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Agrupamento de Escolas D. Dinis

Published by magda.camarao, 2021-08-04 09:37:19

Description: Jornal Digital "O Trovador" - 5ª Edição

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O Trovador Edição julho de 2021

EDITORIAL Adeus, 2020-2021 Olá, 2021-2022 Mais um ano letivo terminou e que ano foi este! Longo, longo quase que não se lhe via o fim! Do regime presencial, com que iniciámos o 1º período letivo, voltámos ao regime à distância, logo no início do 2º período, pois a Covid-19 cresceu de tal forma que não nos deixou outra hipótese. Desta feita, estávamos todos preparados para ficarmos à distância, em nossas casas, a ensinar e a aprender através do Teams. A dedicação e o empenho de todos, alunos, famílias e dos professores, fizeram com que, quase todos cumprissem os horários das suas aulas, aec, clubes e projetos em que participaram. Houve até quem conseguiu, desafiando a pandemia, participar em concursos de fotografia, de escrita entre outros, ganhando-os com a qualidade dos trabalhos desenvolvidos, ou até mesmo celebrar as várias efemérides mais especiais, à distância. Num ano tão atípico, o Agrupamento de Escolas D. Dinis para além das atividades letivas planificadas, desenvolveu cerca de outras 150 atividades extracurriculares, o que atesta do empenho de todo o corpo docente na formação integral dos seus alunos. Já no 3º período, de novo em regime presencial, reencontrarmo-nos, voltámos aos recreios, às brincadeiras, a algumas visitas de estudo, a espetáculos e a passeios, plantámos, corremos e jogámos novamente, mas as máscaras nunca nos deixaram, como podemos ver nesta nova edição do nosso jornal O Trovador. Por fim, houve tempo e possibilidade para pequenas e controladas festas de despedida e de finalistas em cada um dos grupos/turmas, conforme a pandemia permitiu. As aprendizagens essenciais, apesar da pandemia, foi sempre o nosso foco. Sabemos que, felizmente, foram efetuadas muitas aprendizagens, mas o ensino à distância é mais desigual, e algumas dificuldades surgiram, pelo que o Agrupamento já definiu um Plano de Ação 21|23 para a recuperação das aprendizagens, sobretudo, nos anos de escolaridade de início de ciclo (1º, 2º e 3º CEB), mas também no 3º ano de escolaridade (que esteve à distância no 1º e 2º anos de escolaridade). As disciplinas de Português e de Matemática serão especialmente cuidadas, a fim de evitar a ausência de pré-requisitos dos alunos, tendo em conta que tratam conteúdos transversais a todas as disciplinas. Todos estaremos concentrados na recuperação das aprendizagens dos alunos, mas o seu equilíbrio emocional e psicológico também será uma prioridade, para a qual contaremos com o apoio das famílias. O novo ano letivo 2021-2022, trará o desafio da normalização e da estabilização da escola presencial (assim ansiamos, na esperança de que a pandemia não nos rasteire de novo!), pois se é certo e sabido que voltaremos de máscara, esperamos que no decorrer do 1º período a possamos finalmente deixar de parte. Por tudo isto, agora que 2020-2021 terminou, é tempo de férias, de descanso, de lazer, de família, e de seguida virá o “Olá, 2021-2022”. Boas férias! Jorge Filipe Camponês, Diretor AE D. Dinis, Leiria

Chico, o pastor do Lis O aluno Rafael Oliveira Vaz da Costa, do 9ºC, ficou em  1º lugar, pela sua participação no Concurso Escrita Criativa, dedicado a Francisco Rodrigues Lobo, integrando assim o programa das comemorações dos 400 anos da morte do escritor, na modalidade de um conto. Este concurso foi promovido pela Vereação da Educação da Câmara Municipal de Leiria e dinamizado pelo professor de Português, Rodrigo Pereira. “Dizem que já noutra idade falaram os animais, e eu creio que por sinais inda hoje falam verdade.” [1] Ao despontar do primeiro raio de Sol, ouviu-se um canto piedoso de um galo, já condenado a ser manjar de uma família burguesa cristã, na terça-feira gorda, para inaugurar as privações da quaresma. Chico acordara, e tal como todos os dias, vestira uma camisa quente de flanela aos quadrados e umas calças sujas e gastas pelo tempo. Na cozinha, despertou o seu rosto com água morna, aquecida pela mãe no fogo ardente do grande coração da casa. Numa habitual rotina, agarrou no cajado e na sua trouxa já preparada pela mãe. Num gesto simbólico, a mãe deu-lhe a bênção, e lá partiu até à planície onde costumava pastorear. De todas as lãzudas a sua predileta era Márcia, uma ovelha sentimentalista e destemida, que o compreendia muito bem. Márcia era especial, talvez porque esteve às portas da morte com apenas três meses, fruto do ataque faminto de um cão vadio. Chico esteve sempre com Márcia durante todo o tempo de recobro. Sobreviveu, mas ficou com grandes mazelas, que lhe dificultaram o andar. Pelo caminho, Chico encontrou a sua amiga garça, a Leanor, e foram os três a conversar sobre assuntos importantes, como o estado do tempo, num caminho ladeado por grandes ciprestes e nogueiras. Discutiram assuntos mais sérios e aguçados junto às flores amarelas de tojo. Chico apanhou três bagas de murta esquecidas pelos pássaros e meteu-as na boca, fazendo depois caretas de desagrado: - Porque teimas em comer isso? – retorquiu Leanor. - Olha, porque gosto do seu sabor ácido e… estou com fome… Entretanto, chega D. Júlio, um guarda-rios, vaidoso com as suas belíssimas plumas em tons de azul e verde. - Então ainda aqui estão? Esperei por vocês na nascente do rio Lis a manhã inteira. - diz D. Júlio, num tom azedo. [1] LOBO, Francisco Rodrigues, Éclogas, I

Chico, o pastor do Lis (Continuação) - Achas mesmo que iriamos subir a serra hoje? – pergunta com desdém Leanor. - Subir a serra? - questionaram com espanto os outros em uníssono. - A nascente é já ali à frente. - diz Chico. - Olha que estás enganado. Lá do alto avistam-se cousas de forma diferente. Eu digo que a nascente do Lis é na Serra dos Bons Ares. Ele e a sua companheira Lena, brotam os dois juntos no cimo da serra. Eu vi com os meus próprios olhos de garça. - afirma com veemência Leanor. Chegando à nascente, Chico senta-se e encosta-se a uma oliveira robusta, enquanto o rebanho pasta. Começa também ele a merendar, a olhar para as águas cristalinas do rio. Eram tão transparentes que dava para se ver os seixos coloridos no fundo. Pintalgado de verde do musgo, aquele vale era lindo! Já o sol ia alto quando poisa numa aveleira, o Doutor Lívio, um velho corvo culto e distinto com manias de fidalguia. Chico vira-se para Lívio: - Lívio, ouve só o que eu escrevi: “Fermoso rio Lis, que entre arvoredos Ides detendo as águas vagarosas, Até que üas sobre outras, de invejosas, Ficam cobrindo o vão destes penedos.” [2] - Muito bem! – elogia Lívio – Ainda um dia vais ter uma praça com o teu nome e até quem sabe uma estátua toda em bronze! - Vais ser o primeiro pastor a ter uma estátua. “C-H-I-C-O-L-O-B-O”! – diz Márcia soletrando o nome com entusiamo. No regresso a casa deparam-se com um grupo de barbos que estavam a fazer habilidades na água. - Muito bem! – diz Chico batendo palmas. -Também devias aprender a nadar Chico, pois pode ser que um dia ainda necessites! – aconselhou um dos barbos. O caminho de ciprestes e nogueiras ainda ficava mais bonito iluminado pela luz do crepúsculo, avermelhada e rosada do céu e as nuvens em tons de laranja. Estava a escurecer rapidamente e Chico acelerou o passo à medida que cada amigo se despedia. Já estava a nascer a lua quando Chico entrou em sua casa. Felizmente chegou a tempo para cear com a família e ouvir mais uma história do seu irmão Miguel. Em seguida foi para a cama, ainda a pensar nos seus amigos da jornada.

