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Exames - unidade 06 - itens

Published by Jorge Lopes, 2023-04-18 12:18:53

Description: Exames - unidade 06 - itens

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["Prepara\u00e7\u00e3o para os Exames Nacionais de Economia A \u2013 Jorge Lopes \u2013 Unidade 06 6 UNIDADE Rendimentos e distribui\u00e7\u00e3o dos rendimentos Itens extensas 2006-2022 51\/83","Prepara\u00e7\u00e3o para os Exames Nacionais de Economia A \u2013 Jorge Lopes \u2013 Unidade 06 1 U06 \u2013 09 \u2013 02 \u2013 Leia o texto e analise o quadro. O quadro que se segue apresenta a evolu\u00e7\u00e3o do Rendimento Dispon\u00edvel dos Particulares, em Portugal, no per\u00edodo de 2005\/2006. Em termos nominais, o crescimento do Rendimento dispon\u00edvel dos Particulares, em Portugal, acelerou em 2006. Esta acelera\u00e7\u00e3o esteve associada, sobretudo, ao crescimento muito forte das transfer\u00eancias correntes, quer internas, quer externas. O aumento da taxa de crescimento do Rendimento Dispon\u00edvel dos Particulares, em termos nominais, ficou tamb\u00e9m a dever-se, embora em menor grau, \u00e0 desacelera\u00e7\u00e3o das contribui\u00e7\u00f5es sociais em 2006, a qual ultrapassou o impacto negativo da acelera\u00e7\u00e3o dos impostos diretos. O aumento das remunera\u00e7\u00f5es do trabalho manteve-se relativamente pr\u00f3ximo do verificado em 2005. Explique, com base no texto e no quadro, a evolu\u00e7\u00e3o do Rendimento Dispon\u00edvel dos Particulares, em Portugal, no per\u00edodo considerado, tendo em conta o comportamento das rubricas utilizadas no seu c\u00e1lculo. Explica\u00e7\u00e3o da evolu \u00e7\u00e3o d o RDP \uf0b7 o Ren dime nto Dispon\u00edvel dos Partic ulares au ment ou 3,9%, e m 20 06, e m termo s no minais, te ndo o seu cres cime nto acel erado relativame nte ao do ano anteri or (3,1%, em 20 05); \uf0b7 as transfer\u00ea ncias corrente s fora m a com pon ente q ue mais cres ceu (7,8%, e m 2006); \uf0b7 em 2006, registou-se uma ligeira desacelera \u00e7\u00e3o d o cres cim ento das remunera \u00e7\u00f5es do trabalh o, assi m co mo dos re ndi mento s de e mpresa e proprie dade ; \uf0b7 a desacelera\u00e7\u00e3o do cresci mento das contribui \u00e7\u00f5e s so ciais c onstituiu outro fator do cres cimento do Ren dimento Dis pon\u00edvel d os Partic ulares em 2006 , passa ndo de u ma taxa de cres cime nto de 5%, em 2005, para uma d e 4,1%, e m 2006 ; \uf0b7 o co mportame nto do s imp osto s diretos (ao passarem de u ma tax a de varia\u00e7\u00e3o n ominal de 5,3% para uma d e 6,7% ) impediu um maior cre scimento do R endi ment o Disp on\u00edvel. O Re ndi mento Dispo n\u00edvel do s Partic ulares (RDP) \u00e9 a so ma d o rendi me nto brut o das fam\u00edlias e indiv\u00edduo s, m eno s os i mp osto s diretos e c ontribui \u00e7\u00f5e s so ciais, s end o acre scid o de transfer\u00eancia s sociais e subs\u00eddios . O RDP \u00e9 u ma medida i mp ortante da capacidade fina nceira das fa m\u00edlias e i ndiv\u00edduos para con sumir ben s e servi \u00e7os, pou par ou investir. E m 200 6, o RDP em Portugal au me ntou 3, 9%, e m term os nominais. Este cres cime nto foi mais elevad o d o qu e o registad o e m 20 05 (3,1%), indi cando u ma melhoria da situa\u00e7\u00e3o e co n\u00f3 mica das fa m\u00edlias. A co mp onente que mais co ntribuiu para o cres cime nto do RDP em 2006 fora m as tran sfer\u00ea ncias correntes, q ue cresceram 