Planejamento Estratégico Industrial Prova Cooperativa – Jigsaw Modelo de Análise José Rodrigues de Farias Filho [email protected] www.labceo.uff.br 2
Agenda • Objetivo do Modelo de Análise Estratégica; • Óbice Estratégico do Modelo de Análise Estratégica; • Análise do Ambiente do Modelo de Análise Estratégica; • Análise Estrutural da Indústria do Modelo de Análise Estratégica; • Cadeia de Valor do Modelo de Análise Estratégica; • Modelo de Negócio do Modelo de Análise Estratégica; • Estratégias de Ação do Modelo de Análise Estratégica; • Estratégia Proposta do Modelo de Análise Estratégica. 3
Planejamento Estratégico Industrial Prova Cooperativa – Jigsaw Modelo de Análise Objetivo do Modelo de Análise Estratégica 4
Objetivo do Modelo de Análise Estratégica O Modelo de Análise Estratégica é um processo sequencial de avaliação que possibilita o acesso ao conhecimento e a informações que permitam a tomada de decisões. O objetivo desse modelo é resolver os problemas ocasionados pelo Óbice Estratégico. 5
Modelo de Análise Estratégica 6
Modelo de Análise Estratégica 7
Folha de Cálculo para o registro dos Achados 8
Prova de Aprendizagem Contextos de Modelo de Cooperativa da Disciplina alguns Setores Análise Econômicos Estratégica Formação de Grupos Aprendizagem Grupos Grupos Método Jigsaw Cooperativa de de Base Peritos Estratégia de 9 Ação
Prova de Aprendizagem Cooperativa da Disciplina 10
Planejamento Estratégico Industrial Prova Cooperativa – Jigsaw Modelo de Análise Óbice Estratégico do Modelo de Análise Estratégica 11
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Relato Técnico & Noticioso O Relato Técnico & Noticioso é um conjunto de notícias divulgadas pela Imprensa que visa expor, não muito profundamente, o status econômico e competitivo do Setor/Empresa em análise. Não conclusivo! 13
Relato Técnico & Noticioso O Óbice Estratégico é um conjunto de Considerandos formulados a partir do contexto econômico e competitivo atual, ao qual, a Setor/Empresa em análise está exposta. Não conclusivo! 14
Relato Técnico & Noticioso O Problema relacionado com Óbice Estratégico está presente na Questão Orientadora. O Grupo desenvolverá toda a sua Análise Estratégica com vistas a responder a Questão Orientadora. Desta forma, assegurará o sucesso e a manutenção de uma Vantagem Competitiva para o Setor/Empresa em análise 15
Folha de Cálculo O Grupo após a sua pesquisa própria e da análise do Relato Técnico & Noticioso sobre o Setor/Empresa deverá formular o Óbice Estratégico que deverá ser resolvido pela Análise Estratégica realizada pelo Grupo. 16
Planejamento Estratégico Industrial Prova Cooperativa – Jigsaw Modelo de Análise Análise do Ambiente do Modelo de Análise Estratégica 17
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Forças que interagem no Ambiente Grupos de Base e de Peritos devem entender quais são as principais Forças Externas que podem, de algum modo, individualmente e/ou coletivamente, influenciar e impactar o ambiente de negócio. 19
Forças que interagem no Ambiente Onde obter informações? 20
Forças que interagem no Ambiente Grupos de Base e de Peritos devem listar para cada Força um conjunto de Fatores Direcionadores Externos. Essa atividade consiste em descrever, para cada Força, uma lista de fatores direcionadores que influenciam ou pressionam o Setor/Empresa e que estão identificados como impactos positivos ou negativos, agora e/ou no futuro. 21
Folha de Cálculo O Grupo após a caracterização das Forças, da definição Fatores Direcionadores Externos deve avaliar como e qual a intensidade que os ditos fatores afetam e impactam o Setor/Empresa. 22
Planejamento Estratégico Industrial Prova Cooperativa – Jigsaw Modelo de Análise Análise Estrutural da Indústria do Modelo de Análise Estratégica 23
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Análise Estrutural da Indústria Grupos de Base e de Peritos deverão usar a Planilha de apoio. que servirá como uma ferramenta auxiliar para interpretarem como essas forças moldarão a atratividade do Setor/Empresa em análise. Cada Perito liderará no seu Grupo de Base no uso dessa ferramenta para fins da dita caracterização das Forças Competitivas de Porter. 25
Modelo das Cinco Forças de Porter Ação do Entrantes Barreiras à Governo Potenciais entrada Poder de Poder de negociação negociação Fornecedores Competidores Compradores da Indústria Ameaças Produtos Barreiras à Saída Substitutos & Rivalidade 26
Forças que moldam a Estratégia Ação Novo Governamental Entrante Fornecedor Operador Rivalidade Canal de Consumidor Logístico Distribuição Final Produto Complementador Substituto 27
