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In Foro Conscientiae

Published by poetasdovelhooeste, 2019-03-19 16:25:23

Description: In Foro Conscientiae

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151 Não consigo ser igual a ti; Tão pouco pensar semelhante; Pelo torpe sentimento que aflige. Neste instante apenas sobrevive, A intenção da luta... Entre as intempéries que vão Muito além de mim somente. Pela dualidade... Montanhas russas. O eu e o eu mesmo... Buscam incansavelmente a cura Para a desilusão... Entre o imediatismo Uma revolução... Lenta. Porem eficaz...

152 Efeito da razão Pelo concluir de superstições. Poder de impregnar; A palavra dita. A imagem representada Associada... Decodificada. Informações... Simbologias. Sonhos... Tépidos pesadelos. Pelo interpretar cientifico. A complexidade debaixo do tapete. Sub Inconsciente... A razão desnuda, Os arquétipos... Do conceito complexo da analogia; O inconsciente... Consciente coletivo. A sensação do estado da lucidez. Pelos sonhos uma mente incansável; Psicanalítica... Entre o sub e pós Efeito da razão.

153 Filhos da inconsequência À libido desenfreada. O desatino adulterado... Filhos da inconsequência Culpados por serem inocentes Consequência da sociedade decadente. A vida desvendada precocemente; Filhos da inconsequência... Culpados por serem inocentes; A libido embragada. A consequência adulterada; Filhos da inconsequência. Culpados por serem inocentes.

154 Minha mente ainda ferve Enquanto minha mente ferve... Desatinos. Devaneios... Que suponho sonhar. Queima ao cinzeiro... Mas uma torpe ideia. Mais uma garrafa vazia... E a mente ferve... Rimas e contextos Inspiração e pretextos... Conhecimento é a única virtude, E ignorância o único vício... Minha loucura... Resume-se em paixão Louca como um vendaval... Sutil como uma borboleta E no girar dos mundos Entreguei-me à boemia Encontrei-me nesta poesia... ...Deglutindo magoas;

155 Relembrando dissabores. O espelho espelha o lado contrário De mundos paralelos... Pela tênue película do mundo O prazer insipido Da constatação... Realização... Desilusão No reencontrar da harmonia Carrasca boemia... Se funde... Se finda Nesta torpe poesia...

156 Filosofia de outrora Na velocidade luz De tua intenção O impulso elétrico da sinapse O êxtase do ouro... No esplendido infinito A velocidade luz do universo Pelo vértice da visão Cenas de um passado Um futuro de redenção Entre estrelas solitárias O deserto poético de estar Sobre possibilidades... O intento da negatividade Entre verdades enganadoras Entre mentiras sinceras A antecipação do desatino Pelo método do discurso A filosofia de outrora Atualmente verdadeira De uma analise derradeira

157 Do colapso imaginado Comprovado... Arquivado. Pela descrença que corrói o raciocínio Bem vindos à realidade. Deserto de mordaz A chuva cai lá fora... E dentro de mim um deserto que consome. A cada passo em vão; A cada beijo sem paixão. Sopra uma brisa que alivia a dor Um vento que move as dunas. Ao horizonte vejo miragens; A utopia talvez desconhecida. Ao redor um deserto que consome Ao lado a solidão. Andando sem direção, Deserto de mordaz.

158 Fragmentos de um mundo Na esfera do ser. O estar... Complexo... Perplexo. Um mundo em fragmentos; Sentimentos... Emoção. No bater acelerado O alado combatente, Tempestades... Elétricas. Estéticas... Patéticas. ...Poéticas. O mundo de teu pensar Imaginar... Idealizar. O ser no estado... Momento de estar; A conexão da sala de jantar Indetectável conflito. No ato de representar. O cinismo... O civismo. Estou na rede... Bytes... De minha resolução Pixels de teu olhar...

159 Fronteiras do irreal Como um cão de rua. Vivendo em uma metrópole Na execução máxima da diplomacia. Tudo se resolve... Dissolve. Pela chuva que cai... Apenas mais um momento... Do desencanto do real; O sentimento humano, Esvai-se pelo cano. Transborda sordidez... Enquanto na mente segue o voo Catorze bis do pensar... O jato supersônico do imaginar; Ultrapassa as fronteiras do irreal.