Foi apenas um beijo A aluna Matilde Silva, do 7ºB, foi distinguida com uma Menção Honrosa, pela sua participação no Concurso \"Uma Aventura Literária...2020\", na modalidade de Texto Original, num universo de mais de 11 mil trabalhos. Era uma manhã de setembro e Jake ia a caminho da escola com o seu irmão mais novo, Mike. Tal como sempre faziam, passavam por todas as casas do bairro e todos os dias viam que a última casa da rua estava vazia. Mas naquele dia algo lhes chamou a atenção. Essa casa tinha indícios de estar habitada. Finalmente habitada! Jake achou curioso, mas não ligou muito, pois ainda tinha de levar o irmão mais novo à escola e a seguir ir para a sua. Não queria atrasar-se para as aulas. Se a casa estava habitada havia a possibilidade de haver alguém novo na escola e ele estava curioso em saber se iria para a sua turma. Quando chegou à escola viu muitos colegas a fazer uma roda e no meio uma linda rapariga. Ganhou coragem e foi-lhe perguntar o nome e em que turma ia ficar. Para a felicidade de Jake ela ia para a sua turma. Jake foi ter com o seu grupo de amigos e juntos dirigiram-se para a sala, onde iam ter a primeira aula do dia, a de Geografia, com uma professora já com alguma idade, mas simpática. Assim que a professora viu Julie disse-lhe para pousar as coisas na mesa ao lado da de Jake e pediu que ela se apresentasse à turma. Por estarem sentados lado a lado na sala de aula, Jake e Julie acabaram por ficar amigos, ajudando-se um ao outro, sempre com um sorriso na cara. Iam já no final do primeiro período, quando a professora de Geografia decidiu atribuir como tarefa a realização de um trabalho a pares sobre um país à escolha, que os alunos teriam de fazer com os colegas do lado. Este trabalho tinha de incluir a geografia do país, a cultura, a gastronomia e a música. Todos estes temas foram divididos por vários grupos de trabalho. No final da aula Jake e Julie ficaram a conversar e a decidir em que casa iam fazer o primeiro trabalho. Ficou decidido que o trabalho seria feito em casa de Julie. Como no dia seguinte era fim de semana, Jake ficou lá o dia todo e quando acabaram o trabalho conversaram muito e foram dar um passeio pelo parque. O fim de semana passou depressa e à medida que iam fazendo os trabalhos acabaram por se apaixonar. Mas como não sabiam se o sentimento era recíproco, apenas contaram aos seus melhores amigos. Vários dias se passaram e os amigos, já fartos do segredo, decidiram arranjar um plano para os juntar. Combinaram realizar um baile de inverno. Prepararam um clima romântico para que os dois se pudessem declarar. Jake disse a Julie o quanto a amava, que queria ser muito feliz com ela e beijou-a. Foi com apenas esse beijo que o romance entre eles começou. Passados uns anos casaram e desse lindo amor nasci eu. - Olá, eu sou a Hannah e esta é a história de amor entre os meus pais. Professor: Rodrigo Pereira

Menções HonrosasEducação Visual Concurso de ilustração comemorativo dos 400 anos da morte de Rodrigues Lobo No âmbito das celebrações dos 400 anos da morte de Francisco Rodrigues Lobo, a Escola EB 2,3 D. Dinis promoveu um concurso de ilustração do poema \"Descalça vai para a fonte\" da autoria do célebre poeta leiriense. Um júri composto por 3 docentes deliberou atribuir o 1º prémio à aluna Ana Rita Rebelo, do 8ºB, por ser o trabalho que mais respeitava os critérios. Contudo, decidiu ainda atribuir duas Menções Honrosas, respetivamente aos trabalhos das alunas Matilde Rijo do 8ºC e Carolina Coelho do 8ºA. Todos os alunos concorrentes receberão um certificado de participação e o prémio será entregue em setembro, depois do início das aulas. 1º Lugar Professora: Cristina Pereira

Bernardo PereiraEducação Visual Concurso de Fotografia|LEIRIPHOTO Os alunos do 9º Ano aprenderam a fazer composição fotográfica e a usar o modo Manual das suas Câmaras. Depois veio o desafio: O Município de Leiria lançou um concurso de fotografia às escolas do 3ºCiclo e Secundário que pretendia promover o património cultural e uma consciencialização do sentir coletivo, usando a fotografia como forma de comunicação. No ano em que se iniciam as comemorações dos 400 anos da morte de Francisco Rodrigues Lobo, o tema proposto foi “Viagem da nascente à foz do Lis” como uma forma de olhar o rio Lis como o poeta o olhou e exaltou nos seus versos e integrando a temática da sustentabilidade. Aqui estão alguns trabalhos realizados. Neste concurso, o aluno, Luís Dias obteve o 1º Lugar e a aluna Catarina Amaro, obteve o 3º Lugar. Luís Dias – 1º Lugar Catarina Amaro – 3º Lugar Professora: Isabel Lourenço

Teatro José Lúcio da Silva acolheu a Assembleia dos Pequenos Deputados para apresentar ideias para o concelho de Leiria em 2030 No passado dia 02 de junho, pelas 9:30, realizou-se a Assembleia dos Pequenos Deputados, reunindo 51 alunos eleitos nas escolas do 1º ciclo do ensino básico do concelho e que terá como tema principal de discussão “Leiria 2030 – Toma lá o futuro! Uma mochila cheia de ideias.” O Período Antes da Ordem do Dia refletiu os desafios sentidos e vividos pela comunidade educativa ao longo deste ano e por esse motivo, neste momento do plenário, foram homenageadas e reconhecidas algumas personalidades e profissionais, nomeadamente os da área da saúde e a comunidade educativa pelo empenho no ensino à distância. Neste plenário os pequenos deputados apresentaram propostas de resolução de preocupações, como a qualidade de vida dos idosos, com o Rio Lis, mas também apresentam novas ideias para o futuro do Concelho de Leiria, nomeadamente na área da sustentabilidade ambiental, no desporto, mais espaços de lazer para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos leirienses. O Agrupamento de Escolas D. Dinis foi representado pela Escola Básica de Barosa. No Período Antes da Ordem do Dia, os deputados da Escola Básica de Barosa apresentaram uma solicitação que consiste em atualizar o equipamento informático da EB Barosa. A mesma foi aprovada por Unanimidade por toda a Assembleia. E a mesma foi remitida à Câmara Municipal de Leiria para ser satisfeita. Ainda neste Período os deputados da EB Barosa agradeceram: 1- Ao Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação de EB Barosa pelo equipamento multimédia na escola; 2- Aos representantes dos Pais pelo apoio dado no Ensino à Distância; 3- Aos representantes dos Profissionais de Saúde por terem sido uns super-heróis. O agradecimento foi tornado público e os agraciados foram aplaudidos por todos os presentes no plenário. No Período da Ordem do Dia esteve a exercer as funções de Primeiro Secretário o deputado André Queirós da Escola Básica de Barosa. E no tema da Ordem do Dia, a Escola Básica de Barosa apresentou as seguintes propostas:

