101 Pela monitoração diária O reality show... Fazem-nos deglutir realidades. Realidades? O mais que membro da família A tela que hipnotiza... A frequência critica de fusão É o piscar dos olhos... Um bombardeio de informações Incentiva... Insinua. Especula, Induz tendências... Modas. Comportamentos. A caixa de pandora. Sendo e estando... Em seu lugar de destaque. *RGB é a abreviatura do sistema de cores aditivas formado por Vermelho (Red), Verde (Green) e Azul (Blue).
102 Vivendo feito Filme Vejo a vida. Com a essência do velho oeste As lutas de kill Bill... Com a excelência fotográfica De dança com lobos; A ideologia dos últimos dos moicanos No peito um coração valente Pela matrix de pensar. A fidelidade de estar, sempre a seu lado; Pelo mortal kombat dos egos... O bom o feio e o mau. Na missão impossível de todos os dias Sempre a espera de um milagre Pela ilha dos piratas do caribe, O senhor dos anéis... Conta suas crônicas de Nárnia, Vivendo esta historia sem fim.
103 Virtualidades Nem tudo é virtual A algo atrás da tela... O operador é vivo... Real Robótico olhar. Que tudo vê... Observa. É a maquina... Quer também sentir Refletir... Essência... Poesia Que não é só palavra escrita, Algo além de vosso caractere Virtualidade... Realidade virtual... Inteligência... ...Artificial.
104 Vida Quando serei digno, para dizer. Que aprendi a viver; Sendo a vida um eterno aprendizado, Se o coração muitas vezes machucado Insiste em desistir... Se um dia há de existir. Em mim a certeza que a vida, Em cada esperança renascida. Ensinou-me a viver Neste mundo tão complicado, Nossos erros são difíceis de esquecer. Nossa vida dura, pelo desejo abençoado. Mas um dia a poderei dizer; Que com a vida aprendi a viver.
105 Viagens Temporais Um olhar cético Vislumbra a paisagem, Rápida da janela... Criando estranhos paradoxos. Pelas viagens... Outros mundos Outras realidades... Entre mundos dispostos Paralelos e lineares. Pela distancia quântica da emoção Amores multiplicados, Entre rosas de concreto Pairam sobre o opio da lembrança .
106 Uma vez no horizontar do oeste Fragmentos do paralelo Incursões ao território do real Pisando em borboletas. Entre memorias emocionais O recolhedor de essências, Pelo olhar distraído. Horizonta a obra do acaso O capricho das formas. A proximidade da distancia; Dos vínculos sentimentais, Acendendo ideias sobreas Sobre o fogo da embriagues. O desencontro da epopeia; Da semântica da desilusão. Horizonta no apreciar da paisagem O Fatídico deserto do inspirar.
107 Partes do cotidiano Experimentos mentais. Entre perguntas jamais feitas. Respostas ainda procuradas. A natureza do universo. Fluxos de consciência. Pelo transformar no entendimento do tempo Relatividades... Pensada em sua passagem; Pouco modifica a posição dos ponteiros. Enquanto expande-se o universo Pela velocidade do deslocamento, Entre o tempo e espaço, Minha poltrona voa... Anos luz... Pelas partes do cotidiano. Uma arena de eventos; E o tempo apenas passa. Não importando o lugar no universo Os ponteiros seguem o mesmo ritmo, Dos passos metrificados. Tic-tac... Tic-tac...
108 Torpe contexto da sociabilidade Pela influência... De outros em outros Todo o sistema é corrompível, Na bajulação dos escolhidos O ciclo concêntrico... Pela caminhada... A encosta do rochedo O precipício da realidade... Faz lembrar a todo instante A natureza desnuda do julgamento, Mentes suspeitas... Pelo beneficio semelhante Entre os seus... O âmbito da doutrina mal concebida Irreflexiva... Leviandades. No tudo que Vejo... Mascaras
109 Rótulos... Apenas a fatídica realidade humana Pela intuição falante. Em poucos observares Sínteses... Infindáveis Pela luta de chegar Pelo atual refletir... Guerreiros alistaram-se, Legiões convocadas Para a grande batalha. Pois os alienantes... Colocam a frente seus egos. Pela concepção da verdade infalível Sempre além de nos... As influências... Considerando evidências; De todo torpe contexto da sociabilidade.
