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Viver e Aprender - Edição nº189

Published by a2000.facebook, 2023-08-09 10:42:56

Description: Em Destaque na 1ª Página:
- Integração Profissional - Fernanda Mesquita - Centro Social Recreativo e Cultural de Carlão
- CAARPD ( Murça ) - Julho, Mês das Festas e do Calor
- CAARPD ( Poiares ) - Julho, o Mês do Calor e da Diversão

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Doadores ApVrievnedr ee r | Newsletter Mensal | Edição 189 | Ano 22 | JULHO 2023 www.a2000.pt Integração Profissional CAARPD (Poiares) Julho, o Mês do Calor e da Diversão! Fernanda Mesquita Ler mais… (Pág. 24) Centro Social Recreativo e Cultural de Carlão CAARPD (Murça) Ler mais… (Pág. 5) Julho, Mês das Festas e do Calor Ler mais… (Pág. 25) Apoios

R. Militão Bessa Ribeira, 5090-139 Murça | Tlf. 259511117 | Tlm. 919164750

EDITORIAL EDIÇÃO Nº 189 Ficha Técnica Propriedade: A2000 Uma Parceria desde 2015 que haja a noção da existência de to- Contribuinte: 505 045 125 do um trabalho, todo um investimen-  Coordenação e Edição: com avaliação positiva... to, toda uma dedicação, fruto tam- António Ribeiro bém da preocupação com as nossas  Produção, Paginação e D edicação, seriedade, confi- populações e as suas debilidades, que ança, competência, proximi- nos permite assumir uma posição de Revisão: dade…são tantos os adjeti- resposta e solução. A ação desta par- Kelly Guedes e Daniel Silva vos que caracterizam a ceria estende-se a várias populações, A2000 e com a qual a Câmara Munici- desde crianças e jovens, a adultos Índice pal mantem uma parceria direta des- portadores de deficiência motora, de 2015. mental e intelectual, numa perspetiva  CRIP 4 de acompanhamento, formação, ca-  Destaque: 5 As IPSSs, como a A2000, são um dos pacitação e oportunidades no merca-  Integração 6 pilares da sociedade em geral, e das do de trabalho. Profissional comunidades locais em particular. É no seio destas comunidades, com É pois com muita satisfação, com or-  INR mais destaque até nas comunidades gulho e com sentimento de cumpri- mais pequenas, que desenvolvem a mento de dever que continuaremos  CLDS 4G 8 sua atividade dando resposta a situa- de braços e mãos dadas com a A2000, ções de emergência social, colmatan- certos, enquanto autarcas e cidadãos,  Formação Inicial e 10 do as vulnerabilidades dos cidadãos e que sendo esta relação a resposta às Formação Contínua sendo, desta forma, uma esperança debilidades e necessidades da nossa para tantas famílias. Ajudam mais os população, somos uma das alavancas que menos têm. para o tão desejado desenvolvimento e coesão territorial; a roda que anda Ora é sobre esta noção da realidade, para diminuir as disparidades sociais, numa relação de cooperação e entre- promover oportunidades e alcançar ajuda, que a Câmara Municipal de Ta- uma sociedade cada vez mais justa, buaço se posiciona como parceiro di- um Douro socialmente mais equilibra- reto da A2000, assim como de outras do, mais equitativo e mais inclusivo. entidades, ciente da importância de cada uma delas na região e, em parti- Anabela Oliveira,  CRI 20 cular, no nosso concelho. A relação de  Espaços de Convívio anos criada entre nós, Município e Presidente da Câmara Municipal de 7 A2000, permite-nos uma intervenção Tabuaço  CAARPD 13 social mais objetiva e em estreita liga-  INR 17 ção com as populações. E é preciso 21  Doadores do mês 23 27 Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 3 de 28 EDITORIAL



