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Anuário Casa e Mercado 2021

Published by Casa e Mercado, 2022-06-03 13:10:40

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PROJETOS As varandas fornecem circulação ao longo de quase todo o perímetro Paredes de cobogó (Solarium), em cada andar, integrando espaços especialmente projetado pelo Studio, interiores e externos. Os apartamentos, facilita a ventilação e horizontalidade do com espaços generosamente projeto. Grande parte da iluminação é proporcionados e integrados, possuem natural, algo idealizado pela AG7 com layouts flexíveis e podem ser adaptados foco no desenvolvimento sustentável. às necessidades dos futuros moradores. Marcenaria interna é da Bomtempo. 122

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PROJETOS Existência CÍCLICA Autosustentável e com biossistema integrado, residência foi criada para gerar menor impacto ambiental possível. A Casa das Birutas, com 212 m2 de área construída e 2 pavimentos, localizada em Pi- racaia, São Paulo, foi projetada para ser autos- suficiente em energia, usar e tratar suas águas e prover alimentos. Idealizada pelo escritório Gera Brasil, fez uso de sistemas bioconstrutivos e atende aos requisitos para a certificação LEED do GBC Casas, em processo de conquista. Jun- tamente com a equipe de obras, participaram da construção permacultores, bambuzeiros e artesãos, que treinaram diversos profissionais locais, ensinando-lhes processos e técnicas, multiplicando conhecimentos. A implantação dos sistemas sustentáveis e do paisagismo agroflorestal, através do con- sorcio de espécies, do manejo sintrópico e do saneamento ecológico, permite o recarrega- mento do lençol freático e a produção de certa quantidade de água (evapotranspiração), capa- zes de alterar o micro clima do terreno. Garan- tindo independência a seus moradores, a casa possui um sistema BSI (Biossistema Integrado) que transforma esgoto e restos de alimento em biogás, que é utilizado para cozinhar. A residên- cia ainda reaproveitou o maior número possível de materiais, tanto da obra como reutilizando itens de demolição. “A bioconstrução é uma nova forma das Para reduzir o consumo de energia para pessoas pensarem a construção respeitando iluminação e aquecimento/ resfriamento o fluxo dos sistemas naturais. Por meio dela do ambiente, o projeto prioriza a ventilação cruzada, a iluminação natural e a vedação dos cooperamos para a redução de impactos espaços para conforto térmico. A residência ambientais, otimizamos os recursos financeiros ainda usa energia solar para aquecer a água e contribuímos com a conservação ambiental e dos chuveiros. Placas fotovoltaicas Jovic. melhoria da qualidade de vida dos usuários. Foi assim que pensamos todo o projeto, onde toda a ação teria uma reação. A terra da fundação virou muro de contenção, a madeira da fundação, parede do depósito de obra. Toda água que utilizamos volta limpa para o solo, quer maior ganho que este?” Gera Brasil 124

Toda a estrutura foi montada Por Náiade Nunes Imagens Bruno Chimenti rapidamente e coberta com telhas metálicas “sanduiche” Sem pilares, foram projetadas duas vigas de concreto longitudinais com (camada dupla de chapas balanços simétricos, para distribuir as metálicas com miolo de cargas de maneira uniforme sobre as poliuretano expandido) paredes de taipa no pavimento térreo. protegendo desta forma A estrutura de madeira laminada colada em eucalipto do pavimento superior as paredes e a estrutura de repousa suavemente, através de uma madeira das intempéries. sequência modular de vigas transversais As telhas metálicas se de madeira, sobre as vigas de concreto. apresentam integralmente na A cobertura curva, leve e autoportante arquitetura como cobertura forma um Gridshell em Bambu, é a primeira deste tipo no Brasil. Sobre ela temos uma e forro interno dos espaços, a camada dupla de OSB da LP, formando um camada superior foi pintada colchão de ar, que é sobreposto por telhas na cor terracota e na face Shingle Brasilit com cumeeira ventilada. inferior interna aos ambientes 125 da casa foi pintada de branco.

