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Agrupamento de Escolas D. Dinis

Published by magda.camarao, 2022-06-13 23:29:42

Description: Jornal Digital "O Trovador" - 7ª Edição

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O Trovador Edição maio de 2022

EDITORIAL Sempre o aluno A cada publicação deste jornal online do Agrupamento, a tarefa de escrutínio dos artigos a publicar é cada vez mais difícil. Ainda bem! Tal significa que existem tantas coisas a acontecer nas nossas escolas que nenhuma divulgação é suficientemente grande para mostrar tudo. É por esta razão que devemos, enquanto comunidade educativa, observar bem todas as iniciativas desenvolvidas, pois, rapidamente, aferimos que o aluno está no centro do processo de ensino- aprendizagem, sempre o aluno. Ora é esta a nossa missão, é esse o lema do nosso projeto educativo “O futuro nas nossas mãos”, e conforme os anos letivos se vão sucedendo, mais consolidado se tem demonstrado a missão pedagógica do Agrupamento de Escolas D. Dinis. É dado lugar à expressividade, à criatividade, observem-se as criações artísticas visuais, mas também a profundidade da observação da sociedade e a análise introspetiva que os alunos finalistas do 9º ano de escolaridade demonstram, agora que estão a findar o seu percurso no Agrupamento – Que bem se sucederam! Para esta formação integral dos nossos alunos, apraz-me registar o regresso das saídas em visitas de estudo, dentro e fora do país, porque estes momentos vale por muitas aulas em sala de aula. Registei, enquanto Diretor, todos os reportes feitos pelos Diretores das escolas estrangeiras que visitámos no âmbito do Programa Erasmus +, dando conta da qualidade da formação e da postura que os nossos alunos evidenciaram por essa Europa fora. Nada menos se esperava. Contudo, não ignoremos o muito que todos os professores têm trabalhado com as suas turmas (exposições, comemorações, concursos, concertos musicais, viagens, encontros, palestras, jogos), pois se se atentar bem, veja-se como todas as participações do AE D. Dinis se saldam em destaques e honrarias, desde a poesia, à leitura, da arte ao desporto, lá vemos os nossos alunos a triunfar. Tal funda-se na qualidade do trabalho pedagógico prévio feito, condutor da boa transmissão das aprendizagens essenciais, do conhecimento. Melhores condições tivéssemos e mais faríamos. Por tudo isto, embora sabendo que o caminho de consolidação é diário, afirmo que o que já temos é muito, mas não abrandemos, na próxima edição de “O Trovador”, mais haverá a contar, porque muito mais teremos feito no entretanto. Jorge Filipe Camponês, Diretor AE D. Dinis, Leiria

Em Kiev abandonada há um grito pela paz pomba branca a implorar liberdade alma rasgada ferida inocente bandeira hasteada em terra resistente. Em Kiev assustada ecoa a sirene já rouca entre a mudez dos vivos o grito frio e seco de uma criança ferida nos sonhos contra a ganância de um homem louco. Entre a esperança e o fogo ardente foge um povo de alma despedaçada nesse palco sobrevivente cidade mãe cansada roga-se pela paz e pelo fim da guerra. Poema de homenagem a Kiev, da autoria do Professor Luís Lobo com a turma 9ºB

Ajuda à Ucrânia O Agrupamento de Escolas D. Dinis não ficou indiferente à grave crise humanitária que a Ucrânia está a atravessar e criou, no Polivalente da Escola D. Dinis, um Mural da Paz no qual toda a Comunidade Escolar teve e ainda tem a oportunidade de deixar uma mensagem de Paz e de Esperança, quer através de frases, em várias línguas, quer através de desenhos ou de um poema (da autoria do professor Luís Lobo e dos alunos do 9º B). Junto a este mural, criou-se um espaço para recolha de donativos com o objetivo de ajudar a população deste país, onde chegaram: fraldas para bebés e idosos; medicamentos; desinfetantes; artigos de higiene pessoal; kits de primeiros socorros; ligaduras; pensos; betadine; soro fisiológico; seringas; luvas; mantas; cobertores; vestuário quente… Todo este material angariado foi entregue, por diversas vezes, no Estádio de Leiria e nos Bombeiros, espaços destinados à recolha destes bens para envio para a Ucrânia. Esta iniciativa foi organizada pelas docentes: Madalena Costa e Cátia Andrade e alguns alunos das suas direções de turma, respetivamente 7ºD e 8ºE. Destaca-se que os alunos ucranianos destas turmas tiveram uma ação muito particular ao elaborarem os cartazes, onde reinam as pombas brancas, símbolos da paz, e onde predominam as cores azul e amarelo, da bandeira ucraniana, ilustrada com mensagens de “Glória à Ucrânia”, escritas em ucraniano “Слава Україні = Slava Ukrayini”, e nas várias línguas estudadas no Agrupamento: Português, Inglês, Francês e Espanhol.

Empreendorismo nas Escolas Este projeto obteve o 1º e 2º lugar, no Concurso Municipal de Ideias de Negócio. No passado dia 23 de março de 2022 realizou-se, no Teatro Miguel Franco, o Concurso Municipal de Ideia de Negócio, inserido no Projeto de Empreendedorismo nas Escolas, promovido pela Comunidade Intermunicipal de Leiria (CIMRL). A nossa Escola fez-se representar por duas equipas selecionadas na 1ª fase do Concurso. Uma das equipas, constituída pelas alunas Amanda Batista, Constança Lopes e Vitória Melo, do 7ºE, apresentou um modelo de negócio intitulado “Smart Wardrobe” que se baseava na criação duma app que auxilia a combinação de peças de roupa, contribuindo para a sustentabilidade do Planeta Terra. Esta equipa foi acompanhada pela respetiva Diretora de Turma, Sandra Campos. A segunda equipa, constituída pelas alunas, Matilde Abraúl, Marta Feliciano e Sofia Pedrosa do 8ºC apresentou um projeto, intitulado “GreenLand” que consistia na criação de uma app onde se pode registar terrenos abandonados para posterior cultivo. Esta equipa foi acompanhada pelo respetivo Diretor de Turma António Eusébio. Estiveram a concurso nesta fase municipal, 8 ideias de negócio tendo as nossas equipas obtido o 1º e o 2º lugar! O projeto vencedor, “GreenLand”, representou o Município de Leiria na fase Intermunicipal no dia 05 de abril em Castanheira de Pera. Foi uma tarde intensa, de muitos nervos mas ao mesmo tempo de grande aprendizagem. Apesar de não terem ganho as duas equipas tiveram oportunidade de contactar com alunos de outras escolas e de conhecer novos projetos inovadores. Estas iniciativas promovem competências essenciais nos nossos jovens, como o trabalho em equipa, a criatividade, a resolução de problemas e falar em público. Do mesmo modo o espírito empreendedor é uma ferramenta de intervenção na comunidade permitindo-lhes identificar problemas e encontrar soluções. Este projeto foi acompanhado e orientado pela Embaixadora para o Empreendorismo, Professora Marta Caseiro

