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Published by Sistema FIERN, 2017-05-26 10:14:58

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Ano IV Maio/Junho 2016 nº19MAIS RN PESCADOPolítica industrial Empresa apostae InvesteRN na diversificaçãopara fomentardesenvolvimento e exportaçõesINOVAProjetos doCTGAS-ER disputametapa nacionalÀ DISTÂNCIAPlataforma oferecemais de 60 cursosonline e EJA



ÍNDICE DIREÇÃO04. Palavra do Presidente PRESIDENTE: Amaro Sales de Araújo 1º VICE-PRESIDENTE: 05. MAISRN Pedro Terceiro de Melo VICE-PRESIDENTES: Política industrial e agência de Antônio Thiago Gadelha Simas Neto, investimentos para o RN Francisco Vilmar Pereira, Sílvio de Araújo Bezerra, Sérgio Henrique Andrade de11. Indústria do Pescado Azevedo, Sílvio Torquato Fernandes, Maria da14. Trajetória de Assis Conceição Rebouças Duarte Tavares, Álvaro Coutinho da Motta Medeiros DIRETOR 1º SECRETÁRIO:16. Setor têxtil Heyder de Almeida Dantas18. Potipark DIRETOR 2º SECRETÁRIO:19. Compem Djalma Barbosa da Cunha Júnior DIRETOR 1º TESOUREIRO: SENAI Roberto Pinto Serquiz Elias DIRETOR 2º TESOUREIRO: 20. INOVA José Garcia da Nóbrega DIRETORES: Projetos do CTGAS-ER concorrem Francisco Ferreira Souto Filho, Francisco Assis à etapa nacional de Medeiros, João Batista Gomes Lima, Pedro Alcântara Rego de Lima, Francisco Vilmar 23. Bolos juninos Pereira Segundo, Antônio Leite Jales, Jorge Ricardo do Rosário, Geraldo Orlando Santos SESI Gadelha Simas, José Zélito Nunes, Edilson Batista da Trindade, Carlos Vinícius Aragão 25. EAD Costa Lima, Marinho Herculano de Carvalho, Ricardo Valença Gomes Mais de 60 cursos online Delegados junto à CNI: Efetivos: Amaro Sales de Araújo, Flávio José 28. Serviços online Cavalcanti de Azevedo 30. Corrida Noturna Suplentes: Antônio Thiago Gadelha Simas Neto, Roberto Pinto Serquiz Elias IEL CONSELHO FISCAL: Francisco Pereira Soares, Alberto Henrique 31. Banco de Consultores Serejo Gomes, Jorge José da Silva Bastos Filho 32. Prêmio de Estágio Suplentes: Gustavo Henrique Calafange Motta, Tennyson Brito Holder da Silva, Euzim Premiação estadual será realizada Alves dos Santos em agosto DIRETOR DO SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL (SENAI-RN): Roseanne Albuquerque SUPERINTENDENTE DO SERVIÇO SOCIAL DA INDUSTRIA (SESI-RN): Juliano Martins SUPERINTENDENTE DO INSTITUTO EUVALDO LODI (IEL): Maria Angélica Teixeira e Silva SUPERINTENDENTE CORPORATIVA DO SISTEMA FIERN: Katary Mendes Diniz SUPERINTENDENTE DE ESTRATÉGIAS E ARTICULAÇÃO DO SISTEMA FIERN: Hélder Maranhão Av. Senador Salgado Filho, 2860, 7º andar, CEP: 59075-900 - Lagoa Nova - Natal/RN Fone: 55 (84) 3204 - 6200 Fax: 55 (84) 3204 - 6278 3Revista da Indústria do RN

PalaVRa DO PRESIDENTE MAIS RN ca. A implantação do roteiro sugerido come- ça pela conscientização de todos no sentido Concluímos uma etapa decisiva do proje- de que é preciso saber para onde desejamos to MAIS RN e a presente edição da Revista ir e, neste sentido, se formos juntos, pactua- dedica especial atenção ao assunto. A con- dos, decidirmos por um mesmo caminho! As clusão é de uma etapa porque o projeto não vantagens da união, do consenso em torno é inerte. Vai sendo atualizado pela renovação de propósitos, da realização de prioridades dos grandes desafios que precisa enfrentar. falam por si. O Mais RN, neste cenário, se O MAIS RN é um instrumento de planeja- apresenta como roteiro que, aliás, pode ser mento e sem definirmos um caminho é mui- criticado e melhorado, mas a partir dele te- to difícil chegarmos onde queremos chegar! mos um referencial para o debate. Aliás, é importante reavivar o assunto tam- bém com o propósito de esclarecer: FIERN Um debate, todavia, que não pode demo- e empresas patrocinadoras apresentaram rar. O Rio Grande do Norte viverá nas próxi- ao Rio Grande do Norte um documento com mas duas décadas o seu bônus demográfi- metas, indicativos, cenários, oportunidades co, “estágio no qual a população em idade de negócios, ou seja, uma sugestão de ro- ativa atinge seu nível máximo em compara- teiro para que em 2035 possamos ter mais ção com a população infanto-juvenil e ido- desenvolvimento e qualidade de vida para, sa”, explica o próprio Projeto ao propor que, aproximadamente, 4 milhões de habitantes, para este período, se faça a promoção de um população estimada para aquele ano. salto educacional. O Rio Grande do Norte, se apostar na educação de qualidade e na pre- Como estratégia de desenvolvimento, paração de seu capital humano, aproveitará pelo menos, quatro grandes metas são lem- o momento do bônus demográfico para ter, bradas: a melhoria contínua do ambiente de de um lado, mais empreendedores e, de ou- negócios; a promoção da competitividade tro, mais pessoas qualificadas para impulsio- sistêmica do Rio Grande do Norte; o incen- nar um decisivo momento de nossa história. tivo ao empreendedorismo potiguar e uma Ao contrário, poderemos ter um número bas- promoção ativa de investimentos. Por onde tante significativo de desempregados, fato começar? O próprio Mais RN responde: “O que comprometerá seriamente o futuro do ponto de partida da Estratégia de Desenvol- Rio Grande do Norte nas décadas seguintes. vimento Econômico e Promoção de Investi- mentos do Rio Grande do Norte 2016-2035 é a celebração de um amplo pacto político e social para implementar esta ousada agen- da que articule a qualidade das instituições, a eficiência do Estado, o ajuste fiscal, os in- vestimentos em infraestrutura e em educa- ção com o empreendedorismo potiguar”. Não há, portanto, nenhuma receita mági- AMARO SALES DE ARAÚJO, industrial, Presidente da FIERN e COMPEM/CNI4 MaIo/JunHo de 2016

MAISRN FIERNPronto para crescer O MAISRN possui projetos elaborados para investidores para fomentar cadeias produtivas mapeadas pelo programa e impulsionar a economia do EstadoPolítica industrial Fomentar a indústria do Rio Grande doe agência de Norte, com o fortalecimento das empre-investimentos para sas já existentes e atração de novas, é viaconsolidar o programa para impulsionar a economia do Estado.de desenvolvimento Com oportunidades e desafios mapeados,estratégico projetos de investimentos já elaborados, o programa MAIS RN aponta os novos passos a serem tomados a partir de agora: a cons- trução de uma política industrial do Estado e a agência de investimentos – Investe RN. Ações importantes para consolidar o desen- volvimento estratégico do RN traçado para os próximos 20 anos. 5Revista da Indústria do RN

