos nossos idosos até Poiares ne; União de Fre- ESPAÇOS DE CONVÍVIO EM - Junta de Freguesia de Alvações do guesias de Loure- FESTA… E QUE FESTA! Findas as celebrações religiosas, Corgo; Junta de Freguesia de Fon- do e Fornelos; dirigiram-se ao Restaurante Repen- tes; Junta de Freguesia de Sever; Freguesia de Se- Divertida e memorável - duas pala- tina (Poiares), para o almoço. Du- União de Freguesias de Lobrigos (S. ver; Freguesia de vras que descrevem na exatidão a rante este momento de convívio, Miguel e S. João Baptista) e Sanho- Alvações do Cor- Festa dos Espaços de Convívio, usou da palavra o Presidente da ane; e União de Freguesias de Lou- go; e Freguesia que juntou em Poiares-Peso da A2000, António Ribeiro, para cum- redo e Fornelos, sem esquecer o de Fontes. Régua, no dia 29 de julho, 65 pes- primentar todos os presentes, e apoio igualmente fundamental da Os Espaços de soas idosas. sublinhar perante todos o “enorme União de Freguesias de Galafura e Convívio tem co- carinho” da A2000 pelo projeto do Covelinhas e da Associação Cultural mo parceiros e Da parte da manhã celebrou-se a GPS, e aproveitou para agradecer Social Desportiva e Recreativa de financiadores: a Missa na Capela da A2000 pelo o às entidades que, no Peso da Ré- Galafura. O nosso muito obrigado à União de Fregue- Sr. Padre José Câncio, pároco de gua e em Santa Marta de Pe- Casa das Flores (Santa Marta de sias de Galafura e Poiares e Galafura, que teve direito naguião, asseguram o funciona- Penaguião), ao Supermercado Mi- Covelinhas e a mento desta resposta social, que guel Ribeiro (Fontes) ao Tiago Lu- Associação Cultu- presta serviços de enorme impor- cas e ao Duarte Conceição (que nos ral, Social, Des- tância a idosos autónomos de seis deixou um excelente registo foto- portiva e Recreati- freguesias e cria postos de traba- gráfico do evento), pelo fantástico va de Galafura; o lho a uma equipa muito jovem e apoio que nos deram, e a todos os Município de San- competente, que dinamiza todas as que tornaram este dia possível e ta Marta de Pe- atividades dos Espaços de Convívio especial. naguião; a União da A2000. E como não há festa de Freguesias de Técnicos do GPS Lobrigos (S. Mi- guel e S. João Batista) e Sanhoa- ne; a União de Freguesias de Louredo e Forne- los; a Freguesia de Sever; a Fre- guesia de Alva- ções do Corgo e a Freguesia de Fon- tes. Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 22 de 32 ESPAÇOS DE CONVÍVIO

CAARPD Entre a ética e a saúde! F oi entre a ética e a promoção A prática de exercício físico e a monitori- néis, um a falar sobre ética num sentido de hábitos de vida saudável zação de certos indicadores da saúde geral e outro a falar de ética no desporto. que se desenrolaram as ativi- dos clientes foram também parte inte- Durante esta atividade, aprendemos muito dades do CAARPD de Murça, grante de um mês de julho muito saudá- sobre os valores e princípios que fazem vel. “Fazer exercício é fundamental para de cada um de nós uns bons cidadãos e concelho que infelizmente viveu situa- um estilo de vida saudável, e foi nesse desportistas, com respeito pelo outro e sentido que, além da prática desportiva, desportivismo, e sentimos que foi uma ções dramáticas por força de um incên- fizemos exercícios em circuitos psicomo- iniciativa que nos enriqueceu a todos co- tores, onde trabalhámos a coordenação mo pessoas”, concluíram os técnicos e dio de enormes proporções que devas- motora em aspetos como o equilíbrio, clientes do CAARPD de Murça, num mês deslocamentos e a lateralidade. Uma novi- em que nem o calor travou o excelente tou o território e teve impacto na vida de dade deste mês foi o início de uma ativi- ritmo das atividades! dade semanal de medição do peso e da todos. tensão arterial, para monitorizarmos a Os clientes e técnicos do CAARPD saúde de todos. E como a saúde também Os perigos que o calor intenso pode ter se faz de momentos de lazer, pudemos na saúde humana foram, aliás, um tema desfrutar de um piquenique na Praia Flu- central de julho, conforme técnicos e cli- vial do Rio Tinhela, em Murça, e ainda entes sublinham. “Durante este mês, par- tivemos oportunidade de ir às Piscinas ticipámos num workshop de sensibiliza- Municipais neste período de verão, que ção para a prevenção do cancro de pele, infelizmente encerraram por causa da gra- que foi organizado pela equipa do CLDS ve situação de incêndios florestais que 4G Murça “Milhões de Esperanças”, em vivemos”, referiram os técnicos e clientes, parceria com a Unidade de Cuidados na que quiseram agradecer à Dra. Ana Car- Comunidade (UCC) de Murça e a Liga Por- doso, proprietária da Farmácia Nossa tuguesa Contra o Cancro. Devido às tem- Senhora de Fátima (Murça) pela oferta de peraturas elevadas nesta altura do ano e um tensiómetro, que nos permitirá fazer a uma maior exposição ao sol, existe um a nossa nova atividade semanal. maior risco de desenvolvermos este pro- blema de saúde se não nos protegermos Por fim, também se falou de ética. “Em bem, e foi isso que nos foi transmitido Murça, celebrámos em julho o «Mês da numa sessão muito interessante. Os co- Ética», e para isso construímos dois pai- nhecimentos que adquirimos foram de- pois transmitidos à comunidade numa campanha de sensibilização, para que todos possamos ajudar a combater este problema”. Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 23 de 32 CAARPD - Murça