O Melhor Natal de Sempre Este texto foi escrito pela aluna, Rita Nunes, do 8ºE, a quem foi atribuída uma Menção Honrosa, pela sua participação no concurso \"Uma Aventura... Literária 2022\", na modalidade de texto original, num universo de 12.798 trabalhos. Estava a chegar a melhor altura do ano à vista de Carlos, o Natal. O seu maior desejo era conhecer o Pai Natal. Este rapaz, de sete anos, baixo, magro e muito castiço, já há muito que tinha esse desejo. O Carlos achava mesmo que era esse o ano em que o seu sonho se ia concretizar. E não estava errado, só que não o sabia. Tinha chegado o dia 1 de dezembro e o Carlos encontrava-se feliz, pois ia montar a árvore de Natal. Sentia-se cada vez mais próximo de concretizar o seu desejo. Já de noite, na cama, Carlos não conseguia dormir com tantos pensamentos na cabeça: «Será que o pai Natal é como dizem? Será que se veste mesmo de vermelho? Será que a sua barba é gigante? Será que ele tem mesmo uma fábrica de brinquedos?». E quando finalmente conseguia adormecer, os seus sonhos giravam sempre sobre o mesmo. No seu quarto, Carlos tinha o calendário no mês de dezembro e, como sempre, ia riscando os dias que iam passando. Para ele era uma forma de passar o tempo. Os dias iam passando… dia 1 riscava, dia 2 riscava, dia 3 riscava, dia 4…e chegou finalmente ao dia 24. Do seu quarto Carlos ouviu a mãe a chamá-lo da cozinha para a ajudar a preparar a noite de consoada. No caminho para a cozinha reparou que atrás de um quadro havia uma coisa estranha que não conseguiu identificar de longe. Carlos aproximou-se do quadro e viu que era uma fenda. Rapidamente, para que os pais não notassem, removeu o quadro e deparou-se com uma passagem secreta. Desconhecia completamente a sua existência. Aventureiro como era, Carlos entrou. A passagem assemelhava-se a um túnel, escuro e diminuto, por isso tinha que o percorrer de gatas. Uns metros mais à frente, Carlos reparou num pedaço de papel. Era uma carta escrita pelo Pai Natal para ele, que continha o seguinte: «Segue em frente até veres uma seta, quando a vires orienta-te por ela». Carlos ainda era muito novo, andava apenas no segundo ano, e não sabia ler muito bem, mas conseguiu perceber que era para seguir a seta. A mãe de Carlos estava a ficar chateada por ele não a estar a ajudar, por isso foi à sua procura. Mas quando se deparou com o quadro no chão e com a passagem secreta gritou desesperada pelo filho. Sem saber onde a passagem ia dar ficou aflita e quis ver se cabia, mas a fenda era demasiado pequena. Então chamou o pai de Carlos, que apesar de também não caber na passagem secreta tinha uma voz mais forte para o chamar. E os dois gritaram por Carlos, mas este não os ouviu, pois já tinha andado muito. Uns metros mais à frente, Carlos encontrou a seta que a carta fazia referência. Após uns minutos a gatinhar começou a ver decorações de Natal acompanhadas por uma música que ele reconhecia, “ Jingle Bells”, a sua favorita.

O Melhor Natal de Sempre (Continuação) Ficou intrigado, pelo que começou a gatinhar mais depressa. Ele não queria acreditar no que estava a ver. Esfregou os olhos, beliscou-se, voltou a esfregar os olhos e ouviu: “HO HO HO”, o desejo de Carlos estava finalmente a concretizar-se. Carlos, não cabendo em si de contente, fez uma proposta ao seu Ídolo: ele dava-lhe bolachas e leite para a noite toda e o Pai Natal levava-o no seu trenó, para ver o quão divertido era distribuir os presentes. O Pai Natal concordou. Mal Carlos fez esta proposta lembrou-se que tinha ficado de ajudar a mãe e que os seus pais deviam estar preocupadíssimos. Então, foram os dois o mais rápido possível, tendo em conta a idade do Pai Natal e o tamanho reduzido do túnel em direção à casa de Carlos. Quando chegaram, os pais mostraram-se assustados, mas aliviados por o seu filho estar bem. E foi assim o melhor Natal de Sempre para o Carlos. A Guerra E assim começou o que a população mais temia E que iria permanecer dia após dia. Ouvem-se estrondos e alarmes no meio da confusão. Pessoas a fugirem com o coração na mão. Pessoas a chegar a novos países para habitar, até a situação acalmar. E assim, pergunto: Quando é que a guerra vai acabar? Pois já estamos cansados de sofrer. Professor: Rodrigo Pereira Alunas: Rita Nunes e Bruna Duarte - 8ºE

Educação Visual Recriar obras de Arte Trabalhos realizados pelos alunos das turmas 9ºC e 9ºF. Professora: Ana Lopes

Educação Visual Recriar obras de Arte (Continuação) Trabalhos realizados pelos alunos das turmas 9ºC e 9ºF. Professora: Ana Lopes

Matilde - 7ºB Eva Cardoso - 7ºB Lara Duarte - 7ºA Alexandre Magalhães - 7ºA Educação Visual Simone - 7ºB Vitória Mendes - 7ºA Composição Visual – Arcos Emília Lopes - 7ºA Trabalhos realizados pelos alunos das turmas 7ºA e 7ºB. Pedro Cardoso - 7ºB Professora: Cristina Pereira

Mariana Cunha - 8ºB Mariana Sanches - 8ºC Matilde Nunes - 8ºC Sofia - 8ºC Educação Visual Composição Visual \"Dinâmica\"Margarida - 8ºBAngélica - 8ºBMatilde Santoss - 8ºC Trabalhos realizados pelos alunos das turmas 8ºB e 8ºC. Ariana - 8ºC Professora: Cristina Pereira

Educação Visual Peças tridimensionais A partir da junção de sólidos simples os alunos das turmas 9ºA, 9ºB, 9ºD e 9ºE, construíram as suas peças em perspetiva isométrica ou cavaleira. Mafalda - 9ºB Lara - 9ºB Leonor - 9ºA Carolina - 9ºA Inês Vieira - 9ºB Luca - 9ºD Denis - 9ºA Professora: Cristina Pereira Marli -9ºE Fabiana - 9ºE Matilde - 9ºD

Educação Visual A obra de Arte Trabalhos realizados pelos alunos das turmas 9ºA, 9ºB, 9ºD e 9ºE. Mafalda - 9ºB Carolina - 9ºA Leonor - 9ºA Matilde - 9ºD Mara - 9ºE Filipa Teixeira - 9ºA Beatriz - 9ºE Fabiana - 9ºE Mariana Parracho - 9ºA Lara- 9ºB Marli - 9ºE Leonor Kumar - 9ºB Professora: Cristina Pereira João Bragança - 9ºB Denis - 9ºA Ariana - 9ºA