Teatro José Lúcio da Silva acolheu a Assembleia dos Pequenos Deputados para apresentar ideias para o concelho de Leiria em 2030 (Continuação) Proposta nº1: ‘’Envelhecer com Qualidade’’. Melhorar a qualidade de vida dos idosos do Concelho. Que foi Aprovada por Maioria. Proposta nº2: ‘’Praia Fluvial – Brisa do Lis’’. Criar uma praia fluvial em Leiria. Que foi Aprovada por Maioria. E as mesmas foram remetidas à Câmara Municipal de Leiria para serem estudadas da sua possibilidade. Participaram 12 estabelecimentos de ensino: Escola Básica de Santa Catarina da Serra a representar o Agrupamento de Escolas de Caranguejeira e Santa Catarina da Serra, Escola Básica de Agodim a representar o Agrupamento de Escolas de Colmeias, a Agrupamento de Escolas de Monte Redondo em representação do Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel, a Escola Básica de Touria pelo Agrupamento de Escolas Dr. Correia Mateus, a Escola Básica de Barosa a representar o Agrupamento de Escolas D. Dinis, a Escola Básica de Coucinheira a representar o Agrupamento de Escolas de Marrazes, a Escola Básica de Barreira a representar o Agrupamento de Escolas Domingos Sequeira e a Escola Básica de Maceira a representar o Agrupamento de Escolas Henrique Sommer, bem como o Jardim-Escola João de Deus, Colégio Nossa Senhora de Fátima, Colégio Conciliar Maria Imaculada e a Casa da Árvore. A Assembleia dos Pequenos Deputados tem como principal finalidade responder ao consagrado na Declaração Universal dos Direitos da Criança, dando voz às suas opiniões, convicções e projetos, assumindo-se como o espaço onde a criança tem o direito à liberdade e o dever de ser participativo, tendo em conta as regras de relacionamento e participação, exercendo os seus direitos como cidadãos. A sessão deste ano foi transmitida em direto através da página de facebook do Município de Leiria e da Assembleia Municipal: https://www.facebook.com/municipioleiria/videos/505262704003147 E as Fotos: https://www.facebook.com/media/set/?vanity=municipioleiria&set=a.3795716110537970

A Educação do Surdo em tempos de pandemia Os alunos, Diogo Charters e Volodymyr Durkot, do 8ºF e no âmbito da disciplina Português L2 fizemos uma notícia sobre a atividade \"Dia Nacional da Educação do Surdo e da Juventude Surda\". No dia 22 de abril de 2021, às 14H30 minutos, os alunos da Educação Bilingue (EBI), as Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa (ILGP), as professoras de Educação Especial (EE) e a Terapeuta de Fala (TF) realizaram uma MEGA e animada videochamada. Uns estavam no Refeitório da Escola D. Dinis, outros em casa, outros na EB1 dos Capuchos e outros ainda no Jardim de Infância de Capuchos. Esta atividade foi planeada pelos professores e técnicos especializados do Agrupamento, do Subdepartamento de Educação Especial 2 – EBI. Foi feito um convite aos alunos surdos de todos níveis ensinos para realizarem uma videochamada pelo ZOOM. Cada grupo utilizou computadores portáteis e, à hora combinada, encontraram-se, comunicaram, partilharam as apresentações, fizeram perguntas uns aos outros, divertindo-se, apesar da pandemia que os separou. Com esta atividade todos comemoraram o Dia Nacional da Educação do Surdo e da Juventude Surda (23 de abril).

O CAA está de volta Depois de termos estado fechados em casa´, mas unidos online, regressámos com toda a vontade do mundo para construir coisas maravilhosas! O nosso grupinho continuou a fazer as delícias da cozinha: Amêndoas caramelizadas Bolachas de banana e aveia Mosaico de gelatina Pizza Jardim vertical de ervas aromáticas O Relvinhas (salsa, coentros, hortelã, alecrim, orégãos...) Mas o mais importante de tudo: planeámos, semeámos, plantámos e fizemos crescer o Cantinho das ervas aromáticas no bloco A e a nossa mais protegida, mais cuidada e mais amada horta, por nós batizada “Horta D. Dinis”! A sementeira: A flor, o fruto! Abóbora, alface, tomate, espinafres, rúcula, batata doce... Professores: Antónia Vindeirinho, Celeste Peralta, Maria Cecília Rodrigues, Nuno Campos Alunos: Tiago Mira (8ºF), Mónica Ribeiro (7ºE), Flávio Oliveira (7ºF), Luana Costa (6ºD), Maria Oliveira (5ºF)

Oficina de escrita – “O baile de máscaras”: A máquina do tempo Bem perto do rio Douro existia uma pequena cidade pouco conhecida, que nada mais era do que um pedaço de terra onde vizinhos conviviam como família e desconhecidos se tratavam como primos. Nessa mesma cidade vivia Bruno, um rapaz de 7 aninhos, pouco humilde, que, dando muito pouco valor aos pequenos gestos e às pequenas conquistas, era egoísta, arrogante e um tanto de mimado. Aí vivia também Lucas, um jovem de 19 anos, sempre de nariz empinado, que pouco se importava com o meio ambiente; era o género de adolescente rebelde que deixa beatas no chão e latas de coca-cola nos pinhais. Como se não bastasse, vivia também na localidade um homem chamado Pedro, de 44 anos, arrogante e antipático; ele rejeitava as modernices e sempre dissera que preferira tornar ao tempo em que a liberdade era pouca, mas em que todos andavam sempre em linha. Por fim, morava lá Alfredo, um senhor já idoso, de 67 anos, muito fechado e conhecido como “o coração de pedra” ou até “o sem sentimentos”, pois vivia num mundo em que achava que não servia de nada e não iria a lado nenhum; gostaria de ser reconhecido como figura importante, de ser recordado por ter passado por tempos difíceis e superado todo o medo e terror com a sua imensa coragem. Um dia, pessoas suficientes para encher três ou quatro autocarros foram convidadas para uma festa misteriosa. O convite dizia “Festa de inauguração da invenção que pode mudar o futuro”. Ninguém sabia do que se tratava, mas ficaram todos mortinhos para saber o que os aguardava. Quando chegou a data, Bruno, Lucas, Pedro e Alfredo dirigiram-se para a festa junto dos outros convidados. Ao entrar por um pequeno portão preto chegaram a um grande salão de festas, exoticamente decorado, com um grande objeto no meio da pista de dança, coberto por um pano preto do qual ninguém tirava os olhos. Mesmo em cima da hora marcada, subiu um senhor alto, formoso e que demonstrava ser um homem inteligente só pelas suas poucas palavras muito expressivas. O mesmo abrira oficialmente a festa e apresentara finalmente a tão esperada invenção. Quando o pano preto fora retirado de cima da invenção, todos ficaram boquiabertos. Nunca antes vista, era uma magnífica máquina do tempo. Para surpresa de todos, os primeiros a estrear a máquina do tempo já estavam escolhidos, assim como os seus destinos por três longos dias e parecia que encaixavam que nem uma luva. A proposta era vivenciarem realidades distintas e tornarem-se melhores pessoas, percebendo e reconhecendo o quão difícil era a vida dos nossos antepassados ou até o quão difícil irá ser a vida das pessoas no futuro, se continuarem a viver como vivem agora. Alfredo fora o primeiro a ser chamado e, sem revelarem o destino, perguntaram se aceitaria viajar no tempo e voltar daí a três dias. Todos ficaram chocados com um sim por parte de Alfredo. Por mais

