A energia da informação Eletronuclear • Ano 10 • Junho de 2008 • Nº 106Treinamento ensina como evitar erros
2 As mensagens devem trazer nome completo e telefone de con- “Foi muito bom rever o tato. Por razões de espaço ou clareza, elas poderão ser publica- Átomo. Estava sentindo Lições do passado das de forma reduzida. E-mail: [email protected] falta. Sejam bem- vindos de volta. Estou • A matéria de capa desta edição aborda o trabalho que vem sendo desenvolvido aproveitando para enviar em nossas duas usinas, com o suporte da área de Recursos Humanos, para um texto que escrevi melhorar ainda mais a performance humana em uma atividade tão complexa para, se possível, vocês como a da indústria nuclear. publicarem. Por favor, Temos aprendido muito com o passado. Apesar das dolorosas lembrança de Three Mile fiquem totalmente livres Island (TMI) e Chernobyl, foi com elas que aprendemos mais. Por mais aperfeiçoados para dizer que não é que sejam o projeto e os procedimentos de operação de uma usina nuclear, é no homem possível. Eu não vou ficar – do chão de fábrica à alta gerência – que repousam os mais importantes fatores de chateada com vocês. Foi segurança, através de sua capacidade de reconhecer e combater as situações de risco. só um sentimento que me Em TMI, o ser humano sucumbiu às imperfeições do projeto, sendo vítima de uma relação passou num determinado homem x máquina, que ainda não havia alcançado os níveis de hoje. Em Chernobyl, o dia e coloquei no papel. homem se rendeu às pressões e violou procedimentos básicos para cumprir ordens de Abraços para a equipe.” superiores menos informados e conservativos. Estas pessoas Lindaura H. da Silva, não tiveram coragem e não assumiram a responsabilidade de gerência de Engenharia impor seus compromissos com a segurança. A Eletronuclear de apoio expressa este comprometimento em sua política de Gestão Integrada de Segurança, que é prioridade e precede a Nota da redação: produtividade e a economia, não devendo nunca ser deixada Agradecemos o de lado por qualquer razão. envio do texto, mas, Pedro José Diniz de Figueiredo infelizmente, não temos Diretor de Operação e Comercialização como publicá-lo. Além da falta de espaço, o Átomo é um jornal destinado às matérias relacionadas à empresa, seus empregados e seu funcionamento. Mas gostaríamos de dizer que, mesmo não publicando os textos, temos o prazer em recebê-los e conferir cada um. • Junho/2008Geração de energia (em MWh)ANGRA 1 ANGRA 2 TOTALJUN/08 JAN-JUN/08 JUN/08 JAN-JUN/08 JUN/08 JAN-JUN/08 568.902,070 5.823.633,240373.735,210 1.272.437,210 195.166,860 4.551.196,030 Visitantes nos Centros de Informações Visitantes no site (www.eletronuclear.gov.br)ANGRA Itaorna SITEJUN/08 jan-JUN/08 JUN/08 jan-JUN/08 JUN/08 jan-JUN/082.294 5.939 1.762 7.266 18.168 100.339Átomo é uma publicação mensal da Eletronuclear – Eletrobrás Termonuclear S.A. - Rua da Candelária 65 - Centro - Rio de A EletronuclearJaneiro. Conselho Editorial: Coordenação de Comunicação e Segurança (CS.P). Apoio: Assessoria de Imprensa (PAS). Editor e respeita o meio ambiente. Papel 100% recicladoJornalista responsável: Marco Antonio Torres Alves (MTPS 17.756) - Tel.: 21 2588-7650. Jornalista: Juliana de Rezende (MTPS 24.721)- Tel.: 21 2588-7665. Estagiários: Carla Madruga e Marcos Malagris. Coordenação editorial: Idéias em Pauta. Projeto Gráfico: RenataManeschy. Diagramação: Sergio Furtado. Capa e ilustração: Cláudio Duarte. Fotografia: Acervo Eletronuclear, Amâncio, Arquivo Cand,Assessoria de comunicação da prefeitura de Rio Claro, Carlos Fernandes e Claudinei de Castro. Versão digital: Bruno Accioly. Gráfica: Walprint.Tiragem: 4.500 exemplares. A publicação é destinada aos colaboradores da Eletronuclear e familiares. E-mail: [email protected]
