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Reflexões sobre a disciplina de política editorial

Published by Gedev, 2023-06-28 02:30:33

Description: Reflexões sobre a disciplina de política editorial

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Gedeval Lacerda da Silva Ferreira. Reflexões Sobre a Disciplina de Política Editorial



Reflexões Sobre a Disciplina de Política Editorial



Gedeval Lacerda da Silva Ferreira Reflexões Sobre a Disciplina de Política Editorial

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Dedicado aos que me apoiaram e apoiam a continuar seguindo em frente apesar dos tropeços e dificuldades que fazem parte do percurso.



SUMÁRIO Quem eu sou?.......................................................................................... 13 Meus sonhos e meu futuro ..................................................................... 17 Minhas expertises e minha vida profissional ........................................ 19 Quais aspectos positivos a disciplina contribuiu para a sua formação na área de biblioteconomia? ....................................................................... 21 Quais aspectos poderiam ter sido explorados e ficaram faltando na disciplina?................................................................................................ 23 Você se sentiu motivado a explorar a disciplina como um novo campo profissional no futuro? Gostou? Não gostou? ..................................... 25



Prefácio A presente obra conta um pouco da história da vida estudantil do Aluno Gedeval Lacerda aluno do 5 bloco de Biblioteconomia UESPI. Esta, foi uma atividade elaborada pelo professor Edson Cavalcante da disciplina de política Editorial. Acredito que com o objetivo que o aluno treine todas suas habilidades e aprendizados que teve durante o curso. Sendo está uma boa oportunidade de testar se o aluno está absorvendo ou tentando aprender os ensinamentos das disciplinas do curso de biblioteconomia UESPI. Este trabalho é uma boa forma de treinar ensinamentos tanto de disciplinas anteriores como atuais pois aborda conhecimentos relacionados a outras disciplinas. Além disso aborda a construção da principal ferramenta de trabalho de um aluno de biblioteconomia no caso o livro. Ele consegue abordar praticamente toda a construção e produção de um livro. Creio que depois da execução deste trabalho o aluno ganhará habilidades necessárias para no mínimo tentar fazer publicações sejam elas amadoras ou profissionais.



Quem eu sou? Meu nome é Gedeval Lacerda da Silva Ferreira um rapaz alto e magro que se considera tímido, que fala pouco, mas mesmo assim de vez enquanto fala algumas besteiras esquecendo do conselho antigo clássico o silêncio é ouro e a palavra é prata. Nasci em Teresina Piauí, mas, minha família veio do Município de Elesbão Veloso para Teresina e devido a isso costumo ir a este município com uma certa frequência. As pessoas costumam achar meu nome estranho coisa que também achei e acho, mas logicamente não fui eu que escolhi e o que acho bizarro é que algumas vezes tenho que explicar isso para algumas pessoas. Ao ser questionado o porquê desse nome fui tentar encontrar a razão dos meus pais terem me registrado com ele e ao investigar primeiro com meus pais que são de origem humilde e que passaram grande parte de suas vidas no interior de Elesbão Veloso não souberam explicar muito bem. Mas, meu pai homem que já trabalhou muito na roça e acostumado com a dureza da vida falou que se eu quisesse ele pagaria para que eu mudasse de nome. Mas, no Brasil como tudo é muito burocrático e muitos serviços não funcionam como deveria não aceitei essa proposta. Mas, apesar do pouco de irritação do meu pai sobre os meus questionamentos sobre o porquê do meu nome continuei a pesquisar sobre os motivos e a suspeita mais provável que encontrei entre os discos de vinis antigos que meu pai tinha. Entre os discos encontrei um do cantor Genival Lacerda. E suspeitei muito desse disco como a origem do meu nome porque o nome do meu irmão é Genival Lacerda e o meu é Gedeval Lacerda então acredito que ele era fã do cantor e resolveu colocar esses nomes parecidos com o do cantor apesar de ele nunca ter admitido essa suspeita creio que essa é o motivo mais provável. Após buscar a origem do meu nome isso após vários questionamentos dos meus colegas e professores durante meu ensino fundamental continuei minha rotina de pré-adolescente que tem uma vida boa sem saber com uma rotina de apenas ir para escola, jogar bola com os amigos e assistir TV. Fui fazendo o ensino fundamental muito mal feito os motivos foram eu viver um pouco no mundo da lua sem me preocupar com o futuro e também o ensino público que geralmente não está muito preocupado em preparar os jovens para a vida profissional adulta. Segundo reportagens e até depoimentos de professores o objetivo do ensino público é promover o aluno para o próximo ano e pronto e ele que se vire com as consequências 13