Educação Visual Chapéus \"Chapéus, há muitos\", foi um desafio lançado aos alunos dos 7ºs e 8ºs anos, no Carnaval. Alguns chapéus estiveram expostos na Escola Básica para celebrar o Dia Mundial do Teatro, fazendo um apontamento relativo à construção de adereços e figurinos. Professora: Isabel Lourenço

Educação Visual Os alunos do 9º ano fizeram uma homenagem à artista portuguesa Lourdes Castro, falecida este ano, explorando a sua linguagem artística e aludindo a objetos seus contemporâneos. Professora: Isabel Lourenço

Dia Internacional da Matemática e Dia do A partir de 2019 definiu-se como Dia Internacional da Matemática e Dia do Pi, o dia 14 de março. O objetivo deste dia é recordar e comemorar a importância que a Matemática tem nas nossas vidas. A Matemática está presente em tudo o que fazemos e que observamos no dia-a-dia, preparando a nossa mente para o pensamento crítico e para o raciocínio lógico! Os Professores de Matemática propuseram aos alunos, do 2º e do 3º ciclo, a elaboração de trabalhos de pesquisa sobre Matemáticos Famosos, Matemáticos resilientes e sobre o Pi. O resultado final resultou numa extraordinária exposição de trabalhos no Polivalente da escola sede, que esteve patente de 14 a 18 de março, onde pudemos admirar o empenho dos alunos na elaboração de trabalhos.

Dia Internacional da Matemática e Dia do (Continuação) Ainda no âmbito da comemoração do Dia do Pi e atendendo ao trabalho solicitado pela professora de Matemática, a aluna Iolanda Delgado, do 5ºB, inventou uma fantástica história “Iô no mundo de PI”, criando um livro da sua autoria. Em articulação com a Biblioteca Escolar e integrada na Semana da Leitura, a aluna Iolanda apresentou o seu trabalho – “Iô no mundo de Pi” a outras turmas do 5º ano e à turma B do 6º ano. Pelo faenmtápsetinchootradbeamlhoondsteracdroia,tivtioddaodse e pesquisa, bem como pelo os alunos estão de Parabéns!

Concurso: Matemática e Arte de Rua Nós, Carolina Coelho, Hugo Caixeiro e Leonor Lopes, alunos do 9ºA, juntamente com a professora Elisabete Amado no âmbito da disciplina de matemática, participámos no concurso “Matemática e Arte de Rua”, onde escolhendo um tema (o nosso eleito foi o meio ambiente) desenvolvemos um mural e um pequeno texto descritivo, os quais tivemos muito prazer em realizar. Revelando-se também divertido, consideramos uma boa aprendizagem e uma grande mais-valia para a boa preparação de projetos deste tipo durante os restantes anos da nossa escolaridade. Foi submetido em conjunto com o mural, o texto descritivo abaixo apresentado. “Como este mural demonstra, a Matemática encontra-se em todo o lado. Ela é imprescindível para medir as distâncias entre planetas ou as áreas dos habitats e das paisagens, calcular o volume dos diversos animais ou até constatar as simetrias dos seus corpos. A Matemática nem sempre está à vista, porém com um olhar mais atento e usando as aprendizagens adquiridas, visualizamo-la e utilizamo-la regularmente no nosso quotidiano. Por exemplo, é importante a aplicação da Matemática na solução de problemas ambientais – a poluição, os transportes, o consumo exagerado (como o de água), (…) – através dos estudos e estatísticas, como também na Biologia, para contabilizar o número de moléculas e as reações químicas, entre outros.”

Desporto Escolar No 2º período, os alunos do Clube do Desporto Escolar têm participado com entusiasmo em várias modalidades internas (fase escola), em encontros interescolas (escolas próximas) e em fases distritais (todas as escolas do distrito). Nas fases distritais só competem os alunos que obtiveram os melhores resultados quer nas competições fase escola, quer nos encontros interescolas. Os nossos alunos têm conseguido excelentes resultados nas várias etapas acima referidas, a salientar: Encontro de Patinagem interescolas: - Valentim Pereira do 5ºB (infantil A) – 3º classificado - João Counhago do 5ºB (infantil B) – 1º classificado - Érica Gonçalves do 9ºA (iniciada) – 1ª classificada Fase Distrital Ténis de Mesa: - Miguel Teixeira do 8ºA (iniciado) – 1º classificado - Taras Lyapun do 8ºD (iniciado) – 3º classificado Fase Distrital Megas: Miguel Teixeira - Denis Hrabar do 9ºA (iniciado) – 1º classificado no Salto em Taras Lyapun Comprimento e no Lançamento do Peso 1º e 3º em Ténis - Camila Patraboy do 9ºA (iniciada) – 1ª classificada no Lançamento do Peso de Mesa - Lara Alho do 9ºA (iniciada) – 3ª classificada no Km. Denis Hrabar Lara Alho 1º Lançamento do 3ª no KM Peso Camila Patraboy Denis Hrabar 1ª Lançamento do 1º Salto em Peso Comprimento

Ténis O aluno nº10, João Marques e a aluna nº 19, Thais Carvalho, alunos do 5ºA, ao terem conhecimento que a escola tinha raquetes de ténis, mas a modalidade não era praticada por falta de bolas, no dia 4 de abril, ofereceram algumas dezenas de bolas à escola. Estas bolas, foram oriundas do Clube Escola de Ténis de Leiria, onde os alunos são atletas. Embora as bolas sejam usadas e já não sirvam para competição, estão em perfeitas condições para a prática do ténis em meio escolar. Diretor de Turma: Arne Bossan

1ºCicloDia da Internet Mais Segura No dia 8 de fevereiro 2022 comemorou-se o dia da Internet mais segura. O Subdepartamento de Informática, através das professoras Magda Camarão e Sandra Rocha, em parceria com a Biblioteca Escolar, desenvolveram durante o mês de fevereiro um conjunto de sessões sobre esta temática. As mesmas foram dirigidas a todas as turmas dos 3º, 4º, 5º e 7º anos de escolaridade do agrupamento, tendo decorrido nas escolas do 1º ciclo e na Biblioteca Escolar do agrupamento. Os alunos demonstraram curiosidade e interesse pelas temáticas abordadas. 2ºCiclo 3º Ciclo

Clube das Ciências Experimentais A Ciência e o conhecimento científico são importantes no dia-a-dia para que possamos melhor compreender o mundo que nos rodeia. Observar, experimentar e comparar ajuda-nos a prever acontecimentos, melhorando a nossa interação com o meio! Alunos dos 5º e 6º anos de escolaridade têm, este ano letivo, oportunidade de frequentar o Clube de Ciências onde, por alguns momentos, podem sentir-se verdadeiros cientistas, observando e experimentando várias atividades. Estão todos de parabéns pelo empenho demonstrado até ao momento! Carolina Simões, 6ºC: Gosto de frequentar o Clube, porque gosto de fazer experiências, principalmente, misturar substâncias e observar ao microscópio! Clara Filipe, 5ºC: Gostei de observar partes de plantas ao microscópio e de mexer nos minerais! Professora: Élia Ferreira