3Entre a natureza turismo e cultura e a história • Um dos rios que cruzam a cidade de Rio Claro eus rios, cachoeiras e construções his- Resgate de tradições tóricas fazem da cidade de Rio Claro, fundada em 1849 e localizada na Costa • Com o objetivo de preservar a cultura local, a Eletronuclear Verde do Rio de Janeiro, uma boa alter- inaugurou, no dia 6 de junho, o Espaço Cultural Eletronuclearnativa para visitação. A diversidade turística do – Rio Claro, no distrito de Lídice. O lançamento contou com umalocal, que é cercado pelo verde da Mata Atlântica, exposição de desenhos infantis do mundo todo, uma tradição ori-atrai desde aventureiros, em busca de esportes ginária em Lídice, cidade irmã localizada na República Tcheca. Aradicais, como o rafting no Rio do Braço, em Orquestra Infantil de Violinos também se apresentou na inaugura-Lídice, até historiadores, interessados na riqueza ção. “Estes centros culturais, tanto o de Rio Claro como o Espaçoarquitetônica das ruínas de São João Marcos. Eletronuclear de Angra dos Reis, estabelecem laços mais firmes As pessoas que chegam à cidade procurando com as comunidades. É um modo de resgatar a cultura de cadarelaxar encontram nos rios cristalinos e suas que- região. O nosso objeitvo é fazer um circuito de mostras culturais,das d’água o lugar perfeito. A paisagem de pontos com programações comuns aos dois”, conta Paulo Gonçalves,como a Pedra do Bispo e o Rio Piraí conquis- assessor de Responsabilidade Sócio-Ambiental da empresa.tam turistas de várias partes do país. Outro lugarconhecido pela sua beleza é a represa de Ribeirão • Orquestra Infantil dedas Lajes, onde é possível pescar. Violinos se apresenta na inauguração A represa foi responsável, em 1939, pela extin-ção do distrito de São João Marcos, que jamais do Espaço Culturalteve suas construções seculares submersas porestar acima do nível da água. Outra atração his-tórica de Rio Claro é a Trilha da Independência,construída em 1728 por escravos, toda em pedra,e que foi usada por D. Pedro I para seguir até SãoPaulo para proclamar a Independência. Lugarescomo Getulândia, Fazenda da Grama, PousoSeco e Passa Três também reservam atrativoscomo suas fazendas antigas, com açudes, tri-lhas e sertões. É possível contratar guias e programar pas-seios pelos principais pontos turísticos. Toda aregião de Rio Claro conta com diversas pou-sadas e restaurantes, com pratos típicos daculinária rural. Tudo isso a apenas 120 quilô-metros do Rio de Janeiro.
performance humana4 Falhzaero Mesmo num mundo com processos de alta tecnologia e equipamentos de última geração, a intervenção humana torna-se cada vez mais um fator primordial para o correto desempenho desses sistemas. Indicadores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e da World Association of Nuclear Operators (Wano) apontam que mais de 70% dos eventos que acontecem na área nuclear são causados por falha huma- na. Estudos mais recentes revelam que este índice pode chegar a mais de 80%.