Integração Profissional Fernanda Mesquita Centro Social Recreativo e Cultural de Carlão A Fernanda foi recentemente integrada profissionalmente no Centro Social Recreativo e Cultural de Carlão, A através de um Contrato-Emprego Inserção + (CEI+) tem adquirido competências como a pós ter sido sinalizada pelo que contactam com esta realização e autonomia, tomada de decisão e aceita- Centro de Recursos para a In- com a inclusão de Pessoais Portadoras ção de instruções, responsabilidade, clusão Profissional (CRIP) da de deficiência. autoestima, capacidade de adaptação A2000, a Fernanda foi avaliada ao contexto externo e de resolução de primeiramente no âmbito da medida Neste sentido refere como motivo prin- problemas, pois o CSRCC tem o cuidado IAOQE (Informação, avaliação e orienta- cipal a consciência inclusiva: “O CSRCC de fazer acompanhamento da trabalha- ção para a qualificação e emprego) do tem uma consciência inclusiva, sempre dora no local de trabalho conforme as Centro de Recursos. Após término do mostrou disponibilidade em contratar necessidades e exigências da função a acompanhamento de IAOQE, foi encami- pessoas com deficiência e sempre teve desempenhar pela Fernanda, estas prá- nhada para a medida de Apoio à Coloca- em conta as suas necessidades no lo- ticas são um elemento facilitador e ção, para encontrar uma ocupação pro- cal de trabalho. fissional, e foi no Centro Social, Recrea- integrador da pessoa com deficiência. “ tivo e Cultural de Carlão que encontrou a sua casa. Também o apoio da A2000 foi elogiado pela Diretora Técnica, consciente da Na sua atividade profissional, a cliente necessidade de criar mais oportunida- sente-se satisfeita e motivado para des a pessoas com deficiência ou inca- realizar as tarefas no centro social. pacidade, em prol da sua qualidade de Quando questionada sobre as suas fun- vida. A A2000 tem um papel simplifica- ções, a Fernanda refere que “ajuda a dor através do suporte social fazer a higiene aos idosos, faz a limpe- (disponibilização de recursos, apoio za das instalações, coloca as mesas emocional) e autonomização da PCDI. para as refeições e auxilia na refeição dos idosos.” É evidente o interesse e o Fernanda Mesquita Bárbara de Melo finaliza esta entrevis- empenho da Fernanda que menciona a ta, reforçando a mais-valia de contrata- tarefa de auxiliar os idosos na refeição O CSRCC reconhece e percebe a neces- ção de pessoas com deficiência: “O como algo que mais gosta de fazer sidade de sensibilização dos seus re- CSRCC deixa aqui um pouco da experi- “Gosto muito dos meus velhinhos e de cursos humanos, na medida em que o ência de trabalho com PDCI, desde que lhes poder ajudar para terem uma vida Centro se adaptou facilmente para re- a Fernanda integrou a equipa de traba- melhor”. Neste contexto, são visíveis ceber candidatos com deficiência para lho que a diversidade da força de traba- melhorias significativas na autonomia e trabalhar. Por esse mesmo motivo deci- lho contribuiu para um maior cresci- independência da cliente, as quais fo- dimos avançar com a medida, o CSRCC, mento e capacidade de inovação, crian- ram provocadas pela definição do seu sendo uma Instituição de cariz social do ambientes de trabalho mais agradá- percurso profissional. Reforça ainda que procura o empoderamento e igualdade veis e produtivos na IPSS. Apesar de esta integração lhe trouxe muitos fato- de oportunidades e de participação para termos uma consciência inclusiva, sa- res positivos, pois sente-se ocupada e todos.” bemos que o CSRCC ainda tem um lon- muito feliz. Apesar de alguns constran- go caminho a percorrer para combater gimentos na sua saúde, menciona que A adaptação da Fernanda às rotinas e preconceitos e estereótipos com as “Gosto muito do que estou a fazer, gos- exigências do trabalho diário foi um PCDI, no entanto, temos provas que to de todas as colegas e também da aspeto bastante positivo elencado pela com a inserção da Fernanda no trabalho diretora, assim como da equipa da Diretora Técnica no âmbito deste pro- do Centro Social estas barreiras são A2000 que me ajudaram a ter este em- cesso: “Na minha perspetiva e de acor- ultrapassadas e que a IPSS ganhou di- prego.” do com a informação prestada pela co- versidade e uma maior consciência so- Bárbara Alves de Melo, Diretora Técnica laboradora, esta adaptou-se muito bem cial.” do Centro Social, refere a contratação à dinâmica da instituição. A Fernanda da Fernanda de uma forma muito natu- Fátima Teixeira, ral, uma vez que já não é a primeira vez Técnica de Apoio Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 5 de 28 CRIP

INR EPA - Empowerment, Participação e Autorrepresentação E PA – Empowerment, Participa- ção e Autorrepresentação ta ao Parlamento, e consequente- (projeto cofinanciado pelo INR, mente assistir ao plenário da Assem- bleia da República e, a Câmara Muni- I.P.), continuou em julho a ca- cipal do Peso da Régua ofereceu pacitar os participantes do projeto e trabalho de um Vereador da Ação So- apoio a nível de transporte, tal como a interagir com a comunidade. Assim, cial; o que a Câmara realiza em bene- as Câmaras Municipais dos conce- após a divulgação do projeto, em ju- fício das pessoas com incapacidades lhos de Armamar e Tabuaço. nho, nas respetivas Assembleias Mu- e ainda foi possível criar um pequeno nicipais (Régua, Armamar e Tabuaço), debate sobre alguns pontos a melho- saímos para a rua e estivemos a dis- rar no Município. tribuir inquéritos pelos vários servi- ços públicos, no sentido de perceber- Posteriormente a este debate, expli- Em Armamar, aproveitámos para visi- mos as facilidades/fragilidades da- camos novamente o objetivo central queles serviços em relação à temáti- do nosso projeto e, a importância da ca da deficiência. criação de um Balcão de Inclusão no concelho, pois além de prestar um serviço mais especializado às pesso- tar o recém-inaugurado Centro Inter- as com diversidade funcional, consti- pretativo da Mulher Duriense, onde tui uma mais valia para a Câmara, já conhecemos algumas das figuras que o INR proporcionará gratuitamen- femininas que marcaram o nosso te formação especializada ao técnico tempo. O objetivo deste Centro é di- designado pela Câmara, e este pode- vulgar o papel da Mulher na região do rá assessorar o Município na área da Douro e como tal, lançaram o repto deficiência e na elaboração do Plano ao nosso grupo no sentido de averi- Municipal para a Igualdade. guarem se conheciam alguma mulher, Apurámos que os inquiridos têm inte- nas respetivas aldeias, que tivesse resse em conhecer/aprender algumas marcado ou contribuído para o bem matérias, designadamente sobre a da comunidade. Ficamos com esse Língua Gestual Portuguesa e a Edu- “trabalho de casa” para realizar. cação inclusiva. Percebendo isso, começámos a desenvolver material Este Centro apela aos direitos da informativo para as futuras ações de Mulher, que nesta região ainda são sensibilização, nomeadamente a exe- esquecidos, tal como os direitos da cução de vídeos contendo gestos pessoa com deficiência. Por isso, o básicos em LGP. Curiosos? Terão que EPA - Empowerment, Participação e aguardar mais um pouco para verem. Autorrepresentação, com pequenos passos, continuará no seu propósito de alertar para os Direitos Humanos e contribuir para sensibilização, inclu- O Sr. Vereador mostrou interesse e são e participação das pessoas com comprometeu-se a rever as condi- diversidade funcional. ções para alcançarmos este objetivo. Após esta troca de ideias foi nos per- Técnicas do projeto EPA Na Régua, reunimos com o sr. Verea- mitido visitar os “bastidores” do dor Eduardo Pinto no Salão Nobre da atendimento ao público, onde entre- Câmara Municipal, onde os nossos gamos os nossos panfletos e inquéri- participantes expuseram as suas tos. Outro objetivo estruturado com a questões, nomeadamente sobre o criação deste projeto passa pela visi- Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 6 de 28 INR

