13.24.6 Interroper e continuar a execução sem acionar “RESET” 13. Operação do comando CNC SIEMENS para centro Este método é utilizado em operações que necessitam ser interrompidas no meio para rea- lizar troca de inserto, limpeza da peça, verificação de acabamento e aspecto superficial, etc. Para isto deve-se: • Durante a execução do programa, acionar a tecla “CYCLE STOP”. • Acionar a tecla “JOG”. • Selecionar o eixo desejado (“X”, “Y” ou “Z”). • Acionar a tecla “+” ou “-”, conforme o sentido que deseja-se deslocar os eixos. • Desligar o eixo árvore com a tecla “SPINDLE STOP” (caso necessário) • Fazer as operações necessárias (limpar peça, trocar inserto, etc...). • Ligar o eixo árvore com a tecla “SPINDLE RIGHT”. • Acionar a tecla “REPOS”. • Selecionar o eixo desejado (X,Y ou Z) para voltar a posição de interrupção. • Acionar a tecla “+” ou “-” para voltar a coordenada inicial, até o eixo parar automatica- mente. • Acionar a tecla “AUTO”. • Acionar a tecla “CYCLE START”. Observações: Caso o operador não retorne os eixos para a posição de interrupção, isso será feito automaticamente ao acionar a tecla “CYCLE START”. Durante o retorno, os três eixos serão movidos simultaneamente. 151
FERRAMENTAS PARA 14 CENTRO CNC Este capítulo apresenta alguns dados importantes em relação aos conceitos básicos de usinagem, como, por exemplo, a geometria básica das pastilhas, a escolha da fresa, seus critérios de seleção, as condições da máquina e operação.Os dados de corte, formúlas prin- ciapais, dicas práticas quanto ao desgaste da ferramenta e suas soluções para fresamento, foram cedidas gentilmente pela Sandvik do Brasil S/A Indústria e Comércio. 14.1 INFORMAÇÕES GERAIS As peças a serem usinadas podem ter as mais variadas formas. Este poderia ser um fator de complicação do processo de usinagem. Porém, graças aos centros de usinagem cnc com troca de ferramentas automática, podemos utilizar diversos tipos de ferramentas e disposi- tivos especiais, é possível usinar praticamente qualquer peça e superfícies de todos os tipos e formatos. A fresa é dotada de facas ou dentes multicortantes. Isto lhe confere uma vantagem sobre outras ferramentas: Quando os dentes não estão cortando, eles estão se refrigerando. Isto contribui para um menor desgaste da ferramenta. Quanto menor o desgaste, maior vida útil da ferramenta. A escolha da ferramenta é uma das etapas mais importantes da fresagem. Ela está rela- cionada principalmente com o tipo de material a ser usinado. Ao escolher uma fresa, deve- -se levar em conta se ela é resistente ao material que será usinado. Os materiais são mais ou menos resistentes. Assim, uma fresa adequada à usinagem de um material pode não servir para a usinagem de outro. 14.2 CONCEITOS BÁSICOS DE USINAGEM MATERIAL 14.2.1 Classes conforme norma ISO 513: 2004 TABELA DOS MATERIAIS ISO P 01 – P 50 Aços carbono e aços ligas M 01 – M 40 Aços inoxidáveis K 01 – K 40 Ferros fundidos N 01 – N 30 Alumínio, bronze latão S 01 – S 30 Ligas resistentes ao calor - titânio H 01 – H 30 Aços endurecidos e fofo coquilhado 153
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC14.2.2 Geometria básica das pastilhas Figura 14.1 – Geometria das pastilhas x Percentual de resitência da aresta. A medida que o ângulo aumenta, a pastilha se torma mais resistente. O círculo é a forma mais resistente. 154
