Ler, pensar, escrever Escrita com sentido(s)
Título: Ler, pensar, escrever Autor: Alunos do 9º B e 9º E Coordenação e revisão de texto: Paulo Freitas Capa e design gráfico: Adelaide Jordão Edição: Biblioteca da ES Camilo Castelo Branco Vila Real Ano letivo: 2022-2023
4 Com palavras nos (Des)Entendemos Escrever com e a partir de Gil Vicente
3 Fotogramas do filme \"O primeiro encontro\", de Denis Villeneuve
4 As palavras têm um grande poder na nossa vida, e cada pessoa interpreta-as de maneira diferente, o que pode causar vários problemas. O facto de as pessoas entenderem mal o que outras dizem pode levar a graves consequências, nomeadamente a conflitos armados. Por isso é preciso que tudo o que dissermos seja dito de forma clara, pensada e responsável. As pessoas com fácil acesso ao espaço público, como os jornalistas e governantes, têm de falar de forma objetiva, pois, se não o fizerem, podem conduzir a interpretações erradas. A não ser que o seu objetivo seja precisamente esse: distorcer a realidade, criando fake news Existem várias teorias, com por exemplo a teoria Sapir-Whorf, que afirmam que a língua que falamos influencia a maneira como pensamos. Assim, se as pessoas falam línguas diferentes, pensam de formas diferentes. Esta teoria inspirou o filme de ficção científica “O primeiro encontro” (título original “Arrival”), no qual uma linguista conseguiu decifrar uma língua falada por extraterrestres, o que acabaria por mudar a sua forma de pensar. Para concluir, as palavras têm o poder de transmitir conhecimentos e ideias. Elas são a marca da humanidade e a base da civilização humana. É importante, pois, que sejam valorizadas e usadas de forma clara. Ana Ramalho, 9º E
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6 Com o passar dos anos verifica-se que a sociedade está cada vez pior. Aumentam os vícios, os enganos, os erros. O primeiro exemplo que tenho para apresentar é o engano do consumismo. O consumismo é um vício. As pessoas têm tendência a comprar em exagero, comprar coisas de que não precisam. Este vício chega a um nível tal que a pessoa já não tem noção do dinheiro que gasta com coisas desnecessárias. O segundo é o engano da amizade. A amizade é um relacionamento entre pessoas baseado no afeto, na lealdade e no sentimento de proteção. No entanto, atualmente, não nos devemos apegar demasiado a uma pessoa, pois na nossa sociedade, as pessoas têm o hábito de abandonar os amigos quando estão “fartas” ou já não precisam deles. Em terceiro e último lugar temos o engano da confiança. A confiança é o sentimento de quem confia, de quem acredita na sinceridade de alguém. Mas nunca devemos confiar e contar tudo a alguém que está de passagem na nossa vida, pois, a qualquer momento, essa pessoa pode-nos trair. Como diz o velho ditado: “O que ninguém sabe, ninguém estraga”. Por isso, nunca devemos contar os nossos sonhos e objetivos a ninguém, para que não nos possam impedir de os alcançar. Podemos concluir que a nossa sociedade está sempre a piorar. Os vícios e os erros aumentam. Temo até que vamos chegar a um ponto em que vai ser cada um para seu lado. Bruna Oliveira, 9º B
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8 Enganos Atualmente, a sociedade está cheia de enganos. Como seria inútil tentar enumerá-los a todos, selecionei três para aprofundar: o dinheiro, as relações entre as pessoas e a moda. Muitas vezes pensamos que o dinheiro é sinónimo de felicidade, no entanto considero que a afirmação não está correta pois, embora o dinheiro seja essencial para a nossa sobrevivência, também se pode tornar no nosso pior inimigo, se não o soubermos usar. Quanto às relações entre as pessoas, penso que, muitas das vezes, as pessoas se aproximam umas das outras por puro interesse e, nos dias de hoje, é muito comum ouvir a palavra traição nos relacionamentos não só amorosos, como também entre amigos e até mesmo entre membros da família. Felizmente, no mundo não há só pessoas más e nem todos os relacionamentos se resumem à traição. A moda também nos pode enganar, induzindo-nos a comprar certos produtos, na maior parte das vezes mais caros, só porque estão na moda. Para concluir, penso que, nos dias de hoje, tudo nos pode enganar, quer se trate de aspetos imporantes como as relações humanas, ou de aspetos triviais como o dinheiro e a moda. Rita Carvalho, 9º E