Versão finalizada foi “Este é um projeto para as próximas gera- tégicos e destaca 25 “grandes oportunida-apresentada pelo diretor- ções. Foram identificadas as principais matri- des”, num conjunto de 64, que foram filtra-presidente da Macroplan, zes para o nosso crescimento. Temos assim das num levantamento que chegou a cerca as soluções em diferentes áreas, na educa- de 400 oportunidades. O estudo prevê inves- Cláudio Porto, e pelo ção, na formação profissional, as oportunida- timentos privados e públicos da ordem de R$ assessor da FIERN, des de negócios”, destacou o presidente do 171 bilhões até 2035. Sistema FIERN, Amaro Sales de Araújo.Marcos Formiga, durante A partir do diagnóstico e carteira de proje- reunião da diretoria em A última etapa do projeto MAIS RN foi tos, explica o economista Marcos César For- junho apresentada pelo diretor-presidente da Ma- miga, Assessor Técnico Corporativo do Siste- croplan, Cláudio Porto, durante reunião men- ma FIERN, torna-se essencial a existência de sal da Diretoria da Federação das Indústrias uma Política Industrial explícita que estabe- do Estado do Rio Grande do Norte, no dia 03 leça os rumos do desenvolvimento industrial de junho. O programa finalizado foi entregue do Estado, com mecanismos necessários à a diretores, empresários e secretários de es- participação efetiva e articulada dos dife- tado durante a reunião. rentes atores e à garantia da concretização das escolhas e das iniciativas pretendidas. Entre os fatores potenciais para atração E, além disso, a agência de promoção de in- de investidores figuram no estudo, em pro- vestimentos que possa viabilizar capital para jetos com informações detalhadas, a locali- os planos sugeridos. zação geográfica, energia renovável, reser- vas minerais e centros de excelência. Como “O MAIS RN apresenta dois produtos im- gargalos aponta a carência de infraestrutura portantes para o crescimento da indústria e e logística e insuficiência de qualificação. “A economia do estado, a política industrial e a estratégia é alavancar os ativos e neutralizar Investe RN, uma agência de investimentos a os passivos”, disse Cláudio Porto. ser criada pelo Governo e gerenciada pela iniciativa privada”, afirma o economista. O MAIS RN relaciona quatro eixos estra- O MAIS RN apresenta dois produtos importantes para o crescimento da indústria e economia do estado, a política industrial e a Investe RN” Marcos Formiga, Assessor Técnico Corporativo do Sistema FIERN6 maio/junho de 2016

FIERN A adoção de medidas como a expansão e qualificação da infraestrutura e a logística do estado, concessão de benefícios e incentivos fiscais e financeiros são algumas das ações dentro da política industrialPolítica industrial O Rio Grande do Norte possui uma série potiguar, precisa considerar as vocações A exploração e fomentode setores industriais, tradicionais ou poten- regionais para consolidá-las, além de apro- da cadeia produtivaciais, que podem ser objeto de uma política fundar o diagnóstico da atual distribuição de minérios do Estadoespecífica. Segundo o diagnóstico e as aná- espacial das atividades industriais e avaliar estão entre os projetoslises estratégicas desenvolvidos no Projeto potencialidades de interiorização e regiona- mapeados pelo MAISRNMais RN, a economia potiguar apresenta lização. Na outra ponta, a política indica auma estrutura produtiva concentrada em criação de novos segmentos industriais, comprodutos básicos e de pouco valor agregado, grande impacto dinamizador sobre a basecom uma atividade industrial na qual preva- produtiva e efeito multiplicador na economia,lecem, entre outros grandes desafios, o au- que congregue uma cadeia de fornecedores,mento da produtividade e competitividade. distribuidores e serviços de apoio. Para isso, a implementação de uma polí-tica industrial requer a adoção de medidascomo a expansão e qualificação da infraes-trutura e a logística do estado, concessão debenefícios e incentivos fiscais e financeiros,promoção da educação e da qualificaçãoprofissional, estímulos ao financiamentoprodutivo e à inovação tecnológica, além dedesenvolvimento da gestão e dos serviçospúblicos para a indústria. No tocante a interiorização da indústria 7Revista da Indústria do RN

8 maio/junho de 2016

FIERN O presidente da FIERN, Amaro Sales, e o assessor técnico corporativo, Marcos Formiga, na entrega do livro MAISRN ao vice-presidente Thiago Gadelha, durante reunião da diretoriaInveste RN Para viabilizar as diretrizes propostas na de Fomento do Rio Grande do Norte (AGN),política industrial, o MAIS RN traz a Investe vinculada ao Governo do Estado. De acordoRN - uma organização que facilita o acesso com o levantamento, as duas entidades po-do investidor às informações já compiladas dem atuar em parceria, uma focada em cap-no estudo para fins de investimento, com tação e aplicação de recursos para fomentarserviços e projetos especializados para em- a economia e as empresas que atuam oupresas que desejem vir para o Estado. Para pretendam investir, aqui, no Estado, e a ou-ser criada, é necessário projeto de lei a ser tra em atrair investidores, apoiar a elabora-apreciado pela Assembleia Legislativa. ção de projetos para captação de recursos e articular junto a setores público e privado Um Serviço Social Autônomo (SSA), com condições para implantar os projetos.participação do Poder Público e não subme-tido às regras públicas. A ideia é abastecerinvestidores nacionais e estrangeiros deinformações qualificadas, como um “inter-mediário confiável”, e também assessorarmunicípios potiguares na promoção de opor-tunidades de negócios e de geração de em-prego e renda. O economista Marcos Formiga lembraainda que, pelo formato e fins, a Investe RNpoderá complementar ações da Agência 9Revista da Indústria do RN

O presidente Amaro Pacto pelo desenvolvimento Sales em visita ao O presidente da FIERN, Amaro Sales de Ministério Públicos precisam unir esforços presidente da ALRN, Araújo, tem destacado a importância de um para a busca do caminho do desenvolvi- deputado Ezequiel pacto entre a classe empresarial, Governo mento do Rio Grande do Norte que é rico po- e demais poderes para viabilizar as estraté- tencialmente e repleto de carências”, frisaFerreira e ao Governador gias de desenvolvimento econômico para o Amaro Sales. Robinson Faria, para Rio Grande do Norte, apontadas no MaisRN. apresentação do E fez uma série de visitas aos Poderes cons- O livro já foi entregue por Amaro Sales — programa MAISRN tituídos para apresentar e entregar o livro e acompanhado do assessor técnico Corpora- a versão digital com a íntegra do programa, tivo do Sistema FIERN, Marcos Formiga — ao que traz um diagnóstico da situação do Rio Governador Robinson Faria, ao presidente Grande do Norte e descreve um plano de de- do Tribunal de Justiça, desembargador Cláu- senvolvimento e promoção de investimentos dio Santos, ao presidente do Tribunal de Con- para os próximos 20 anos. tas do Estado, conselheiro Carlos Thompson, ao presidente da Assembleia Legislativa, “Empresários, governo do Estado, As- deputado Ezequiel Ferreira de Souza, e ao sembleia Legislativa, Poder Judiciário e procurador-geral de Justiça, Rinaldo Reis. Na série de visitas, o presidente da FIERN também fez a entrega das versões impressa e digital ao procurador- geral de Justiça, Rinaldo Reis (esq.), e aopresidente do TCE, Carlos Thompson (dir.)10 maio/junho de 2016