14.2.3 Geometrias das fresas frontais 14. Ferramentas para Centro CNC Fresa duplo negativa: Negativa radial e axial VANTAGENS: • Pastilhas com dupla face • Arestas de corte mais robustas • Ideal para materiais de cavacos curtos DESVANTAGENS: • Alto consumo de potência • Tendências a vibração pelo grande esforço de corte • Dificuldades para a eliminação de cavacos longos Fresa duplo positiva: Positiva radial e axial VANTAGENS: • Menores esforços de corte • Cavacos helicoidais, com fácil saída dos bolsões • Máquinas de baixa potência • Fixação com pouca rigidez DESVANTAGENS: • Pastilha unifacial • Tendências ao lascamento em operações severas (maior exposição das arestas de corte) Fresa negativa / positiva: Negativa radial e Positiva axial VANTAGENS: • Combinação de ângulos para operações de desbaste, deixando a aresta de corte protegida e ao mesmo tempo reduzindo os esforços de corte • Cavacos helicoidais, com fácil saída dos bolsões • Desenho mais utilizado no mercado DESVANTAGEM: • Pastilha unifacial 155
14.2.4 Escolha da fresa considerando o ângulo de posição FRESA COM 90º CONSEQUÊNCIAS: • Dificulta a saída do cavaco • Grande força radial e baixa força axial PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC • Fresamento onde deseja-se obter uma usinagem com ângulo de 90º. 14.2.5 Ângulos de posição Aumenta carga axial Ângulo de posição 450 Carga axial Ângulo de posição 600 Ângulo de posição 750 Ângulo de posição 900 Aumenta carga radial Carga radical 14.5.6 Escolha da fresa considerando o ângulo de posição FRESAS COM 45º, 60º OU 75º • Operação com grande balanço e material de difícil usinabilidade • Quando diminui o ângulo de posição, diminui a espessura do cavaco e aumenta à largura de corte, para uma mesma profundidade de corte 156
14.2.7 Escolha do número de dentes Passo Largo Passo Médio Passo Fino 1past. / 25mm 2 a 3p / 25mm 4p / 25mm • Fatores determinante para escolha do numero de dente de uma fresa: • Potência da máquina, material, tamanho da peça (ae) e acabamento da superfície. 14.2.8 Critério de seleção para definir uma fresa (Ferramenta) 14. Ferramentas para Centro CNC 1. Condições da peça a) Material / dureza / tenacidade. b) Configuração da peça / fixação. c) Acabamento necessário. d) Planicidade. e) Volume de produção previsto. 2. Condições Da Máquina a) Rigidez. b) Potência. c) Tipo e condição da fixação (Spindle). d) Rotação. e) Condições de controle. f) Inclinação do fuso principal – (Spindle Tilt). g) Disponibilidade de refrigeração. h) Capacidade dimensional e de darga do trocador de ferramenta. 3. Condições de operação a) Taxa de produtividade necessária. b) Possíveis trajetórias da ferramenta. c) Tipo de fresamento a ser utilizado. d) Balanço da ferramenta – (Overhang). e) Escoamento do cavaco. f) Largura de corte. g) Profundidade ce corte. 157
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC14.2.9 Parâmetros de corte: FRESAMENTO / FURAÇÃO / MANDRILAMENTO FERRAMENTAS ROTATIVAS ROTAÇÃO (RPM) • Avanço linear (mm/min) • Avanço por dente (mm/z) – volta • Prof. de corte (mm) • Velocidade de corte (m/min) 14.2.10 Velocidade de corte Velocidade = Espaço percorrido / Tempo Velocidade de corte ( Vc ): é a velocidade de deslocamento em li- nha reta de um ponto localizado na aresta de corte ao longo da peça usinada ( caso isso fosse possível ) Vc é expressa em: metros / minuto distância linear em metros deslocada pela aresta de corte em 1 minuto Vc deve ser sempre o primeiro parâmetro a ser definido para depois estipular as corretas taxas de avanço Vc = PERÍMETRO x RPM ( n ) / 1000 Vc = ( ¶ x D x RPM ) / 1000 Esta é a fórmula mais importante e mais usada em cálculos de usinagem de materiais. 14.2.11 Influência dos parâmetros de corte na vida da ferramenta a) Velocidade de corte (vC) = 70 % b) Avanço ( f ) = 20 % c) Profundidade de corte (ap) = 10 % 158