110 Uma realidade interna Pelo despertar, Lembranças... Fragmentos de um sonho Incrível nitidez, Detalhes estranhos; Dissociados de realidade Inverdades... O passado de um futuro O presente sentido... Sua realidade cinematográfica Pelo roteiro do improviso, O inconsciente desdobra conflitos Apenas fragmentos... De uma insônia corrompida Através do sonho; O esquecimento decorre Entre razões profundas Um campo emocional Tormentos internos, Bloqueiam recordações
111 Pelo destilar da síntese; Uma realidade interna A redenção da alma. Estrada a conquistar A estrada esta deserta Um longo caminho a caminhar Livre de ancoras... A liberdade é feito asas; Voando em busca de sonhos, Pelo seguir dos passos, O destino, uma missão. A realidade, uma compreensão. Um caminho a caminhar. Uma estrada a conquistar .
112 Pela janela do front A guerra silenciosa da vigília Entre labirintos de falsas intenções A neurose obsessiva. Ronda o território livre Pelo fim do inicio A causa do efeito. O universo expande... Entre multidões perambulantes Doravante com quem converso Pelo verso... O reverso... Quando opostos; Dispostos atraem-se, Pelo desígnio de faces semelhantes Quem nem sempre é igual... Desigual. Torna-se parecido... Percebido.
113 Cobiçado... Compartilhado. No âmbito do desafio Tênue é a linha... O fio. Que divide o horizonte Pela batalha de egos, Entre supostas personalidades Ações contraditórias... Do conceito anacrônico. Pelo caminho repleto de olhares Apontamentos... Entre julgamentos os néscios, Transbordam vossa mania, No âmbito social; Do conceito alienante No purismo da lei; Doutrina eficaz... Revela o todo ser mordaz.
114 Imperativo Relativo Pela noite... No leito a simbiose. Pelo Tardo da pálpebra; O animal sexual. Descansa sua razão; Pelo sonho freudiano A libido... Impressões do dia Entre sonhos conflitantes Sinais reveladores. O impulso reprimido; Desvela-se pelo inconsciente Pelo totalíssimo do relativo A simbologia de conflito, Entre peçonhas e fugas A queda... O abismo... Pelo imperativo... Relativo A mente prega suas peças No descanso de toda noite.
115 Capitalismo da Salvação Pelo tédio das noites insones. Passando canais da televisão, Deparo-me com o trágico real. Reunião dos 300... O jejum universal... Vales de sal... O capitalismo da redenção. O apelo aos que precisam de ajuda, Sua redenção... Salvação! Aceitamos todos os cartões Em até 12 vezes... Temos a solução. Temos a salvação. Todos os dias; As 7 as 15 e às 19 horas. Pela astucia desmedida; Os profanadores da palavra, Enriquecem... Com palavras capciosas, Ludibriando inocentes; Pelo capitalismo da salvação.
116 Existencial de Esperanças Minhas sempre em vendaval Suscetíveis desatinos... Pensamentos formam ressacas O ímpio e o milagre. Concepção infundada A realidade e seu punhal. O sangue frio e lento A batalha vencida... Oque resta de puro pensar Fica pela historia... Das cinzas faço tela; Das brasas a luz, Da luz tenho a força, Renovar o espiritual. Destilando o melancólico da alma, Desfiz-me em mil pedaços Para aos poucos ponderando. Deveras reencontrar a paz Pela renovação do lírico. O poeta se desfaz... Refaz. De sua decadência.
117 O Brindar da desesperança Um brinde... Ao amor que não deu certo. Pela dor que sinto ao peito. Um brinde a as tentativas... A decepção que já conhecemos. Um brinde aos corajosos, Que amam desmedidamente. Um brinde ao poeta, Que externa sua dor. Um brinde a este momento... No findar da desesperança.