DOADOR DO MÊS Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 7 de 28 DOADOR DO MÊS

Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 8 de 28 CLDS 4G



Poiares - Peso da Régua Aprender a Salvar Vidas N o âmbito da UFCD 3564 - Pri- meiros Socorros, o Curso 12 - formação foi possível realizarmos si- nuel Maria de Magalhães e da sua pri- ação 1, a decorrer em Poia- mulações de situações de emergência meira sócia contribuinte, a famosa que podem ocorrer no dia-a-dia, trei- viticultora D. Antónia Adelaide Ferrei- res, foi visitar o Quartel dos nando as compressões e insuflações ra, mais conhecida por a Ferreirinha, “torná-la cada vez maior e mais efici- Bombeiros Voluntários de Peso da que, segundo o subcomandante, “bem ente”. Régua. feitas e no momento certo podem sal- Fica um agradecimento aos Bombei- Esta visita teve como objetivos co- var vidas”. O início imediato ros Voluntários de Peso da Régua, em nhecer alguns procedimentos sobre de manobras de Suporte Básico de particular ao Sr. Comandante Rui Lo- primeiros socorros, o Suporte Básico Vida pode, pelo menos, duplicar as pes e ao Subcomandante Antero Car- hipóteses de sobrevivência da vítima. valho pela disponibilidade e acolhi- Na maior parte dos casos, o SBV não mento. Curso 12– Ação 1 – Operador de Ser- irá recuperar a função cardíaca, mas, se bem realizado, prevenirá lesões de viços Pessoais e Comunitários Isabela Lima, Formadora órgãos vitais e aumentará a probabili- dade de sucesso dos elos seguintes. de Vida (SBV) bem como saber como Foi-nos explicado também o que é um atuar em caso de dificuldade respira- DAE (Desfibrilhador Automático Exter- tória. no), em que situações pode ser utili- zado, quem são as pessoas habilita- Fomos recebidos pelo subcoman- das para o usar e sua evolução ao lon- dante Antero Carvalho, bombeiro des- go dos tempos. ta corporação há 30 anos, que nos conduziu ao salão nobre e nos minis- A Corporação de Bombeiros de Peso trou uma pequena formação sobre da Régua comemora este ano 133 Suporte Básico de Vida. Durante esta anos. Esta Associação está cheia de histó- ria, mas ainda com um longo futuro à sua frente, cumprindo sempre o espí- rito do seu primeiro Comandante Ma- Este curso decorre ao abrigo do POISE – Tipologia 3.01 e é financiado pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português. Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 10 de 28 Formação Inicial

Como Fazer uma Cama para um Idoso? Vamos todos aprender! N o âmbito da UFCD 8853 - Prestação de cuidados humanos básicos – higiene e apresentação pesso- al, abordámos e debatemos a forma correta de co- mo fazer uma cama para o idoso e quais os aspe- tos importantes a ter em conta nesta prática. Para muitos de nós, foi um tema novo e de constante aprendizagem pois, grande parte de nós, nunca tinha passa- do por esta experiência. Contudo temos noção que, tanto no nosso futuro profissional como pessoal, esta poderá vir a ser uma das tarefas que realizaremos. Como a prática é uma mais-valia para aprender melhor e mais corretamente e, tendo esta oportunidade, no passado dia 3 de julho, tivemos a oportunidade de verificar como é que se fazia uma cama e todos os procedimentos, e por fim cada um de nós teve a vantagem de poder praticar essa mesma atividade. Com esta vivência, foi possível termos a noção do quão complexa e cuidadosa tem de ser realizada esta tarefa pois quando não se tem este cuidado, poderão existir repercus- sões negativas no corpo do idoso, como por exemplo, o ace- leramento do aparecimento de feridas, caso a cama fique com dobras. Antes de abordarmos este assunto na formação em sala, estes cuidados passavam-nos completamente ao lado, e não tínhamos noção da complexidade de uma tarefa apa- rentemente básica. Sentimos que à medida que o curso vai avançando e que vamos tendo a oportunidade de praticar estas atividades, o nosso enriquecimento e a nossa barcagem para a FPCT, cada vez está mais rica e mais sólida, pois a experiência e a prática, são meio caminho andado para que o nosso co- nhecimento e a nossa experiência profissional seja cada vez maior. Curso 7- Ação 1– Operador de Serviços Pessoais e Comuni- tários Marlene Azevedo, Formadora Estes cursos decorrem ao abrigo do POISE – Tipologia 3.01 e é financiado pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português. Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 11 de 28 Formação Inicial