a) Velocidade de corte (vC) = 70 % b) Avanço ( f ) = 20 % c) Profundidade de corte (ap) = 10 % • Fórmulas 14.2.12 Fórmulas 14. Ferramentas para Centro CNC • Dicas práticas 179 159
14.2.13 Dicas práticas Classificação dos tipos de desgaste de ferramenta Desgaste de flanco e tipo entalhe Fissuras térmicas Desgate rápido de flanco causando acabamento Pequenas fissuras superficial de qualidade perpendiculares à aresta ruim ou fora da tolerância. de corte, causando microlascas e acabemento PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC insatisfatório. Desgate tipo entalhe causando acabamento superficial de qualidade ruim e risco de quebra da aresta. Craterização Quebra de pastilha Causa um Dano não somente à enfrequecimento da pastilha mas também ao aresta. calço e à peça. Aresta postiça (B.U.E.) Deformação plástica Quando as arestas Depressão na aresta ou postiças são removidas, impressão do flanco ocorre microlascas na levando a um controle aresta de corte, além de insatisfatório de cavacos acabamento superficial e acabamento superficial insatisfatório. de qualidade ruim. Risco de um excessivo desgaste de flanco. Microlascas Uma pequena fratura na aresta de corte causa um acabamento superficial insatisfatório e desgaste excessivo de flanco. 160
• Algumas soluções para contornar os problemas mais comuns 14.2.14 Algumadsursaontleuçaõuesisnapgaemra: contornar os problemas mais comuns durante a usinagem: FRESAMENTO SOLUÇÕES PROBLEMAS Reduzir a velocidade de corte Desgaste no flanco Aumentar a velocidade de corte Desgaste tipo entalhe Reduzir o avanço/dente Craterização Aumentar o avanço/dente Deformação plástica Selecionar uma classe mais Aresta postiça (BUE) resistente ao desgaste Pequenas fissuras perpendiculares à aresta de corte Selecionar uma classe mais tenaz Pequenas fraturas da aresta de corte (microlascas) Usar uma fresa de passo largo Quebra de pastilha Trocar a posição da fresa Vibração Não usar refrigeração Acabamento superficial insatisfatório 14. Ferramentas para Centro CNC 181 161
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNCREFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA DINIZ, Anselmo Eduardo; MARCONDES, Francisco Carlos; COPPINI, Nivaldo Lemes. Tecnologia da Usinagem dos Ma- teriais. São Paulo – Sp: Mm Editora, 1999. JÚNIOR, Moacir Antonio de Oliveira, Programação e Operação de Centro de Usinagem, São Paulo: SENAI SP Editora, 2019 168p.:il – CDD 671.3.5. Manuais Manual de Programação e Preparação Ergomat. Manual de Programação e Preparação Romi. 162
ATIVIDADES PRÁTICAS DO ALUNO FIC – FORMAÇÃO INICIAL CONTINUADA PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC SIEMENS E FANUC
FOLHA DE PROCESSO (PLANO DE TRABALHO) TAREFA VERSÃO DO ALUNO C1 Nome: Nº: Turma: TAREFA DENOMINAÇÃO QUANT. MATERIAL E DIMENSÕES C1 Coordenadas cartesianas 1 • Atribua as coordenadas dos eixos X e Y para • Observação: A distância entre duas retas os pontos P1 a P17, utilizando o sistema de consecutivas corresponde a 10mm. coordenadas absolutas e incrementais. ORDEM DE EXECUÇÃO Atividades práticas do ALUNO COORDENADAS ABSOLUTAS COORDENADAS INCREMENTAIS PONTO X Y PONTO X Y P1 P1 ao P2 P2 P2 ao P3 P3 P3 ao P4 P4 P4 ao P5 P5 P5 ao P6 P6 P6 ao P7 P7 P7 ao P8 P8 P8 ao P9 P9 P9 ao P10 P10 P10 ao P11 P11 P11 ao P12 P12 P12 ao P13 P13 P13 ao P14 P14 P14 ao P15 P15 P15 ao P16 P16 P17 ao P17 P17 165