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10 Na sociedade atual existem diversos enganos que levam as pessoas a pensamentos irrealistas, como o engano do dinheiro, o engano das redes sociais, entre outros. O engano do dinheiro leva as pessoas a pensar que quem é rico tem tudo e é feliz, mas nem sempre é verdade. Ter muito dinheiro não é sinónimo de felicidade, nem de saúde, pois o dinheiro ajuda, mas não compra estas duas coisas. O engano das redes sociais ilude as pessoas, porque o que se vê na internet nem sempre é a realidade. As pessoas acreditam no que veem e desejam algo que muitas vezes é pura ilusão. Muitas vezes as redes sociais influenciam o estilo de vida e o modo de pensar das pessoas e nem sempre isso é bom. O engano da moda faz com que as pessoas comprem, porque os outros têm, e não porque precisam, o que leva as lojas de “fast-fashion” a produzir o mesmo tipo de produtos e a influenciar-nos, a partir dos anúncios e da internet, a comprarmos. Na minha opinião, estes três enganos são os que mais acontecem na sociedade e penso que é importante mudá-los e mudar o pensamento das pessoas. Cátia Minhava, 9º E
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12 Todos acabamos, de alguma forma, por viver num mundo de enganos. Muitos acham que o dinheiro pode comprar tudo, mas essa é uma falsa verdade. No entanto, as pessoas precisam de dinheiro para terem alguma qualidade de vida, embora existam outros aspetos que nos completam. Por si só, o dinheiro não completa ninguém, aliás, até é capaz de nos destruir. Cada vez mais se fala de consumismo. Por várias razões, somos levados a pensar que a felicidade está dependente de ter ou não ter determinadas peças de roupa ou acessórios, de usar uma marca mais cara, porque supostamente dá mais estatuto. Existe sempre a ânsia de comprar mais e mais, mesmo que não precisemos. Não é novidade que as relações entre as pessoas tendem a não durar. Existem mais conflitos, mais confusões, o que provoca o afastamento das pessoas e consequentemente alguns problemas psicológicos. Julgar é fácil, sobretudo nas redes sociais, mas, presencialmente, as pessoas têm dificuldade em relacionar-se. Todos temos algo a dizer sobre este assunto e cabe-nos a nós, cidadãos, tomar a iniciativa para mudar, mesmo que isso implique um processo longo e difícil. Maria Elisabete Mina, 9º B
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14 Vivemos numa sociedade que é sistematicamente confrontada com notícias sobre manifestação de riscos naturais, antrópicos ou mistos. A sociedade atual tem imensas coisas positivas como o avanço da tecnologia, mas também tem diversos aspetos negativos, nomeadamente a falta de civismo. Diariamente, quer seja nas escolas, centros comerciais ou nas lojas de roupa, deparamo-nos com graves faltas de educação e isso é principalmente comum nos jovens. Muitos têm “poder” sobre os pais e não respeitam nada nem ninguém. Outro aspeto digno de censura é as relações entre pessoas, mais especificamente, as relações conjugais. Na década de 60, a taxa de divórcio era de 1.1%. Segundo os dados de 2021, a taxa passou para 59,5%. Muitos matrimónios acabaram por causa da infidelidade por parte do marido ou da mulher. Mas também poderia falar das amizades, que muitas vezes começam por interesse, seja ele financeiro, social ou outro. Nunca devemos confiar cem por cento numa pessoa, porque a qualquer momento pode trair-nos. Ou melhor, devemos confiar, desconfiando. Por fim, gostaria de falar do consumismo. Muitas pessoas esbanjam dinheiro com coisas só por luxúria, e muitas vezes acabam por desperdiçar dinheiro em coisas desnecessárias Concluindo, a sociedade de hoje está muito diferente. Mais do que nunca, devemos prestar atenção às coisas que fazemos, dizemos e compramos. Mara Araújo, 9º B