Elementos Estruturais da Indústria Rivalidade entre os Concorrentes • Crescimento da indústria; • Custos fixos (ou de armazenamento)/ valor adicionado; • Excesso de capacidade crônica; • Diferença de produtos; • Identidade de marca; • Custo de mudança; • Concentração e equilíbrio; • Complexidade informacional; • Diversidade de concorrentes; • Interesses empresariais; • Barreiras de saída: ➢ barreiras emocionais; ➢ restrições sociais e governamentais; ➢ inter-relacionamento com outros negócios. 28
Elementos Estruturais da Indústria Poder do Fornecedor • Diferenciação de Insumos; • Custos de mudança dos fornece-dores e das empresas na indústria; • Presença de insumos substitutos; • Concentração de fornecedores; • Importância do volume para o fornecedor; • Custo relativo a compra totais na indústria; • Impacto dos insumos sobre custo ou diferenciação; • Ameaça de integração para frente em relação à ameaça de integração para trás pelas empresas na indústria. 29
Elementos Estruturais da Indústria Poder do Comprador Alavancagem de Negociação Sensibilidade ao Preço • Concentração de compradores versus • Preços / compras totais; concentração de empresas; • Diferenças dos produtos; • Identidade de marca; • Volume do comprador; • Impacto sobre qualidade / • Custo de mudança do comprador em relação desempenho; aos custos de mudança da empresa; • Lucros do comprador; • Incentivos dos tomadores de decisão. • Informação do comprador; • Possibilidade de integração para trás; • Produtos substitutos; • Empurrar a negociação. 30
Elementos Estruturais da Indústria Barreiras de Entrada • Economia de Escala; • Diferenças de produtos patenteados; • identidade de marca; • Custo de mudança; • Exigências de capital; • Acesso à distribuição; • Vantagens de custo absoluto: ➢ Curva de aprendizagem; ➢ Acesso a insumos necessários; ➢ Projeto de produtos de baixo custo. • Política governamental; • Retaliação esperada. 31
Elementos Estruturais da Indústria Ameaças de Substituição • Desempenho do preço relativo dos substitutos; • Custos da mudança; • Propensão do comprador a substituir. 32
Elementos Estruturais da Indústria Complementadores • Influência na demanda; • Influência na oferta; • Melhora o valor dos produtos; • Importantes para uma inovação. Quadro As Moças de Arcozelo de Portinari 33
Elementos Estruturais da Indústria Ação Governamental • Proteção a Indústria ; • Regulamentação; • Consistência das Políticas; • Movimentação de Capital entre Países; • Taxas Alfandegárias; Taxas de Cambio; • Domínio Estrangeiro; • Assistência aos Concorrentes. Quadro de Tracila do Amaral 34
Forças que moldam a Estratégia Entidades do 3º Setor Ação Novo Governamental Entrante Fornecedor Operador Rivalidade Canal de Consumidor Logístico Distribuição Final Produto Complementador Substituto 35
Folha de Cálculo O Grupo após a avaliação das Forças que moldam a atratividade, seguindo as orientação da Planilha de Apoio, da Indústria de atuação do Setor/Empresa em análise, deverão definir as Oportunidades e Ameaças que atuam nesta dita Industria. 36
Planejamento Estratégico Industrial Prova Cooperativa – Jigsaw Modelo de Análise Cadeia de Valor do Modelo de Análise Estratégica 37
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Cadeia de Valor Grupos de Base e de Peritos deverão usar a Planilha de apoio que servirá como uma ferramenta auxiliar para interpretarem como essas Atividades primárias e de apoio do Setor/Empresa em análise propiciam o alcance do Valor. Cada Perito liderará no seu Grupo de Base no uso dessa ferramenta para fins da dita caracterização da Cadeia de Valor. 39
Cadeia de Valor Atividades Primárias Logística Logística Marketing e Vendas Serviço de Operações de Entrada Saída • Logística de Entrada ➢ Atividades que dizem respeito ao manuseio de materiais, armazenagem e controle de estoques utilizados para receber a disseminar os insumos de um produto. • Operações ➢ Atividades necessárias para converter os insumos fornecidos pela logística de entrada na forma do produto final. A usinagem, embalagem, montagem e manutenção de equipamentos. • Logística de Saída ➢ Atividades que dizem respeito à coleta, armazenamento e distribuição física do produto final para o cliente. Como exemplos dessas atividades, podemos citar: a armazenagem de produtos acabados, o manuseio de materiais e processamento de pedidos. 40