CAARPD Julho foi sinónimo de calor, muito calor!! Os clientes e técnicos do CAARPD F ace às temperaturas muito ele- vadas que se fizeram sentir, ir à piscina foi atividade obrigató- ria, para alegria dos clientes do CAARPD. “Ao longo do ano, uma das ati- vidades que mais adoramos fazer é ir à piscina. Sabe tão bem sentir a água fres- quinha nestes dias quentes, e divertirmo- nos a atirar água uns aos outros e aos nossos técnicos. Esperamos que estes dias de bom tempo continuem, para apro- veitarmos mais vezes a nossa piscina no verão”, disseram. A piscina foi aproveitada com outra finali- dade, e a técnica Vanessa Rualde ideali- zou uma iniciativa que teve como objeti- vo consciencializar os clientes para os seus direitos, como ela explicou. “Este mês, usámos a criatividade para realizar uma atividade sobre direitos humanos, em que o objetivo é que os clientes tenham algumas noções básicas do que são e quais são os mesmos. A dinâmica da ativi- dade passava por espalhar uma espécie de «post-its» numa piscina com os vários direitos humanos, que os clientes tinham de ir «pescar», para depois explicarem o que era, para eles, a definição desse direi- to. Trata-se de uma atividade estimulante, que os coloca a refletir sobre um tema, e que também nos ajuda, como técnicos, a olhar o Mundo pela descrição deles, a sermos mais empáticos com a forma de os nossos clientes perceberem as coisas”. Em relação aos resultados da atividade, a técnica Vanessa Rualde ficou muito satis- feita com a forma como os clientes assi- milaram o seu propósito. “Os clientes conseguiram perceber muito bem o que era solicitado e foram respondendo den- tro de cada direito. Penso que retiveram algumas noções, pois foi muito na base de exemplos práticos, de situações que eles próprios podem viver no dia-a-dia, em torno de assuntos como trabalho, educação, progresso, pensamento, crença, autodeterminação e liberdade. Destes todos, o que mais teve explicações peculi- ares foi o do pensamento - a Francisca nossos clientes, no CAARPD, mostram definiu o direito ao pensamento como uma capacidade muito interessante de sendo “sonhar”, e o André Alvadia disse refletir sobre a vida e tudo o que os ro- que era o direito de “pensar na vida”, deia. concluiu, numa demonstração de que os Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022 Página 24 de 32 CAARPD - Peso da Régua

Férias de Verão – o stress das férias IPI E is que chega a altura do desenvolvimento equilibrado das ano mais AGRIDOCE para crianças; os pais com filhos peque-  P r o p o r c i o n a r a t i v i d a d e s / nos. caminhadas/visitas, jogos e brin- DOCE porque vem o calor, as tão espe- cadeiras que não conseguem radas férias, a viagem planeada com fazer durante o período letivo. meses de antecedência…o descanso!!! Como nesta lista que se segue: AGRI (ácido) porque com as férias vem o stress de como gerir as diferenças nas rotinas dos miúdos. “Com quem ficam naqueles dias em que ainda trabalho!?”, “Como os vou ocupar o dia todo para que eu possa descansar!?”, “Como vai ser!?”, etc., etc…. É aquela altura do ano que devia ser tranquila e relaxante, mas que se transforma num verdadeiro caos! É importante ter em conta que o perío- do escolar terminou, mas o crescimento e desenvolvimento das crianças conti- nua e tudo o que fazemos e lhes pro- porcionamos durante as férias, é tão ou mais importante do que o que possam aprender na escola. Assim, deixo algu- mas sugestões de como é possível or- ganizar/gerir este período para que seja tão relaxante para os adultos como para as crianças. DICAS: Cada família é única, cada criança é singular, cada pai/mãe é exclusivo, e  Tentar cumprir e manter os horá- cada momento que vivemos e proporcionamos às nossas crianças é excecio- nal. Aproveitar ao máximo, descansar e relaxar, aprender e brincar é possí- rios das crianças, principalmente vel, sem stress e com crianças!!! os momentos de descanso, como E, Boas as sestas. Neste período, os adul- tos podem descansar, fazer uma Página 25 de 32 Joana Ferreira, Psicóloga da A2000 atividade conjunta;  Dar liberdade às crianças para IPI escolherem o que fazer, naquele dia, ou naquela parte do dia;  Pedir o apoio e colaboração das crianças na organização da sema- na ou dos dias de férias;  Aproveitar todo o tempo possível para brincadeiras ao ar livre, ob- servar a natureza para aprender vocabulário novo; ensinar regras de respeito pela natureza (temas a abordar: limpeza das praias, reciclagem, compostagem, pre- venção de incêndios, poluição, etc.), respirar o ar (do campo ou da praia) para ajudar a crescer sem pressas, promovendo um Viver e Aprender | Edição 177 | JULHO 2022

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