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16 Na sociedade atual existem vários enganos evidentes, tanto nas relações entre as pessoas, como no estilo de vida. As pessoas não conseguem manter uma amizade por muito tempo, pois são \"falsas\", por assim dizer. Na minha opinião, temos que escolher muito bem as pessoas em quem devemos confiar. Não podemos contar tudo o que se passa na nossa vida, como os sonhos que tenhamos ou mesmo os desejos, pois, mais tarde, coisas que pensávamos que iriam ficar só entre nós e entre as pessoas em que supostamente confiamos vêm à tona. Então, segredos que não queríamos ver divulgados ou coisas banais, por vezes distoridas e que sempre são verdadeiras passam para o domínio público. O uso excessivo da internet é outro fenómeno produtor de enganos. Os jovens estão muito dependentes de um telemóvel ligado à net e muitas vezes preferem a realidade virtual à verdadeira realidade. Em vez de irmos a um parque com amigos, por exemplo, muitas vezes preferimos estar deitados no sofá e mandar uma simples mensagem e isso traz vários problemas tanto ao nível da saúde como mesmo das relações entre pessoas. Na verdade, cada vez mais existem estudos que comprovam que doenças como a ansiedade sedesenvolvem mais cedo do que era suposto. Outro aspeto criador enganos é moda. Cada vez mais pessoas seguem esteriótipos para se sentirem integradas, muitas das vezes são influenciadas a comprar uma certa roupa, só porque está em alta ou porque várias pessoas na escola usam. Muitas vezes as pessoas usam aquilo que talvez não gostassem de usar, mas fazem-no para agradar aos outros. Por tudo isto, sim, existem muitos enganos na sociedade atual, mas, ainda assim, nunca devemos de deixar de ser quem somos, só para agradar aos outros. Francisca Morais, 9º B
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18 Na obra “Auto da Barca do Inferno”, o Onzeneiro é uma personagem materialista e exploradora. Na sociedade atual, ainda existem pessoas com características semelhantes ao Onzeneiro, que se deixam corromper por enganos, como, por exemplo, o do consumismo e do dinheiro. A sociedade de hoje em dia valoriza o ter e não o ser, isto é, valoriza a pessoa pelo que ela tem e não pelo que ela é. Isto mostra que vivemos numa sociedade de aparências que apenas aprecia a riqueza e o consumismo. Por exemplo, os jogadores são apreciados, muitas vezes, pelo seu luxo ou pela riqueza que possuem e não pela sua personalidade ou maneira de ser. Esta exibição pela comunicação social influencia os espectadores a quererem comprar cada vez mais e a viverem uma vida luxuosa, muitas vezes, acima das suas possibilidades. Diz-se que quem tem muito dinheiro está bem de vida, mas não é bem assim. Pode-se ter uma qualidade de vida extraordinária, mas o dinheiro não compra a saúde, o amor, a família, a amizade. Os amigos muitas vezes são falsos. As relações interpessoais podem surgir apenas por interesse profissional ou económico. Um exemplo de amizade enganadora é quando, na escola, um colega se finge de amigo para copiar num teste. Concluindo, a crítica de Gil Vicente à sociedade da sua época conduz-nos à reflexão e à constatação de que os aspetos reprováveis aí presentes são visíveis na atualidade, por serem, infelizmente, intemporais. Margarida Carvalho, 9º B
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20 No diálogo com o Onzeneiro, o Anjo ordena-lhe “vai para quem te enganou”. Eu acho que Gil Vicente com isto quer falar sobre os enganos presentes na sociedade da sua época. Atualmente, existem ainda mais enganos. Vou falar sobre três: o engano do consumismo, o engano do dinheiro e o engano dos laços que existem entre as pessoas. O engano do consumismo quase que nos obriga a comprar coisas novas, mesmo quando as que temos ainda estão em boas condições. Dois casos desse engano são os telemóveis e a roupa. No primeiro caso, quando sai um modelo novo, apressamo-nos a comprá-lo, mesmo