pescado FIERNO mar está pra peixe Com projeção de crescimento de 15%Há 45 anos no mercado, Produmar atua desde para 2016, a Produmaratividade pesqueira, beneficiamento, exportações e aposta na diversificaçãocomercialização em loja própria e certificação de produtos enviados para 15 países, além da venda na loja da Ribeira Acreditar no negócio é a grande estraté- comandam a companhia cuja produção che-gia para driblar qualquer crise econômica e ga a média de 250 toneladas/mês, destina-ter sucesso profissional. É o que diz o em- da ao mercado interno e externo – rendimen-presário Arimar França Filho, da indústria de to da atividade pesqueira feita por 50 barcospescados Produmar. independentes e mais cinco embarcações próprias, em Natal, o que representa 30% No mercado há 45 anos, a empresa que dos 200 funcionários da indústria.já passou por turbulências e a perda do seufundador, Arimar França, não se deixa abater A área industrial, de aproximadamente 5pelas dificuldades e se destaca como uma mil m², é dividida em 3 salões climatizadosdas principais exportadoras de produtos do independentes para beneficiamento simultâ-mar do Rio Grande do Norte. neo de camarão, peixe e lagosta, quatro tú- neis de congelamento com capacidade de 40 Os irmãos Arimar Filho e Rayane França 11Revista da Indústria do RN

toneladas/dia, área de estocagem frigorífica de 1.200 toneladas e trabalha com uma linha de dez tipos de operações diferentes, desde o fornecimento de serviços e exportações até uma loja com os produtos exclusivos. A indústria conta ainda com um porto pes- queiro particular - com cais de concreto de mais de 100m de comprimento e 2.500m² de área útil -, que permite a operação de em- barcações pesqueiras de grande porte. Localizada na Ribeira, Diversificar para chegar a novos mercados a indústria de pescados potiguar Produmar tem O caminho para chegar a ser uma indús- pamentos, como o sistema de frios, tambémprodução mensal de 250 tria sólida não é fácil. Com a crise do cama- ajudou a diminuir os custos e melhorou toneladas. Maior parte rão em 2003, a empresa teve uma parada ainda mais a eficiência a empresa”, explica é destinado ao mercado brusca na exportação atingida pela praga Arimar Filho. do camarão e pela queda do dólar, entre ou- externo tros fatores. Tais dificuldades fizeram com Desde 2012, com a disparada da moe- que a visão de mercado dos administrado- da americana, a indústria começa a colher res se expandisse e adaptasse o negócio di- resultados do investimento, com aumento versificando empreendimentos para ganhar do fluxo de exportação dos produtos para os novos horizontes. mercados da China, Taiwan, Hong Kong, Aus- trália, Itália, França, Espanha, Portugal, Mar- “Hoje a empresa não depende de um tinica, Inglaterra, EUA, Guadalupe, Argentina produto só. Uma escolha que a gente fez e Uruguai. Hoje, a Produmar importa alguns de descentralizar para atingir um mercado produtos de quatro países. E já começa a mais diversificado. E o grande investimento preparar alguns produtos mais baratos para que fizemos na parte de maquinários e equi- a exportar para a África. Hoje a empresa não depende de um produto só. Uma escolha que a gente fez de descentralizar para atingir um mercado mais diversificado” Arimar França Filho, empresário12 maio/junho de 2016

Projeção é de crescimentode 15% nas exportações O carro chefe da Produmar com o maior FIERNvolume de exportação são os peixes meca eatum. Mas a lagosta, camarão, lula, ova de Com instabilidadepeixe voador e espadartes também regis- do dólar, nós vamostram crescimento progressivo de vendas no tentar manter umamercado estrangeiro. Entre 2014 e 2015, lucratividade estável,o rendimento da empresa subiu 40% e só consolidando osno primeiro semestre deste ano já cresceu produtos do mercado”15%. A projeção é manter esta margem decrescimento até o fim do ano, a depender do Arimar França Filho, empresáriocomportamento do câmbio. “Com instabilidade do dólar, que chegoua R$4,20 e agora está a cerca de R$3,40,nós vamos tentar manter uma lucratividadeestável, consolidando os produtos do merca-do”, afirma Arimar Filho. Além disso, acres-centa o empresário, o planejamento é de-senvolver novos produtos de valor agregadoe com novas tecnologias adquiridas de outropaís, “para conseguir suportar a instabilida-de financeira em que nos encontramos”.Controle de qualidadeA Produmar é certificada peloControle de qualidade do Ministérioda Agricultura, e é aprovada pelasfrequentes inspeções da comunidadeeuropeia, e do FDA americano, alémda inspeção de alguns clientesinternacionais, como a Inglaterra,que fiscalizam seus fornecedores porconta própria, atestando a qualidadee higienização da indústria e a saúdeda empresa, avaliando as condiçõesde trabalho para os funcionários e asalubridade dos ofícios. 13Revista da Indústria do RN

PerfilAos 79 anos, o industrial A oportunidade faz o Francisco de Assis Medeiros conta como entrou no ramo de movelaria e construiu a Ipê Móveis há 30 anos empreendedor Fundada em 1986, Militar de carreira, o hoje industrial Fran- quando seu criador cisco Assis de Medeiros, de 79 anos, in- entrou para a reserva gressou no ramo da movelaria aos 46 anos, militar, a Ipê Móveis depois de entrar para a reserva. A ‘aposenta- começou de forma doria’ militar aumentou a inquietude na bus- despretensiosa ca de algo novo para ocupar os dias livres. Casado e pai de dois filhos, Stênio Faria e14 maio/junho de 2016 Hugo Batista, o industrial começou em 1986 a produção de móveis da Ipê Móveis. Hoje, três décadas depois, à frente da fábrica e da loja, “Seu” Assis fala do legado que construiu para a família e na diversidade de atividades que desempenhou durante a vida.

Há 30 anos e de forma artesanal, os fi- vizinhos, fez o empreendedor ver, ali, uma FIERNlhos, estudantes de engenharia mecânica, oportunidade de negócio.produziam nos fundos de casa as pequenasmáquinas, tornos, esquadrejadeiras e cerras “Eles brincavam de produzir móveiscirculares. O interesse por móveis surgiu de nos fundos de casa e acabamos criando aforma despretensiosa a partir de uma cadei- nossa própria indústria”, destaca o empre-ra antiga da avó, uma espreguiçadeira, que sário Francisco Assis de Medeiros. A ven-serviu de modelo para as primeiras peças. da das primeiras quatro espreguiçadeirasQuatro réplicas, em ipê, que foram deixadas - com o dinheiro entregue aos filhos entu-na varanda da casa e chamou a atenção de siasmados - foi o ponto de partida para a empresa familiar.Parceria e espírito empreendedor Com o espírito de lojista nato, Francisco fim da tarde para conversar com os vizinhos.de Assis Medeiros faz uma parceria com os Em um desses dias, duas amigas se interes-filhos: enquanto eles projetavam e confec- saram em comprar as quatro cadeiras. Res-cionavam as peças - com o aparato de uma pondi que os meus filhos produziam e esta-oficina - o então futuro industrial se dedica- vam à venda”, lembra orgulhoso.va as vendas. Muitas espreguiçadeiras depois e o fa- A produção iniciou pequena, de quatro turamento crescendo, veio a decisão de secadeiras para 18 e depois para 100 unida- especializar e ampliar os tipos de móveis,des. “No bairro em que morávamos havia o investindo em designs mais arrojados e ma-hábito interiorano de sentar nas calçadas ao téria-prima de qualidade.Sindmóveis Em três mandatos como presidente doSindicato das Indústrias de Serrarias, Car-pintarias e Marcenarias do RN (SINDMÓ-VEIS), Francisco de Assis Medeiros ressalta aimportância das ações tomadas para a asso-ciação das indústrias do setor à Federaçãodo Rio Grande do Norte, dos instrumentos eestrutura do SENAI, SESI e IEL disponibiliza-da aos sindicalizados. “A FIERN dá as indústrias um apoio fan-tástico! Ricardo Bezerra, que está à frentedo Sindmóveis hoje, irá continuar guiandoo Sindicato para o fortalecimento da cadeiaprodutiva e resultados”, afirma. O Sindmó-veis reúne 26 empresas associadas. 15Revista da Indústria do RN