FOLHA DE PROCESSO (PLANO DE TRABALHO) TAREFA VERSÃO DO ALUNO C2 Nome: Nº: Turma: TAREFA DENOMINAÇÃO QUANT. MATERIAL E DIMENSÕES PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC C2 Coordenadas cartesianas 1 • Atribua as coordenadas dos eixos X e Y para • Observação: A distância entre duas retas os pontos P1 a P16, utilizando o sistema de consecutivas corresponde a 10mm. coordenadas absolutas e incrementais. ORDEM DE EXECUÇÃO COORDENADAS ABSOLUTAS COORDENADAS INCREMENTAIS PONTO X Y PONTO X Y P1 P1 ao P2 P2 P2 ao P3 P3 P3 ao P4 P4 P4 ao P5 P5 P5 ao P6 P6 P6 ao P7 P7 P7 ao P8 P8 P8 ao P9 P9 P9 ao P10 P10 P10 ao P11 P11 P11 ao P12 P12 P12 ao P13 P13 P13 ao P14 P14 P14 ao P15 P15 P15 ao P16 P16 166
FOLHA DE PROCESSO (PLANO DE TRABALHO) TAREFA VERSÃO DO ALUNO C3 Nome: Nº: Turma: TAREFA DENOMINAÇÃO QUANT. MATERIAL E DIMENSÕES C3 Coordenadas cartesianas 1 • Atribua as coordenadas dos eixos X e Y para • Observação: A distância entre duas retas os pontos P1 a P18, utilizando o sistema de consecutivas corresponde a 10mm. coordenadas absolutas e incrementais. ORDEM DE EXECUÇÃO Atividades práticas do ALUNO COORDENADAS ABSOLUTAS COORDENADAS INCREMENTAIS PONTO X Y PONTO X Y P1 P0 ao P1 P2 P1 ao P2 P3 P2 ao P3 P4 P3 ao P4 P5 P4 ao P5 P6 P5 ao P6 P7 P6 ao P7 P8 P7 ao P8 P9 P8 ao P9 P10 P9 ao P10 P11 P10 ao P11 P12 P11 ao P12 P13 P12 ao P13 P14 P13 ao P14 P15 P14 ao P15 P16 P15 ao P16 P17 P16 ao P17 P18 P17 ao P18 167
FOLHA DE PROCESSO (PLANO DE TRABALHO) TAREFA VERSÃO DO ALUNO C4 Nome: Nº: Turma: TAREFA DENOMINAÇÃO QUANT. MATERIAL E DIMENSÕES PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC C4 Coordenadas cartesianas 1 • Atribua as coordenadas dos eixos X e Y para • Observação: A distância entre duas retas os pontos P1 a P15, utilizando o sistema de consecutivas corresponde a 10mm. coordenadas absolutas e incrementais. ORDEM DE EXECUÇÃO COORDENADAS ABSOLUTAS COORDENADAS INCREMENTAIS PONTO X Y PONTO X Y P1 P0 ao P1 P2 P1 ao P2 P3 P2 ao P3 P4 P3 ao P4 P5 P4 ao P5 P6 P5 ao P6 P7 P6 ao P7 P8 P7 ao P8 P9 P8 ao P9 P10 P9 ao P10 P11 P10 ao P11 P12 P11 ao P12 P13 P12 ao P13 P14 P13 ao P14 P15 P14 ao P15 168
Folha de Processo (plano de trabalho) Tarefa C5 Versão do Aluno Nome: FOLHA DE PROCESSO (PLANO DE TRABNAº:LHO) Turma: TAREFA VERSÃO DO ALUNO C5 Tarefa Denominação: Quant.: Material e dimensões: NoCm5e: Trigonometria Aplicada 1 Nº: XXXTuXrXma: • Calcular os exercícios abaixo. Utilizar calculadora científica. TAREFA DENOMINAÇÃO QUANT. MATERIAL E DIMENSÕES C5 Trigonometria aplicada Ordem de Ex1ecução • Calcular os exercícios abaixo. Utilizar calculadora científica. ORDEM DE EXECUÇÃO TRIGONOMETRIA APLICADA FÓRMULAS BÁSICAS: SENO DO ÂNGULO = CATETO OPOSTO cateto hipotenusa HIPOTENUSA menor (a) COSENO DO ÂNGULO = CATETO ADJACENTE (c) HIPOTENUSA TANGENTE DO ÂNGULO = CATETO OPOSTO CATETO ADJACENTE PITÁGORAS a2 = b2 + c2 Atividades práticas do ALUNO b2 = a2 - c2 c2 = a2 - c2 cateto maior (b) 1) Calcular X e Z: EXERCÍCIOS 2) Calcular X e o ângulo: 3) Calcular o comprimento Z: 4) Calcular o comprimento L: 169
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC RESOLVER OS EXERCÍCIOS NESTA FOLHA 170
FOLHA DE PROCESSO (PLANO DE TRABALHO) TAREFA VFEoRlShÃaOdeDPOroAcLeUsNsoO(plano de trabalho) Tarefa C6 C6 Versão do Aluno Nome: Nº: Turma: Nome: Nº: Turma: Tarefa Denominação: Quant.: Material e dimensões: Q1UANT. MATXEXRXIXAXL E DIMENSÕES TAREFA C6 TrigonoDmEeNtriOa AMpliIcNadAaÇÃO C6 • EnconTtriagr oons otrmiânegtruilaosaepelimcasdegauida calcular os po1ntos do perfil da peça abaixo. • Encontrar o• s tUritâilinzgarucloalscuelaedmorasceigenutiídficaa.calcular os pontos do perfil da peça abaixo. • Utilizar calculadora científica. ORDOErdMemDdEe EExXeEcuCçUãoÇÃO TRIGONOMETRIA APLICADA Atividades práticas do ALUNO 171