Clube de Robótica O Clube de Robótica tem como finalidade desenvolver a interdisciplinaridade, o trabalho colaborativo, a aplicação do conhecimento em novas situações, fomentando o gosto pela tecnologia e ciência, permitindo desenvolver trabalhos tecnológicos idealizados pelos alunos com a colaboração dos professores. Apesar das restrições provocadas pela situação pandémica, os alunos inscritos continuam a manifestar um enorme interesse, espírito de entrega e criatividade. Professores: Henrique Dias e José Paiva

A força que nos alimenta «Afinal de contas, valerá a pena tentar enfrentar desafios, mesmo sabendo que um passo em falso, por mais pequeno que seja, me pode levar ao fracasso?» Isto é o que se passa na cabeça de milhões de pessoas em todo o mundo, principalmente na mente dos adolescentes. Esta insegurança, qual manivela enferrujada que não nos deixa avançar, é o principal motivo para muitos grandes génios se fecharem numa «caixa» e desperdiçarem o seu talento, apenas por medo de falhar. Afinal, o que falta a estas pessoas para alcançarem aquilo com que sempre sonharam? Talvez um pouco de confiança nelas mesmas, mas, sobretudo, força de vontade. Acreditem se quiserem, mas esta é a força mais poderosa à face da Terra. Para provar isso, temos o exemplo do povo ucraniano. Este país pode não ser o mais forte, pode não ser o maior, pode não ser o mais rico nem o mais poderoso, mas o seu povo está unido, determinado e com vontade de defender aquilo que é seu. Homens, de jovens a veteranos, juntos, abandonam as suas famílias para as proteger, pois defender aquilo que lhes é mais sagrado, as suas mulheres e crianças, é a força que os alimenta e permite alcançar esse objetivo. Enquanto houver força de vontade na mente de cada homem, o mundo será apenas o seu jardim e as flores que colhe serão os sonhos que escolhe. Professora: Isilda Pereira Aluno: Denis Hrabar , 9º A

Viver é um desafio A vida não é fácil. Todos o sabemos, todos já nos deparámos com adversidades e tivemos de lidar com elas. Mas nunca podemos desistir. Porque não? Porque ao desistirmos estamos a perder o arco- íris depois da tempestade. Gosto de acreditar que a sua alegria apenas depende de nós, somos nós que temos de saber o que sentimos, a melhor maneira de gerir as nossas emoções e como agir depois de toda esta reflexão. Os problemas não dependem de nós, mas a forma como nos sentimos e as decisões que tomamos depende. Isto é uma das grandes razões que me faz querer continuar – eu sou dona de mim mesma, sou eu que dito a mudança. Por outro lado, existem situações que, por muito que queiramos encontrar uma diferente perspetiva, são complicadíssimas. Porém, temos de ser resilientes, temos de lutar. É a única maneira. É o que faz sentido. Não podemos só assentir e conformar-nos com as situações que não estão bem, nem fugir dos problemas. Somos homens, mulheres, crianças, jovens, somos seres humanos, que vêm ao mundo, penso eu, por alguma razão, e viver é um desafio, mas vivermos é a única maneira de sermos felizes. E eu acho que é essa felicidade que todos procuramos – e temos de lutar por ela. Alguns querem igualdade, independência, bons investimentos; outros, mares não poluídos, dinheiro e outros bens, animais de estimação, comida. No fundo, todos queremos ter uma vida boa, e uma vida boa é uma vida feliz. E é por isso que não podemos desistir. Para concluir, acredito que não devemos desistir, pois queremos ser felizes, e essa felicidade virá, mais cedo ou mais tarde, com uma simples mudança de perspetiva e/ou comportamento ou com uma grande luta (interna ou não). Professora: Isilda Pereira Aluna: Carolina Felizardo Martins Luzio Coelho, Nº 7, 9º A

Superação e recomeço Nem sempre tudo é fácil e, por vezes, até coisas simples se tornam difíceis. Não estamos sempre bem e não tem de ser propriamente porque algo de grave se passa. Basta acordarmos todos os dias com objetivos traçados e, no final do dia, não os conseguirmos tornar realidade, esforçarmo-nos para tudo correr bem e, mesmo assim, haver falhas em pormenores não calculados, ou até tentarmos com tanta vontade ser um bocadinho melhores a cada dia que passa, e a exaustão pode atingir-nos. Eu vivo tão sobrecarregada com dilemas, sonhos, objetivos pessoais, que, por vezes, as «pilhas» se esgotam. E, digo-vos, não é nada agradável sentir que, depois de tanto me esforçar e finalmente conseguir o que queria, não ter forças para continuar. Não costuma ser notório a olhos estranhos, mas as pessoas mais próximas de nós certamente se aperceberão de que algo se passa e provavelmente ofereceriam ajuda. E é aí que eu realmente falho… Desde há muito tempo que não me sinto confortável em partilhar aquilo que realmente sinto com quase ninguém, até porque já aprendi a ultrapassar essas fases mais complicadas sozinha. Muitas vezes até posso parecer forte, destemida, indestrutível, mas nem sempre sou assim… Também sofro quedas e, mesmo que para muitos possam parecer banais, para mim significam imenso na minha evolução como pessoa. Acredito que cada queda é uma nova aprendizagem e chega a ser gratificante o sentimento de superação, conquista, vitória, liberdade… de saber que não desisti! Uma vez, alguém especial disse-me: «Costuma dizer-se que depois da chuva vem o arco-íris; para mim, depois da dor vem o recomeço.» Apesar de essa frase não acabar com a minha dor, angústia ou cansaço, ajuda-me a acreditar que o dia de amanhã vai ser melhor e que muitos iguais virão a seguir. Professora: Isilda Pereira Aluna: Leonor Pinhal de Almeida Lopes, nº 18, 9º A

Nem tudo é a cores Como sabem, a vida prega-nos partidas, por isso temos, por vezes, vontade de desistir. Contudo, não é isso que devemos fazer, quer no princípio quer no final. Sei que, muitas vezes, pensamos que não somos capazes de enfrentar a tempestade dos nossos pensamentos. E, se, em vez de a enfrentarmos, resolvermos «dançar» com ela? O que eu quero dizer é que vai haver dias bons e dias maus nas nossas vidas, a única diferença é esta: uns marcam e os outros ensinam. Todos nós tivemos de cair várias vezes para aprendermos a andar, por isso pergunto-me: «Se tu, quando eras bebé, não desististe, porque é que agora, que és jovem e já enfrentaste muitas coisas, queres desistir?» Olha, há coisas pelas quais vale a pena lutarmos, como os nossos propósitos para frequentar aquela universidade ou conseguir «aquele» jogo de consola. Não fujas aos problemas, pois és «de pedra». Claro, que não somos totalmente «de pedra», mas somos fortes, mais do que imaginamos. É só para te lembrar que as pedras caem no rio e afundam- se, mas não se partem. Continua a lutar. Podes ser arrastado para muitos lugares, mas não te deves deixar arrastar pela tua mágoa. Conta o que te vai na alma aos teus amigos, por mais que eles sejam aqueles que berram e cantam mal; eles vão sempre ajudar-te. Pensa nisto e, acima de tudo, não desistas. Professora: Isilda Pereira Aluna: Mariana Sofia Marques Oliveira, Nº 24, 9º A