PROJETOS As paredes são em tijolo aparente. Na fachada principal, eles formam um painel artístico, intercalado com vidro canelado. A porta de entrada é de demolição. Todos os demais caixilhos de madeira são em cedro e caixilharia em angelim. Os vidros são 6 mm com película para proteção térmica. O projeto foi premiado no 6º prêmio Saint Gobain Sustentabilidade 2019 e ganhou Menção Honrosa Sustentabilidade no 6º prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel, também em 2019. 126

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PROJETOS Sem pilares, foram projetadas duas vigas de concreto longitudinais com balanços simétricos, para distribuir as cargas de maneira uniforme sobre as paredes de taipa no pavimento térreo. A estrutura de madeira laminada colada em eucalipto do pavimento superior repousa suavemente, através de uma sequência modular de vigas transversais de madeira, sobre as vigas de concreto. O paisagismo da Casa das Birutas respeitou o relevo natural e foi desenvolvido utilizando a técnica da agrofloresta, que irá produzir uma variedade de alimentos por meio de um sistema inteligente inspirado na própria natureza. O projeto também usa plantas para tratar a água cinza e ainda criou diversos jardins de chuva, que são espaços côncavos onde a água é acumulada para recarregar novamente o lençol freático. 128

Casa das Birutas Sistema de águas Água Placa da chuva solar Água potável Esgoto Água Irrigação quente Água da chuva Água cinza Filtro Filtro folha Cisterna Cisterna Irrigação Poço de Poço de infiltração infiltração Biogás Irrigação Irrigação Biosistema integrado Círculo de bananeiras Água cinza Caixa de lodo Lençol freático A água potável que vem da nascente esta reservada apenas para fins nobres, gerando uma economia de 36% no seu consumo. A água da chuva é acumulada e utilizada nas descargas dos vasos sanitários e rega. A água negra e restos de alimentos são enviados ao BSI (Biossistema Integrado) que fabricará o biogás. O paisagismo se transformou em agrofloresta, raízes e drenos absorverão as águas cinzas purificando-as e devolvendo-as limpas ao lençol freático. Como a residência está localizada em uma área distante do sistema de água e esgoto, a água potável é retirada de uma nascente e é utilizada apenas para fins “nobres”, como chuveiros, filtros e pias. As descargas dos vasos sanitários e a irrigação do jardim é feita com água captada da chuva, o que gerou uma economia de 36% para os moradores. Metais Deca. 129

PROJETOS Viva a CONVIVÊNCIA Projeto da nova área de lazer do Grande Hotel Senac São Pedro une sustentabilidade e desenho universal. Pensado para conectar a sede do Grande Hotel Senac São Pedro à área de piscina, o proje- to da nova área de lazer do empreendimento foi liderado por Adriana Levisky, do Levisky Arqui- tetos. “Buscamos ampliar, integrar e qualificar as opções de recreação, convivência e lazer, com mobilidade e conforto, para atender as diversas faixas etárias dos hóspedes”, indica a arquiteta. Localizado em Águas de São Pedro, no interior de São Paulo, e com uma área construída de 1.500 m² e um parque com mais de 15 mil m², o projeto está em uma área de vale e se benefi- cia da topografia do terreno. As edificações são conectadas por praças, que se integram a decks e ambientes pensados para atividades lúdicas. Preservação ambiental e sustentabilidade foram preocupações de Adriana Levisky. “A vo- lumetria do novo conjunto construído foi con- cebida em sintonia com a topografia e está in- tegrada à paisagem do entorno, respeitando o histórico do terreno e da edificação. Ao revisitá- -la sob a ótica da sustentabilidade, destaca-se a escolha de materiais e soluções construtivas que permitem a racionalidade no canteiro de obras, o que evita desperdícios e minimiza a quantida- de de resíduos”, explica. O projeto ainda atende às diretrizes de desenho universal, buscando a acessibilidade e favorecendo a mobilidade. O projeto promove a interação entre dois blocos, “Premissas de sustentabilidade, antes segregados, do hotel, que tem construção preservação ambiental e original de 1930. Com vasto terreno, de 15 mil m², conta com áreas construídas que se conectam a acessibilidade estão presentes parques e espaços abertos. em nosso trabalho, envolvendo 130 desde a fase de obras até o momento de uso dos espaços.” Adriana Levisky

Por Marcela Millan Imagens Ana Mello O projeto de paisagismo foi assinado pelo escritório Fany Galender Arquitetura e Paisagismo e preservou as árvores existentes no terreno. Novas espécies foram plantadas, para trazer ainda mais vigor. As construções contam ainda com uma laje de cobertura com piso elevado, que também recebeu um jardim – algo que também auxilia no conforto térmico. 131

PROJETOS Detalhe arquitetônico e que também serve para a diversão dos pequenos, o A madeira e o concreto painel de madeira cumaru, certificada, são materiais de destaque ganhou um formato sinuoso. As áreas construídas ora são sombreadas no projeto, garantindo por pergolados, ora descobertas e uma construção eficiente arborizadas, permitindo integração com o paisagismo. Revestimento interno em no conforto térmico e porcelanato é da Portobello. acústico. A ideia foi trazer um fechamento periférico leve e sutil, aproximando as edificações da natureza que a circunda. 132