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNCRESROesLVoElvReOr oSsEXexEeRrCcÍCícIiOoSs NneEsStTaAfFoOlhLaHA [ Formulas: Cat. Adj. = hipotenusa x cos α Cat. Opt.= hipotenusa x sen α 172
PONTO C PONTO E PONTO F PONTO H Atividades práticas do ALUNO PONTO G 173
FOLHA DE PROCESSO (PLANO DE TRABALHO) TAREFA VERSÃO DO ALUNO C7 Nome: Nº: Turma: TAREFA DENOMIFNoAlÇhÃaOde ProcesQsoUA(pNlaTn.o de trabaMlhAoT)ERIAL ETDaIMreEfNaSCÕ7ES C7 PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC Usinar perfil externo Versão do A1luno Alumínio 100 x 70 x 15mm • UNtoilimzaer: as seguintes funções na elaboração do • ObserNvº:ação: Usinar o peTrufilrmexat:erno em duas programa CNC: (,R / RND=) passadas com uma fresa de Topo D. 12mm; •• UETntaicClrioze7nafatrracraDUolcessuinnltoaarimrdâponinegraarufçillcoãeisoex:nteetírefnimcoas.eguida calcular os pQounatonst.:do pMeartfeilrdiaal epedçimaeanbsaõiexso:. 1 Alumínio 100 x 70 x 15 mm • Utilizar as seguintes funções na elaboOraRçãDoEdMo DE EXECUOÇbÃsOervação: Usinar o perfil externo em duas # T FERpRroAgrMamEaNCTNAC: ( ,RO/PRENRDA= )ÇÃO Ø Z VC –pMass/adas comRPumMa fresa dFeZTo–pMo MD. /12 mmA;VANÇO MIN MIN –MM/ Ordem de Execução MIN # T Ferramenta Operação Ø Z VC – m/min RPM Fz – mm/min Avanço – mm/min 174
PARÂMETROS DE CORTE PARA USINAGEM Atividades práticas do ALUNO PROGRAMA CNC (SIEMENS) 175
176 PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC
PROGRAMA CNC (FANUC) 177 Atividades práticas do ALUNO
178 PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC
FOLHA DE PROCESSO (PLANO DE TRABALHO) TAREFA VERSÃO DO ALUNO C8 Nome: Folha de Processo (planNo ºd:e trabalho) Turma: TAREFA Versão do Aluno Tarefa C8 NCo8me: DENOMINAÇÃO QUANT. MATERIAL E DIMENSÕES Usinar perfil externo 1 Nº: Alumínio 230Tuxrm90a:x 10mm • Utilizar as seguintes funções na elaboração do • Observação: Usinar o perfil externo e duas pTroagrerafama DCeNnCom: Lin,açCãCo:, C, CR e RND R Qupaansts.a: dasMcaotemriuaml eadfrimeseandseõeTso:po D. 10mm. C8 Usinar perfil externo Alumínio 230 x 90 x 10 mm ORDEM DE EX1ECUÇÃO • Utilizar as seguintes funções na elaboração do Observação: Usinar o perfil externo e duas AVANÇO # T FERRprAogMraEmNa TCANC: LO, CPCER, CA,ÇCÃROe RNDØR Z VCM–INMp/assadasRcPomMuma freFsZa d–eMToMpo/D. 10–mMmM; / MIN MIN Ordem de Execução # T Ferramenta Operação Ø Z VC – m/min RPM Fz – mm/min Avanço – mm/min Atividades práticas do ALUNO 179
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNCPARÂMETROS DE CORTE PARA USINAGEM PROGRAMA CNC (SIEMENS) 180
181 Atividades práticas do ALUNO
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC PROGRAMA CNC (FANUC) 182
FOLHA DE PROCESSO (PLANO DE TRABALHO) FORMATIVA VERSÃO DO ALUNO F1 Nome: Nº: Turma: TAREFA DENOMINAÇÃO QUANT. MATERIAL E DIMENSÕES F1 Usinar perfil externo, 1 140 x 80 x 35mm furação, roscas e cavidades • Elabore o programa CNC do contorno da peça abaixo, utilizando as funções de interpolação linear, arredondamento de cantos, chanfro, ciclo de furação, rosqueamento, programação manual ou cavidades. ORDEM DE EXECUÇÃO # T FERRAMENTA OPERAÇÃO Ø Z VC – M/MIN RPM FZ –MM/ AVANÇO – MIN MM/MIN Atividades práticas do ALUNO 183