Cadeia de Valor Atividades Primárias Logística Logística Marketing e Vendas Serviço de Operações de Entrada Saída • Marketing & Vendas ➢ Atividades concluídas para fornecer os meios que permitem que os clientes adquiram os produtos e os induzam a adquiri-los. Para alcançar maior eficácia na comercialização e na venda de produtos, as empresas desenvolvem campanhas publicitárias e promocionais, escolhem os canais de distribuição, selecionam, desenvolvem e apoiam a sua força de vendas. • Serviços ➢ Atividades destinadas a realçar ou manter o valor de um produto. As empresas executam uma gama de atividades relacionadas com os serviços, inclusive instalação, reparo, treinamento e ajuste. Cada uma das atividades deve ser examinada em relação às capacidades da concorrência. Da mesma forma, a empresa classificará cada atividade como superior, equivalente ou inferior. 41
Cadeia de Valor Infraestrutura da Empresa Atividades de Apoio Gerência de Recursos Humanos Desenvolvimento de Tecnologia Aquisição • Aquisição ➢ Atividades realizadas visando à compra dos insumos necessários à fabricação dos produtos. Os insumos adquiridos compreendem os itens totalmente consumidos durante a fabricação dos produtos (por exemplo, matérias-primas e outros materiais, bem como ativos fixos - maquinarias, equipamentos de laboratório, equipamentos e materiais de escritórios e edificações). • Desenvolvimento Tecnológico ➢ Atividades realizadas com o objetivo de melhorar o produto e os processos utilizados na sua fabricação. O desenvolvimento tecnológico assume as mais variadas formas, como equipamento de processo, pesquisa básica, projeto de produto e procedimentos de serviços. 42
Cadeia de Valor Infraestrutura da Empresa Atividades de Apoio Gerência de Recursos Humanos Desenvolvimento de Tecnologia Aquisição • Gerência de Recursos Humanos ➢ Atividades que dizem respeito ao recrutamento, admissão, treinamento, desenvolvimento e remuneração de todo o pessoal. • Infraestrutura da Empresa ➢ Atividades necessárias ao apoio de toda a cadeia de valor, como direção geral da empresa, planejamento, finanças, contabilidade, apoio legal e relações governamentais. Através de sua infra-estrutura, a empresa tenta identificar de forma eficaz e consistente as oportunidades e ameaças externas, os recursos e capacidades e fornecer apoio às competências essenciais. Cada uma das atividades deve ser examinada à luz das capacidades dos concorrentes. 43
A Cadeia de Valores e a Vantagem Competitiva ELOS DENTRO DA CADEIA DE VALORES Causas: • A mesma função pode ser desempenhada de formas diferentes; • O custo ou desempenho de atividades diretas é melhorado através de maiores esforços em atividades indiretas; • Atividades executadas dentro de uma empresa reduzem a necessidade de demonstrar, explicar ou prestar assistência técnica a um produto no campo. Infraestrutura da Empresa Gerência de Recursos Humanos Desenvolvimento de Tecnologia Aquisição Logística Operações Logística Marketing Serviço de de e Vendas Entrada Saída 44
A Cadeia de Valores e a Vantagem Competitiva ELOS VERTICAIS, HORIZONTAIS E A CADEIA DE VALORES DO COMPRADOR Cadeia de Concorrente Cadeia de Cadeia de valor valor dos valor dos dos fornecedores Infra-estrutura da Empresa distribuidores compradores Gerência de Recursos Humanos Desenvolvimento de Tecnologia Aquisição Logística Logística Marketing de de e Vendas Entrada Saída Serviço Operações Empresa Infra-estrutura da Empresa Gerência de Recursos Humanos Desenvolvimento de Tecnologia Aquisição Logística Logística Marketing Serviço de de e Vendas Entrada Saída Operações Complementador Infra-estrutura da Empresa Gerência de Recursos Humanos Desenvolvimento de Tecnologia Aquisição Logística Logística Marketing de de e Vendas Entrada Saída Serviço Operações 45
Folha de Cálculo 46
Folha de Cálculo O Grupo após a avaliação das Atividades que geram Valor, seguindo as orientação da Planilha de Apoio, do Setor/Empresa em análise, deverão definir as Forças e Fraquezas que atuam no Setor/Empresa em análise. 47
Planejamento Estratégico Industrial Prova Cooperativa – Jigsaw Modelo de Análise Modelo de Negócio do Modelo de Análise Estratégica 48
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Modelo de Negócio • O que é o Modelo de Negócio ➢ O modelo de negócio descreve o racional de como a empresa cria, entrega e captura valor para satisfazer as necessidades de seus clientes. ➢ Os conceitos envolvidos devem ser simples, relevantes e intuitivos para o fácil entendimento. ➢ O modelo de negócio propõe uma forma simples de elaboração e eficaz principalmente para a comunicação e entendimento de todos. 50
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