Tabuaço A Palavra “Família” numa Perspetiva Diferente A palavra família designa afe- têm algo em comum porque partilham formação para ela ficar mais harmoni- tividade, carinho, amor, uni- o mesmo radical. É uma inclusão de osa e colorida. ão, respeito, apoio, educa- todas as palavras derivadas. Estas Curso 9 - Ação 1 - Operador de Servi- ção, autoridade…esta pala- podem ser derivadas por sufixação (cria-se uma derivada a partir de um ços Pessoais e Comunitários vra define-se como um conjunto de sufixo; chuv + iscar = chuviscar) ou Sofia Barros, Formadora pessoas que possuem um grau de por prefixação (cria-se uma palavra derivada a partir de um prefixo; des + parentesco e que normalmente vivem leal = desleal). num espaço comum. Mas a verdade é Assim, numa das sessões de Lingua- que existem vários tipos de famílias gem e Comunicação fizemos uma e podíamos escrever páginas e pági- atividade prática onde definimos vá- nas sobre o tema, mas a verdade é rias palavras da mesma família da palavra “flor”. Lembrámo-nos assim que nós queremos falar de outro tipo das palavras “florir”; “flora”; “floral”; de família… a “família de palavras”! já “florido”; “florescer”; “floreado”; “florada”. Pintámos uma flor com co- ouviram falar? Sabem o que é? res alegres e vivas que nos fazem lembrar o Verão, depois escrevemos Nós, formandos do Curso 9 – Ação 1 as distintas palavras da mesma famí- – Operador de Serviços Pessoais e lia de “flor” e por fim expusemos os Comunitários de Tabuaço, estivemos nossos trabalhos na nossa sala de na Componente de Linguagem e Co- municação a aprender o que é a famí- lia de palavras. É então um conjunto de palavras que se forma a partir de uma palavra “mãe”, de uma palavra primitiva. Este conjunto de palavras Este curso decorre ao abrigo do POISE – Tipologia 3.01 e é financiado pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português. Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 12 de 28 CLDS - 4G

DOADOR DO MÊS Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 13 de 28 DOADOR DO MÊS

Resende Segurança Infantil em Resende R ealizamos uma visita ao Par- que Infantil “O Cerejal”, locali- telefone da entidade responsável 4. Verificar o tipo de chão/solo - al- zado no Parque Urbano de pelo espaço, identificação da entida- guns materiais são perigosos, prefe- de fiscalizadora, número nacional de rir o chão/solo coberto de areia fina Resende, para identificar al- socorro, urgência hospitalar e locali- ou borracha para garantir alguma segurança em caso de queda. gumas estratégias de prevenção de zação do telefone mais próximo. No acidentes nas atividades desporti- interior do Parque Infantil, verifica- 5. Verificar o estado dos equipamen- tos - prestar atenção ao estado físi- vas e de lazer e nas visitas de estu- mos que tem um solo/chão adequa- co dos equipamentos, não usar equi- do, idas à praia e outras atividades do, mas o estado físico dos equipa- pamentos com sinais de degradação ou destruição. fora da escola realizadas com crian- mentos está bastante degradado e 6. Alertar para os movimentos – falar ças. Esta visita enquadra-se na as indicações de utilização e segu- com as crianças sobre os perigos UFCD 9636 – Segurança e Preven- rança dos mesmos já não são legí- das “acrobacias” e movimentos mais bruscos e violentos como forma de ção de Acidentes com Crianças e veis. usar o Parque em segurança, por Jovens. exemplo, ter cuidado com empurrões A maioria dos acidentes que se veri- demasiado fortes nos baloiços. 7. Alertar para pessoas estranhas - ficam nos parques infantis pode, de orientar as crianças para não aceitar facto, ser evitada com simples medi- doces ou qualquer tipo de alimento ou bebida de pessoas que não co- das de prevenção. Aqui deixamos nheça, assim como brinquedos. Não algumas dicas: permitir que as crianças estejam fora do campo de visão. Chegamos ao Parque Infantil e verifi- 1. Definir regras - antes de ir para o Curso 3- Ação 1 – Assistente Opera- camos que a localização do mesmo é parque, definir algumas regras de adequada, estando numa zona calma segurança de utilização do parque e cional com pouco ruído para não dificultar a da duração da visita. Falar com as Sandra Pinto, formadora comunicação e afastada de vias de crianças sobre cuidados a ter nos circulação. No entanto, o acesso parques infantis: não se pendurar em pedonal ao mesmo não é seguro, por- alturas elevadas, não subir os escor- que é feito junto ao parque de esta- regas pela parte da frente, não pas- cionamento de veículos e, apesar de sar à frente de um baloiço em uso... ter uma rampa, tem várias escadas íngremes. O Parque está protegido 2. Garantir que os divertimentos são por barreiras que impedem o acesso adequados à idade – ler a placa in- de crianças e jovens a zonas de ris- formativa e ter atenção à altura e co, tais como as escadas do Parque peso da criança e o equipamento de Urbano e o parque de estacionamen- diversão que ela quer usar. to. 3. Colocar as crianças confortáveis – usar roupa confortável e adequada Na entrada, o parque infantil tem à temperatura. Evitar pulseiras, fitas afixado de forma visível e legível, a de óculos, lenços ou chapéus muito informação de diferente natureza, tal grandes, pois podem ficar presos em como a identificação da entidade alguns dos equipamentos. responsável pelo espaço – por exem- plo, o nome, morada e número de Este curso decorre ao abrigo do POISE – Tipologia 3.01 e é financiado pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português. Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 14 de 28 FORMAÇÃO INICIAL