Uma história para a vida Já todos ouvimos falar da famosa história da lebre e da tartaruga, em que a lebre desafia a tartaruga para uma corrida, mas, pelo seu ego e confiança, acaba por perdê-la contra a tartaruga. Muitos devem achar que esta é só uma simples história contada por adultos às crianças, mas, na minha opinião, ela tem um grande significado por detrás. Para mim esta história é como a vida real. Todos os animais riram da tartaruga quando ela aceitou fazer a corrida contra a lebre. Para eles era óbvio quem iria ganhar, porque a lebre é muito mais rápida do que a tartaruga. Ainda assim, ela provou a todos o contrário ao ganhar a corrida. Na vida real é assim mesmo, algumas pessoas vão rir- se «na tua cara», vão dizer que tu não és capaz de fazer as coisas. Mas não deves ligar a essas pessoas, pois, no final, tu terás conseguido aquilo que querias e pelo qual tanto trabalhaste e te esforçaste para conseguir e elas vão continuar com a sua vida mesquinha, enquanto tu vais continuar a esforçar-te para chegar ao topo. É importante saber que nada vem de graça, tens de trabalhar muito para conseguires o que queres. O mais importante de tudo isso é nunca desistires. Vais errar muito na vida, mas, se não deu certo desta vez, aprende com os erros e tenta novamente. Em minha opinião, esta é uma lição que todos devemos levar para a vida. Não há mal em errar, o importante é não desistir e aprender com os erros. Professora: Isilda Pereira Aluna: Maria Lemos, nº 22, 9º A

«O tatuador de Auschwitz» Eleger a história de uma obra que me tenha marcado de uma maneira, à partida pessoal, é uma tarefa complexa. Eu poderia destacar histórias com diferentes temáticas, façam elas parte de romances ou sejam episódios peculiares. Contudo, penso que a história que de certa forma deixou em mim uma marca indelével foi «O tatuador de Auschwitz». Apesar de poder escolher qualquer tipo de história, a esta é impossível ficar indiferente e não criar empatia não só com as personagens como também com o amor vivido entre as duas personagens fundamentais da mesma. «O tatuador de Auschwitz» relata uma história verídica, vivida por Lale nos tempos em que esteve preso no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, algo que aconteceu numa época que muitas vezes é mencionada como se já não tivesse importância ou relevância nenhuma, mas a verdade é que ocorreu apenas no século passado, durante o Holocausto. Lale era apenas um homem normal, oriundo da Checoslováquia, um homem livre, até ser aprisionado num dos piores campos de concentração do Mundo. Naquele campo experienciou tudo, viu situações que certamente nenhum humano estava preparado para ver e até chegou a pensar que o seu destino estava traçado também pelas linhas dos enormes corpos de soldados que o controlavam. No meio de um inferno, conheceu o amor da sua vida, Gita, alguém que foi a sua luz numa imensa escuridão sem fim. Esta obra marcou-me sobretudo por mostrar a história de duas pessoas que, no fundo, foram salvas pelo poder do amor entre duas almas inicialmente perdidas. Impressionou-me sobretudo o facto de, em algum momento das suas vidas, Lale e Gita terem sido livres como eu, ou como tu que estás a ouvir isto, chegaram a ser crianças vulgares que mais tarde foram marcadas, para sempre, por uma realidade que, na minha opinião, jamais deverá ser esquecida. Professora: Isilda Pereira Aluna: Mariana Parracho, Nº 23, 9º A

A vida e os contratempos Todos os dias e a toda a hora somos postos à prova. Temos que superar dificuldades e novos desafios que possam eventualmente surgir. Quando somos confrontados com dificuldades e desafios, o nosso primeiro pensamento, ou na maior parte das vezes, é desistir e não tentar enfrentá-los. É importante superar esta etapa inicial, porque durante a nossa vida vão surgir novos desafios e, quando superamos um e mais outro, é como se subíssemos um patamar de superação das nossas dificuldades. Também compreendo que haja obstáculos que fazem com que nos desafiemos a nós próprios, e outros que não têm o mesmo grau de exigência. Já vivi vários episódios em que não confiava em mim própria e nas minhas capacidades. Tive que me defrontar com desafios que me foram lançados e tentei, com hesitação, superá-los. E, quando eu vi que era capaz e que me tinha superado a mim mesma, fiquei orgulhosa e quase não acreditei que tinha conseguido. Isso foi um grande passo para que ultrapassasse os meus medos e que aprendesse a confiar mais em mim e nas minhas capacidades. É claro que não somos todos iguais e que não acertamos tudo à primeira. Mas, se, por acaso, as coisas não correrem como desejamos, não é motivo de desânimo nem de baixar a cabeça, pelo contrário, devemos erguê-la e continuar. Na minha opinião, todos nós devemos tentar superar os nossos medos, pois isso faz-nos evoluir como pessoas e faz-nos alcançar os nossos objetivos. Professora: Isilda Pereira Aluna: Adriana Dinis, Nº 1, 9º F

Errar é humano Desde sempre os homens enfrentam dificuldades diárias que, cedo ou tarde, terão solução. Muitos acham que tentar é um desperdício de tempo, pois, se falharem, o trabalho e todo o esforço serão em vão, ou quase todo, diria eu. Desde sempre ouvi dizer «com os erros se aprende», mas, mesmo assim, muitos nem tentam! Porquê? Medo!... O medo de fracassar, o medo de errar. Esses medos impedem que possamos progredir na nossa vida. As pessoas temem errar, mas eu pergunto-me porque será. Será só o medo ou haverá algo mais? Se calhar falta de autoestima, ou será que simplesmente não têm condições para sequer tentar. Querendo ou não, dizer é sempre mais fácil do que fazer. E é muitas vezes por isso que as pessoas nem tentam, pois temem que o seu esforço não seja recompensado dignamente. Mesmo assim, dizer «Não consigo» sem sequer tentar é algo que só um perdedor diria. E se já disseste isso a ti próprio, deixa-me dizer-te que tudo isso não passa de meras desculpas, pois «ser cuidadoso é uma das características inerentes ao ser humano». Tens de te esforçar, não para seres bom em algo, mas para seres melhor em algo. Deves acordar e lembrar-te que tens que evoluir, que tens de ser melhor todos os dias. Afinal, tens o maior bem do mundo: o tempo. Se me ouviste até aqui, quero que tentes de tudo e dês o teu melhor para seres uma melhor versão de ti mesmo. E, se errares, não te preocupes, pois «Errar é humano». Professora: Isilda Pereira Aluno: Behruzjon Khaitov, nº 2, 9º F