no futuro. Assim acabei indo nesse barco e terminei o ensino fundamental em uma escola bem próxima da minha casa chamada 15 de Outubro e essa escola infelizmente assim como tem acontecido com várias outras na capital de Teresina tem chance de ser extinta pois seu prédio foi derrubado e até agora não foi levantado outro no lugar e existe apenas promessas de políticos de reconstruir um melhor. Ao concluir meu ensino fundamental nessa escola foi ai que comecei a ter os primeiros choques de realidade com o início da vida adulta e a descobrir um pouco que estudar não era apenas ir para escola passar o tempo e vir para casa ver tv. Comecei a descobrir que o que foi ensinado na escola iria ser cobrado para permanecer em outros lugares e se não soubesse mais que os meus concorrentes eu estaria excluído desses locais. Ao concluir meu ensino fundamental os primeiros choques vieram dos meus supostos amigos mais velhos tirando sarro dizendo que agora eu não iria conseguir estudar mais, porque eles conheciam caras muito mais inteligentes do que eu que quase não conseguiram arrumar escola para fazer o ensino médio porque não conseguiam passar no teste seletivo das escolas. Que na minha época aqui em Teresina realmente as escolas que se destacavam e que os pais queriam ver seus filhos estudando eram o Cefet-Pi agora chamado de IFPI e o Liceu Piauiense. Havia a cobrança dos pais e dos vizinhos ao redor que se o aluno não conseguisse passar no seletivo dessas escolas é porque não era um bom aluno então, fui fazer esses seletivos já com essa pressão dos vizinhos e colegas torcendo contra e infelizmente fiz a alegria deles nas listas colocadas na porta dessas escolas onde vizinhos que nem estudavam iam lá olhar essas listas só para ficarem alegres com não aprovação do amigo ou suposto amigo. Ao fazer esses seletivos na tentativa de acesso ao ensino médio comecei a experimentar o início da vida adulta onde várias pessoas ao redor que você acha que são grandes amigos ficam felizes com a sua derrota no meu caso a dificuldade de encontrar um escola para fazer o ensino médio. Após reprovações no Cefet-Pi e Liceu piauiense fiquei em uma situação complicada os amigos tirando sarro por eu não ter onde estudar e meus pais descobrindo que eu não era um bom estudante. Mas, como ficar parado não adiantaria nada comecei a procurar vagas em outras escolas da cidade até que achei uma que não tinha uma boa fama, mas que estava com vagas abertas para os que não 14

conseguiam entrar nos times considerados de serie A no caso Cefet e Liceu. Essa escola se chama Helvídio Nunes uma escola que na época estava sobrando vagas já que muitos alunos não queriam estudar lá por causa da violência que segundo relatos de quem estudou lá era comum membros de gangues invadir o local para cometer furtos ou agredir alunos. Bem, não era o que eu queria, mas era o que eu tinha então me matriculei nessa escola e graças a Deus nunca fui agredido por membros de gangues apesar de ver alguns lá. Mas, nunca fui atacado. Nessa escola estadual Helvídio Nunes comecei meu ensino médio claro que alguns dizem que quem faz a escola é o aluno acho que é mais ou menos verdade. Mas, essa escola realmente estava com vários problemas comuns em escolas estaduais na época como falta de professores de matérias importantes como português e matemática e greves constantes que chegavam às vezes durar até 6 meses. Mas, para não ficar com o rótulo de vagabundo em casa e na vizinhança permaneci nessa escola e também porque não tinha capacidade para entrar no Cefet ou Liceu que eram melhores. Bem, dizem que estudar é liberdade, desenvolvimento e bom para o futuro. Mas, apesar de concordar um pouco não consegui sentir extremo prazer em estudar e fui levando o ensino médio com a barriga também assim como o fundamental sem me preocupar com o futuro já que estava matriculado em uma escola e não tinha aula era melhor aproveitar a folga pra ir para locadora jogar vídeo game ou jogar bola com os amigos e acabei terminando o ensino médio sem aprender o que deveria ter aprendido nele. No fim do Ensino médio já por volta dos meus 20 anos de idade começaram a chegar os mesmos problemas que eu já tinha passado no ensino fundamental só que dessa vez iria ser pior pois a vida adulta para alguns é uma verdadeira selva. Tem um desenho animado que gosto chamado South Park no qual os escritores também fizeram um jogo em que a dificuldade de viver do personagem é de acordo com a cor quanto mais negro mais difícil será sua vida algumas pessoas concordam outras não o fato é que a vida é dinâmica e cada um tem sua história e opinião e no meu caso por enquanto concordo com a visão ou piada desses escritores. Claro que tem a qualificação, mas geralmente quando não se é branco existem desafios extras, claro não são todos os mercados ou sei lá empresas. Mas alguns mercados de trabalho que escolhem levando aparência em consideração qualquer erro cometido ou palavra 15