118 O fantasma do abismo O anjo caído segue meus passos... Corrompe com falsos diamantes Persuasor em épocas de agonia Gargalha de meus fracassos... Vasto é o mundo que apresenta Nenhuma é a tua coragem... Pela luta constante... O apresentar de suas tentações Sou forte... Não indestrutível; Ele me quer na eternidade No denso munda que apresentas Gargalha de meus fracassos... Ele desdenha, quer minha eternidade... Tornar-me carrasco de minha própria solidão Desencarna o ser... Nas metodologias espaço tempo Vejo o filme que se passa A de uma loucura aprisionada... Traveste-se a ação;
119 Inundada de tristeza. Nada mais na verdade, Melancolia como reflexão. Triste própria solidão. Onde frestas de luz; Invadem ao íntimo... Tornando-nos flagelos; Algo incompreensível, Aos néscios... Que perambulam ao nosso andar. O mal súbito A ilha de utopia já está lotada De amores hipotéticos... Engenhos... Devaneios poéticos Sobre os sentimentos que nos torturam E mais uma vez... O amor prega sua peça Novamente a desilusão se estabelece. E a frieza do sentir... Torna-se real, Medo de amar... O mal súbito da humanidade!
120 O Homem do Centro Sobre uma visão de democracia Exercendo o dever de cidadania, Que na reunião do povo cidadão Sempre há uma questão. Vós que lê... Não negas. O homem do centro dita as regras Com seu poder atribuído De seu bom senso destituído. Controla nossas ações; Nossas vidas e convicções; É muito eloquente em seu pleito, Sendo que a nós é cedido o direito. De tempos em tempos escolher, Quem ditará o direito e o dever. Sobre nossa soberania. Sobre a garantia de democracia.
121 Teatro de Marionetes Anda - se dizendo pela cidade Sobre uma tal de moralidade... Que condena e absolve Na inspiração se dissolve . Tornando o verso sem nexo Cruel e perplexo . E lá se vai mais uma rima... A ideia de tantos sonetos dizima . Essa tal moralidade ... Não vaga pelos becos da cidade . E segue na rima... Tão simples que até desanima . Moralidade... Sociedade... Que julga pelos seus atos ...Pelo status! E no teatro um novo personagem Que não está só de passagem Hipocrisia! Tão corruptível que quase sufocou esta poesia.
122 Um caminho entre mundos Certo que estou... É seguindo consigo. Pelo bem é que sigo... E é por ti que estou aqui... Sigo contigo... Pelas suas incursões entre os mundos Que chama de paralelo, A cada passo... Sentindo cada piso; Tua descrença desvanece. Pelo horizonte que teus olhos alcançam Além deles... Há algo além de filosofias e formulas Que pairam por mentes, As chamam de vossa loucura. É o desvendar de pequenos anseios Pela tristeza que não compreendes O sorriso real lhe falta. Pelo intento do sentir... A 5º sinfonia... Sensível Como as intempéries Sutis de toda manha. Pelos amigos que teus olhos, Não os veem...
123 Pela presença os sente Teu caminho é longo. Pelo que esboça a cada gesto Nas venturas realiza; Por devaneios e desatinos... Teu amor lhe sorri No peito bate, Pela alma se sente Pelo longo caminho que segui ate aqui. Deixo-te o encanto segregado. Que teus olhos já vistos Entre sentimentos desmedidos... Apenas incompreendidos Tua luz segue entre tempestades; Pelo que há dentro de ti Tu sabes... Tu sentes... Acredite... Creia. Não é só historia A cada passo em que dá... Abre caminho a muitos outros Entre séculos de minutos A beleza de teu caminho.