Visita do Chefe de sala do Restaurante The River N o âmbito da UFCD 3531 – Produção Alimentar - Mise-en difíceis, e terminaram com uma si- Curso 13- Ação 1 – Operador de Ser- -place, recebemos a visita do mulação de como servir o vinho. viços Pessoais e Comunitários chefe de sala Ruben Felgueiras Também falamos como o cliente se Goreti Alexandre, formadora deve comportar quando vai a um res- e do Empregado de mesa José Car- taurante. los Alexandre do restaurante The River do Peso da Régua para uma Foi um dia muito produtivo, aprende- exposição dialogada sobre o serviço mos imensas coisas e ficamos com de sala de um restaurante. a certeza que é um trabalho muito exigente e que requer muito gosto Começaram por falar da importância pela área. O chefe e o empregado de dos cuidados de higiene e apresenta- mesa foram muitos simpáticos e ção pessoal, essenciais nesta e em muito acessíveis e, com toda a cer- qualquer profissão. Passaram a ex- teza, são excelentes profissionais. plicar as regras de colocação de me- Agradecemos a sua simpatia e dis- sas e do serviço de mesa, do atendi- ponibilidade e esperamos um dia po- mento, nomeadamente de clientes der visitar o restaurante The River! Este cursos decorre ao abrigo do POISE – Tipologia 3.01 e é financiado pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português. Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 15 de 28 FORMAÇÃO INICIAL

Carrazeda de Ansiães Locutores por um Dia No âmbito da UFCD Comunica- ção na Atualidade, os forman- informação importante, relativizar e chegar na mesma ao público e fazer- dos do Curso 10 - Operador de ser imparcial. lhes companhia. Serviços Pessoais e Comuni- tários, a decorrer em Carrazeda de An- Segundo ele, fazer rádio é uma paixão. Foi uma manhã diferente e divertida, o siães, visitaram as instalações da Rá- Começou por ser um colaborador em grupo sentiu-se especial e jamais irá dio Ansiães. Esta visita teve como part-time, mas depressa percebeu que esquecer este momento. objetivo reconhecer a importância da a sua vocação era fazer rádio a tempo integral. A experiência de assistir a um progra- ma de rádio em direto proporcionou comunicação e identificar os meios de A Rádio Ansiães, foi fundada em 1987 uma nova visão da realidade no que diz comunicação digital, nomeadamente a e tem a sua frequência na 98.1 FM respeito a este meio de comunicação rádio. mas, é graças ao formato online, que que vai muito além de “ligar o botão”. consegue alcançar um público alvo Quando chegou, o grupo foi recebido espalhado por todo o mundo e muito Fica o agradecimento ao Sr. Filipe pela pelo Sr. Filipe Ricardo, locutor de rádio diversificado. disponibilidade, simpatia e esponta- há trinta anos, que nos convidou a as- neidade com que nos recebeu na Rádio sistir ao seu programa matinal “Discos A Rádio Ansiães faz companhia a cen- Ansiães e desejamos sucesso e conti- Pedidos”. Houve alguns momentos de tenas de pessoas diariamente, mas nuação de excelentes resultados de interação onde tivemos oportunidade atualmente sentem alguma dificuldade audiências. de cumprimentar os ouvintes e falar em ter patrocínios para manter o ser- um pouco da nossa associação. viço de excelência a que habituaram o Curso 10 - Ação 1 - Operador de Serviços Segundo este profissional de rádio “os público ao longo dos anos. Pessoais e Comunitários anos de experiência deram-lhe baga- Com as novas tecnologias é mais fácil gem para lidar com todo o tipo de situ- trabalhar à distância e a pandemia Isabela Lima, Formadora ações, ouvintes e imprevistos. Nem “obrigou” a reinventar este meio de sempre é fácil lidar com ouvintes mais comunicação de massas que permitiu complicados, mas o segredo é filtrar a que, através de casa, fosse possível Este curso decorre ao abrigo do POISE – Tipologia 3.01 e é financiado pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português. Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 16 de 28 FORMAÇÃO INICIAL