Oficina de escrita – “O baile de máscaras”: A máquina do tempo (Continuação) que não estivesse certo da sua decisão, pensou que podia ser a sua oportunidade para fazer algo de importante e talvez ter o seu nome num livro de história. Entrou na máquina e mal fechou os olhos, já estava num sítio muito parecido com a sua cidade. Agora era um capitão de uma Nau que ia à descoberta do caminho por mar até à Índia. Fora chamado para partir e, mal entrou no barco, percebeu que se estivesse naquela época e fosse mesmo o capitão daquela Nau, teria de passar quase três anos em alto mar, isto se o barco não naufragasse por conta de uma grande tempestade. Nas primeiras horas foi incrível, sentiu que finalmente estava a fazer algo de importante para a humanidade, até que, logo no primeiro dia percebeu que não poderia tomar banho ou até lavar os pés, teria de ficar mais de 36 horas acordado e o seu jantar ia ser uma fatia de bolo da festa que trouxera no bolso. Não demorou muito até perceber que iria viver em condições miseráveis durante três dias e que para ter o seu nome escrito num manual de história teria de viver nessas mesmas condições durante 3 anos e chegar ao local que desejava. Os três dias passaram e Alfredo só pedia para voltar para a sua casa. À mesma hora que entrara há três dias atrás, fora magicamente teletransportado. O segundo a entrar na máquina do tempo foi Bruno juntamente com o seu pai, por ser menor de idade, e foi parar a um campo de concentração, algo que na altura não sabia o que era. Olhou ao redor e não conseguia perceber o porquê de estarem crianças e adultos tão mal tratados, com guardas munidos com armas e bastões, prontos para os punirem, a porem crianças a trabalharem sem água e mantimentos. Logo em seguida tentava perceber como iria sobreviver três dias naquele terror, mas apareceu um guarda, interrompendo o seu pensamento, obrigando-o a trabalhar levantando pesos e Bruno recusou. Após ser ameaçado com uma arma, percebeu que era melhor resignar-se à sua sorte e cumprir o trabalho que lhe fora designado. Foi separado do seu pai e obrigado a rapar o cabelo, vestir um pijama às riscas e usar um barrete. Passados os três dias de árduo trabalho, foi levado até um grande barracão, onde lhe foi dado um quarto de pão rijo e já com bolor. Encontrara o pai no mesmo sítio e esperara lá até à hora de voltar para casa. Sem saber ao certo quanto dias passaram, pedia para voltar para casa e, como um desejo a ser concedido, o pedido concretizou-se. O terceiro a entrar na máquina do tempo foi Pedro, que viajou diretamente para o tempo da Ditadura em Portugal. Chegando ao que ele achava que iria ser o paraíso, viu-se confrontado com a falta de liberdade de expressão, aquilo que mais lhe fazia falta naquele mundo tão antiquado, mas em que ele encaixara tão bem. Em três dias, depois de ter defendido a sua opinião política numa

Oficina de escrita – “O baile de máscaras”: A máquina do tempo (Continuação) conversa de café e ter criticado o governo, acabou por ficar preso e ser conduzido à prisão de Caxias. Lá ficou durante pouco tempo, porque, quando menos esperava, voltou à sua vida na sua pequena cidade. O último a entrar na máquina do tempo foi Lucas, que foi transportado para um futuro destruído, uma realidade obscura, onde havia lixo acumulado por todos os sítios e diversos buracos na camada de ozono. Nessa realidade, os poucos seres vivos que restavam viviam com o tempo contado, cada vez que vinha um raio ultravioleta, vinha com mais intensidade, originando mais buracos na camada de ozono, aqueles que não se podiam reparar. Nos três dias que ali esteve, andou à procura de alimentos e água, mas, ao invés, encontrava alimentos fora do prazo e já não havia água potável. Sem ter hipótese de contar os dias, Lucas limitava-se a esperar e a acreditar que iria sobreviver. Quando chegou a hora do regresso a casa, não acreditou que tinha conseguido aguentar. Regressaram todos à cidade com diferença de poucos minutos e depararam-se com um conjunto de pessoas que explicou o porquê de cada um ter vivido aquela experiência. No final de contas, Bruno não continuava pouco humilde, agora era grato por todas as pequenas coisas que tinha, como um prato de comida à mesa todos os dias, e começou a doar a sua mesada para todas as crianças com dificuldades. Lucas tinha-se juntado a um grupo de recolha de lixo nas praias e agora plantava árvores para ajudar o ambiente. Pedro já não defendia a censura, mas passou a valorizar a liberdade de dizer aquilo que pensa, respeitando a opinião dos outros e até já tinha aceitado o que considerou modernices, como a defesa os direitos humanos. Alfredo já não dava tanta importância ao desejo de ser reconhecido ou ter o seu nome num livro de história, mas vivia de forma mais humilde e tentava fazer tudo o que estivesse ao seu alcance para melhorar o mundo, mesmo sem ser reconhecido. A partir dessa festa tudo mudou, todos os habitantes daquela pequena cidade tiveram a oportunidade de experimentar a máquina do tempo para se tornarem melhores pessoas e aprenderem a colocar-se no lugar dos outros. Professora: Isilda Pereira Aluna: Leonor Pinhal de Almeida Lopes, Nº 18, 8ºA