MercadoCom alta do dólar, setorvolta-se para o mercado externo para contornar recessão econômica.RN exportou US$ 2.474 milhões em tecidos de algodão de janeiro a maio deste ano fEôxlpeogrotaaçoõseestodrão Indústria têxtil e de confecções espera retomar crescimento no segundo semestre O setor têxtil e de confecção do Rio Gran- A desvalorização do real abre perspec- de do Norte espera retomar o crescimento tiva de recuperação do setor têxtil, avalia a partir do segundo semestre deste ano e o presidente do Sindicato da Indústria de aposta nas exportações para contornar a Fiação e Tecelagem em Geral do Rio Gran- atual crise econômica. Puxado pela alta do de do Norte - SIFT, João Lima. “Esperamos dólar, as exportações de tecidos de algodão crescer no segundo semestre, mas depen- se mantém e movimentaram, entre janeiro de da situação macroeconômica do país e e maio deste ano, US$ 2.474 milhões com do câmbio”, afirma. o envio de 2 mil toneladas para o mercado internacional. Os dados são do Centro Inter- O dólar no patamar de R$ 3,50, além de nacional de Negócios da Federação das In- favorecer as exportações, acrescenta o in- dústrias (CIN/FIERN). dustrial, dificulta a entrada de produtos da China, Índia, Paquistão e Vietnã. A concorrên-16 maio/junho de 2016

cia com os importados é considerada “desle- Quatro grandes FIERNal” devido ao custo de produção. “Lá, a mão indústrias como ade obra é um terço da que pagamos no Brasil Guararapes, Vicunha,e a energia elétrica, a metade”, explica Lima. Coteminas e Linhas Coats, além de Para melhorar o desempenho na balança micro e pequenascomercial, o setor busca novos mercados e a empresas e facçõesinclusão de pequenas. “A estratégia perma- integram o parquenente é reforçar o comércio com mercados têxtil potiguarda Europa, Mercosul e Estados Unidos, prin-cipalmente o europeu”, conta.Ajustes As dificuldades enfrentadas pelo setor Nas fábricas, os ajustes passam portêxtil ainda são grandes, frente a conjuntu- criatividade, lançamento de produtos no-ra de alta de inflação e juros, inclusive pela vos, fortalecimento de marcas, além daqueda do consumo no mercado interno. redução de custos para competir com pro-Contudo, o presidente do SIFT afirma que a dutos importados e melhorar a distribuição.indústria potiguar vem mantendo o nível de A qualidade do produto interno somado aprodução e empregos. O parque têxtil poti- proximidade com o consumidor final, alémguar reúne quatro grandes indústrias como da menor dependência do setor por crédito,a Guararapes, Vicunha, Coteminas e Linhas também são apontados como vantagens naCoats, além de micro e pequenas empresas. retomada do crescimento. “A indústria têxtil e de confecções não Para avançar, o industrial destaca aindaestão imunes a recessão no país. Mas so- a necessidade de melhorar a logística de es-brevive acima da média. O pior momento coamento da produção pelo Porto de Nataljá passou, fizemos os ajustes, não estamos - tanto para exportação, quanto com linhascontratando e nem dispensando mais, a ten- de cabotagem que garantam o fluxo para osdência é retomar o aquecimento do merca- estados do Sul-Sudeste – e a flexibilizaçãodo”, avalia João Lima. das relações de trabalho. Esperamos crescer no segundo semestre, mas depende da situação macroeconômica do país e do câmbio” João Lima, presidente do SIFT/RN 17Revista da Indústria do RN

POTIPaRK Conhecimento e pesquisa para cadeias produtivas Com investimento de r$ 90 milhões, Polo tecnológico será instalado em Pitangui e vai o Potipark deve, a gerar inovação e tecnologia em eixos específicos da partir de 2018, atuar economia potiguar no desenvolvimento de tecnologia voltada para mineração,energias eólica e solar, biocombustíveis e a pesca oceânica O Rio Grande do Norte terá um pólo tec- Azevedo, promover o desenvolvimento social, nológico voltado a áreas consideradas es- científico, econômico, a pesquisa e a inova- tratégicas para a economia potiguar como ção tecnológica aplicadas às cadeias produti- mineração, energias eólica e solar, biocom- vas nos eixos já definidos pelo Estado. A pre- bustíveis e a pesca oceânica. O Potipark, pro- visão é de comece a operar até 2018. jeto do governo do Rio Grande do Norte em parceria com a Universidade Federal do Rio “O parque vai transformar conhecimento Grande do Norte e com a Federação das In- em riqueza para o Estado. O Potipark vai es- dústrias do Rio Grande do Norte integrando timular a pesquisa para que gere inovação do comitê gestor. e, com isso, competitividade para as empre- sas”, frisa Azevedo, durante apresentação O parque terá investimento de R$ 90 mi- do projeto no Seminário Motores do Desen- lhões do RN Sustentável, programa de inves- volvimento do RN. timentos do governo do Estado em parceria com o Banco Mundial, e será construído O projeto terá ainda a participação do Se- próximo a praia de Pitangui, em Extremoz. brae/RN e poderá incluir a Universidade Fe- A ideia, explica informou o secretário de De- deral Rural do Semiárido (Ufersa), Universida- senvolvimento Econômico do Estado, Flávio de do Estado do RN (UERN), Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (IFRN).18 MaIo/JunHo de 2016

CNI FIERN Reunião, em Brasília, discutiu formas de implementação das 36 propostas para a retomada do crescimento da economiaAgenda para o paíssuperar a criseReunião do COMPEM Nacional discute documentoelaborado pela Confederação Nacional da Indústria A “Agenda para o Brasil sair da crise”, que to da crise econômica e a necessidade dereúne 36 ações propostas pela Confedera- ajuste fiscal, a agenda traz metas para su-ção Nacional das Indústrias (CNI) para recu- perar o cenário de retração da economia. Asperar a confiança de investidores e alavan- ações para a retomada da competitividadecar a produtividade da indústria brasileira, passam pelo ajuste fiscal, com mudançasfoi o tema principal da reunião do Conselho na Previdência; por reformas na legislaçãoNacional das Micro e Pequenas Empresas trabalhista; de tributação; pelo aumento das(COMPEM), em Brasília, em junho. concessões em infraestrutura; por avanços na área de comércio exterior; por melhores O debate foi conduzido pelo diretor de condições de crédito para as empresas ePolíticas e Estratégia da Confederação Na- pela suspensão de novas obrigações aces-cional da Indústria (CNI), José Augusto Fer- sórias que aumentam o custo e a burocracianandes. A reunião foi aberta pelo Presidente para as empresas.Nacional do COMPEM e Presidente do Siste-ma FIERN, Amaro Sales de Araújo, e contou A reunião tratou, entre outros temas, docom a participação do Presidente do COM- projeto “Brasil Mais Produtivo”, além de umaPEM/RN, Heyder de Almeida Dantas. avaliação do Governo Interino e do Parcela- mento das Dívidas das MPEs. Reformulada sob a ótica do agravamen- 19Revista da Indústria do RN