errada por um afrodescendente ou negro resultará na sua demissão e com o desejo básico do empregador que este não consiga mais nada melhor ou suma da face da terra. Então, já se pode concluir que minha saída do Ensino Médio não foi muito boa porque eu não tinha aprendido o suficiente para passar no vestibular e para piorar iria ter que encarar a vida adulta de um afrodescendente de pedir emprego geralmente para alguns empresários ou empresas que gostam de selecionar por aparência ou amizades ou seja colando mais dificuldades de entrada no mercado onde a concorrência já é muito alta, dificuldade que abordarei um pouco mais à frente em minhas expertises e minha vida profissional. 16

Meus sonhos e meu Futuro? Bem o fato é que realmente acho que eu não estava preparado para a selva que é o mundo e a vida adulta desde de criança eu não me preocupava com o futuro a minha preocupação era assistir desenho animado, jogar bola com os amigos e ganhar alguns trocados para tentar jogar vídeo game nas locadoras que tinham na minha época. Quando criança meus amigos me levaram a primeira vez em uma locadora de vídeo games na época do super Nintendo e foi muito bom, mas acabei na época me tornando um viciado no Nintendo e consequentemente na locadora. Tinha dias que ia para locadora de manhã e só voltava a noite para casa. Alguns amigos já estavam me chamando na época de asilado, mas o termo correto era viciado foi aí que realmente parei para refletir e percebi que realmente estava muito viciado tanto que um dos meus primeiros sonhos era ter uma Tv com um Nintendo. Se tivesse isso achava que minha vida estaria completa. Mas ao observar a vida e a história de algumas pessoas bem sucedidas como Michael Jackson, Romário, Van Damme, Cristiano Ronaldo, Neymar, Tony Stark, etc. que começaram a trabalhar desde cedo vislumbrando o sucesso geralmente no início da vida adulto então percebi que estava fazendo tudo errado. Por volta dos meus 15 anos cheguei a sonhar em ser jogador de futebol mas com a mente ainda infantilizada e limitada realmente dificilmente conseguiria realizar esse sonho porque a maioria dos jogadores bem sucedidos precisam estar dispostos a rodar o mundo se necessário eles tem que ser verdadeiros nômades e eu nessa idade nem passava pela minha cabeça sair de casa achava que dava para ser jogador no campo próximo da minha casa pensamentos de um verdadeiro aéreo. Mas, incrivelmente vejo os novos jovens ou nova geração próxima de mim cometendo o mesmo erro dizendo que querem ser jogadores de futebol jogando apenas perto de casa e infelizmente isso é quase impossível. Ao chegar aos meus 19 anos concluindo que dificilmente a carreira de jogador de futebol de bairro daria algum futuro resolvi tentar voltar a estudar porque se eu já tinha ido vários anos para escola porque não tentar aproveitar esses anos para melhorar a minha situação. Então, seguindo os coachs, as frases motivacionais que dizem que você tem que buscar fazer o que gosta ou o que acha que gosta ao olhar as profissões disponíveis nos vestibular o que me interessou em primeiro lugar foi 17

informática no caso Ciência da Computação, pensei também em Biblioteconomia e Geografia porque era a matéria que eu ia melhor na escola. Mas Licenciatura em Geografia para um cara tímido que nem eu seria muito difícil então primeiro fui tentar o que eu queria Informática levei bomba. Depois fui fazer Biblioteconomia achando que teria menos concorrência e acabei levando bomba e também não era tão fácil quanto pensei que fosse só depois de alguns Enems feitos que acabei entrando em Biblioteconomia na Uespi Noite então, o sonho passou a ser se formar de se tornar um profissional qualificado, atuar e sobreviver através da profissão. Que apesar das ameaças de extinção pelos avanços tecnológicos, Inteligências Artificiais, desvalorização de pessoas que não conhecem a profissão para mim ainda minha parece uma boa profissão para se trabalhar. E caso eu consiga terminar o curso que não está tão fácil quanto pensei que fosse pretendo me tornar no mínimo um bom profissional bibliotecário. 18