124 Referenciais dualidades Equilíbrio... Extremos que se trocam e se unem Sobre a condição e contradição da certeza Na unidade dupla. Que se move entre os extremos São dois polos... O mundo é par. No principio de dualismo Todas as formas de combinação Pelo sistema... Zeros e uns Frente e verso Conhecimento e ignorância; Direito e esquerdo Grande e pequeno Luz e escuridão
125 Causa e efeito Ação e reação; Atração e repulsão Principio e fim Criação e destruição Positivo e negativo Vida e morte; Liberdade e escravidão Absoluto e relativo Adjetivos... Cada qual com seu contrario Em constante inversão O referencial da dualidade É o equilíbrio.
126 Quando o coelho se perde pelo buraco de minhoca Pelo buraco da minhoca Na toca do coelho. A expansão do segredo caótico do universo Quando uma ideia realmente grande surge Muda conceitos... E compreendemos que não somos o centro Olhando pela ótica míope do umbigo E síntese foi criada no momento explosivo O big bang da palavra... Infinitas relatividades expansivas Desafiadoras e preocupantes Finitas pela discussão... Pela exaustão da sinapse Pelo mando negro da noite A contemplação do universo
127 Entre lembranças... O firmamento... Algo além De um simples observar Na escassez Ou no excesso O transmissor neurótico, Busca o equilíbrio Pela visão da roda gigante A montanha russa das emoções E o mundo vive na epidemia De transtornos... Reflexo da vida moderna Das frustrações... Ou simplesmente moda Do estilismo capitalista.
128 Plena Sensatez Após uma caótica frustação A paz enfim se estabelece. A sensatez após a loucura, A integridade após da decadência. Chega a hora de consertar os erros Estar em plena sensatez; Seguir um caminho; Perseguir um destino; Encontrar a calmaria e prosperidade. Encontrar alegria e felicidade. Chegou a hora de concertar tantos erros Buscar a plena sensatez.
129 Ao suor de nossa labuta Mercenários medíocres A ganancia prepotente Doutrina mais eficaz Pessoas passando fome Outras porem, esbanjando. O suor de nossa labuta Ganancia prepotente A doutrina eficaz Aos doutrinados a vida... A nos, resta o simples sobreviver.
130 Pelo desvendar das intenções No aclarar da mente O impulso primordial. Pelo desvendar as próprias intenções. Examinar o interior de nossa mente Um imenso desconhecido Veredas e paraísos, Até onde estamos dispostos a ir... Em busca de respostas, Pelo explorar do não compreensível O lado escuro... Aparentemente irracional Profundamente complexo, Emoções... Desempenham o papel desbravante
131 Experimentado cada passo Cada descoberta... Emoções representativas Fragilmente controladas Entre buscas insanas. Por dores criadas... Reinventadas. Um universo ainda desconhecido; Pelas respostas encontradas; O verdadeiro existencial. Porem complexo e profundamente incomodo Fazem reavaliar o todo emocional. Desvelado... Desmontado... Desvendado. Pela psicologia experimental.
132 Todo paradoxo é essencial Conselhos Adoramos distribui-los Alguns astuciosos os vendem Nem sempre dados na ocasião exata Preferimos ler instruções Seguir rumos opostos Seguindo nossa intuição Orgulhosamente... Entre batalhas dedutivas Laboratórios empíricos Estagnando o tempo Esquecendo que o tempo não para Pelo pensamento linear O pragmatismo total O inevitável perambular Entre círculos... Ciclos Pela complexidade Sigo a intuição... Na busca de motivação Mudar de opinião... Conceber e compreender
133 Erros e acertos A vida exige respostas Rápidas e pragmáticas Sobre falácias filosóficas Todo paradoxo é essencial Na forma itinerante do real. O silencio das horas mortas Na noite pelas horas mortas O silencio medonho brada. Na profunda reflexão Busca pela paz. O sonho medíocre, a solidão. Silencio medonho... Própria depressão. Frustração... Paralização. Em horas mortas a noite envelhece; Enfraquece, apaixona. Engrandece, entorpece.