inova Inovações para economia e geração de energia Equipes do SENAI-RN Projetos desenvolvidos pelo CTGAS-ER concorrem à foram selecionadas para etapa nacional do Inova SENAIa etapa nacional do Inova Senai, que acontece em novembro, em Brasília Duas ideias desenvolvidas no CTGAS-ER para controlar o consumo em cada equipa- (Centro de Tecnologias do Gás e Energias Re- mento elétrico em uma residência. nováveis) — uma para geração por um meio alternativo e outra para controle do consu- A apresentação, avaliação e premiação mo de energia — foram reconhecidas e se- dos projetos será, na etapa nacional do lecionadas no Inova SENAI e estão na etapa Inova Senai, entre os dias 10 a 13 de no- nacional deste programa, que incentiva e vembro, em Brasília. Foram selecionados 30 premia processos e produtos inovadores em projetos, entre os mais de 300 apresenta- gestão e tecnologia alinhados aos interesses dos, que passaram pela avaliação da coor- e necessidades da indústria brasileira. denação geral, formada por profissionais do Departamento Nacional do SENAI, especia- Um dos projetos desenvolvido por uma listas do SENAI e convidados de outras insti- equipe do CTGAS-ER, o sistema de geração tuições das áreas tecnológicas. de energia por meio de soldagem, envolve método e a técnica para gerar energia, ten- Os critérios de avaliação foram: caráter do como fonte a luminosidade presente nas inovador, viabilidade e qualidade do proje- soldagens. Também foi selecionado o proje- to e exposição. As equipes têm até outubro to inteligente de energia elétrica residencial para darem continuidade ao desenvolvimen- to dos projetos.20 maio/junho de 2016

Energia a partir da luminosidade da solda Gerar energia fotovoltaica a partir da lu- A energia gerada SENAIminosidade do arco elétrico, proveniente pelo sistema serádos processos de soldagem, por meio de um empregada parasistema inovador, desenvolvido por alunos o abastecimentodo CTGAS-ER. O equipamento transforma a de determinadasintensidade da luz da solda em energia por áreas, garantindo ameio de painéis fotovoltaicos - estrutura usa- redução de custo eda na produção de energia solar. contribuindo com o meio” A ideia é que “a energia gerada pelo sis-tema seja empregada para o abastecimen- Equipe de Desenvolvedoresto de determinadas áreas como iluminaçãode ambientes, garantindo a redução de cus-to e contribuindo com o meio”, ressaltam osdesenvolvedores. O sistema foi idealizado pela equipe doCTGAS-ER, orientada pelo professor Kerginal-do Nogueira de Medeiros, formada tambémpelo professor co-orientador Robson LimaAlves e pelos alunos Clarisse de CarvalhoCaetano e Tiago Estanli Leite da Silva. O pro-jeto foi selecionado para a etapa nacional doInova SENAI. Equipe que desenvolveu o sistema de geração de energia por meio de soldagem é formada pelo professor orientador Kerginaldo Nogueira, co-orientador Robson Lima e os alunos Clarisse Caetano e Tiago da Silva 21Revista da Indústria do RN

O projeto inteligente de energia elétricaresidencial foi realizado pel professora orientadora Jeane Oliveira, co-roientador Luiz Arilo Oliveira e os alunos Isabel Souza, Abner Barros e Ruany Lima Sistema inteligente para residência Evitar o desperdício e melhorar a eficiên- O sistema foi cia energética da residência é possível. Um elaborado pensando grupo e alunos e professores do CTGAS-ER na importância desenvolveram um dispositivo que, instala- de reduzir gastos do logo após o medidor de energia, serve e proporcionar para controlar o uso de cada equipamento uma economia elétrico e de iluminação através de sensores considerável no bolso de efeito hall. do consumidor” O projeto inteligente de energia elétri- Equipe de desenvolvedores ca residencial, como é chamado, pode ser programado ainda para, caso o limite de consumo desejado para determinado perí- odo seja ultrapassado, o equipamento que está sendo monitorado seja automatica- mente desligado. O sistema, explica a equipe foi elaborado “pensando na importância de reduzir gastos e proporcionar uma economia considerável no bolso do consumidor”. O dispositivo pode ser adaptado para condomínios ou estabe- lecimentos empresariais. Sob orientação da professora Jeane Kelly de Oliveira, a equipe é formada pelo professor coorientador Luiz Ari- lo Oliveira Aguiar Neto e pelos alunos Isabel Thayane Ferreira de Souza, Abner de Souza Cabra Barros e Ruany Garcia Silva de Lima.22 maio/junho de 2016

Panificação Primeira turma SENAI do curso de bolos juninos, realizado pelo SENAI/Centro Clóvis Motta, forma 17 alunos em qualificação com duração de 20 horasTradição junina à mesaTurma conclui o primeiro Uma mesa farta e colorida, cheia de igua-curso de bolos típicos rias típicas do período junino do Nordeste,com resultados de como bolos de milho, de batata doce, de ta-encher os olhos pioca, de nata com goiaba, de macaxeira e o tradicional “bolo preto”, e alunos vestidos a caráter deram o ar de festividade ao encer- ramento do pioneiro curso de Bolos Juninos, realizado pelo SENAI/Centro Clóvis Motta. Sob o comando da professora de Confei- taria Quézia Lima, 17 alunos concluíram o curso de 20 horas, realizado no horário no- turno. O diretor do Centro, Genildo Peixoto incentiva os formandos a continuarem bus- cando se aprimorar cada vez mais. Satisfei- tos com o aprendizado, os próprios alunos já sugeriram a direção um novo curso na área de panificação, à noite, para conciliar ao ho- rário de trabalho deles. 23Revista da Indústria do RN

Alunos do curso de Bolos A turma de concluintes é formada, em Reinserção social Juninos colocam a mão maioria, por microempreendedores ou pessoas que estão pensando em abrir um Entre os alunos da turma de Bolos Ju-na massa e preparam as pequeno negócio ou mesmo recomeçar a ninos estava a apenada AMM, 32 anos,receitas do encerramento trajetória empresarial, como Kátia Sueli que fez o seu primeiro curso no SENAI/ da Silva, 40 anos (à esquerda). Ela conta Clóvis Motta. Ela também destaca a qua- do curso que possuía uma lanchonete no Campus da lidade do curso e a repercussão positiva UFRN, mas fechou o negócio há cerca de que isso já teve na vida dela. “Fiz vinte bo- dois anos. Nesse período vem fazendo cur- los e saí vendendo, não sobrou nenhum”, sos com o objetivo de retornar, agora mais contou animada. Ela vende os bolos a R$ qualificada, ao ramo. 30,00 a unidade, e já tem planos de fazer novos cursos na área. Empolgada, Kátia diz que já fez no SE- NAI/Centro Clóvis Motta, os cursos de Tortas AMM é beneficiada pelo convênio fir- e Bolos Decorados, e de Salgados. E o seu mado entre o Tribunal de Justiça do RN e próximo objetivo é iniciar o de Confeitaria. a Federação das Indústrias (FIERN), com “Não sabia nada de bolos e agora faço cada a meta de promover e realizar de cursos um fantástico”, garante. profissionalizantes para cumpridores de penas e medidas alternativas. Em maio Kátia destacou os diferenciais dos cur- passado o convênio foi renovado. Em sos feito no SENAI/Centro Clóvis Motta: “a 2015, cerca de 500 apenados passaram organização, a qualidade e quantidade dos por esses cursos profissionalizantes. As produtos usados na parte prática do curso, ações tem a meta de contribuir para a o incentivo dos instrutores, além de turmas ressocialização e combate a discrimina- pequenas, o que possibilita que todos te- ção conta os apenados. nham uma boa prática”. Segundo a empre- endedora, isso faz com o aluno saia da aula Fiz vinte bolos e com intenção de transformar em realidade saí vendendo, não o conteúdo repassado. “Aqui, a gente põe a sobrou nenhum” mão na massa literalmente”, comentou. AMM, apenada24 maio/junho de 2016