Minhas expertises e minha vida profissional Bem como relatei anteriormente eu não estava muito preocupado com o futuro quando mais jovem achava que o mundo era um mar de rosas só adulto é que ouvi o discurso do Stallone em Rock Balboa: “O mundo não é feito apenas de sol e arco-íris. É um lugar mau e desagradável, e não importa o quão durão você seja, ele vai te bater até que esteja de joelhos e vai te manter assim permanentemente se você permitir. Ninguém vai bater tão forte quanto a vida. Mas a questão não é o quão forte você bate, mas sim o quanto você aguenta apanhar e continuar seguindo em frente. O quanto você resiste e continua seguindo adiante. É assim que se vence uma luta! Se você sabe o seu valor, então vá à luta e conquiste o que é seu! Mas você precisa estar disposto a receber os golpes, e não ficar apontando dedos e dizendo que não está onde quer por causa dele, ou dela, ou de qualquer pessoa! Só covardes fazem isso.” Então após terminar o ensino médio e não ter estudado e aprendido o que deveria fui tentar entrar no mercado de trabalho altamente competitivo e o resultado não foi muito bom vários testes e entrevistas negativas e na minha impressão tive algumas eliminações que não achei justa. Mas, como diz o conselho do Stallone em Rock só covardes dizem que a culpa do fracasso é dos outros então é mais provável que a culpa seja minha mesmo. Com vários nãos e reprovações em testes de empresas resolvi me concentrar mais no Enem que estava com oportunidades abertas para baixa renda e fiz alguns cursos de qualificação e trabalhos autônomos com vizinhos. Fiz cursos de operador de microcomputador, digitação neste curso treinei bem e acreditei que tinha virado um bom digitador mas já encontrei pessoas que digitam mais rápido do que e eu e até tentei virar um digitador mas com a desvalorização da profissão com a disseminação dos computadores e um teste que fiz em uma agência de empregos que achei meio suspeita onde o funcionário pegou as palavras mais difíceis do direito e falou em alta velocidade onde não consegui acompanhar e no caso me reprovou e ainda disseram que eu só poderia ser digitador se eu soubesse todas as regras de português perfeitamente. Então, após isso deixei ela um pouco de lado. Como eu gostava de navegar na internet tentei estudar sobre computadores o que eu podia e cheguei a fazer cursos de manutenção de computadores e uns básicos 19

de programação que acabaram me desmotivando um pouco na área porque tenho dificuldades com matemática e raciocínio lógico e programação é basicamente isso. A área de manutenção de computadores foi uma das áreas que também acabou se desvalorizando com a facilidade de acesso aos computadores e a internet já que muitas resoluções de problemas podem ser encontradas no Youtube ou Google e em casos mais graves compensa mais comprar uma máquina nova então o técnico de manutenção que só sabe o básico como eu ficou muito limitado e para sobreviver melhor é necessário ter um bom domínio de eletrônica e programação. Até comecei um curso de eletrônica no IFPI mas cruzei com um professor rígido de programação que queria que eu fizesse um programa na frente dele e explicasse linha por linha do jeito que ele queria ou estaria reprovado e o resultado foi que não consegui fazer o programa e fiquei reprovado e não consegui concluir o curso. Fiz também um curso de eletricista no Senai para fazer algumas manutenções elétricas na minha casa e com ele fiz alguns trabalhos básicos em reparos de lâmpadas e tomadas. Ao entrar na Uespi entrei no programa de bolsa trabalho da Uespi onde o aluno faz alguns trabalhos de apoio administrativo, fiz os estágios obrigatórios e infelizmente não consegui nenhum não obrigatório remunerado. A Uespi também ofereceu oportunidades dos seus alunos serem fiscais em concursos promovidos por ela e nos que fui escolhido fui fiscal. E o último trabalho que fiz que tive um contrato foi de recenseador do IBGE no censo 2022. Onde a necessidade me fez quebrar a barreira da timidez e tive que ir de casa em casa fazer de vez em quando alguns questionários longos onde o morador algumas vezes ficava muito irritado com a demora. Nesse trabalho apesar de ter encontrado algumas pessoas ignorantes e mal educadas que me causaram grande estresse e raiva tenho que admitir que apesar disso a maioria me surpreendeu e fui em alguns lugares muito bem atendido. 20