DOADOR DO MÊS Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 17 de 28 DOADOR DO MÊS

Chaves O Que é Ser Idoso? mos fazer um mural sobre “SER IDOSO enxergar através da escuridão, conse- É…”, onde cada um de nós deu a sua guindo ver o que os outros não veem , urante o mês de julho ministrá- opinião. Procurámos também saber tal como os idosos que com a sua his- mos as seguintes UFCDs: 8851 mais sobre as doenças mais comuns tória de vida conseguem possuir todas nos idosos. estas caraterísticas e também conse- D– Tipologia dos utentes e/ou cli- guem enxergar e perceber muitas vezes entes na prestação de cuidados No nosso mural, quisemos colocar tam- o que mais ninguém consegue ver. Por pessoais e à comunidade, 8852 – Práti- bém dois animais, que achamos que isso, o colo dos avós é tão importante e ca profissional na prestação de cuida- representam os idosos, a tartaruga, os seus conselhos sábios que mais nin- dos pessoais em contexto domiciliário, pois consideramos que esta representa guém sabe dar. hospitalar e institucional e 7214 – a longevidade, a resistência, a sabedoria Abordagem biológica, psicológica, social e a paciência e a coruja pois esta signi- Como o mês de julho é dedicado aos e cognitiva do envelhecimento. Em to- fica mistério, inteligência, sabedoria e mais velhos, desejamos a todos os avós das elas o público abordado é os idosos. conhecimento, tem a capacidade de um dia muito feliz. Depois de várias pesquisas, algumas Aproveitamos também para desejar leituras, visualização de filmes, debates umas boas férias. e apresentações sobre o tema, decidi- Curso 6 – Ação 1 – Operador de Servi- ços Pessoais e Comunitários, Raquel Santos, Formadora Armamar Mulheres do Douro, Empreendedoras No dia 21 de julho de 2023, os formandos do Curso 4 – Ação 1 nómico, social e cultural da região, co- Agora estamos prontos para umas me- - Assistente Operacional de Ar- mo foi o caso da Dona Antónia Adelaide recidas férias. Voltamos em setembro mamar, no âmbito da UFCD Ferreira, mais conhecida como “A Fer- com mais novidades. 6374PCDI– Formação para a Integra- reirinha”, que se tornou uma referência Curso 4 - Ação 1 – Assistente Familiar e ção: Empreendedorismo, fizeram uma para as mulheres do Douro pela sua visita de estudo ao Centro Interpretati- tenacidade, bondade e empreendedo- de Apoio à Comunidade vo da Mulher Duriense. Nesta visita, rismo. Raquel Santos, formadora percebemos a importância, a criativi- Gostámos da visita, de conhecer o dade, a força e persistência, a iniciati- Centro Interpretativo e também um va e o otimismo das mulheres durien- pouco mais sobre a nossa história. ses. Estas mulheres trabalhavam ao lado dos homens, mas ganhavam sem- pre menos do que eles e, para além dos trabalhos do campo, desempenhavam ofícios próprios como a tecelagem, a cestaria, a doçaria ou a padaria, de- monstrando sempre o seu empreende- dorismo em ocupações tradicionais. Estas mulheres, através das suas vi- vências pessoais e profissionais con- tribuíram para o desenvolvimento eco- Este curso decorre ao abrigo do POISE – Tipologia 3.01 e é financiado pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português. Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 18 de 28 FORMAÇÃO INICIAL

Baião Baião, Limpeza em Ação! Na UFCD 3520 PCDI – Higieniza- ção de cada um, com supervisão da micos. No final, precedemos à conser- ção de Espaços e Equipamentos formadora Sandra. vação e armazenamento dos produtos realizamos uma visita ao hiper- de limpeza, de acordo com as indica- mercado para identificar os vá- Chegou o momento da nossa equipa de ções dos rótulos. rios detergentes e desinfetantes utili- limpeza entrar em ação! Em equipas de zados na higienização de espaços e 3 elementos realizamos a identifica- Foram horas de trabalho bastante pro- equipamentos. Verificamos que existe ção da sujidade presente na sala de dutivas porque fizemos novas aprendi- uma grande variedade de detergentes formação para assim escolhermos as zagens e ficamos com as nossas ins- e desinfetantes, que devemos utilizar formas de remoção mais adequadas e talações a brilhar! de acordo com a sujidade e espaços/ eficazes. Começámos a limpeza das superfícies a limpar e desinfetar. Além instalações da A2000, utilizando os É sempre bom aprender!! agentes básicos de limpeza - deter- disso, também analisamos a diferença gentes sintéticos e desinfetantes quí- Curso 5 - Ação 1 – Operador de Servi- entre “marca” e de marca branca e ços Pessoais e Comunitários constatamos que existe uma diferença de preço significativa entre ambos, Sandra Pinto, Formadora sendo mais económicos os detergen- tes e desinfetantes de marca branca. Chegados à sala de formação, fizemos a separação dos detergentes dos de- sinfetantes presentes nas instalações da A2000 e a leitura e análise dos res- petivos rótulos para conhecer o modo de utilização e precauções de utiliza- EEsstteesccuursrsoodsedceocrorerraeomaaboriagboridgooPdOoISPEO–ISETip–oTloipgoialo3g.i0a13.e01é feinsaãnocifaindaonpciealdooFpuenldooFSuoncdiaol SEoucrioapl eEuureoppeeuloeEpstealdooEsPtoardtougPuoêrst.uguês. Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 19 de 28 FORMAÇÃO INICIAL