EADSESI-RN abre mais de Industriários e SESI60 cursos online dependentes têm, a um clique e sem custos, acesso a cursos de qualificação e aperfeiçoamento profissional em 13 áreas de conhecimentoA nova plataforma Já está no ar a plataforma de ensino aoferece cursos distância do SESI-RN. São 67 cursos dede atualização, qualificação e aperfeiçoamento profissional,aperfeiçoamento além dos cursos de Educação de Jovens eprofissional e EJA Adultos (EJA) para os industriários que nãopara industriários e concluíram os ensinos fundamental e mé-dependentes dio. A nova ferramenta, disponibilizada a partir deste mês de junho, é uma alternativa para os trabalhadores da indústria e depen- dentes que buscam qualificação profissio- nal, mas não tem como frequentar cursos presenciais com horários fixos. E mais, toda a grade de cursos em 13 áreas de conheci- 25Revista da Indústria do RN

mento é ofertada sem custo para os traba- gua portuguesa, libras, pesquisa e mercado,lhadores da indústria. planejamento tributário, reforço escolar, saú- de, segmento industrial, têxtil, vida saudável, A flexibilidade em fazer a própria progra- segurança e saúde no trabalho. E a duraçãomação de horários de estudos, além de evi- pode variar de 30 minutos a 40 horas.tar custos com deslocamento, são algumasdas vantagens da modalidade. Os cursos As inscrições dos cursos estão sempreEAD/SESI são oferecidos nas áreas de co- abertas e o aluno faz o horário de estudos.municação, cooperativas, educação finan- Para conhecer o SESI EAD e matricular-seceira, ética e cidadania, fundamentos da lín- basta acessar ead.sesi.rn.org.br.Oportunidade para concluir os estudos Encontrar no mercado de trabalho pes- horários da profissão o impediam. “O meusoas que não tiveram a oportunidade de trabalho tem muitas saídas e eu não tenhoconcluir os ensinos fundamental e médio, hora para chegar em casa, mas estudar peladentro da faixa etária indicada, não é difícil internet dá porque consigo fazer na hora que– principalmente no chamado “chão de fá- estou livre, à noite”, explicou.brica”. Pensando na qualificação de profis-sionais que atuam nas as indústrias do RN Em média, o EJA-EAD tem duração dee no aumento da produtividade das empre- dois anos para concluir o ensino fundamen-sas, o SESI-RN agora dispõe do Ensino de tal e um ano e meio para o ensino médio,Jovens e Adultos – EJA – através do ensino desde que não seja reprovado neste períodoa distância. - com 20% das aulas presenciais e certifica- ção reconhecida pelo MEC. Para o motorista Sebastião GuilhermeDantas, 47 anos, a ausência de formação di- “O EJA possui uma legislação própria eficultou o ingresso no mercado de trabalho, ela determina a carga horária do curso quedesde auxiliar de serviços gerais até chegar pode ser realizada através de aulas a distân-a função de motorista. Mas apesar de dese- cia e também presenciais, que são agenda-jar concluir os estudos a inconstância dos das previamente”, explica a gerente de Edu- cação do SESI-RN, Ana Karenine Medina. Estamos utilizando a unidade móvel de informática para fazer o preparatório e melhorar o rendimento dos alunos” Ana Karenine Medina, gerente de Educação do SESI26 maio/junho de 2016

Introdução a plataforma Antes de colocar a plataforma de educa- de ensino a distância. O preparatório visa oti-ção a distância para funcionar no universo mizar o rendimento dos cursos a distância,virtual, o SESI-RN formou turmas pilotos em feito até 80% em aulas pela internet.alguns municípios. As primeiras experiênciasforam realizadas nas cidades de Arez, Goia- “Nosso maior desafio é o fato dos alu-ninha, Parelhas, Carnaúbas dos Dantas, Na- nos não saberem operar o computador. Nãotal, Parnamirim e Extremoz. Uma das empre- adianta disponibilizar a ferramenta online,sas parceiras que participaram da fase piloto se ele não souber usar. Por isso, estamosdos cursos de Ensino a Distância do SESI é utilizando a unidade móvel de informáticaa Hering, de moda e confecção. A empresa, para fazer este preparatório e melhorar oque possui contrato com facções fabris em rendimento dos alunos”, explica a gerenteJardim do Seridó, conseguiu formar uma tur- de Educação do SESI-RN, Ana Karenine.ma de 30 alunos. Para ter melhor aproveitamento, antesde iniciar o curso EAD, os alunos participa-ram da capacitação com noções básicas deinformática, realizada na unidade móvel doSESI-RN e foram apresentados a plataforma SESI 27Revista da Indústria do RN

Inovação Nova ferramenta disponibiliza portfólio do SESI São 1.800 serviços As empresas industriais de todos os 167 das áreas de saúde e municípios do Rio Grande do Norte podem segurança do trabalho, solicitar os serviços disponibilizados pelo educação e qualidade Serviço Social da Indústria - SESI. São 1.800 de vida que podem ser opções de serviços que passam desde a solicitados online qualificação profissional, atendimento médi- co até opções esportivas e culturais.28 maio/junho de 2016 A ferramenta busca facilitar o acesso das empresas aos serviços disponibilizados pela instituição, sem a necessidade de ir até uma unidade ou então agendar a visita de um con- sultor. Para o assessor de desenvolvimento de negócios do SESI-RN, Epitácio Varela, a inovação otimiza o processo. “Nosso objetivo é atender as necessidades da indústria do

estado da melhor forma possível e onde ela nheiro de segurança no trabalho, médicos,estiver”, destaca. enfermeiras e técnicos, além das unidades móveis para possibilitar o atendimento rápi- A ferramenta de solicitação de serviços do às indústrias”, observa o gerente do SESI-já foi apresentada para empresários e ges- -Mossoró, Denilson Dantas, durante a apre-tores de empresas de Natal, Mossoró e re- sentação da ferramenta aos empresários dogiões próximas. setor de panificação da Região Oeste. “O SESI dispõe de uma equipe com enge-Como utilizar a ferramenta Serviços ofertados Para ter acesso a ferramenta, o repre- Educação:sentante da empresa deve realizar cadastro Curso de Libras, Educação Ambiental,na página do SESI (rn.sesi.org.br), através Idiomas, Informática e Inclusão Digital,da aba “Nossos Serviços”. É necessário in- Educação de Jovens e Adultos (EJA).formar a razão social, nome fantasia, CNPJ,telefone e e-mail. Saúde: Consultas médicas, Engenharia e Medicina Após efetuar o cadastro será gerado um lo- do Trabalho, exames laboratoriais,gin e senha. Na ferramenta a empresa pode in- fisioterapia, Odontologia, vacinação.formar quais serviços está buscando, quantosfuncionários serão atendidos e, até mesmo, Promoção a Saúde:informar uma necessidade específica. A equi- Educação alimentar, atividade física epe de técnicos do SESI-RN avalia a solicitação esportiva (SESI CLUBE), avaliação física,e desenvolve a proposta de solicitação de ser- Gestão de Eventos Esportivos, Culturaisviços personalizada à demanda da empresa. e de Lazer, Gestão do Absenteísmo, Ginástica Laboral, Escola de Música e Treinamento Esportivo. SESINosso objetivoé atender asnecessidades daindústria do estado damelhor forma possívele onde ela estiver”Epitácio Varela, assessor dedesenvolvimento de negócios doSESI-RN 29Revista da Indústria do RN