7, 8%. As transfer\u00eancias correntes in clue m, p or exem plo, as pens\u00f5es, as pre sta\u00e7\u00f5e s de dese mprego e as presta\u00e7 \u00f5es familiare s. Este au mento pode i ndicar que o Estado au mentou o valor deste s apoi os, ou que mais fam\u00edlias e indiv\u00edd uos passara m a rece ber estes apoi os. As remu nera\u00e7 \u00f5es do trabal ho e os ren dime ntos de e mpre sa e pr oprieda de tamb\u00e9m co ntribu\u00edra m para o cres ci mento do RDP e m 2 006, mas registara m uma ligeira desa celera \u00e7\u00e3o d o se u cre scimento em r ela\u00e7\u00e3o a 2005. As c ontribui \u00e7\u00f5e s so ciais cresc eram men os em 2006 do que no a no anterior, o que ta mb\u00e9 m aju dou a impul sionar o RDP. No e ntanto, o co mporta mento dos i mp ostos diretos impediu u m maior cres cime nto d o RDP e m 2006, ao pa ssare m de u ma taxa de varia\u00e7\u00e3o n omi nal de 5,3% para uma de 6,7%. 2 U06 \u2013 12 \u2013 02 \u2013 O Quadro refere-se \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o regional do Rendimento, prim\u00e1rio e dispon\u00edvel, das Fam\u00edlias em Portugal, em 2008. Explicite, com base no Quadro, o comportamento do Rendimento das Fam\u00edlias, prim\u00e1rio e dispon\u00edvel, em 2008, considerando os seguintes aspetos: \u2013 distribui\u00e7\u00e3o regional do Rendimento das Fam\u00edlias, prim\u00e1rio e dispon\u00edvel, total e por habitante; \u2013 duas raz\u00f5es explicativas da diferen\u00e7a verificada na estrutura do Rendimento dispon\u00edvel face ao Rendimento prim\u00e1rio das Fam\u00edlias. \uf0b7 Na respo sta, \u00e9 explicitado o co mp ortame nto d o Rendim ento, pri m\u00e1rio e di spo n\u00edvel, das Fam\u00edlias em Portugal, em 2008, send o referi dos, de forma c orreta, os s eguintes aspetos, ou o utros considerad os relevantes : \uf0b7 em termos globais, verificara m-se em 2 008 fortes disparidad es regionais na reparti\u00e7\u00e3 o do s Ren dim entos das Fam\u00edlias ; \uf0b7 no ano co nsiderado, Lisboa era a regi\u00e3o do pa\u00eds que apr esentava o maior peso, q uer em termos do Rendi me nto prim\u00e1ri o, quer e m termos d o Re ndi mento disp on\u00edvel das Fa m\u00edlias, com, res petivame nte, 39,0% e 3 5,9%; e m c ontrapartida, o Algarve era a regi\u00e3o que apresentava o men or pes o, c om, re spet ivamente, 4,6% e 4, 5%; \uf0b7 em 2008, Lisboa e o Algarve eram as regi \u00f5es q ue aprese ntavam o s valores mai s elevados no q ue respeita ao Ren dimento da s Fam\u00edlias, pri m\u00e1rio e dis pon\u00edvel, por ha bitante, situan do-se este s valores aci ma da m\u00e9dia na cional \u2013 11 530 e uros e 1 1 441 e uros; \uf0b7 em 2008, o Norte era a regi\u00e3o que o cu pava o segu nd o lugar em termos do pe so do Rendi mento pri m\u00e1rio e d o Re ndimento disp on\u00edvel das Fam\u00edlias, c om, respetivamente, 30,3% e 3 1,7%; n o entanto, era a regi\u00e3o que a presentava u m Rendi mento , prim\u00e1ri o e dispon\u00edvel, por habitante, mais baixo \u2013 9 447 e uros e 9 786 euro s \u2013 e abaix o da m\u00e9dia na cional; \uf0b7 no ano e m causa, verifi co u-s e que as regi \u00f5es Norte, Centr o e Alentejo au me ntaram o peso do seu Rendimento di spon\u00edvel relativamente ao peso do seu Rendim ento pri m\u00e1rio da s Fam\u00edlias, verifi cand o-se, em co ntrapartida, u ma redu \u00e7\u00e3o do pe so do Rendi mento dispon\u00edvel relativamente ao peso do R endi mento prim\u00e1rio das Fam\u00edlias