O. P. F. «Observa, pensa, fala» Todos nós sentimos dificuldades no nosso dia a dia. Podemos achar difícil levantar-nos de manhã, podemos achar difícil um teste, como este que eu estou a fazer agora, ou podemos encontrar dificuldades em lidar com os outros. Bem, neste texto eu vou ensinar-te os três passos que eu uso para resolver grande parte dos meus problemas. Mas, antes disso, um aviso, eu não sou um psicólogo e não prometo que isso vá resolver os teus problemas. Eu falo por experiência própria. Estes passos não são como um feitiço que vai meter a tua vida em ordem. Se sentes que precisas de ajuda, fala com alguém em quem confies e pensa em ir ver um psicólogo a sério. Passo 1 – Observar Lembram-se de quando eram pequenos e tinham medo de um casaco, só porque estava escuro e, portanto, não o conseguiam ver? Depois a vossa mãe ou pai ligava a luz e, assim que viam o casaco, ficavam sem medo. Isso é um pouco o que se passa com grande parte dos problemas. Às vezes sentimo-nos mal sem saber o porquê e precisamos da ajuda de alguém que consiga acender as luzes ou, no mínimo, trazer uma lanterna. Passo 2 – Pensar Ora, depois de vermos o problema, devemos pensar nele, senão esquecemo-nos do casaco e, na noite seguinte, voltamos a ter medo. Podemos fazer isto de duas maneiras: podemos pensar «Porque é que, quando está escuro, eu fico com medo do casaco?» ou podemos pensar «Porque é que eu deixei o casaco em cima da cadeira em vez de o arrumar?» Passo 3 – Falar Muitas pessoas, depois de acenderem a luz, conseguem levantar-se e arrumar o casaco; outras precisam que alguém arrume o casaco por elas. De qualquer maneira devemos falar disso, seja para dizer «Foi tão ridículo eu ter medo do casaco!» ou dizer «Eu tenho medo do casaco e preciso de ajuda, seja uma luz de presença ou que alguém me arrume o casaco.» Acho que já disse o que queria dizer. Lembrando que não sou um psicólogo, assim me despeço. Professora: Isilda Pereira Aluno: Guilherme Santos, Nº 8, 9º F

Projeto “Europe at hand” – Portugal No âmbito do Projeto “Europe at hand”, de 23 a 25 de março, recebemos na nossa escola os nossos parceiros Erasmus gregos, italianos e polacos. Foram recebidos pelo Diretor, Dr. Jorge Camponês e também pela Sra. vice-presidente da Câmara e vereadora da educação e cultura, Dr.ª Anabela Graça. Todos visitaram os espaços escolares, tendo mesmo alguns alunos assistido a aulas com a cortesia dos nossos alunos e professores, ficando a conhecer o nosso sistema educativo e descobrindo as nossas diferenças e semelhanças. Na Biblioteca cada grupo de alunos das quatro escolas envolvidas fez as suas apresentações que versavam sobre a gastronomia e tradições locais.

Projeto “Europe at hand” – Portugal (Continuação) Nos outros dois dias várias atividades foram desenvolvidas tais como, confeção de folares da Páscoa; Visitas guiadas às Grutas de Mira D´Aire, Castelo de Leiria e Museu MIMO; Visita a Fátima e Passeio na Praia da Nazaré. Para finalizar, juntamo-nos todos na escola e os alunos participaram num peddy paper, evidenciando os conhecimentos que tinham adquirido nas apresentações do primeiro dia. Na despedida não deixou de haver lágrimas e promessas de visita em breve, com famílias e amigos, e também por isso sabemos que estes três dias, breves, mas intensos, foram um verdadeiro sucesso.

Mobilidade à Roménia Deslocaram-se na Mobilidade à Roménia 2 professoras e 4 alunas, de 27 de março a 2 de abril, no âmbito do Projeto \"Proud of Being European”. Vimos folclore, ouvimos canções tradicionais e provamos iguarias regionais e participámos em workshops onde nos ensinaram a fazer vários artefactos todos eles carregados de flores, em plena celebração do mês de março. Os alunos dos países parceiros partilharam também costumes, tradições e curiosidades dos seus próprios países: Espanha, Portugal e Polónia de forma presencial, Itália e França em mobilidade virtual. Fizemos uma caça ao tesouro na cidade de Ploiesti, podendo assim conhecer alguns dos edifícios emblemáticos da cidade fortemente industrializada. Visitámos Bucareste nomeadamente o parlamento, antigo palácio do ditador Ceausescu. Visitámos aos castelos de Peles e de Bran, na Transilvânia, este último conhecido por castelo do Conde Drácula. Estávamos todos orgulhosos de ser europeus e de contribuir para a construção deste sonho. Assim, se cumpriu com alegria o maior objetivo deste projeto.

Mobilidade à Roménia (Continuação) Testemunho da aluna Elisa Mendes - 9ºB “Com esta experiência Erasmus, aprendi variadas coisas. Aprendi a organizar e a melhor repartir o dinheiro por que sou responsável; fiquei com uma maior noção do que devo e posso gastar em determinada compra e, na minha opinião, desenvolvi também o meu espírito crítico. Tornei-me não só conhecedora da cultura do país destino da deslocação, como também da dos vários países envolvidos no projeto. Observei semelhanças e diferenças entre todas as nações. As diferenças, encontradas especialmente nas tradições, costumes e obviamente na língua definem profundamente e historicamente cada povo. Em relação ao idioma de um país, este pode ser relativamente parecido com o de outro vizinho, mas existem sempre expressões, palavras e dizeres que são bastante próprios de cada país, o que a meu ver, é uma das características que me torna tão entusiasta da aprendizagem de várias línguas. Tendo sido a viagem que estou a comentar com destino fora do país, houve da minha parte o esclarecimento e também a reafirmação do desejo de viajar para o estrangeiro muito mais vezes. Pretendo levar a cabo a minha participação no programa Erasmus até quando me for permitido. Mesmo não sabendo ainda para que escola vou ou mesmo o curso que vou seguir no décimo ano, tenciono inscrever-me no Erasmus assim que possível, não só no intuito de viajar, mas também para pertencer a esta notável comunidade. Queria agradecer a fascinante oportunidade que me foi dada e expressar a minha gratidão a ambas as professoras que me acompanharam nesta aventura.”