que o nosso telemóvel antigo ainda esteja em condições. No segundo caso, muitas vezes compramos roupa de que não precisamos, só porque saiu uma coleção nova ou porque está em saldos. Os outros dois enganos que vou falar relacionam-se um com o outro. Trata-se do dinheiro e das falsas amizades. Vamos por partes. Primeiro o engano do dinheiro. Muita gente pensa que o dinheiro compra tudo, mas não é verdade. O dinheiro não compra felicidade, embora às vezes possa ajudar. Na verdade, ainda nos pode tornar mais tristes. Outra coisa que o dinheiro não compra é a família e a saúde. Depois entra o último engano, o engano das falsas amizades, que pode estar relacionado com o engano do dinheiro, porque com o dinheiro chegam frequentemente as falsas amizades. Concluindo, existem muitos enganos na sociedade atual, profundamente materialista, e por isso acho que tem que evoluir nesse ponto. Guilherme Guedes, 9º E
21 Karol G. e Shakira - TQG (Vídeo oficial) Miley Cyrus - Flowers (Vídeo oficial)
22 Tal como acontece com o Onzeneiro, personagem do “Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente, considero que ainda existe muito oportunismo na forma de pensar e agir das pessoas. A meu ver, a sociedade tornou-se mais materialista, padronizada e muito preocupada com a imagem. Por exemplo, muitas pessoas compram artigos só por serem de marca ou por estarem na moda. No entanto, a maioria destes artigos tem preços exorbitantes, completamente desproporcionais à ao preço de produção e à qualidade do material. Acho, também, que ir as compras se tornou uma loucura total, pois as pessoas compram muitos artigos fúteis de que não necessitam por se encontrarem baratos. Como existe o outro lado da medalha, admito que essas compras ajudam a recuperar a economia depois da crise económica que enfrentou durante a pandemia… Outro engano que gostaria de mencionar é o da relação entre as pessoas. A meu ver, as pessoas deviam ser menos falsas nas redes sociais, onde publicam uma realidade que nem sempre é verdadeira. A traição no amor e nos casamentos falhados é, também, na minha perspetiva, um aspeto polémico. Muitos casos reais estão a ser explorados na música. Refiro, por exemplo, a nova música de Carol G. e Shakira, “TQG”, e a música de Miley Cyrus, “Flower”. Ambas as músicas retratam casamentos falhados. As cantoras aproveitaram as traições dos maridos para faturar e ganhar visualizações. Concluindo, acho importante as pessoas serem o mais corretas possível com vista a uma sociedade melhor e mais justa. Ricardo Fernandes, 9º B
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24 Textos Dispersos
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26 A ARTE COMO VEÍCULO DA CRÍTICA Gil Vicente, na sua obra “Auto da Barca do Inferno”, pretende criticar a sociedade através de várias personagens. Tal como Gil Vicente, existem outras pessoas a criticarem a sociedade recorrendo à expressão artística. A literatura é um bom meio para expressar essas críticas através, por exemplo, de poemas e textos de ficção. Os escritores têm uma maneira muito própria de expor as suas ideias para cativar a atenção do público leitor, de suscitar a discussão e, por vezes, contribuir para a mudança de mentalidades. O cinema atrai a atenção de muitas pessoas, por isso é um ótimo meio para fazer críticas à sociedade. Muitos filmes têm o objetivo de criticar ações que as pessoas cometem para seu próprio benefício, por exemplo. As letras das músicas podem ter, também, como principal objetivo criticar certas atitudes da sociedade. A música está bastante presente no nosso dia a dia, pois passa na rádio e na televisão, assim é um ótimo meio para passar a mensagem. Para concluir, acho que é importante usar a arte para criticar a sociedade, porque houve momentos no passado em que os artistas não tinham essa liberdade para o fazer. Ana Ramalho, 9º E