Viver e Aprender | Edição 188 | JUNHO 2023 Página 20 de 28 Espaços de Convívio

DOADOR DO MÊS Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 21 de 28 DOADOR DO MÊS

Espaços de Convívio “Cada idade tem a sua beleza. A beleza dos idosos está na sabedoria” Aline Saab tuário de Nossa Sra. Do Viso, em Fontes. Aí, rodeados de magníficas paisagens, com a serra do Marão como pano de J ulho, como não poderia deixar de ser, foi um mês fundo, partilhámos momentos de fé, e participámos na Mis- marcante nos Espaços de Convívio da A2000, afinal sa celebrada pelo sr. Padre António Luís Costa na belíssima só em setembro estaremos de volta e as saudades capela que dá nome ao santuário. já começam a apertar… Após a celebração eucarística, seguiu-se um saboroso Ora, a sabedoria dos nossos clientes está, entre outras manjar servido pelos membros da Comissão de Festas. E coisas, na capacidade de aproveitarem cada momento para como não há festa sem música, a tarde foi de bailarico, ani- aprenderem, partilharem, conviverem e, acima de tudo se mado pelo artista Paulo Fadista, e finalizou com um lanche- divertirem. Os Espaços de Convívio proporcionam isso e convívio. Nada faltou num ambiente que só poderemos defi- muito mais! nir como fantástico! Assim, este mês, trabalhámos a linguagem, a atenção e a Alguém um dia disse que “envelhecer é inevitável, ficar ve- memória com jogos como o “Bingo”, o jogo do “Stop”, o lho é opcional” e, nos Espaços de Convívio da A2000, os “Boccia” ou até mesmo simples jogos de cartas. Também o nossos clientes ensinam-nos isso a cada dia que passa e desenvolvimento de competências ao nível das novas tec- mostram-nos que a vida é para ser vivida intensamente até nologias esteve, como habitualmente, presente, com jogos ao último sopro. seniores nos “tablets” e trabalhos em “Word”. Até setembro! Aproveitámos o bom tempo e também saímos fora de por- tas, com piqueniques e jogos no exterior. Mas o ponto alto do nosso mês foi mesmo o encontro dos Paula Conceição, clientes de todos os Espaços de Convívio da A2000 no San- Técnica da A2000 Os Espaços de Convívio da A2000 envolvem 130 pessoas idosas e desenvolvem-se atualmente no Concelho de Peso da Régua, nas seguintes freguesias: União de Freguesias de Poiares e Canelas; União de Freguesias de Galafura e Covelinhas; e no Concelho de Santa Marta de Penaguião nas freguesias: União de Freguesias de Lobrigos (S. Miguel e S. João Batista) e Sanhoane; União de Freguesias de Louredo e Fornelos; Freguesia de Sever; Freguesia de Alvações do Corgo; e Freguesia de Fontes; e no Concelho de Lamego na União das Freguesias de Parada do Bispo e Valdigem. Os Espaços de Convívio têm como parceiros e financiadores: a União de Freguesias de Galafura e Covelinhas e a Associação Cultural, Social, Desportiva e Recreativa de Galafura; a União de Freguesias de Poiares e Canelas; o Município de Santa Marta de Penaguião; a União de Freguesias de Lobrigos (S. Miguel e S. João Batista) e Sanhoane; a União de Freguesias de Louredo e Fornelos; a Freguesia de Sever; a Freguesia de Alvações do Corgo; a Freguesia de Fontes e a União das Freguesias de Parada do Bispo e Valdigem. Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 22 de 28 Espaços de Convívio

DOADOR DO MÊS Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 23 de 28 DOADOR DO MÊS

CAARPD Julho, o Mês do Calor e da Diversão! ulho é sinónimo de calor, sol, água, alegria e muita diversão. expressão plástica e jogos tradicio- aprendem e alertam o público para a nais, sempre com água à mistura. importância da reciclagem, para os J Foi assim, que os clientes se Através destas atividades, os técni- cuidados a ter no processo de sepa- sentiram ao longo deste mês. cos pretenderam desenvolver diferen- ração e esclarecem os diferentes mitos associados a reciclagem. Pro- Com a chegada do sol e as tempera- tes competências sociais, cognitivas cure a rubrica na página do Facebook turas a aumentarem, o bom tempo e motoras, que são necessárias para da A2000 e coloque um gosto, os convidou os clientes a realizarem a realização das tarefas quotidianas clientes agradecem o seu gesto. atividades na rua e para se aproveitar que realizam no seu dia-a-dia. Os clientes e técnicos o sol com precaução, ao longo do A atividade de expressão musical, do CAARPD de Poiares mês, os técnicos abordaram os cui- esteve também presente ao longo dados a ter com o sol/calor, realçan- deste mês e os clientes tiveram a do a importância da utilização do oportunidade de contactar com dife- chapéu, dos óculos de sol, do prote- rentes instrumentos musicais e ex- tor solar, da ingestão de água, da plorar os seus diferentes sons. Com utilização de roupas largas e claras, esta atividade, pretendeu-se melho- bem como, da importância de evitar a rar a comunicação e a relação com o exposição nas horas de maior inten- grupo, desenvolver capacidades rít- sidade solar. Para se aproveitar o micas e de canto, a autoestima e a bom tempo, uma das atividades obri- confiança e desenvolver competên- gatórias, para alegria dos nossos cias como memória, atenção e criati- clientes, foi a ida à piscina, onde vidade. aproveitaram para se refrescarem, atirarem água uns aos outros e reali- A rubrica semanal, o “CAARPD Expli- zarem diferentes atividades dentro ca!” continuou este mês a ter um de água. Ao ar livre, também foram papel importante para os nossos cli- realizadas caminhadas, atividades de entes. Com esta rubrica, os clientes Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 24 de 28 CAARPD