Cerebrum e as máscaras: Um conto de Carnaval Há muito, muito tempo, existia um artesão chamado Cerebrum. Era um artesão muito talentoso, trabalhava com pedra, barro e cimento e, às vezes, quando não conseguia ter ideias para as suas estátuas, ou então porque não tinha paciência de ir comprar ferramentas novas, punha-se a pintar paisagens, campos verdejantes ou montanhas altíssimas. Mas onde ele brilhava era a trabalhar com madeira. Podia passar semanas, às vezes até meses, a esculpir um simples pato, brinquedo que fosse. Mas existia um problema, um GRANDE problema, Cerebrum não sabia sorrir nem chorar nem ralhar. Quando estava zangado, falava com o mesmo tom de quando chorava; quando se ria, a boca parecia não ter força para levantar os lábios. Andou anos à procura de ajuda para o seu problema. Neste momento, chorava, se conseguisse. Até que um dia surgiu-lhe uma ideia genial, fez os projetos numa folha já rabiscada e começou o trabalho. Duas semanas depois já tinha acabado o seu grande projeto, havia feito três máscaras: uma a sorrir, uma a chorar e outra zangada. Tinha conseguido, agora todos veriam as suas emoções, “Agora todos… verão como me sinto…” e lá adormeceu em cima da bancada. De manhã, mal podia acreditar no que via! As máscaras, a madeira, até as suas ferramentas novas tinham desaparecido. “Talvez um bandido?” pensou ele. “Não, já não há assaltos desde do verão de há sete anos”. Enquanto ele pensava sentiu qualquer coisa a puxar-lhe a roupa. Era a máscara da Alegria. E só aí é que se lembrou de olhar para o chão. Havia um monte de máscaras a caminhar por ali. E apercebeu-se logo do que tinha acontecido na noite passada: a Alegria deve ter feito a Euforia e o Riso; a Raiva juntou-se com a Tristeza para fazer a Ansiedade; a Tristeza fez a Depressão, e assim por diante. Distraiu-se por um segundo e o caos já se tinha instalado naquela casa: a Ansiedade fugia da Amizade, o Medo abraçava-se à Solidão debaixo do móvel; a Alegria tentava brincar com a Bipolaridade, mas esta não se decidia; a Raiva andava aos pontapés à Calma, que estava extremamente descontraída com a situação; já a Responsabilidade não se entendia com a Diversão, já para não falar dos Vícios que se escondiam nas gavetas. Cerebrum, quase a entrar em pânico, teve uma ideia. Pegou em vários sacos e meteu-os no meio da sala; depois disso, pediu ao Barulho para chamar todos, pois apenas ele se poderia fazer ouvir no meio daquela confusão. Por fim, começou a colocá-las nos sacos. No dia seguinte organizou uma festa, convidou todos os seus amigos, familiares e vizinhos e distribuiu uma máscara a cada um. Todos se divertiam a conversar e a trocar as suas máscaras. Depois decidiram tornar esse dia num evento anual, ao qual chamaram Carnaval. Professora: Isilda Pereira Aluno: Guilherme Santos, Nº 7, 8º F

O baile de máscaras: O reencontro Tinha terminado o confinamento. Finalmente iam começar as aulas presenciais. Depois de tantos meses sem poder haver qualquer contacto entre os jovens, a não ser on-line, os alunos daquela escola decidiram fazer um convívio para celebrar o regresso à vida normal, depois daquela horrível pandemia. O tema da festa seria “O Adeus à Máscara” e ninguém entraria sem ter uma máscara para não ser identificado. Além disso, cada um teria que levar colado no peito um dístico com o nome de um dos sentimentos que tinham feito parte da vida deles durante tanto tempo: saudade, amizade, alegria, medo, angústia, tristeza, entre outros. No final, todos tirariam as máscaras e poderiam reconhecer- se e abraçar-se. Finalmente chegou o dia tão esperado. Os mascarados foram chegando, identificados pelos sentimentos que traziam ao peito, e a música começou. Todos dançaram, animados e divertidos, sem conseguir identificar quem era o Desespero, a Coragem, a Justiça, o Orgulho… A Clara queria muito encontrar o Rodrigo, mas não estava a ser fácil, embora alguma coisa lhe dissesse que ia ser naquele dia que ia voltar a vê-lo. Ela tinha-se identificado com o nome Lealdade. Talvez ele entendesse a mensagem que ela lhe queria transmitir… De repente, a música mudou. Ficou mais lenta. A Clara viu a Esperança vir ao seu encontro… A Esperança pegou na sua mão e começou a dançar com ela. O Amor veio juntar-se a eles e dançaram os três durante muito tempo. Quando chegou a hora de se libertarem da máscara, todos vibraram de encantamento. A Lealdade, a Clara, e a Esperança, o Rodrigo, envolveram-se num forte abraço. Professora: Isilda Pereira Aluna: Catarina Amaro, Nº 9, 9ºA

A Verdade e a Mentira Há muitos anos, viviam numa pequena aldeia duas vizinhas: a Verdade e a Mentira. Ambas tinham a pele enrugada e manchada, e de tal modo fina que se podia ver a teia de veias e a forma dos ossos. Agora as suas mãos, que em tempos eram seguras, tremiam. A Verdade vestia roupas simples; por outro lado, a dona Mentira vestia-se com roupas extravagantes e, embora o tempo tenha feito o seu cabelo grisalho, não tinha tocado no seu orgulho. Numa bela noite de verão, a Verdade estava em pé, na sua varanda varrida pelo vento, a contemplar a grande cauda do cometa que espraiava no céu. A Mentira também estava na sua varanda, mas, ao contrário da Verdade, apenas estava interessada na admiração dos habitantes da aldeia pela vizinha. – Dona Verdade! Nunca vi um cometa com metade do brilho deste! – disse a Mentira. A Verdade desconfiara da Mentira, mas, de facto, era verdade. Já cinco sóis haviam passado, e as duas vizinhas encontraram-se perto de um pequeno lago onde nenúfares e pequenas rãs cantavam em harmonia com a natureza. – Dona Verdade! A água está ótima! Venha! – convidou a dona Mentira e de seguida mergulhou no lago. A Verdade, que desconfiara da Mentira, pôs um dedo na água e de facto estava ótima. Despiu as suas roupas e entrou. A Mentira, aproveitando-se da situação, saiu do lago e foi-se embora vestida com as roupas da Verdade. Esta, recusou-se a vestir as roupas da Mentira e saiu nua, sem nada a esconder. Quando ambas chegaram à aldeia, os habitantes, estupefactos com a Verdade nua, preferiram aceitar a Mentira vestida de Verdade, do que a Verdade transparente e sem nada a esconder. Professora: Isilda Pereira Aluno: Tiago Miguel Nicolau, Nº 23, 9ºB

Educação Visual Exploração da técnica de grafite numa temática surrealista (8ºF) Laura Volodymyr Adriana Clara Mafalda Leonor Guilherme Diana Joana Professora: Ana Lopes

Educação Visual Composição Visual – Arcos Trabalhos realizados pelos alunos das turmas 7ºB e 7ºC. Professora: Cristina Pereira

Educação Visual O Rosto / Deformação do Rosto Trabalhos realizados pelos alunos das turmas 7ºB e 7ºC. Professora: Cristina Pereira

O E@D na disciplina de Educação Visual Projeto de Design de Moda (Inspiração - Elemento natural ou animal) Trabalhos realizados pelos alunos das turmas 7ºB e 7ºC. Professora: Cristina Pereira

O E@D na disciplina de Educação Visual Composição Visual “Dinâmica”: Harmonias/contraste cromáticos Trabalhos realizados pelos alunos das turmas 8ºB, 8ºC, 8ºD e 8ºE. Professora: Cristina Pereira

O E@D na disciplina de Educação Visual Composição Visual “Dinâmica”: Harmonias/contraste cromáticos (Continuação) Professora: Cristina Pereira

Depois do E@D na disciplina de Educação Visual Realização de Cartazes sobre a temática da COVID-19 (Sensibilização para o cumprimento das regras de prevenção) Trabalhos realizados pelos alunos das turmas 8ºA, 8ºB, 8ºC, 8ºD e 8ºE. Professora: Cristina Pereira

Depois do E@D na disciplina de Educação Visual Continuação da realização de Cartazes sobre a temática COVID-19 (Sensibilização para o cumprimento das regras de prevenção) Professora: Cristina Pereira