160 Hormônio Doutrinado Um desassossego. É o que trago comigo; Na minha mente o tesouro. Cobiçado... Disputado. No clamor capitalista. A torpe ideologia do mercenário; Na hipnose de um andar... Belíssima é a vida. Milésimos de um segundo; No voar do desenvolvimento da ideia; Um intenso processo de criação; Pela explosão de músculos... Sinapses; Pelo hormônio doutrinado. Adrenalina... Adrenalina... ... Adrenalina.

161 Impulso Primordial Pelo que levamos no coração, Entorpece-nos de perplexão... Entre os tormentos da vida. A batalha mais que vencida; Na verdade verdadeira, Sempre resta uma luta derradeira, Em quem podemos realmente confiar? Se a perplexidade da confiança conquista-se devagar... Certeza uma palavra quase irreal; Extremamente essencial; Inundada de esperança; Pela frágil confiança... Do que paira sobre a verdade, Pelo resgate da palavra... Sinceridade.

162 O Capitalizar das Horas Mortas As horas vivem, quem as mata é o Homem. Quem as mata é a sociedade com seu caos desmedido... Que algum pouco as tornam viventes, então. Salve a boemia que conhecemos... A procurar as chaves De uma prisão descadeada. Entre as horas vivas Capitalizaram o tempo... 8 horas por dia 44 horas semanais. E o meu anda descapitalizado; Uma hora em busca de conhecimento... Valem muito mais que horas de espera Porem nem toda ociosidade é ruim; Um momento de introspecção... O exato...

163 Algumas horas economizam meses de psicanalise. E o que é o tempo se não o libertário e o escravizador Implacavelmente... Tentamos controlar porem ele nos controla Não utilizo as algemas do tempo... Pela linha que segue em tua passagem Passa sutil como fumaça... Pelos desdobramentos... A conjuntura da realidade Pelo carrasco tempo. Delongas... Que ele leva. Tudo cura, transforma. Capitaliza... Realiza Sábio tempo... Capitaliza suas horas mortas.

164 Intuito da Adoração Pelas peças pregadas pela mente. A fração do segundo... Pelo canto do olhar. Ilusões que realmente não estão. Pela explicação semelhante; Uma duvida persistente. A fácil experiência do engano, Entra na especulação... Propósitos e intenção. O modismo exotérico, Ultimo refugio... Acaba sendo a fé. Promessas... O milagre da manipulação. Misticismo de massas; Simbolismo alegórico. E pelo pensamento cético, Que envolve ao telúrico. O Passo firme da descrença; E quantos muitos se apegam

165 Os ídolos profanos... Adorando-os em altares. Pela essência primordial, Que me resgata nesse instante, O visível não merece... O intuito da adoração. Influencia da duvida Não existe o por acaso A presença caótica da duvida Perspectivas... A sombra do real Reflete as tortuosas linhas Da percepção calejada Entre emoções evasivas Manobras excêntricas De um destino certo... Incerto... Modificável

166 Lacunas Pela visão do ângulo diferente Sínteses semelhantes... Entre o que tenta convencer Pelo demostrar astucioso, Belas analogias... Pela mente de que desdobra... Entre percepções elementares A mente observante, Compreende o argumento Sem palavras pronunciar; Apenas observa... Visualiza as intenções Em um linear proativo. Mas o existencial de fatos Desvelados intimamente, Nega a complexa compreensão; Pelas respostas que busca. Pelo fato... Lacunas. A equação da duvida... Entre o teorema da verdade A tese do convencimento.

167 Livre de Tudo E se fosse eu... Um semideus da informática. Onde a vida real é feita. Pelo traço e pelo pixel; Caracteres e suas linguagens; No virtual é diferente... Somos as estruturas das estruturas Existentes em nosso mundo, E se tudo isso tivesse... A velocidade de meu pensamento Minhas ideias seriam fantásticas. E se tivesse a idade de meu pensamento Seria tão novo como uma criança... E se... Tivesse esta idade Seria mais eu... Mesmo Mais livre... Mais solto Livre de tudo... Mas então quem seria você sem a idade? Sem a idade... Teria menos rugas Tinha feito menos besteira... Quem sabe! Oque eu faria se tivesse uma vida nova? Seria idêntica a magnitude da atual.