na regi\u00e3 o de Li sboa e no Algarve. Esta situa\u00e7\u00e3 o fic ou a d ever-se ou \u00e0 a\u00e7\u00e3o redistributiva d o Estado ou \u00e0 a\u00e7\u00e3o das trans fer\u00ea ncias externas. \uf0b7 \uf0b7 Em 20 08, foram ob servadas fortes disparida des regi onais na reparti\u00e7\u00e3 o d os Rendi me ntos da s Fam\u00edlias a n\u00edvel global. Lis boa foi a regi\u00e3o do pa\u00eds que apr esent ou o maior pes o, tanto e m ter mos do Rendim ento prim\u00e1rio qua nto d o Re ndi mento dis pon\u00edvel das Fam\u00edlias, c om 39,0% e 35,9%, re spectivamen te. Em contrapartida, o Algarve foi a regi\u00e3o que a present ou o menor peso, co m 4 ,6% e 4,5%, resp ectivame nte. Al\u00e9m diss o, Lisboa e o Algarve foram as regi\u00f5es q ue apres entaram os valores mai s elevados n o qu e resp eita ao Re ndi ment o das Fa m\u00edlias, pri m\u00e1rio e disp on\u00edvel, por ha bitante, situa ndo-se esses valores aci ma da m\u00e9dia naci onal -11.530 euros e 11.441 eur os. P or o utro lad o, o Norte o cu pou o seg un do lugar e m ter mos do pes o do Re ndimento prim\u00e1rio e do Rendi mento disp on\u00edvel da s Fam\u00edlias, co m 3 0,3% e 31,7%, re spe ctivamente. No e ntanto, foi a regi\u00e3 o que apre sento u u m R endi ment o, prim\u00e1ri o e di spon\u00edvel, por habitante, mais baixo - 9.447 euros e 9. 786 e uros - e a baixo da m\u00e9dia naci onal. Final mente, em 2008, veri fic ou-se q ue as regi \u00f5es Norte, C entro e Ale ntejo aumentaram o pes o d o seu Rendi mento dis pon\u00edvel relativamente ao pes o d o seu Ren dime nto pri m\u00e1rio das Fa m\u00edlias. Em contra partida, houve uma re du \u00e7\u00e3o do peso do Ren dime nto dis po n\u00edvel relativamente ao pe so d o Re ndi mento prim\u00e1rio das Fam\u00edlias na regi\u00e3 o de Li sboa e no Algarve. Essa situa\u00e7\u00e3o pode ter sido causada p ela a\u00e7\u00e3o re distributiva do Estado ou pela a\u00e7\u00e3 o das trans fer\u00eancias externas. 2006-2022 52\/83","Prepara\u00e7\u00e3o para os Exames Nacionais de Economia A \u2013 Jorge Lopes \u2013 Unidade 06 3 U06 \u2013 13 \u2013 01 \u2013 O Gr\u00e1fico apresenta a evolu\u00e7\u00e3o do desemprego em Portugal, no per\u00edodo de 2005 a 2010. O Quadro apresenta a taxa de risco de pobreza em Portugal, em 2005 e em 2010. O Quadro apresenta dados relativos \u00e0s transfer\u00eancias do Estado para as Fam\u00edlias, em Portugal, nos mesmos anos. Relacione, com base nos documentos apresentados, a evolu\u00e7\u00e3o do desemprego em Portugal, no per\u00edodo de 2005 a 2010, com a a\u00e7\u00e3o redistributiva do Estado, considerando o comportamento: \u2013 da taxa de desemprego, total e de longa dura\u00e7\u00e3o; \u2013 da taxa de risco de pobreza; \u2013 das transfer\u00eancias do Estado para as Fam\u00edlias \uf0b7 Na respo sta, \u00e9 relacio nada a evolu \u00e7\u00e3o d o de semprego e m Portugal, no per\u00ed odo de 2005 a 2010, co m a a\u00e7\u00e3o re distributiva do Estado, s end o referidos, de forma correta, os seg uintes as petos, ou o utros con siderad os relevantes: \uf0b7 no per\u00edodo de 2005 a 2010, a taxa de desem prego total au mento u, passa nd o de 7,6%, em 2005, para 1 0,8%, e m 2010 ; este agravamento do desemprego t otal foi ac om pan hado pelo au mento da tax a de dese mpr ego de longa dura\u00e7\u00e3o, que pa ssou de 3,8%, e m 20 05, para 5, 9%, em 2 010; \uf0b7 no per\u00edodo con siderado, verific ou -se u m au ment o da