Mobilidade à Grécia De acordo com o Projeto Erasmus “Europe at Hand”, realizou-se a Mobilidade à Grécia, de 4 a 10 de abril, mais precisamente à ilha de Rodes, com os parceiros da Polónia e Itália, com 8 alunas e 2 professoras. No dia da receção na escola grega, todos os alunos nos aguardavam com uma grande salva de palmas e um entusiasmo surpreendente, na qual assistimos a danças e músicas tradicionais. Nos restantes dias fizemos visitas guiadas à cidade velha fortificada, como o Colosso de Rodes e a estátua do Deus Sol, uma das 7 maravilhas do mundo antigo, rico na mitologia grega; fomos recebidos na Câmara Municipal pelo Presidente; assistimos a um espetáculo 9D sobre a História da ilha; visitámos o aquário e o interativo museu do mel. Um dia foi dedicado na ida à famosa praia de Lindos com a sua Acrópole. A despedida foi emotiva, que evidenciou o sucesso da atividade! Workshop de culinária Receção do Presidente da Câmara Cavaleiras de Rodes Fortaleza Grão Mestre dos Cavaleiros de Rodes Receção à escola grega

Mobilidade à Grécia (Continuação) Testemunho da aluna Marli Pereira - 9°E “O projeto Erasmus + é algo incrível. Não sei por onde começar, como descrever esta experiência e a sorte de poder participar nela. Nos dias 23 a 25 de março recebemos vários jovens de várias partes da Europa desde Italianos, Gregos a Polacos. Tive a oportunidade de os acompanhar durante os três dias e posso dizer que foi memorável. Fiz amizades que vou levar comigo e ainda mantenho o contato com alguns amigos que fiz. Espero voltar a vê-los ou ter a oportunidade de os visitar. Em relação a saída de campo há tantas coisas para falar! Tivemos 1 semana na Grécia, passou a correr. Todos os dias aprendíamos um pouco mais sobre Rhodes. Fizemos imensas coisas, visitamos a acrópole de Rhodes, aprendemos danças tradicionais gregas, assistimos um filme no cinema 9D sobre a história de Rhodes, cozinhamos comidas típicas e tantas outras coisas. Adorei conhecer mais sobre a história da Grécia, aprender mais sobre novas culturas e provar novas gastronomias. Fui convidada mais uma amiga portuguesa para ir jantar a casa de uma menina Grega com quem fizemos amizade. Foi uma noite bem passada onde provei novos sabores, jogamos vários jogos, e aprendi várias palavras gregas. Foi pena ter acabado, mas se voltar a ter uma oportunidade destas seria a primeira a dizer que sim! Espetáculo de História, em Rodes Deca União Deca Força

Mobilidade à Grécia (Continuação) Testemunho da aluna Mara Domingues - 9°E ““Adorei a experiência! Já sonhava com esta mobilidade há muito tempo e superou muito as minhas expectativas. Adorei conhecer Rhodes e conhecer os costumes e as tradições gregas. As pessoas que conheci tornaram a viagem ainda mais especial. Para além disso, também fortaleci muito a minha relação com as colegas portuguesas. Desta viagem só trago boas memórias e espero um dia poder voltar!” Acrópole Praia Praia, em Psaropoula

Mobilidade à Grécia (Continuação) Testemunho da aluna Sofia Horova - 9ºE “Gostei muito da experiência e sei que nunca a vou esquecer. Consegui aprender um pouco da cultura dos outros países e conhecer novas pessoas. Foi só uma pena não termos ficado em famílias, acho que enriquecia mais a experiência. Adorei as atividades que fizemos, a minha preferida foi a ida a Lindos, as paisagens eram lindas, a comida e o tempo também estavam ótimos. Criei novas memórias não só com novas pessoas, mas também com as pessoas que já conhecia. Valeu a pena todo o trabalho que tivemos até à viagem e faria sem pensar duas vezes outra viagem com o projeto.”

Mobilidade à Alemanha Alemanha aposta na educação com um futuro A formação Erasmus+KA1 sobre o sistema de ensino na Alemanha levou-nos a compreender como um país adapta o seu sistema de ensino às necessidades da sua população e aos desafios da conjuntura atual. Sendo a Alemanha um dos países europeus que mais refugiados e imigrantes recebe nos dias de hoje, teve de arranjar maneira de dar resposta a estes jovens sem formação e muitas vezes com desconhecimento completo da língua anfitriã. A formação que fizemos, deu-nos mais do que uma panorâmica do sistema de ensino alemão, levou-nos a conhecer as escolas, a falar com diretores, professores e alunos, visitar as suas instalações e assistir a algumas aulas para que pudéssemos estar melhor inteiradas das suas práticas e testemunhássemos o sucesso das mesmas. As três escolas visitadas foram escolas secundárias em que o ensino privilegiado é o profissional e cada uma delas forma jovens em áreas específicas de aprendizagem. Assim, a Leopold-Ullstein-Schule possui cursos nas áreas da indústria, dos medias e de gerenciadores de sistemas, a Herman-Scheer- Schule nas áreas administrativas como fundos de pensões, seguradoras de saúde, agência nacional de trabalho e serviços de recrutamento de pessoal e a Hein Moeller-Schule na área da tecnologia eletrónica. Todas as escolas possuem instalações privilegiadas, as duas primeiras com edifícios antigos reabilitados e a última com três blocos recentes. Todas têm equipamentos tanto físicos como informáticos de excelência em salas desenhadas para trabalhos de projeto e a última possui salas com toda a sorte de equipamentos elétricos e eletrónicos para trabalho com os alunos.

Mobilidade à Alemanha (Continuação) Mas para este sistema ter sucesso e preparar os jovens para o futuro não bastam as boas instalações e equipamento, e é na forma como funcionam estes cursos profissionais que se denominam “Dual Training System” que reside a chave do sucesso destes jovens. Assim, os alunos começam por se candidatar a uma lista de cerca de 1000 empresas que estabeleceram parcerias com as respetivas escolas e, uma vez aceites, receberão nessas empresas formação por dois anos durante os quais e, desde o início, terão formação 3 dias por semana e 2 dias de aulas na escola. A empresa, ao estabelecer a parceria com as escolas, compromete-se a pagar logo a estes jovens um salário que pode oscilar entre os 800 e os 1200 euros. No final dos dois anos, tanto a escola como a empresa emitem certificados que possibilitam ou a integração dos jovens no mercado de trabalho, ou o prosseguimento de cursos profissionais de nível superior.

Mobilidade à Alemanha (Continuação) Falámos com jovens que se encontravam neste sistema de ensino que pode ir dos 16 aos vinte e muitos anos e que mostraram satisfação por estarem num estilo de ensino mais simples que o superior, que já haviam frequentado, e que ao mesmo tempo lhes possibilita uma certa independência financeira para começarem a organizar as suas vidas. Num sistema de ensino em que a escolaridade é obrigatória até aos 16 anos, os alemães encontraram uma alternativa aliciante quer para as empresas, que conseguem mão-de-obra a preços atrativos, quer para estes jovens que começam desde cedo a ver um propósito nas suas vidas. Claro que os professores com quem falamos não esconderam que nem tudo é um mar de rosas e que por vezes se debatem com problemas de absentismo ou de comportamento, mas certamente os alemães parecem estar no bom caminho para proporcionar a estes alunos um futuro com formação CáPrmroIefnneêsGssooPrnaaçissa:lves

Mobilidade a Berlim Berlim, uma capital com História(s) Graças ao programa Erasmus+ tive a oportunidade de passar uma semana em Berlim e conhecer, ainda que de forma superficial, a cidade, que parece caleidoscópica tais são as imagens e as facetas diferentes que apresenta ante os nossos olhos. Certamente para nós, portugueses, e para os nossos alunos que estudam na escola a II Guerra Mundial, a Alemanha e consequentemente Berlim estão ligadas a esses eventos catastróficos protagonizados por um líder maníaco e imperialista que, devido às suas políticas, cobriu um país de vergonha. E, de facto, passeando pelas ruas da cidade, quase não nos damos conta desse passado que é recordado principalmente pelos dois memoriais ao povo judeu e às vítimas do Holocausto nazi. O primeiro “Monumento memorial aos judeus assassinados na Europa” que visitei oferece uma caminhada por entre blocos de granito cinzento-escuro de variadas alturas, dispostos numa espécie de labirinto e que convidam à reflexão e a uma interpretação pessoal do monumento, enquanto o segundo, menos confrangedor, nos mostra um jardim com um lago circular onde se ouve uma melodia quase celestial, mas que contrasta com a brutalidade das lajes em seu redor gravadas com os nomes de todos os campos de concentração que existiram na Alemanha.