CAARPD Julho, Mês das Festas e do Calor E ste foi mês de viver as fes- tas que caraterizam os sé Luís, a técnica Rafaela e o Manuel mam-se as férias… vamos viver ao transmontanos, de muitos trouxeram uns saborosos bolos para máximo os próximos dias para que nos deliciarmos e festejarmos mais depois possamos recarregar as bate- aniversários, bolos e de mui- um ano de vida! rias e voltar com a energia toda! ta piscina!! Participámos também no Campo de Os clientes e técnicos do CAARPD de Murça Iniciámos o mês com muita brinca- Férias do Município, com dois encon- deira e euforia, pois demos início às tros de Boccia, onde reinaram mo- atividades das piscinas exteriores. mentos de partilha, boa disposição e Rimos, saltámos, brincámos e entre muitos jogos. muitas atividades também houve tempo para apanhar sol! Para finalizar o mês de coração cheio, recebemos a visita da Dr.ª Ana Seguimos o mês com a participação Cardoso, diretora técnica da Farmá- na final nacional de Boccia DI em Via- cia Nossa Senhora de Fátima, que vai na do Castelo que decorreu no dia 7 e ser voluntária da área da saúde nas 8 de julho. Nesses dois dias existiu Jornadas Mundiais da Juventude e muito convívio, divertimento, mas que informou sobre os objetivos das acima de tudo “aprendizagem”. A jornadas. Levou com ela um pouco de nossa participação contou com duas cada um de nós, através de uma pul- vitórias e duas derrotas. seira que decoramos com muito gos- to! Desejamos que tudo corra bem e Os aniversários foram uma constan- esperamos pelas histórias que trará te, muita festa, boa disposição e ale- para contar. gria que encheram a nossa sala! Os nossos aniversariantes, Daniela, Jo- O próximo mês é pequenino, aproxi- Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 25 de 28 CAARPD

CRI Centro de Apoio à Aprendizagem (CAA) Agrupamento de Escolas Professor António da Natividade - Mesão Frio A o longo do ano letivo 2022-23, a Mariana Guedes, po, incutir hábitos de higiene e segurança, tornar os alunos frequentou o 9º ano Turma A, do Agrupamento de Es- autónomos e empreendedores, em processos sustentáveis colas Professor António da Natividade de Mesão Frio na produção culinária. e, tendo a vontade de fazer sentir aos seus colegas que a escola ensina valores e aprendizagens sociais, a Mari- Com este projeto, a Mariana também pretende que os alu- ana fez uma proposta para o Orçamento Participativo das nos adquiram conhecimentos e competências culinárias Escolas INCLUI – 2022-2023 com o projeto “Sabores Inclu- básicos e funcionais para a sua futura utilização, em con- sivos” que contempla a criação de uma cozinha comunitária, texto pessoal e familiar; pretende promover o convívio, o no Centro de Apoio à Aprendizagem - CAA. espírito de entreajuda, a partilha de tarefas e a criatividade; estimular a capacidade de atenção, concentração, coorde- O CAA é um espaço que promove ações de apoio, mais espe- nação, autorregulação e organização, favorecendo a sociali- cializado e específico, aos alunos, por forma a melhorar a zação. sua inclusão. Gere também recursos específicos e articula com o Centro de Recursos para a Inclusão (CRI) da A2000, Assim, neste ano letivo de 2022-23, os alunos do 3º ciclo e que, no caso da Mariana, lhe disponibiliza terapia da Fala, do ensino secundário do Agrupamento elegeram a proposta através da Terapeuta Ana Mota. “Sabores Inclusivos” como vencedora. Neste âmbito de trabalhar a autonomização dos alunos, sur- Todos deram os parabéns à aluna vencedora que, com a sua ge a vontade da Mariana em melhorar a escola com este proposta, fez a diferença! novo espaço, no qual se poderá promover o trabalho em gru- Cristina Mendes, Coordenadora da Educação Especial Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 26 de 28 CRI

DOADOR DO MÊS Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Página 27 de 28 DOADOR DO MÊS

DOADORES DO M Ê S Viver e Aprender | Edição 189 | JULHO 2023 Rua S. João Bosco, Nº478 5050-346 Poiares - Peso da Régua Tlf: 254 822 046 / [email protected]


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