Quais aspectos positivos a disciplina contribuiu para a sua formação na área de biblioteconomia? Bem o fato é que já fiz alguns cursos que entrei achando que sairia bem preparado para o mercado de trabalho, mas ao terminar fiquei com a sensação que o curso não tinha servido para muita coisa. Então, ao ter experimentado algumas instituições aqui de Teresina Piauí e também querer fazer o curso de Biblioteconomia queria ver se a UESPI tinha algo muito diferente de outros lugares que passei. E fazendo várias disciplinas do curso conclui que a Uespi não é muito diferente de outros lugares que passei. O ensino nas instituições tem metodologia bem parecida e muitas vezes se encaixam no discurso que Bill Gates fez a jovens estudantes onde ele alerta que a vida real fora das instituições de ensino não é fácil e não aceita erros então é melhor se preparar para algo pior quando sair da escola. Acho que muitos alunos não sabem disso porque muitos reclamam por estar na escola ou universidade, mas em alguns casos são lugares melhores que alguns locais de trabalhos. Essa disciplina acredito que está sendo bem eficiente para o curso e para a minha preparação para o mercado de trabalho porque aborda vários trabalhos que um bibliotecário pode fazer como diagramar ,usar as ferramentas de publicações online, detalhes de como um livro é produzido, o que é necessário para publicação de um livro o trabalho em equipe e a possiblidade de até mesmo tentar escrever o seu próprio livro. 21

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Quais aspectos poderiam ter sido explorados e ficaram faltando na disciplina? Bem creio que a falta de estrutura da UESPI que prejudicou um melhor desenvolvimento da disciplina. O laboratório de informática por exemplo que deveria ser de fácil acesso aos alunos e professores e deveria estar previamente preparado com os softwares necessários para práticas e desenvolvimento das disciplinas não estavam. Além do laboratório de informática não está preparado teve indícios que havia uma grande burocracia para o seu uso dificultando o aprendizado dos alunos e desenvolvimento da disciplina. O fato é que vivemos na era digital e uma instituição de ensino superior que está qualificando profissionais que provavelmente precisarão passar por testes no mercado de trabalho no qual haverá uso de computadores não se preocupar em proporcionar um acesso fácil e nem os programas necessários para o treinamento de seus alunos em um mercado de trabalho cada vez mais escasso e competitivo é um grande atraso. Basicamente creio que faltou mais práticas dos alunos no laboratório onde cada aluno pudesse fazer sua produção cometer erros e corrigi-los na prática e dessa forma aprender como geralmente se aprende caindo e levantando. 23

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Você se sentiu motivado a explorar a disciplina como um novo campo profissional no futuro? Gostou? Não gostou? Sim, apesar de ter cometido alguns erros de diagramação que não sei se serão considerados muito graves ou não só após avaliação saberei. gostei da parte diagramação acho que errar faz parte do aprendizado pelo menos para mim geralmente é assim e gosto daquele conselho do Batman Begins “para que caímos? Para aprendermos a levantar.” Tenho consciência que preciso aprender e estudar mais afundo sobre as regras de formação. Para poder melhora minhas futuras diagramações. Acredito que a disciplina foi bem útil pois além de abordar como um livro é produzido inseriu a participação dos alunos em uma produção e isso é muito importante porque o mercado de trabalho está altamente competitivo e a principal exigência é a prática e o resultado. Só quem realmente consegue entregar um trabalho feito exatamente como um empregador ou cliente deseja é que consegue trabalhos ou uma vaga no mercado de trabalho. Somente teorias sem práticas fica muito difícil sobrevier na selva disputada atual onde em um futuro não muito distante teremos ainda a concorrência com máquinas capazes de aprender em horas o que um ser humano normalmente leva anos para aprender e além disso com capacidade de cometer menos erros e com mais resistência. Então, é preciso que o aprendizado seja o mais eficiente possível. 25

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