taxa de risco de pobreza a ntes das trans fer\u00ea ncias s ociais, que passou de 4 0,2%, e m 2005, para 42,5%, e m 20 10; este au me nto da taxa de risco de pobreza antes das tran sfer\u00ea ncias sociai s est\u00e1, em parte, asso ciado ao au mento do dese mprego total e do desem prego de l onga dura\u00e7\u00e3o ; \uf0b7 no me sm o per\u00edo do, verifi cou-s e que as tran sfer\u00ea ncias corre ntes d o Estado para as Fam\u00edlias au mentara m, registand o u ma tax a de varia\u00e7\u00e3o de 38 ,0%, tend o au mentado igualm ente o se u pes o n o PIB, que passo u de 17,8%, e m 2005, para 21,9%, e m 2010; \uf0b7 no per\u00edodo em causa, o a ume nto das transfer\u00eancias correntes do Estado para as Fa m\u00edlias reflete o refor \u00e7o da a\u00e7\u00e3o redistributiva do Estado, co mo forma de resp ond er ao au mento da taxa de risco de po breza antes das trans fer\u00ean cias s ociais; \uf0b7 no per\u00edodo de 2005 a 2010, apesar do agravamento da tax a de ris co de pobre za antes da s transfer\u00eancias so ciais, a per centagem da p opula \u00e7\u00e3o e m risc o de pobreza dep ois das tran sfer\u00ea ncias sociais dimi nuiu, passa ndo de 18,5%, e m 20 05, para 18,0%, em 2010. Esta diminui\u00e7\u00e3 o eviden cia a a\u00e7\u00e3o redistribu tiva do Estado. \uf0b7 \uf0b7 No per\u00edo do de 200 5 a 2010, a econo mia do pa\u00eds e nfre ntou um a ume nto signi ficativo da taxa de desempreg o total, que pass ou d e 7,6% e m 200 5 para 10, 8% em 2010. E ste agravamento do dese mprego t otal tamb\u00e9 m foi ac ompanha do por um aumento da tax a de des emprego d e longa d ura\u00e7\u00e3 o, qu e pas sou d e 3,8% e m 200 5 para 5,9% e m 2 010. Este a ume nto d o des emprego total e d e longa dura\u00e7\u00e3 o ter\u00e1 tido u m im pacto signifi cativo na tax a de risc o de pobr eza antes das trans fer\u00ean cias s ociais, que passou de 40,2% e m 2005 para 42,5% em 2010. Para resp onder a e sse au me nto da taxa de risco de po breza antes das tra nsfer \u00eancia s so ciais, o E stado i mple mentou u ma p ol\u00edtica redistrib utiva atrav\u00e9s do au mento das trans fer\u00eancias correntes para as fa m\u00edlias. N o per\u00ed odo em an\u00e1li se, as trans fer\u00ean cias corrente s do E stado para as Fam\u00edlias au me ntaram 38, 0% e tamb \u00e9m a ume ntou seu p eso no PI B, pa ssan do de 17,8% e m 20 05 para 21 ,9% e m 2010 . O au mento das tran sfer\u00ea ncias corre ntes do Estado para as Fam\u00edlias re flete o re for \u00e7o da a \u00e7\u00e3o redistributiva do E stado, como for ma de re sponder ao a um ento da tax a de ris co de p obreza a ntes das transfer\u00ean cias s ociais. Co mo resultado d essa a\u00e7\u00e3o, ape sar do agravamento da taxa de risc o de pobre za antes das transfer\u00eancias sociais, a percentage m da po pula\u00e7\u00e3o e m risc o de p obreza depois das trans fer\u00ea ncias s ociais dimi nuiu, passan do d e 18,5% e m 200 5 para 18,0% e m 20 10. E m resumo, o per\u00edo do de 2005 a 20 10 foi mar cado pelo aument o da taxa de dese mprego total e de longa dura \u00e7\u00e3o, o que contrib uiu para o a ume nto da taxa de risc o de p obre za antes das transfer \u00eancias so ciais. No entanto, o Estado i mple ment ou medida s redistributivas para re sponder a essa situa\u00e7\u00e3 o, c omo o au mento das transfer\u00ea ncias corrente s para as fa m\u00edlias, o que resultou e m u ma di minui \u00e7\u00e3o da perce ntagem da popula\u00e7\u00e3 o em risco de po breza d epois das trans fer\u00ean cias s ociais. 