ESPORTE C6omrrilidpaesdseovaesreunir a edição deste ano Inscrições para 8ª Edição da Corrida Noturna do SESIacontece na Praça Cívica abrem em agosto e seguem até 5 de outubro de natal, em Petrópolis, Com o tema motivacional “Supere seus tos de hidratação, além de tenda de masso- com percursos de 5km limites”, a Corrida Noturna do SESI chega a terapia, guarda volumes, praça de food tru- e 10km sua 8ª edição e espera reunir em torno de cks e espaço kids. seis mil pessoas no dia 15 de outubro. Este ano, a corrida ocorrerá em novo local: Praça Os Kits da corrida, contendo número de Cívica de Natal, em Petrópolis, e terá percur- identificação, chip de participação e camise- sos de 5km e 10km. ta exclusiva do evento, serão entregues nos dias 13 e 14 de outubro, das 10h às 19h, no As inscrições iniciam em agosto e devem SESICLUBE, na Av. Capitão-Mor Gouveia, nº ser feitas exclusivamente pelo site www. 1480, em Lagoa Nova, Natal. rn.sesi.org.br/corridanoturna, com término dez dias antes do evento. Ao todo, são 3,4 mil FaÇa jÁ SUa INSCRIÇÃO: vagas, sendo 1,4 mil destinadas aos industri- ários, 1,4 mil vagas para a comunidade, 200 Primeiro lote para os colaboradores do Sistema FIERN e, De 12|07 a 14|08 - R$ 70,00* na corrida infantil, estimativa de 400 crianças na faixa etária de quatro a dez anos. Segundo lote De 15|08 a 11|09 - R$ 75,00* A taxa de inscrição é de R$ 20,00 para os colaboradores, R$ 12,00 para categoria Terceiro lote indústria e R$ 15,00, corrida infantil. Para De 12|09 a 5|10 – R$ 80,00* a comunidade, os valores variam de acordo com os lotes. (*) Valor para comunidade A estrutura do percurso terá quatro pos-30 MaIo/JunHo de 2016

Consultoria O Banco de Consultores conta com um cadastro nacional de consultores, professores e auditores aptos a atenter a empresas em diversas modalidadesOs melhores a serviçoda indústriaBanco de Consultores facilita o acesso das indústriasaos melhores profissionais em cada área Para ampliar a rede de profissionais que de atendimento às empresas e ampliando IELdá consultorias às empresas industriais e a abrangência de pesquisa por competên-fomentar a competitividade, o Sistema In- cias”, afirma.dústria lança o Banco de Consultores. O pro-grama de cadastro nacional de consultores, O Banco busca profissionais que possamprofessores e auditores permite construir reforçar equipes nas áreas de promoção deum rol de empresas para trabalhar junto ao negócios e capacitação empresarial. “O ca-Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e à Confederação dastro organiza os trabalhos e atende a to-Nacional da Indústria (CNI), em projetos da dos os nossos regionais e entidades do Sis-Rede Brasileira dos Centros Internacionais tema Indústria”, afirma o gerente da Unidadede Negócios (Rede CIN). de Educação e Desenvolvimento Empresarial do IEL/RN, Guido Salvi. “O banco de dados A Superintendente do IEL/RN, Maria An- dá respaldo por ter profissionais creditadosgélica, explica que o IEL busca consultores por nossas instituições”, conclui Kesianepara atuar em projetos nacionais e inter- Santana, analista de Negócios do IEL/RN.nacionais e o programa facilita o acessoaos melhores profissionais em cada área. Para se cadastrar é preciso acessar o en-“Esta iniciativa está agilizando o trabalho dereço www.portaldaindustria.com.br/iel/ iniciativas/programas/banco-de-consultores. 31Revista da Indústria do RN

prêmio Prêmio reconhece as melhores práticas deestágios nas categorias empresa destaque, estagiário e instituição de ensino Prêmio IEL de Estágio 2016 As inscrições são O Instituto Euvaldo Lodi está com inscri- gratuitas e empresas, ções abertas para o Prêmio IEL de Estágio estudante e instituições até o dia 15 de julho de 2016. O concurso podem concorrer com é realizado anualmente para identificar e di- práticas de estágio vulgar as melhores práticas e programas de estágio desenvolvidos em todo o país.32 maio/junho de 2016 “O Prêmio estimula o aprimoramento dos programas de estágio das empresas e insti- tuições de ensino, e contribui para a forma- ção de futuros profissionais”, explica o coor- denador Estadual do Prêmio, André Pereira. A premiação é dividida em três catego- rias: empresa destaque, estagiário e insti- tuição de ensino. “As empresas são classifi- cadas de acordo com o porte, os estagiários por técnico profissionalizante e superior; e

as instituições também por nível de ensino”, em outubro de 2016. Todas as despesasafirma o coordenador. de viagem e hospedagem para os finalistas classificados da etapa Nacional serão custe- As inscrições são gratuitas e os interes- ados pelo IEL.sados podem inscrever suas práticas de es-tágio. “Ao concorrer todos os participantes Os detalhes e informações sobre as ins-ganham destaque no mercado em que atu- crições e critérios de participação estão dis-am, é uma oportunidade de demonstrar cur- poníveis on-line, na homepage do IEL/RNrículos, estratégias de gestão e desempenho (www.rn.iel.org.br). Os interessados podeminstitucional”, disse. encontrar os requisitos, formulários e rotei- ros no hot site do Prêmio que está disponível A solenidade de premiação estadual será em banner central da página.realizada em agosto, e a nacional ocorrerácritérios de avaliação O Prêmio estimula o aprimoramento dos programas• Nas empresas são observados os de estágio das empresascritérios: atração, desenvolvimento e e instituições de ensino, eretenção de novos talentos; contribui para a formação de• Nos estudantes avalia-se o perfil futuros profissionais”do estagiário, projeto e qualidade daredação apresentada; André Pereira, coordenador Estadual• Nas instituições de ensino observam a do Prêmio IEL de Estágioestrutura e a logística, acompanhamentoe incentivo ao aprendizado prático. IELVantagens em participarEstagiário - experiência e suporte naelaboração de projetos, visibilidadeprofissional, destaque no mercado detrabalho e currículo mais competitivo.Empresa - se apresenta ao mercadocomo uma organização preocupada coma inovação e eficiência em sua gestãode pessoas, e reconhecimento emempreendedorismo e responsabilidadesocial.Instituições de Ensino - destaqueno alinhamento dos seus projetospedagógicos ao mercado de trabalho eaproximação do setor produtivo. 33Revista da Indústria do RN