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC OP1: OP2: Separar e controlar o material em bruto com as Fixar o material na morsa sobre paralelos retificados. seguintes dimensões: Deixando o bloco para dentro da morsa +/-10mm ou o bloco para fora da morsa +/-35mm OP3: OP4: Fazer o zero peça (G54) e carregar os Preset das Usinar a peça respeitando as tolerâncias conforme ferramentas que serão utilizadas. desenho 2D. 184
CÁLCULOS / MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, FERRAMENTAS, Atividades práticas do ALUNO ACESSÓRIOS E INSTRUMENTOS Centro CNC, Morsa, Porta-ferramentas e ferramentas de corte, Calços paralelos retificados, Macete de borracha, Paquímetro analógico e digital, Micrômetro. 185
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC PROGRAMA CNC SIEMENS 186
187 Atividades práticas do ALUNO
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC PROGRAMA CNC SIEMENS 188
189 Atividades práticas do ALUNO
190 PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC
FOLHA DE PROCESSO (PLANO DE TRABALHO) FORMATIVA VERSÃO DO ALUNO F2 Nome: Nº: Turma: TAREFA DENOMINAÇÃO QUANT. MATERIAL E DIMENSÕES F2 Usinar Perfil externo, 1 100 x 75 x 35mm chanfros, raios e furação profunda • Elabore o programa CNC do contorno da peça abaixo, utilizando as funções de interpolação linear, interpolação circular e ciclo de furação profunda. ORDEM DE EXECUÇÃO # T FERRAMENTA OPERAÇÃO Ø Z VC – M/MIN RPM FZ –MM/ AVANÇO – MIN MM/MIN Atividades práticas do ALUNO 191
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC OP1: OP2: Separar e controlar o material em bruto com as Fixar o material na morsa sobre paralelos retificados. seguintes dimensões: Deixando o bloco para dentro da morsa +/-10mm ou o bloco para fora da morsa +/-35mm. OP3: OP4: Fazer o zero peça (G54) pela parte acabada da Usinar a peça respeitando as tolerâncias conforme peça já usinada e carregar os Preset das ferramentas desenho 2D que serão utilizadas. Atenção: com a posição da peça, quando for fixar na morsa. 192
CÁLCULOS / MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, FERRAMENTAS, Atividades práticas do ALUNO ACESSÓRIOS E INSTRUMENTOS Centro CNC, Morsa, Porta-ferramentas e ferramentas de corte, Calços paralelos retificados, Macete de borracha, Paquímetro analógico e digital, Micrômetro. 193
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC PROGRAMA CNC SIEMENS 194
195 Atividades práticas do ALUNO
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC PROGRAMA CNC (FANUC) 196
197 Atividades práticas do ALUNO
198 PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC
FOLHA DE PROCESSO (PLANO DE TRABALHO) FORMATIVA VERSÃO DO ALUNO F3 Nome: Nº: Turma: TAREFA DENOMINAÇÃO QUANT. MATERIAL E DIMENSÕES F3 Usinar perfil externo, interno e furo 1 120 x 120 x 50mm calibrado • Atribua as coordenadas dos eixos X e Y para os pontos do contorno da peça abaixo, utilizando as funções de interpolação linear, interpolação circular – G02 e G03. ORDEM DE EXECUÇÃO # T FERRAMENTA OPERAÇÃO Ø Z VC – M/MIN RPM FZ –MM/ AVANÇO – MIN MM/MIN Atividades práticas do ALUNO 199
PROGRAMAÇÃO, PREPARAÇÃO E OPERAÇÃO DE CENTRO DE USINAGEM CNC OP1: OP2: Separar e controlar o material em bruto com as Fixar o material na morsa sobre paralelos seguintes dimensões: retificados. Deixando o bloco para dentro da morsa +/-10mm ou o bloco para fora da morsa +/-35mm. OP3: OP4: Fazer o zero peça (G54) pela parte acabada da peça Usinar a peça respeitando as tolerâncias já usinada e carregar os Preset das ferramentas que conforme desenho 2D. serão utilizadas. 200
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