2006-2022 53\/83","Prepara\u00e7\u00e3o para os Exames Nacionais de Economia A \u2013 Jorge Lopes \u2013 Unidade 06 4 U06 \u2013 14 \u2013 01 - O texto que se segue refere-se \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o do Rendimento Dispon\u00edvel dos Particulares (RDP), em Portugal, em 2012. O Quadro apresenta dados relativos ao RDP, em termos nominais, em Portugal, no per\u00edodo de 2010 a 2012. O Gr\u00e1fico apresenta dados relativos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o empregada e \u00e0s remunera\u00e7\u00f5es nominais por trabalhador, em Portugal, no mesmo per\u00edodo. Explique, com base nos documentos apresentados, o comportamento do Rendimento Dispon\u00edvel dos Particulares (RDP), em Portugal, em 2012, considerando: \u2013 a evolu\u00e7\u00e3o do RDP, em termos nominais; \u2013 o desempenho das duas componentes que justificaram a redu\u00e7\u00e3o do RDP; \u2013 tr\u00eas raz\u00f5es do desempenho dessas componentes. \uf0b7 T\u00f3pic os de resposta: \uf0b7 o RDP decresce u, em ter mos nominais, tendo registad o uma taxa de varia\u00e7\u00e3o anual de \u20130,9%; \uf0b7 as remunera\u00e7 \u00f5es d o trabalho e as tran sfer\u00ea ncias i nternas foram a s co mp onentes q ue justificaram a redu \u00e7\u00e3o d o valor do RDP, ten do registado, respetiva mente, em term os no minai s, taxas de varia\u00e7\u00e3o an ual de \u20137,2% e de \u20133,0% ; \uf0b7 a redu\u00e7\u00e3 o das re mun era\u00e7\u00f5 es do trabal ho, e m term os n omi nais, resulto u, e m parte, do decr\u00e9 sci mo da popula\u00e7\u00e3o empregada, que registo u uma taxa de varia\u00e7\u00e3o a nual de \u20134,2%; \uf0b7 a redu\u00e7\u00e3 o das re mun era\u00e7\u00f5 es do trabal ho, e m term os n omi nais, resulto u tamb\u00e9m da dimi nui \u00e7\u00e3o das re munera\u00e7\u00f5es nominais por trabalhador, que registaram u ma taxa de varia\u00e7\u00e3o anual d e \u20132,7%; \uf0b7 a redu\u00e7\u00e3 o das trans fer\u00ean cias inter nas explica -se p ela sus pens\u00e3o do pagame nto d os su bs\u00eddi os de f\u00e9rias e de Natal aos pe nsio nistas. \uf0b7 \uf0b7 De acord o c om os dados divulgados, o Re ndimento Dis pon\u00edvel Prim\u00e1rio (RDP) apre sento u uma que da em ter mos nominais, tendo registad o uma taxa de varia\u00e7\u00e3o anual de -0 ,9%. Essa queda \u00e9 j ustifi cada, pri ncipal mente, pelas red u\u00e7 \u00f5es na s rem unera\u00e7\u00f5es do trabalho e nas trans fer\u00ean cias inter nas. As re mun era\u00e7\u00f5 es do trabalho registaram uma que da de -7,2% e m termos nominais, send o que parte des se resultado se ex pli ca pelo d ecr\u00e9s ci mo da p op ula\u00e7\u00e3o em pregada, q ue aprese ntou uma dimin ui\u00e7\u00e3 o de 4,2% . Al\u00e9m dis so, h ouve u ma red u\u00e7\u00e3o nas re mun era\u00e7\u00f5 es no minai s por trabalha dor, q ue registaram uma di minui\u00e7\u00e3o de 2,7%. J\u00e1 as trans fer\u00ean cias interna s tiveram u ma que da de 3,0% em termos n o minais, e isso \u00e9 explicado pela s usp ens\u00e3 o do pagamento do s su bs\u00eddio s de f\u00e9rias e de Natal ao s pensioni stas. Em re sumo, o s dad os indi cam que houve uma queda no RDP, in fluen ciada princi palmente pelas r edu\u00e7\u00f5es na s rem unera \u00e7\u00f5es do trabalho e nas tran sfer\u00ea ncias inter nas. 2006-2022 54\/83"]


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