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28 VIAJAR É INTERPRETAR Duas pessoas vão ao mesmo país e, quando regressam, contam histórias diferentes, descrevem os naturais desse país de maneiras dversas. Como as pessoas são todas diferentes, quando viajamos, procuramos experiências diferentes. Por exemplo, uma pessoa pode gostar de conhecer os monumentos e outra preferir ver as paisagens naturais. Cada país tem os seus hábitos culturais, por essa razão há pessoas que se adaptam melhor a certas culturas do que a outras, por serem mais parecidas com as do seu país de origem. Contudo devemos sempre respeitar a cultura dos países que visitamos. Um país para onde eu gostava de viajar é a Itália. Acho que é um país que tem muia cultura e monumentos. Gostava de viajar com a minha família. Para concluir, acho que toda a gente tem prespetivas diferentes de um país, pois somos todos diferentes e devemos sempre respeitar a opinião de cada um. Ana Ramalho, 9º E
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30 SOBRE OS T.P.C. Os trabalhos de casa são uma realidade para a maioria dos alunos. Eu penso que não de precisava de mandar trabalhos de casa para que os alunos tenham bons resultados académicos. Em primeiro lugar, acho que é da responsabilidade de cada aluno fazer uma revisão da matéria dada na aula. Quando os professores marcam trabalhos de casa, estão a obrigar os estudantes a fazer determinadas tarefas, o que pode levar a uma falta de motivação. Além disso, o caráter obrigatório dos T.P.C. faz com os alunos os façam com menos atenção o que leva a maiores confusões e enganos. Trabalhavam mais e aprendiam melhor se estivessem a estudar por vontade própria. Importa dizer que, quando a quantidade de trabalhos de casa é excessiva, não nos dá tempo para estudar outra disciplina ou outra matéria em que estamos a ter mais dificuldades. Por todas as razões apresentadas anteriormente, sou contra os trabalhos de casa, e acho que os professores deviam reconsiderar a sua posição acerca deste assunto. Ana Ramalho, 9º E
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32 MARIE CURIE Marie Sklodowska Curie foi uma física e química conhecida mundialmente. Nasceu em Varsóvia, Polónia, mas naturalizou-se francesa. Ficou conhecida por descobrir a radioatividade, bem como vários elementos químicos, como o rádio e o polónio. A designação “polónio” constitui uma homenagem ao seu país. Marie foi também importante durante a primeira Guerra Mundial. Ela, com a descoberta da radioatividade, permitiu desenvolver unidades de radioatividade móvel, raio X, e com isso ajudou os soldados feridos na Guerra. Marie Curie ganhou vários prémios importantes. Ela foi primeira mulher a ganhar o Prémio Nobel da Física e da Química, bem como a primeira e única a ganhar estes dois prémios juntos. Foi também a primeira mulher a ser professora na Universidade de Paris. A sua família foi premiada com cinco Prémios Nobel: o seu marido, Pierre Curie, ganhou o Prémio Nobel de Física, a sua primeira filha e a segunda ganharam o Prémio Nobel da Química e a Prémio Nobel da Paz, respetivamente. Para concluir, Marie foi e é uma figura pública muito importante. Uma forma de a homenagear é criar as condições para que mais mulheres sigam os passos dela e que o trabalho de mais mulheres seja reconhecido no mundo da ciência. Ana Ramalho, 9º E
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34 DIREITO À PRIVACIDADE Todos os cidadãos têm direito à privacidade, este direito está na declaração dos Direitos Humanos, artigo 12. Este artigo diz que todos têm direito à privacidade e que ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Este direito reforça outros, como o direito à igualdade e não discriminação, e liberdade de expressão e de reunião. Este direito é muito importante, pois a privacidade é essencial para a proteção da dignidade humana. 9º E Participação da turma na campanha \"Direitos Humanos: 30 artigos, 30 turmas
35 \"Não pode haver maior cegueira, nem mais cega, que ser um homem cego, e cuidar que o não é.” Padre António Vieira
36 \"O mal não é ter uma ilusão, o mal é iludir-se.\" José Saramago
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