134 Soneto da desolação Um oceano de irresolução. Enquanto reflito, Invade o coração. Sozinho e aflito. Pela noite cria-se o algoz. Enquanto a reflexão, Emudece a voz. O precipício da depressão. O amor que desatina no coração Frias ideias em expansão Triste sensação. Palavras em questão Intrépida paixão, Em noites de solidão.
135 Como toda a ideia Tudo é relativo... Compreensível. Rock and roll baby... É a realidade crua. Qual é a essência disto tudo? Somos essências de um novo mundo Um mundo que esta disseminando, O digital e o real... Orkut?...Facebook... O que você faz... Não faz! Quem são seus amigos... Twiter... Você pode ser e dizer o que bem quer Seguir ideias... Conceitos Estou no movimento... Ou fazendo a movimentação? Digital com o real O mesmo olho que te vê Vê o mundo girar... No tempo perfeito O triplo x da ideologia O físico... O mental... O técnico... E quando a verdade se apresenta, Em sua resolução... Desafia-lhe a base de seu empenho.
136 Isso... Aquilo Entre o ser estar A complexidade do pensar; Efeito eclético... Sublime amadurecimento poético. Pelo coração conta historia Uma busca uma trajetória, Do sentir tranquilo Na harmonia do isso... Aquilo Enquanto palavras namoram Alegrias aprimoram, O súbito indicio da escrita, Na sua totalidade dita Ideias a se descobrir, Pois; muito mais há de existir.
137 O silencio que procede a inspiração Quando as intempéries da vida Levaram-me ao inferno de estar. A um passo do amanhecer, Que bela visão... Belos olhos... Profundos olhos, Tiraram minha paz... Pelo olhar fatal Enlouquece-me... Chamo-te de sonho impossível E pela eloquência de teu falar, Não se limita a frases ditas, E pelo gosto amargo da realidade Um longo silencio procede; A inspiração...
138 Apenas suposições Tive uma inspiração... Respirei bem... E tive outra inspiraa... Ação Disseram que era um resfriado... E outra inspiracão me ocorre Socorre o poeta... Que esqueceu a cedilha... E uma nova inspiiiiiração... (E uma nova i.n.s.p.i.r.a.ç.ã.o) Que a censura esta viva... No absurdo outra insPIRAÇÃO. Que de tantas inspirações... O que nos resta... são apenas suposições...
139 A beleza das ideias Não me critique... É apenas destilado. Daquele lado... Sempre errando. Acertando... Tantas contradições; Tantas revoluções; A beleza das ideias... Extasia. O nascimento de uma poesia, Boemia... Centelha criativa transforma a inspiração. Em chama... Fogo... Que molda bronze em ouro Em um sutil e simples, Pensamento duradouro.
140 A simplicidade da vida Lembro-me de um tempo bom. Do tempo que ler livros. Era o auge da imaginação... Hoje não temos \"tempo” Pelo bombardeio de informações; Pela praticidade do oráculo majestoso; Senhor Google tudo sabe... Há quanto tempo não me vejo procurar, Palavras pelos livros... Significados pelos dicionários; O que seria de nos... Sem a ortografia e gramatica Do amigo Word... Ao folhar as paginas... Sinto a nostalgia... Da procura. No mundo que se atualiza na velocidade do segundo. Nosso mundo tão completo;
141 Virtualmente perfeito... Matematicamente concebido. O sistema binário da evolução, Já e parte de nos... Pelos processos... Habilitados na memoria. O expectador e seu escudo monitor. Apenas virtualmente sobrevive; Ao caos da realidade... E se o seu computador não mais ligar? Ou o HD queimar e perder tudo que tinha lá. Como você se sentiria? O próprio mundo perdera o sentido... Fotos... Textos... Musicas... Amigos. Nosso mundo irreal... É extremamente frágil... E se por ventura vossa internet pare de funcionar... Em 15 minutos o computador perderá todo o sentido E a simplicidade da vida torna-se real.