sindicatos filiadosRELAÇÃO DOS SINDICATOS FILIADOS À FIERN: (84) 3317-0556 Presidente: Eriosmar de Assis TorresSindicato das Indústrias de Serrarias, Carpintarias e Mar- [email protected] (84) 3314 - 8236cenarias do Estado do RN - Sindmóveis www.sindicatodaindustria.com.br/siesalrn [email protected]: Ricardo Bezerra de Farias Sindicato da Indústria de Beneficiamento de Fibras Ve- www.sindindustria.com.br/sindipamrn(84) 3234-6164 getais e do Descaroçamento do Algodão do Estado do Sindicato da Indústria da Extração de Metais Básicos [email protected] RN - Sindifibras de Minerais Não Metálicos do Estado do RNSindicato das Indústrias da Construção Civil de Mossoró Presidente: José Garcia da Nóbrega Presidente: Marcelo Mário Porto Filho- Sinduscon/Mossoró (84) 3271-1468 (84) 3204-6166Presidente: Sergio Freire [email protected] [email protected](84) 3316-3726 Sindicato da Indústria de Doces e Conservas Alimentí- Sindicatos das Indústrias de Calçados do Estado do [email protected] cias do Estado do RN - Sindal Presidente: Álvaro Coutinho da Mottawww.sindicatodaindustria.com.br/sindusconmossororn Presidente: Antônio Thiago Gadelha Simas Neto (84) 3204-6343/6160Sindicato da Indústria de Álcool dos Estados do Rio Gran- (84) 3204-6172 [email protected] do Norte, Ceará e Piauí - Sonal [email protected] Sindicato das Indústrias de Curtimento de Couros e dePresidente: Arlindo Cavalcanti de Farias www.sindicatodaindustria.com.br/sindalrn Peles do Estado do RN(84) 3204-6296 Sindicato da Indústria de Cerâmica para Construção do Presidente: Gustavo Henrique Calafange [email protected] Estado do RN - Sindicer/Rn (84) 3204-6160/6343www.sindicatodaindustria.com.br/sonalrn Presidente: Vargas Soliz Pessoa [email protected] da Indústria de Sorvetes, Congelados e Deriva- (84) 3204.6171 Sindicato das Indústrias de Polpas, Sucos e Derivadosdos do Estado do RN - Sindisorvete/Rn [email protected] / [email protected] Não Alcoólicos de Frutas Tropicais do Estado do RN - Sin-Presidente: Zauleide de Queiroz Leite www.sindicatodaindustria.com.br/sindicerrn difrutas(84) 3204-6330 Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Deriva- Presidente: Ricardo Valença [email protected] dos do Estado do RN - Sindleite (84) 3204-6329www.sindicatodaindustria.com.br/sindisorvetern Presidente: Dalton Barbosa Cunha Filho [email protected] das Indústrias de Material e Laminados Plásti- (84) 3204-6170 Sindicato da Indústria de Instalação e Manutenção decos do Estado do RN - Sindiplast/Rn [email protected]/ [email protected] Redes, Equipamentos e Sistemas de TelecomunicaçõesPresidente: Maria da Conceição R. Duarte Tavares www.sindicatodaindustria.com.br/sindleitern do Estado do RN - Sindimest(84) 3204-6332 Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado Presidente: Alberto Henrique Serejo [email protected] / [email protected]. do RN - Siprocim/Rn (84) 3211-6655br Presidente: Antônio Medeiros de Oliveira [email protected] da Indústria de Panificação e Confeitaria do (84) 3133-4488 Sindicato das Indústrias Gráficas do RN - SingrafEstado do RN - Sindipan/Rn [email protected] Presidente: Carlos Vinícius Aragão Costa LimaPresidente: Tennyson Brito Holder da Silva Sindicato da Indústria da Pesca do Estado do RN - Sin- (84) 3204-6317(84) 3231-8295 dipesca/Rn [email protected]@sindipan-rn.com.br Presidente: Jorge José da Silva Bastos Filho www.sindicatodaindustria.com.br/singrafrnwww.sindicatodaindustria.com.br/sindipanrn (84) 3204-6342 Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado doSindicato da Indústria de Cerveja, Refrigerantes, Águas [email protected] RN - SindusconMinerais e Bebidas em Geral do Estado do RN - Sicra- www.sindicatodaindustria.com.br/sindipescarn Presidente: Arnaldo Gaspar Júniormirn Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem em Geral (84) 3206-5362Presidente: Djalma Barbosa da Cunha Júnior no Estado do RN - Sift/Rn [email protected](84) 3204-6169 Presidente: João Batista Gomes Lima www.sindicatodaindustria.com.br/[email protected] (84) 3204-6336 Sindicato das Indústrias de Bonés e Chapéus do Estadowww.sindicatodaindustria.com.br/sicramirn [email protected] ou [email protected] do RN - Sindibonés/RnSindicato das Indústrias de Mármore, Granito e Pedras www.sindicatodaindustria.com.br/siftrn Presidente: Jaedson DantasOrnamentais do Estado do RN - Simargran Sindicato da Indústria do Vestuário no Estado do RN - (84) 9683-6263/8880-1060Presidente: Francisco Nunes de Sousa Sindvest [email protected](84) 3204-6341 Presidente: Marinho Herculano de Carvalho www.sindicatodaindustria.com.br/[email protected] (84) 3204-6331 Sindicato das Indústrias de Reciclagem e Descartáveiswww.sindicatodaindustria.com.br/simargranrn/ [email protected] do Estado do RN - Sindrecicla-RnSindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de www.sindicatodaindustria.com.br/sindvestrn Presidente: Roberto Pinto Serquiz EliasMaterial Elétrico do Estado do RN - Simetal Sindicato da Indústria de Torrefação e Moagem do Café (84) 3204-6294Presidente: Francisco Vilmar Pereira Segundo do Estado do RN - Sindicafé www.sindindustria.com.br/sindireciclarn(84) 3204-6165 Presidente: Heyder de Almeida Dantas Sindicato das Indústrias de Extração de Calcário, [email protected] (84) 3204-6167 cação de Cimento, Cal e de Argamassa do Estado do RNwww.sindicatodaindustria.com.br/simetalrn [email protected] - Sinecim/RnSindicato da Indústria da Extração do Sal no Estado do www.sindicatodaindustria.com.br/sindicafern Presidente: Marcelo Caetano Rosado Maia BatistaRN - Siesal Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria de (84) 3204-6351Presidente: Francisco Ferreira Souto Filho Mossoró e Região Oeste e Salineira do RN - SindpamEXPEDIENTEREVISTA DA INDÚSTRIA DO RIO GRANDE DO NORTE - Ano IV – Número 19 - Maio/Junho 2016Publicação bimestral da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte editada pela Unidade de Comunicação Corporativa do Sistema FIERN(UNICOM). Tel: 55 (84) 3204-6270. Home: www.fiern.org.br. E-mail: [email protected]. Twitter: @SISTEMAFIERNGerente de Comunicação Corporativa - UNICOM/FIERN Albimar Furtado Consultor de Comunicação Ricardo Rosado Coordenador de Redação Tácito CostaEditora Sara Vasconcelos Redação Aldemar Freire, Anna Cláudia Costa e Josilma Lopes Arte e infografia Thúlio Rêgo Fotos Equipe Unicom, CNI, Demis Roussos,Eduardo Maia, Júnior Santos/TN e Moraes Neto Estagiários Herbart Azevedo, Liene Titan, Malu Medeiros e Nathália Campero Secretárias Adriana Carla e TerezaMariz Diagramação e Publicação Digital: GR Design Editorial - www.grdesigneditorial.com.br34 maio/junho de 2016




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