5 performance humana Totalmente comprometida com o sucesso da campanha em andamento, Angra 1 passou por uma ação seme- lhante há cinco anos. “Naquela época, usando exemplos de usinas america- nas, foram tomadas iniciativas para mudar o comportamento e as atitudes das equipes e reduzir os índices de falhas humanas. No início, foi muito complicado, pois sair da inércia é difí-preocupação com possíveis cil”, relembra Marcos Melo de Souza,falhas humanas sempre foi gerente de Operações e coordenadorconstante na Eletronuclear. de Performance Humana de Angra 1.Tanto que, periodicamente, O processo está tendo boa aceita-iniciativas são tomadas para estimular a ção na empresa e é esperado o envol-conscientização sobre este tipo de erro e, vimento de todos os empregados. “Atambém, como evitá-los. Desde o final abordagem não é agressiva. Tem dede 2007, está sendo realizado um novo ser suave e dar exemplo de que atitu-ciclo que inclui, entre as suas ações, o União des indevidas podem afetar a todos”,treinamento de performance humana detalha Marcos Melo.para mais de 1.100 empregados. O • Para dar continuidade às ações nesta Outro ponto importan-trabalho está sendo desenvolvido fase, foi criada uma identidade visual para te deste novo ciclo é que,pelas duas usinas e pela área a campanha. Os “bonequinhos” mostram um caminho desde maio deste ano, ade Recursos Humanos, com o de união e integração entre todas as áreas da empresa, Eletronuclear conta comapoio da Comunicação. a participação de psicólo- sem distinção de raça, gênero ou cor. “Desta vez, o trabalho gos no grupo que estuda acomeçou por Angra 2 e faz As ferramentas usadas no treinamento de performance análise de causa raiz dosparte de uma série de ações humana incluem Reunião pré-trabalho, Reunião eventos ocorridos. “Osde melhoria, em consonância pós-trabalho, Auto-verificação, Dupla verificação, técnicos sentiam falta decom o planejamento estra- Verificação independente, Técnicas claras de um olhar comportamen-tégico da empresa e também comunicação (Alfabeto fonético e Comunicação tal mais especializado nasatendendo às recomendações em três vias), Atitude questionadora, Uso e avaliações dos erros huma-da revisão Wano, de 2006. Estão aderência a procedimentos, Observação nos. Por isso, o diretor departicipando do processo os bom- de tarefa e Experiência Operação e Comercialização,beiros, o pessoal da segurança física, operacional. Pedro Figueiredo, determinou ao corpo gerencial, além de toda a equi- criação desta função. O grupo depe técnica e a operacional das unida- profissionais está sendo treinado”,des”, explica Maria Ignácia Rodrigues reciclá-los é uma necessidade. Por diz Maria Ignácia. “Como as açõesVieira, gerente de Desenvolvimento e exemplo, já fazemos reuniões pré e que estão sendo realizadas este anoCapacitação da Eletronuclear. pós-trabalho, verificações indepen- envolvem mudanças de comporta-O uso de algumas ferramentas com- dentes, além de outras ações que nos mento e atitude, a entrada deste pro-portamentais está sendo reforçado e os ajudam a prevenir erros. O treinamen- fissional nas análises de eventos seprocedimentos, reescritos. “Muitos dos to atual reforça o entendimento desses tornou imprescindível para melho-conceitos de melhoria da performance conceitos”, conta Ricardo Luís Pereira rarmos, cada vez mais, a nossa per-humana já fazem parte do dia-a-dia da dos Santos, superintendente adjunto formance”, conclui o superintendenteindústria nuclear há muito tempo, mas de Angra 2. adjunto de Angra 2, Ricardo Santos.