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PROJETOS O hotel ganhou um parque aquático projetado para atender a diferentes idades, com brinquedos que estimulam a diversão e oferecem total acessibilidade e conforto. As regiões alagadas contam com piso antiderrapante (EPDM), térmico e macio, para segurança dos pequenos. 134

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PROJETOS Nos ambientes internos, a profissional optou por módulos que permitem flexibilidade, tanto do layout, como da programação desejada. Os fechamentos externos (Dorma), em divisórias retráteis de vidro incolor, permitem que as salas sejam ampliadas e se integrem aos ambientes externos. A área de lazer teve como foco de atuação os espaços livres, com algumas áreas de apoio, usadas para entretenimento. Interligando a sede do hotel à área de piscinas, o projeto respeitou a topografia do terreno. 136

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PROJETOS Concreto VERDE Respeitando a topografia em aclive, casa é construída com materiais e sistemas sustentáveis. Localizada em Salto de Pirapora, uma cidade “O projeto se estrutura a partir satélite a 25 km de Sorocaba, a casa de 220 m² de três volumes de alvenaria projetada por João Paulo Meirelles de Faria, do Vereda Arquitetura, foi construída em um terreno parcialmente enterrados aclive, com vista para uma pequena reserva legal, e com níveis variados de que margeia um córrego. “O projeto se estrutura acordo com a topografia.” a partir de três volumes de alvenaria parcialmente enterrados e com níveis variados de acordo com a Vereda Arquitetura topografia”, explica o profissional. Respeitando a inclinação do terreno, que possui cerca Em busca de uma construção sustentável – de mil m², a casa foi construída com materiais simples, tanto em uso de materiais, como em sistema de que dispensam pintura. É dividida em três volumes – no infraestrutura – a casa possui cobertura de con- creto apoiada em quatro pilares. “Ela foi concreta- primeiro está a cozinha e lavanderia; no segundo, os da a partir de formas de painéis pré-moldados e quartos e, por último, o banheiro, closet e quarto principal. sua forma regular – um retângulo de 14 X 10,40 m – não coincide com os perímetros dos demais blocos, produzindo áreas cobertas abertas, varan- das e jardins internos”, explica. As lajes se tornaram telhados verdes que captam água de chuva e, ao fundo do terreno, placas solares e caixas d’água atendem a casa, aproveitando o desnível. 138

Por Marcela Millan Imagens André Scarpa Internamente, a casa tem área social integrada, com pé direito de 4 metros. Uma arquibancada de concreto é, além de escada, também uma boa prateleira. Além do concreto, o vidro (Blindex) aparece como um material importante, como divisória e porta, que permite entrada de luz natural. A madeira (Armazém Brasil - Móveis e Projetos) também aparece, ao fundo, na porta. 139

PROJETOS A arquitetura da casa foi constituída a partir de quatro pilares, que apoiam a cobertura de concreto. A cobertura da casa foi feita a partir de painéis com capa pré moldada (M3SP Engenharia) e, depois, preenchidos com concreto moldado in-loco. Como o terreno tem inclinação acentuada, isso levou a criação de diferentes alturas de pé-direito. As lajes tornaram-se jardins, que se mesclam com o verde do entorno e garantem conforto térmico. Aproveitando o aclive, placas solares e caixas d’água foram alocadas no fundo do terreno. 140

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PROJETOS Aberta para o exterior, a área social é fluida e sem barreiras. No mezanino, o quarto do casal pode ser fechado com cortinas, quando a privacidade for desejada. O mobiliário é solto e leve. O piso é de cimento queimado, feito no local. A laje se estende, em um dos lados da casa, sombreando uma pequena varanda, perfeita para aproveitar a vista. Toda a casa se conecta com o exterior e é constantemente banhada por luz natural. Sua arquitetura privilegia a ventilação cruzada, garantindo conforto térmico. A casa foi construída para se adaptar ao formato do terreno, bastante íngreme. Em busca de sustentabilidade, diversos estudos foram feitos, considerando uma laje com jardim e captação de água pluvial. 0 25 50 100 (cm) CONSTRUCTIVE SECTION SCALE 1:25 ROOF PLAN 02 5 10m SCALE 1:125 142