Adriana Vaz Educação Visual Ana Barroso Fotografia Beatriz Lino Rafael CostaOs alunos do 9º Ano aprenderam a usar o Modo Manual de um equipamento fotográfico e aprenderam os princípios para a realização de composição equilibrada. Bernardo BajoucoNo final apresentaram os seus trabalhos que ficaram muito criativos. IsParboefel Lssoourrae:nço

Educação Visual Gabriela Major Helena Tskhakaya Fotografia Helena Tskhakaya (Continuação) Rita Capela Professora: Isabel Lourenço

Educação Visual Esculturas de sabão Arte - Museus - Escultura Os alunos fizeram visitas virtuais a Museus. Estudaram a obra de Henry Moore, Jocelyn Barbara Hepworth e de Abílio Febra. Inspirados nestes artistas, criaram uma obra e esculpiram uma barra de sabão. Os alunos, do 9ºAno, disseram que foi uma ótima sensação. Bárbara Gonçalves Ana Maria Barroso Catarina Santos Anabela Silva Rafael Santos Professora: Isabel Lourenço

Educação Visual Design de Moda - Cânones e Medidas Os alunos do 7º Ano, aprenderam a desenhar o corpo humano nas suas proporções e em movimento. Inspirados em elementos da natureza criaram coleções de moda e desenharam os figurinos baseados nos estudos que efetuaram. Exploraram uma ferramenta da Adobe para gerar paletas e descobrir os seus códigos hexadecimais. Vejam bem a nossa montra! Lara Armindo Filipe Fernandes Bárbara Lopes Bruna Duarte Irina Wang Anna Ediberidze Professora: Isabel Lourenço

Educação Visual - Visita de Estudo Plano Nacional das Artes - Projeto Cultural de Escola \"Significâncias\" - 400 anos de FRANCISCO RODRIGUES LOBO, na D. Dinis - \"Leiria em Estado Líquido\" OIndo ao encontro dos Projetos \"Significâncias e \"Leiria em Estado Líquido\" e numa parceria entre o Clube de Teatro e a disciplina de Educação Visual, os alunos do 7ºA visitaram as exposições \"Awake\" e \"Casa Comum\" que estão patentes no Banco das Artes - BAG, Leiria. Os alunos conheceram o trabalho dos artistas Orlando Franco, Hirondino Pedro Duarte e Sílvia Patrício. Inspirados nas suas obras realizaram vídeos, pequenas \"Curtas\", em plena Galeria das quais apresentamos algumas imagens. Poderam ainda realizar uma oficina com o artista Hirondino Pedro Duarte. Estas atividades estão disponíveis para quem queira usufruir delas, basta contactar a galeria para agendar. No final, os alunos fizeram uma intervenção nas suas próprias \"cartoneras\", memórias de um dia bem passado. Professoras Acompanhantes: Diana Ligeiro, Estela Santos e Isabel Lourenço

Educação Visual O Agrupamento de Escolas D. Dinis faz parte do elenco do Filme que a Câmara Municipal de Leiria produz, com o tema Francisco Rodrigues Lobo e cuja realização está a cargo do Te ATO. No Jardim da Almoínha Grande, filmámos, fizemos um piquenique e jogos divertidos. Como não somos \"spoilers\" não mostramos as imagens do Filme \"Lobo\", mas cá fica o registo de um dia em que os alunos do Clube de Teatro foram estrelas de Cinema. Aguardamos com muita expetativa a Grande Estreia do Filme, que irá acontecer no próximo ano letivo. As Estrelas de Cinema, do Clube de Teatro, foram os alunos do 5º B e 7ºA: Ana Silva, Carolina Silva, Daniel Casal, Ema Bernardo, Filipa Fernandes, Joana Antunes, João Frade, Kiara Oliveira, Luana Ligeiro, Luna Julião, Margarida Pires, Maria Costa, Maria Fernandes, Maria Graça, Maria Reis, Mariana Fernandes, Matilde Sequeira, Mutaro Djaló, Pedro Santos, Rafael Santos, Santiago Domingues, Tomás Santos, Vicente Monteiro, Wynara Silva. Professoras Acompanhantes: Estela Santos e Isabel Lourenço

Espanhol e Educação Visual Os alunos de Espanhol e de Educação Visual (8º F) elaboraram originais cartazes, no âmbito do concurso Pilar Moreno Díaz. Devido ao elevado número de participantes nesta atividade, seguidamente apresentam-se apenas alguns dos trabalhos realizados, a título de exemplo. Professoras: Cátia Andrade e Isabel Lourenço

Espanhol e Educação Visual (Continuação) Concurso promovido pela Consejería de Educación da Embaixada de Espanha em Portugal, Secretaria-Geral da Educação e da Ciência e representantes da família de D. Pilar Moreno Díaz de Peña. Tema: política, cultura, sociedade, gastronomia e língua de Espanha. As alunas Mafalda Francisco e Luísa Teodoro do 8º F, juntamente com a professora de Espanhol, participaram na Gala da Poesia. Para este momento, escolheram o poema Esperanza da autoria do artista cubano Alexis Valdés. Este emotivo texto fala da crise humana e existencial motivada pela pandemia e enche-nos o coração de esperança, tal como encheu o Papa Francisco de emoção. ESPERANZA “Cuando la tormenta pase Entenderemos lo frágil Y se amansen los caminos que significa estar vivos y seamos sobrevivientes Sudaremos empatía de un naufragio colectivo. por quien está y quien se ha ido. Con el corazón lloroso Extrañaremos al viejo y el destino bendecido que pedía un peso en el mercado, nos sentiremos dichosos que no supimos su nombre tan sólo por estar vivos. y siempre estuvo a tu lado. Y le daremos un abrazo Y quizás el viejo pobre al primer desconocido era tu Dios disfrazado. y alabaremos la suerte Nunca preguntaste el nombre de conservar un amigo. porque estabas apurado. Y entonces recordaremos Y todo será un milagro todo aquello que perdimos Y todo será un legado y de una vez aprenderemos Y se respetará la vida, todo lo que no aprendimos. la vida que hemos ganado. Ya no tendremos envidia Cuando la tormenta pase pues todos habrán sufrido. te pido Dios, apenado, Ya no tendremos desidia que nos devuelvas mejores, Seremos más compasivos. como nos habías soñado” Valdrá más lo que es de todos Que lo jamás conseguido Alexis Valdés Seremos más generosos Y mucho más comprometidos Professoras: Cátia Andrade e Isabel Lourenço

Educação Visual A composição plástica coletiva “Um jardim de emoções” do 5ºF esteve exposta na Biblioteca Escolar, com enfoque na gestão das emoções e na Arte depois do E@D. Trabalho realizado, com inspiração na obra do Artista Henri Matisse. Manuel Daniela Simão Yago Bruna Leonor Maio Afonso Inácio Bernardo Brenda Maria Oliveira Rafael Fonseca Professora: Ana Moura

Educação Visual As colagens do artista Henri Matisse inspiram alunos do 5º Ano da escola D. Dinis, Leiria. Na exposição “Pintura com Tesoura” é possível conhecer os trabalhos realizados, pelos alunos do 5ºF e do 5ºG, que lhes permitiu expressarem e partilharem as suas emoções livremente, utilizando apenas papel colorido! Esta exposição esteve exposta no Polivalente da escola. Professora: Ana Moura