meio ambiente6 tes foram a exposição fotográfi- ana ca e a participação dos índios da aldeia de Bracuhy, que visitaram a Estação Ecológica de Tamoios”, relata Ricardo Donato, biólogo da Sem Eletronuclear e coordenador do comitê da Sema-2008. verde Outro ponto alto foram os cursos gratuitos, entre eles, o de maricul- tura, organizado pelo Instituto de • Crianças da Ecodesenvolvimento da Baía da comunidade vizinha Ilha Grande (IED-BIG), que ensi- às usinas participaram nou técnicas de cultivo das coquil- das atividades da les Saint Jacques para os filhos de Sema-2008 pescadores. Prejudicados pela falta de peixe ou pela proibição da pesca por leis, os pescadores podem ter, na maricultura, uma alternativa de fonte de renda. Mais de 60 pessoas participaram do V Canoando o Rio Mambucaba, que tem o objetivo de colher o lixo superficial presente nas margens do rio. Foi realizada, tam- bém, a Copa Brasil Eletronuclear de Canoagem Oceânica, que conta com a participação de atletas de várias partes do país. “Todas estas atividades criam uma ligação da comunidade com a região. É muito importante ter esta afinidade. As pessoas precisam conhecer o meio ambiente onde vivem para poderem dar valor e protegê-lo”, explica. A Semana do Meio Ambiente contou, também, com palestras, exi- bição de documentários e distribui- elo sexto ano consecuti- para empregados, alunos e comuni- ção de mudas e sementes. Alunos vo, a Eletronuclear rea- dades vizinhas às usinas. O evento de colégios da região em torno lizou a Semana do Meio ocorreu entre os dias 2 e 8 de junho, das usinas participaram de ativi- Ambiente (Sema-2008), simultaneamente na sede da empre- dades como a visita ao Projeto de que contou com uma programação sa, no Rio de Janeiro, e em torno da Repovoamento Marinho (Pomar), a variada, incluindo atividades cul- Central Nuclear, em Angra. “Dois Gincana Ecológica e as caminha- turais, educacionais e esportivas dos acontecimentos mais marcan- das à Trilha Porã. Ensaios não destrutivos • Entre 9 a 12 de junho, foi realizado, em São Paulo, o Congresso Nacional de Ensaios Não Destrutivos (Conaend), paralelamente ao Encontro Mercosul de Normalização em END, e contou com a participação de cerca de 400 pessoas. A conferência de abertura, com o tema O Setor Elétrico e as Perspectivas para os END, foi proferida pelo diretor Técnico da Eletronuclear e presidente do Centro de Avaliação Não Destrutiva (Cand), Luiz Soares (foto). Foi realizada ainda uma sessão técnica específica para o setor nuclear, onde foram apresentados onze trabalhos. Os engenheiros da Eletronuclear, José Eduardo Maneschy, Lauro Lopes, Lucio Ferrari, Paulo Rodrigues, Renan Luiz Giese, Richard Shouler e Tomás Costa, apresentaram avanços tecnológicos registrados nas inspeções das usi- nas nucleares Angra 1 e Angra 2. O engenheiro João Gabriel Hargreaves, coordenador da sessão nuclear na Conaend, apresentou os projetos de pesquisa e desenvolvimento feitos pelo Cand.
7 Nossas sugestões entrevista: Urs Robert Wilde recomendações demelhorias são sempre com umavisão educativa a última semana de junho, • Da esquerda para a direita, Stanley Paul as usinas Angra 1 e Angra 2 Focht, Urs Robert Wild e Ricardo Carrascón foram vistoriadas por três en- genheiros especialistas emseguros nucleares. A equipe, formadapor Ricardo Carrascón, engenheirode incêndio da Espanuclear, pool es-panhol de seguros nucleares, StanleyPaul Focht, diretor da International En-gineering of the American Nuclear In-surers, dos Estados Unidos, e lideradapor Urs Robert Wild, engenheiro me-cânico da Swiss Pool for the Insuranceof Nuclear Risks, da Suíça, tinha o ob-jetivo de avaliar os potenciais riscos deacidentes nas usinas em funcionamen-to, verificar o estado de manutençãoe conservação das unidades, além desugerir possíveis melhorias nas opera-ções. Nesta entrevista, Wild detalha osprocedimentos realizados:• De quanto em quanto tempo as máquina e danos a terceiros, quando há mentos, que envolve todo o investimen-usinas precisam ser vistoriadas? uma contaminação, por exemplo, e a pes- to que é feito pela empresa nas áreas de• O trabalho de análise de risco deve ser soa se sente lesada. Nossas sugestões e manutenção e conservação.contínuo e o tempo de vistoria varia entre recomendações de melhorias são semprequatro e seis anos. A periodicidade é deter- com uma visão educativa. • Como são feitas as análises?minada pelo estado de conservação das • Passamos uma semana visitando todasusinas e a ocorrência de sinistros. A última • Quais riscos são cobertos pelo as instalações e conversando com os técni-visita que fizemos à Central Nuclear foi em seguro? cos responsáveis pelas operações. É impor-2002. Devido à falta de acidentes graves, • Avaliamos os riscos em quatro áreas tante este contato direto para entendermosnão houve necessidade de fazermos nova diferentes. O risco de responsabilidade melhor o funcionamento de cada usina evisita em um curto prazo. civil, que determina indenizações em avaliarmos os riscos reais de acidentes. casos de terceiros que se sintam lesados;• Quais os seguros que as unida- risco nuclear causado por acidente nuclear; • O que é feito ao final da vis-des possuem? o risco de incêndio na planta, onde ava- toria?• Cobrimos danos materiais, que podem liamos as instalações, a existência de uma • Ao final da inspeção, elaboramos umocorrer em equipamentos e maquiná- brigada de incêndio e os planos de ação relatório detalhado com recomendações erios das usinas, como uma explosão em em caso de acidentes; e analisamos ainda apresentamos à direção da empresa paraum transformador ou um incêndio numa os riscos de quebra dos grandes equipa- avaliação e discussão.