Mobilidade a Berlim (Continuação) Rumando à avenida Unter den Linden, Berlim assume um ar imperial e exibe a sua grandiosidade e beleza em redor do rio Spree até chegar às Portas de Brandenburgo, ex-libris da cidade, e ao Reichstag, o parlamento alemão. Aí, diversos monumentos, muitos reabilitados das cicatrizes profundas da II Guerra Mundial, museus, palácios, pontes, universidades e avenidas imponentes mostram-nos que este povo descende de um grande homem, Frederico II, rei da Prússia, erguido em pedestal no meio da avenida devido aos seus contributos para a grandiosidade deste país, tanto pela guerra como pelas artes. Porém, o que mais choca, apesar de pertencer a uma geração que viveu durante o tempo da Guerra Fria, são as lembranças cravadas na face desta cidade que foi dividida em duas partes, a Oriental, sob domínio soviético, e a Ocidental formada pelos setores de ocupação norte-americano, britânico e francês.

Mobilidade a Berlim (Continuação) No museu da DDR somos transportados no tempo para uma época em que só os poderosos usufruíam dos confortos e privilégios da vida e o resto da população era obrigada a viver em condições precárias, impedida de se manifestar, de opinar, vivendo sob um medo constante pelas suas ações, enquanto do outro lado do muro, pessoas das mesmas famílias, das mesmas origens podiam gozar a sua vida num próspero regime democrático. Estas acendiam velas para se solidarizarem com aqueles que tinham ficado do lado “errado” do muro e que, ao tentarem transpô-lo, tantas vezes perdiam a vida. Até a arquitetura dos edifícios é testemunha deste flagelo que atingiu Berlim, do lado Oriental os prédios são austeros, uns imponentes, outros tristes e outros em ruínas, mostrando nas suas fachadas imagens obedientes à estética do realismo socialista. Mas quando se sai do metro na Wittenberg-Plaz, na parte Ocidental da cidade, um cenário cosmopolita, com prédios modernos, centros comerciais luxuosos, lojas a perder de vista deixa-nos deslumbrados e a pensar que aquela não é a mesma cidade em que estivéramos meia hora atrás.

Mobilidade a Berlim (Continuação) Este périplo pela cidade não podia terminar sem uma emotiva visita ao Checkpoint Charlie que mostra uma das cabines que servia de ligação entre as duas partes de Berlim, e o Palácio das Lágrimas, junto à estação Friedrichstrasse, única que permitia a passagem para o setor Ocidental e que foi palco de dramas humanos durante 28 anos. Junto às margens do Spree, numa esplanada cheia de turistas e locais, faço o balanço de uma visita que me permitiu ver aquilo que Berlim tem de belo para oferecer, mas também e o tem de pernicioso para nos fazer lembrar que há momentos da História que não se devem repetir. Professora: Inês Pais

Educação bilingue para alunos surdos No dia 22 de fevereiro de 2022, o Agrupamento D. Dinis recebeu a visita de um grupo de professores e alunos mestrandos do curso de Educação Especial - Domínio Cognitivo e Motor, da Faculdade de Educação e Desporto da Universidade de Cabo Verde. Esta visita inseriu-se num trabalho de troca de experiências e de contacto com a estratégia que o Município de Leiria, Escolas e Entidades Parceiras desenvolvem, num verdadeiro trabalho em Rede, para a inclusão de crianças e jovens com necessidades especiais. O grupo manifestou interesse em conhecer a dinâmica inclusiva e de trabalho realizado sobretudo com os alunos surdos, no Agrupamento D. Dinis, tendo passado pela escola do 1º ciclo de Capuchos e pela escola sede. Conheceram e contactaram com a Equipa de docentes, técnicos e alunos surdos; observaram as suas práticas pedagógicas; colocaram questões e proporcionaram uma interação muito afetuosa com as crianças e jovens. Quer o trabalho realizado com os alunos surdos, quer com os alunos que frequentam o Centro de Apoio à Aprendizagem foi bastante apreciado e elogiado. Ao fim da manhã, o grupo despediu-se, cheio de gratidão levando consigo exemplos das práticas pedagógicas do Agrupamento para implementar por terras cabo-verdianas.

CAA a todo o gás Desde janeiro que não paramos! Mochila às costas, sapatilhas nos pés... e lá fomos descobrir Leiria! Pensávamos nós que conhecíamos a nossa cidade, porém ainda aprendemos muito mais! Cumprimos Roteiros Pedestres no centro da cidade de Leiria com o mapa na mão. Identificamos nomes de ruas, praças, largos (mas às vezes as placas pareciam ter fugido do sítio!) ... percebemos que vimos a cidade todos os dias e nem lhe damos o devido valor!

O CAA (Continuação) Com a ajuda das professoras Antónia Vindeirinho, Celeste Peralta e Mónica Silva, lemos informações sobre monumentos, entidades e personalidades da arquitetura, literatura e história local e nacional. Antes mesmo da saída em grupo, a Mónica (8E) e o Tiago (9F) verificaram as barreiras arquitetónicas para ajudar a Maria (6F), que utilizou a cadeira de rodas. Houve sítios que estavam fechados ou em obras, mas visitamos através da Internet, pelas visitas virtuais. Com a projeção de filme turístico sobre Leiria conseguimos perceber por onde andámos e como está organizada a cidade! Convidamos-vos a viajar por: https://www.youtube.com/watch?v=ZYva9g8PYU8 Em articulação com as aulas de Cidadania do 8ºE e a convite da professora Lídia Delgado, assistimos à sessão online inserida na Semana do Jovem Consumidor. No dia 23 de fevereiro, a aluna Mónica, do 8ºE e a professora Celeste Peralta, colocaram luvas, pegaram nos sacos e decidiram ajudar na limpeza da praia do Pedrógão, no âmbito do Projeto Coastwatch. Todo o grupo fabricou as suas máscaras de Carnaval com reutilização de papel, no âmbito do projeto educativo D. Dinis +sustentável, que estiveram expostas na vitrine do Polivalente. Apreciaram?


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