142 Ao ser cético Ao ser ímpio, o que resta? A caótica frustração? O desatino no coração? Utopia... O desprendimento de laços reais; Medonha ilusão. Ao ser ímpio, o que resta. A eterna luta pelo bem e o mal A realidade nua e crua O sonho fatídico Os olhos tênues A batalha corpo e mente Ao ser ímpio o que resta A constante dor... Por não acreditar na fé.
143 Assim tão perdido Envolve-me no teu corpo. Faz-me sentir vivo; Neste mundo quase morto Em todo canto, em todo lugar. Há muita guerra, confusão, tristeza... Desespero e paixão. Se nosso amor não é mais compreendido; Apaixonar-se já é tempo perdido; Meu amor não me diga; Que o mundo esta assim. Basta olhar com outros olhos Entender porque o mundo É um imenso jardim... Não apague a luz, Não me deixe só, Pois tenho medo, De escuro, sem você. Não me olhe assim. Não leva tudo tão a serio Quando lhe digo o que sinto Quando estou assim Tão perdido.
144 Coexistência do desatino paralelo Uma angustia estende-se Embriaga-se em meus devaneios Desfaz cada minuto em hora Sugando cada gota de paz... Tornando o olhar opaco Que distante torna-se A cada sentimentalidade perdida Um motim... Realidades tépidas Pelo girar do mundo Mais alguns copos... Pela consciência alterada Sinais de demência... Pela incompreensão estabelecida A coexistência do desatino paralelo.
145 Entre Veredas Pelo permear do caminho O esmo de chegar Em novos mundos; Vou perambulando. Entre veredas. Escarpas... Vales insanos. Destilo a loucura o ser, No estar certo... Do destino que se apresenta O ator... Representa. A caricatura dramática Enigmática... Fantástica. A visão do caminho No horizonte de sonhar.
146 Daquele Momento Pelo entorpecer dos dias insanos Minha mente sempre caótica No contradizer social. Entre o gosto de malte e carvalho Pela reconstrução do ar Simples sensação... Sentir-se vivo Pelas ideias pairante Ninguém me ama... Não assim como você. Na forma caótica do desejo Teu gosto... Na lembrança viva Do ultimo momento O sublime surreal, Nas lembranças de ti Pelo momento compartilhado
147 De todo querer... Pela lista do que ficou para trás Tudo que sonhamos para nós No real e transitivo; Sentir do teu querer... Na divisão do tempo, Minha mente agora remansada Traduz o idioma de nosso olhar Daquele momento... Sublime do primeiro encontro.
148 Conceitos em revisão Não deixe se contaminar pelo mundo Onde cresce um fungo Chamado frustração; Desolação... A tristeza é a incerteza, Que nos morde aos calcanhares; Pela covardia de milhares, Que não acreditam em si. Este foi o mundo que vi Quando deixei a face nua, E senti nesta realidade crua. A incerteza minha e tua Que feito uma tempestade, Vão devastando a cidade.
149 Astucia da cada nova aurora Lutando por sua própria redenção. O ser vaga pelo vale das sombras, Combatendo a si mesmo. Deixando vazar entre os dedos; Tudo que conquistou até ali; A labuta que o consumia. Sem amor... Sem companhia. O flagelo de si mesmo... Tentava encontrar a centelha de amor Pelo incêndio caótico... Dor. Sua loucura transpareceu. Pelo ato imediato do sentir, Pensou em desistir... Render-se. Mas quando olhou pelo horizontar do novo dia; Um sopro de esperança já lhe valia. Pela conquista do brilho... Um olhar. A luz que o acolhia; E hoje o guerreiro descansa; Nas cores do crepúsculo, Esperando a luta da astucia De cada nova aurora.
150 Dias Estranhos No preceder da fuga. Uma mente cansada, Batalha corajosamente. Entre tragédias pessoais Entretanto o corpo lento Insiste em não responder Pela sinapse intensa, No principio... Giram milhões de possibilidades Entre visões destorcidas, Triste pelo insólito pensar, Não há rendição. O mérito da adaptação A resistência permanece Desfalcada e ferida.
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