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PROJETOS Inovação ECO-EFICIENTE Centro de Pesquisa de grande fabricante de cosméticos ganha selo LEED Platinum. Laureado com o selo LEED Platinum, o pro- jeto do Centro de Pesquisa e Inovação de uma empresa global de cosméticos, idealizado pelo escritório Perkins+Will, é exemplo de susten- tabilidade bem empregada. Localizado na Ilha de Bom Jesus, no Rio de Janeiro, conta com cerca de 14 mil m² e, segundo os profissionais, “foi inspirado no legado poético da relação da arquitetura brasileira com a natureza”. Assim, a edificação se adapta à paisagem, com formato sinuoso dividido em dois pavimentos elevados. A inteligência construtiva começa na facha- da de vidro tecnológico com inclinação ne- gativa, que permite entrada de luz natural em abundância, sem perder o conforto térmico. Um sistema de aproveitamento de água de chuva e tratamento de efluentes gera uma economia de 40%, ao passo que placas fotovoltaicas dão conta da economia energética. “Os jardins de fil- tragem de água e o impacto zero na topografia existente fornecem uma abordagem integrada ao projeto sustentável focado nos principais subsistemas - local e habitat, água, energia e materiais - para atingir os padrões LEED Plati- num”, explicam. Segundo os profissionais, a edificação de última geração e alto desempenho deveria restaurar e regenerar o ambiente natural a seu redor. Assim, o projeto respeitou a topografia do terreno e trouxe, ainda, um jardim com espécies nativas. 144

Por Marcela Millan Imagens James Steinkamp Jardins filtrantes com espécies A edificação é construída, da flora regional contribuiram principalmente, com concreto e vidro. Um telhado verde, placas fotovoltaicas e significativamente para sistema de captação de água garantem reduzir o consumo de água. a economia de água e energia. Além de formar um elemento paisagístico, o sistema permite 145 que todo efluente gerado, seja da operação do laboratório, seja da captação de água de chuva, possa ser recondicionado, transformando-se em água de reuso para irrigação, sistema de incêndio e sanitários. Desenvolvido em parceria com a Phytorestore, o sistema opera de maneira fechada, sem qualquer ligação com rede de esgoto municipal.

PROJETOS Integrado à paisagem que o circunda, o edifício do Centro de Pesquisa e Inovação de uma grande empresa do ramo de cosméticos teve uma instalação neutra em emissão de carbono. Seus dois andares são elevados, permitindo que, abaixo, fosse projetado um estacionamento. 146

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PROJETOS Ao evitar a incidência direta dos raios solares, a fachada principal de vidro com inclinação Bem iluminado e projetado com bom negativa também colaborou para maximizar conforto térmico e acústico, o Centro de a entrada de luz natural sem gerar ganho térmico significativo. Pesquisa e Inovação foi pensado para estimular a integração entre interior e “O Centro de Pesquisa foi exterior, em uma conectividade visual. concebido para estimular inovação por meio do uso de tecnologias, novos métodos colaborativos e integração dos consumidores em todo processo.” Perkins+Will Estudos de sustentabilidade e eco-eficiência garantiram ao centro o selo LEED Platinum. Internamente, ele inclui espaços de avaliação de marcas cruzadas para cuidados com os cabelos, cuidados com a pele, higiene, proteção solar e maquiagem. Áreas comuns e restaurante ainda estão no programa. 148

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PROJETOS Imponente, representativo e DEMOCRÁTICO Observando a permeabilidade das edificações, projeto propõe arquitetura acessível e repleta de simbolismos. Alocado em Goiânia, Goiás, o conjunto ar- quitetônico que abrange o Complexo Traba- lhista do TRT e o Tribunal Regional do Trabalho, ambos da 18ª Região, configura dois edifícios autônomos, mas conectados e de fácil circula- ção entre si. Além da existência da praça, que se articula com o entorno como espaço polari- zador do complexo, uma passagem conecta os dois blocos de maneira direta e funcional. Pro- jeto vencedor do Concurso Público Nacional de Arquitetura, com 71.904m² de área construída e idealizado por Daniel Corsi, Dani Hirano e Reinaldo Nishimura, propõe valorizar a repre- sentatividade da instituição, de grande força presencial, sugerindo um sutil diálogo entre o usuário e a cidade e evidenciando sua impor- tância simbólica frente ao cidadão. A estrutura dos edifícios é definida por pila- res, vigas e lajes de concreto armado moldado ‘in loco’ e aço, integrando fachadas duplas ven- tiladas com estruturas metálicas e vidro serigra- fado, proporcionando proteção térmica e solar. O processo de construção de todo o complexo, realizado em 4 etapas, se define por tecnolo- gias e materiais de máxima industrialização, facilitando a execução e reduzindo aspectos econômicos significativos frente à escala do projeto, levando em consideração acessibilida- de universal e economia de recursos. O projeto contempla ainda a possibilidade de gênese de recursos de energia renovável, seja através da cobertura ou até mesmo das próprias fachadas e ganhou Menção Honrosa na Categoria Obras Concluídas, no Prêmio AsBEA 2012. Dois blocos em grande volumetria, integrados por uma praça ordenadora de todo o complexo, qualificando assim o espaço público e o seu entorno, possibilitando também a criação de um conjunto arquitetônico imponente e representativo, condizente com as atividades e os valores nele exercidos. 150


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