Bruna Educação Tecnológica Construção de um suporte para os guardanapos Projeto, com rolinhos de papel de revista, realizado pelos alunos da Turma do 5ºF. Afonso Tavares Leonor Maio Professora: Ana Moura

Educação Visual Colagens de Matisse inspiram alunos do 5ºG O projeto “Pintura com tesoura” inclui um conjunto de trabalhos feitos a partir de recortes de papel colorido, e visa a decoração de Espaços Escolares em tempos de pandemia, bem como a promoção do envolvimento dos alunos na melhoria das instalações da escola. Durante todo o processo, procurou-se aplicar o contributo da arte no equilíbrio das emoções e no desenvolvimento do espírito de cidadania dos alunos. Este projeto está inserido no PE - “Bora lá, a Escola é Tua…”. https://drive.google.com/file/d/19J3p5-VgbBrm0XMJ_sfqadhiDSNtgHLy/view Vídeo final EXPOSIÇÃO ed.visual.5ºG.mp4 drive.google.com Professora: Ana Moura

Educação Tecnológica Construção de um suporte para os guardanapos Projeto, com rolinhos de papel de revista, realizado pelos alunos da Turma do 5ºG. Figura 3 Figura 1 Figura 2 Figura 5 Figura 4 Figura 6 Professora: Ana Moura

Projeto Bora lá... a escola é tua! Os alunos do 5ºA, no âmbito do do Projeto \"Bora lá…a escola é tua!\" plantaram duas nespereiras e dois arbustos (physalis), num dos espaços verdes, perto do Pavilhão, com a ajuda dos funcionários Célia Carreira e Antero Nunes. A atividade decorreu com muito entusiasmo, no dia da criança. Neste dia esteve presente, pela primeira vez na escola, o aluno Martim Sopas, onde conviveu com os colegas da turma e poder conhecer as instalações da D.Dinis. Os alunos foram acompanhados pela Diretora de Turma, professora Magda Camarão, pela professora de Ciências Naturais, Manuela Pissarra e pela professora de Matemática, Rosa Carmona. Professoras: Magda Camarão, Manuela Pissarra e Rosa Carmona

Projeto Bora lá... a escola é tua! Os alunos do 8ºB plantaram um pinheiro, perto do Padrão da escola D.Dinis, no âmbito do Projeto \"Bora lá, a escola é tua!\" A atividade decorreu com muito entusiasmo num dia de chuva, o primeiro dia de verão, 21 de junho. Foram acompanhados do Diretor de Turma, professor Luís Lobo e da professora de Matemática, Marta Caseiro, que registou a efeméride fotograficamente. Professores: Luís Lobo e Marta Caseiro

Clube de Robótica Os alunos, Afonso Tavares, Leonor Maio e Luís Oliveira, do 5º F, estavam inscritos neste Clube, onde aprenderam a construir “coisas” com as próprias mãos e adquiriram novos conhecimentos, que podemos usar no nosso dia a dia. Também foram estimuladas diversas competências/capacidades, tais como a organização, o rigor, a capacidade de arranjar soluções, trabalhar em equipa e ser persistente. O ponto de partida, apresentou algumas discrepâncias no que toca aos conhecimentos e à motivação dos participantes, no entanto, todos consideraram ser este um Clube interessante, motivador e importante, gostando do processo e do resultado final do trabalho. Professor responsável: Henrique Dias

Villa Portela – um baú de tesouros por descobrir No âmbito do Festival “A porta” o 6.ºA recebeu na sua sala de aula uma réplica em miniatura em 3D do icónico espaço leiriense, a “Villa Portela”. Esta réplica andou a circular por alguns dos espaços mais importantes da cidade do Lis e nós também tivemos o privilégio de a receber aqui! Esta caixa de ideias recebeu as sugestões dos alunos sobre o que aconteceu neste espaço e o que poderá vir a fazer-se lá no futuro. Estas contribuições foram feitas na forma de texto ou de ilustração, podendo cada aluno escolher a forma que preferia. Professora: Carina Figueiredo

Comemoração do dia Internacional do e da Matemática No passado dia 14 de março assinalou-se o Dia do PI e o Dia Internacional da Matemática. Neste âmbito, e dada a importância que os números e a Matemática têm nas diversas áreas das nossas vidas, os alunos do Agrupamento foram desafiados a elaborar trabalhos, que os professores, com muito gosto, expuseram no Polivalente da Escola Sede, congratulando-se com o resultado final, revelador do empenho e criatividade que os alunos manifestaram! A realização dos trabalhos decorreu não só no ensino presencial, mas também no E@D. A exposição esteve patente de 11 a 18 de junho, no Polivalente da Escola. Parabéns a todos! “Estudar Matemática é ficar apto para compreender e participar no mundo que nos rodeia…” SDuPdibrneodafeMmepsaiasztroaetrdmaeomsárteedisnoc:ato

Dia Mundial do Ambiente De 4 a 10 de junho comemorámos, na nossa escola, o Dia Mundial do Ambiente - 5 de junho, com o objetivo de chamar a atenção de toda a comunidade escolar para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que não são inesgotáveis. Os alunos fizeram pesquisas e empenharam-se na elaboração de trabalhos, que estiveram expostos no Polivalente da Escola Sede, querendo deixar a todos uma mensagem: “Apenas uma pessoa não consegue mudar o mundo, é fundamental que cada um faça a sua parte e que toda a sociedade cumpra as leis ambientais. Todos devemos assumir uma postura de responsabilidade ambiental, pois não existe Planeta B! Dinamizadores: Professores do Subdepartamento de Ciências Naturais

Projeto de Educação para a Saúde No âmbito do Projeto de Educação para a Saúde (PES), as turmas do 8ºA e 9ºC, foram dinamizadas várias atividades ao longo do mês de maio para a comemoração do mês do coração. Foram realizadas as seguintes atividades: 1- Exposição no Polivalente 2- Passagem de um PowerPoint/vídeos no Polivalente, nalguns intervalos da manhã, da hora do almoço e à tarde, durante vários dias. 3- Sensibilização da comunidade escolar para o problema das doenças cardiovasculares, com a colocação de cartazes nos blocos. 4- Dia 21 de maio estre as 10h30 e as 11h20, irá decorrer uma atividade alusiva ao tema, no espaço envolvente do Pavilhão gimnodesportivo em colaboração com a Educação Física. As responsáveis pelo projeto, concluíram que esta atividade teve muito interesse para a comunidade escolar, uma vez que serviu para sensibilizar para o problema das doenças cardiovasculares que atingem cada vez mais a nossa sociedade! MaPedroRafloeessnasaoROriabrsed:iernos