repórter por um dia8 galoCantando de eu nome é Jair Dias • Jair de Souza se descontração, nós levávamos a sério de Souza e tenho duas acostumou com as o nosso trabalho. Sabíamos que está- tarefas diferentes na visitas dos animais vamos fazendo parte de um grande Eletronuclear, ambas silvestres que aparecem acontecimento para o Brasil. ligadas à água que é consumida nas usinas. Há 11 anos sou responsável no Centro de Hoje, já sem o topete, sou casado por operar a captação e o tratamento Captação de Água e tenho um filho de 14 anos. Quando dela. Na primeira tarefa, faço apenas estou no Centro de Captação de a leitura dos equipamentos, checan- Ganhei um apelido logo que come- Água, sempre aparece algum animal do se está tudo certo com as bombas cei a trabalhar na empresa. Desde silvestre para me visitar. Não me e reservatórios. Já na segunda, rece- esta época, me chamam de “Galo incomodo muito com as cotias, capi- bo a água em estado bruto e a trato Triste”. O “galo” era por causa do varas e tatus. O meu maior problema para consumo ou limpeza. meu cabelo, que tinha um topete, e o são as cobras. Na época mais quente Nasci em Natal, no Rio Grande do “triste”, porque não era muito comu- do ano, então, passo muitos sustos Norte, e cheguei em Itaboraí, região nicativo. Era comum entre os cole- com elas. metropolitana do Rio de Janeiro, ainda gas esta brincadeira de dar nomes às criança, com os meus pais. Quando pessoas. Mesmo com este clima de alcancei idade para trabalhar, fui com alguns amigos prestar concurso para Furnas. Aprovado, comecei como zela- dor do canteiro de obras de Angra 1, onde fiquei por dois dos 25 anos que estou nas usinas. Depois fui chamado para ser mensageiro no departamen- to de Projetos. Após cinco anos, fui promovido para auxiliar Técnico e só deixei esta função em 1997. E, a partir de então, fico no Centro de Captação e Tratamento de Água, no Frade. • Você também quer ser Repórter Por um Dia? Escreva para [email protected] simpósio Energia nuclear na América Latina Graduação em energia nuclear na UFRJ • A Eletronuclear participou da assembléia anual da Seção Latino- Americana da American Nuclear Society (LAS/ANS), que foi realizada Empresa reconhece relações no Centro de Convenções do Hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro, homoafetivas entre os dias 16 e 18 de junho. A empresa é uma das patrocinadoras do encontro, que tem como objetivo promover a integração das comunidades Eletronuclear participa da Flip nucleares da região, propiciando a disseminação de informação sobre as diversas aplicações da energia nuclear. Durante o evento, o presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, assumiu a presidência do Comitê Executivo do LAS/ANS, subs- tituindo Dario Jincuk, da Comisión Nacional de Energía Atômica da Argentina. Sob o tema central Retomada da construção de usinas nuclea- res na América Latina, o simpósio 2008 contou, também, com a entrega de prêmios de personalidade do ano, de melhor trabalho e o de mídia.
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