Comemoração do Dia do Livro 23 de abril de 2021 Aos livros que nos escolhem, vivos companheiros. À escola que nos ensina a pensar. A crescer. O livro tem vida própria, é livre e nunca morre. Persiste ad aeternum em nós, amantes dos livros. É um objeto raro e sublime, que nos escolhe, como outro qualquer considerado de elevada alma para todos aqueles que se sentem escolhidos por ele. Por ser um objeto magistral, o quão difícil se torna escrever sobre este companheiro de longa data e de todas as horas dedicadas à reflexão! Vemo-lo, serenamente, repousado em prateleiras de bibliotecas escolares ou públicas; em surdina, de olhos escancarados para recantos de ninhos familiares aprimorados; em telepatia connosco, no estendal soalheiro das montras de livrarias por onde circulamos; é um bisbilhoteiro atrevido em esplanadas de praça; brinca e dá pinotes nas mãos lascivas de crianças curiosas ou torna-se num eterno confidente de solidões disfarçadamente acompanhadas. E como nos envaidecemos por termos sido escolhidos por ele! Invejamos-lhe todo o restolhar da paz que possui e que vai para além da aparência dos dias ou da indumentária social que, por vezes, usamos. Quando o possuímos, livre, nas nossas mãos ansiosas ou no calor do nosso regaço, inicia-se a plena comunhão- a generosidade recíproca-, a ligação forte e telúrica entre nós: da terra à raiz, da raiz à arvore, da árvore ao papel, do papel ao leitor, do leitor a outro leitor e retorna-se ao livro, ao fiel companheiro. Nós, os leitores, palpamos-lhe os desejos nas suas formas ora impúberes ora adultas, quer rugosas quer aveludadas da capa; cedemos ao convite que nos faz de nele nos espelharmos, mediante o título com que se veste; sorvemos-lhe o incipit da dedicatória; entusiasmamo-nos com o prefácio ou o preâmbulo e quando é chegada a hora: saboreamo-lo esmiuçadamente, até ao tutano dos filamentos, transformado em memória, das páginas urdidas, linha a linha, em suplício, ou coladas a uma lombada forte, dura e resistente ao tempo. Encerramo-lo, ao fim de algum tempo, em que construímos a nossa amizade. E, por vezes, sobre a contracapa e para o nosso espanto, soltamos um sorriso e sentimos uma satisfação com o contorno de uma lágrima feliz por o termos conhecido. Na contracapa- lápide do livro- semeamos a certeza de que estará para sempre vivo na nossa memória e nos pensamentos daqueles a quem sobre ele falarmos. Professora: Paula Ferreira

“Nas asas dos livros” Biblioteca Escolar Desde a última vez que estivemos juntos n’O Trovador vivemos “Nas asas dos livros” mil e uma aventuras. Antes de iniciar viagem aprendemos sobre “Segurança na Internet”, com a Seguranet. E porque a nossa “criatividade é o Máximo!” dissemos não ao “#copypaste” com a ajuda do Clube de Fantoches, coordenado pela Encarregada de Educação Natália Gameiro. Participamos na fase municipal do Concurso Nacional de Leitura. Foi com grande alegria que vimos a aluna Clara Mares, do 3.º ano da EB de Capuchos, ser apurada para participar na fase Intermunicipal do Concurso Nacional de Leitura. Partimos rumo ao Sul para gélidas paragens, pela mão do cientista polar Hugo Guímaro, durante a Semana Polar. Tivemos, portanto, uma semana “gelada” desde o conforto do nosso lar. Nos intervalos da “expedição” tivemos tempo para falar de livros, do que significam para nós, fizemos videoleituras, participamos na Gala da Poesia, escrevemos cartas a Francisco Rodrigues Lobo. Tudo isto, na Semana da Leitura! Chegou abril, e com ele voltámos à escola. Recordamos as noções básicas de saúde e as regras para evitar os contágios, no Dia Mundial da Saúde. Aprendemos também, a preparar lanches saudáveis. Mas como nem só de pão vive o Homem… voltamos aos livros e aos autores, no Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. Dos “pensamentos inúteis” ao livro, o autor Nuno Valente conversou connosco sobre o ato de escrever e as diferentes etapas da elaboração de um livro. Falou do processo criativo, mostrou os cadernos, onde estrutura as histórias que conta, e também a maquete do livro. Apresentou os seus livros de ficção juvenil, da coleção “A Ordem do Poço do Inferno”, composta pelos livros “A Ordem do Poço do Inferno”, “O Tesouro do Califa” e “A Floresta de Metal”, que integram o Plano Nacional de Leitura, e que podes encontrar na Biblioteca. Ainda no Dia Mundial do Livro, vimos os alunos Rafael Costa e a Inês Sousa receber respetivamente, o primeiro prémio e uma menção honrosa, no Concurso Escrita Criativa dos 400 anos morte Francisco Rodrigues Lobo. Nas aulas de Cidadania, falamos dos Direitos de Autor e da problemática da desinformação relacionada com a COVID-19 e da importância da escolha criteriosa das fontes de informação. Estávamos na semana dos 7 dias com os Media, cuja temática deste ano se enquadrava no trabalho que estávamos a desenvolver no âmbito do Projeto Mais Vale Prevenir, do Tribunal de Contas. No Dia Nacional da Educação do Surdo e da Juventude Surda, assistimos a duas atividades bilingues desenvolvidas com os alunos Diogo e Vová: a apresentação do conto \"Saga\", de Sophia de Mello Breyner, através de uma atividade interativa na plataforma Kahoot e a apresentação digital da obra \"A inaudita Guerra na avenida Gago Coutinho\" de Mário Carvalho, com o 8ºF, turma de referência destes alunos.

“Nas asas dos livros” Biblioteca Escolar (Continuação) Chegou o Dia da Europa e ficámos a conhecer aspetos relevantes de cada país da União Europeia, com os trabalhos desenvolvidos nas aulas de Cidadania. Continuámos com as conversas, desta vez, com a Agente Sónia Costa porque “Fazer Bullying é para Fracos!” Gostamos de desafios… desafiaram-nos a escrever… e a desenvolver o pensamento computacional. Tivemos ainda a oportunidade de conversar com a atleta Auriol Dongmo, histórias de esforço, superação, de sucessos e dificuldades. E ainda, na Feira do Livro, tivemos a oportunidade de conhecer uma “beachcomber”, a escritora Ana Pêgo que nos sensibilizou para a problemática do plástico e reconhecer os melhores leitores. O ano letivo chegou ao fim. Esperamos poder contar contigo no próximo ano para novas aventuras. Não te esqueças de seguir as nossas aventuras “Nas asas dos livros” https://asasdoslivros.blogspot.com/ , o blogue da Biblioteca Escolar. Resta agradecer a colaboração e empenho de todos os professores, Encarregados de Educação e convidados envolvidos nas diferentes atividades, bem como, à Direção que sempre apoiou a realização das mesmas. E claro, a todos os alunos participantes!

“Nas asas dos livros” Biblioteca Escolar (Continuação)

EB1 Amarela A Horta da nossa Escola A turma do 2º Ano da escola Amarela desenvolveu um projeto ao longo do terceiro período sobre as «Plantas, sementes, germinação e as fases de crescimento». Os alunos começaram por recolher diferentes tipos de sementes e classificaram-nas de acordo com o seu tamanho, cor e textura. Seguidamente foram lançadas à terra: Como também era importante observar as plantas e as suas partes constituintes, a professora pediu a colaboração dos pais na recolha de diferentes plantas hortícolas. Por fim, todas as plantas recolhidas foram cultivadas na nossa horta. Agora apenas nos resta esperar para colher o que a natureza nos oferece! Professora: Sílvia Morais


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