168 Lampejos (Ego Sapo Poético) Uma centelha... Inicia a lastração do fogo No calor do que queima Sentimentos... Sensação... Desejo. Essência... Lampejo Poesias se formam Na sombra e na cor Do que arde sem notar Detalhes... Pelo fogo do que se sente Queima... Assa... Transmuta. O máximo querer de o simples ter... Nesse calor de estar contigo .

169 Lampejos (Ego Poeta do Velho Oeste) Essência... Lampejo Sensação... Desejo. Poesias se formam No calor do que queima Detalhes... Na sombra e na cor Do que arde sem notar Sentimentos... O máximo querer de o simples ter... Inicia a lastração do fogo Nesse calor de estar contigo Uma centelha... Queima... Assa... Transmuta Pelo fogo do que se sente

170 O resgatar da simplicidade. Pelo mundo paralelo Um virtualismo excessivo, Expedições e jornadas; A banda larga dos bytes milhares. Entre pandemônios e paraísos avessos; O navegar do acaso. A caravela enfrenta tempestades Pela severidade do escravizador. O sistema multifacetado; O escravo virtual. Monitorado... Alienado. Manipulado... Eternamente conectado. Entre grades invisíveis A mente procura libertar-se Pode não haver alternativas... Mas existem as opções... O extensivo bombardeiro da informação. Monitorando... Alienando.

171 Manipulando... Escravizando. Pelas conexões... O universo do tudo possível. Tento resgatar a simplicidade de pensar. Dialética Estética Controle social... E suas estratégias de manipulação. Elementos de debates e polemicas. Como resistir a tantas decepções desnudas No emaranhado do sofrimento Uma vida emocional... Passional Pautada no placebo da discordância A educação formal... Quais são as cores do verniz de sua simpatia Enquanto as paisagens estão em preto e branco Como compreender este olhar... Sobre apegos... Apelos... Segredos Sendo que o que mais aguça... É a inteligência e a elegância da conversa.

172 Algumas verdades sobre um universo Moderna, bonita e inteligente. Beleza interior? Questione... Para saber mais Sobre a proximidade Entrando em contato com demais filosofias Buscando respostas Uma serie de questionamentos pessoais Comportamentos Presos na grande rede O escravocrata... A lei da consciência Pensar é viver com liberdade Provas... Expiações... Muito lixo Mistérios que envolvem o romance Pela literatura... A obra prima Uma historia triste Historicamente irrepreensível Primeiro a teoria Presenciar os fatos Receber os pensamentos Ou apenas idéias próprias Algumas dicas, alguma duvida.

173 Como a historia da humanidade Escreva sem julgar... Como método... Medos e duvidas são naturais Contenha as expectativas Uma auto-observação Troque idéias e experiências Um sabor instantâneo Pensar leva tempo... Tempo para se aprender A diferenciar equívocos perigosos Como ratos de laboratório Uso e consequência O empirismo e o saber... Nessa surpreendente analise O autor se desvela... Revela Como um diário secreto, A justiça dos homens, Contradições humanas, A volta triunfal, Alma e espírito, Um ponto de partida. O despertar de uma nova polemica Pelos bastidores do olhar, Clássicos revisados, A obra...

174 O autor... Alguns fragmentos E pelo olhar do artista, Teorias e pratica de libertação Em edição revisada e ampliada, Uma obra indispensável. Luz de teu olhar Infelicidade não atrai o amor Apenas o dissabor... Tens de ser merecedor de sentimento Apossar-se de vosso pensamento Amor é como diamante... Não pode ser fabricado Apenas em seu estado bruto encontrado Lapidado com dedicação Pela sua premissa paixão... Desvanece... O real sentir Enlouquece... O vivido existir Do desejo tão sonhado Do amor tão belo idealizado Pelo tão belo declamar, Desta luz que vejo em teu olhar.

175 Mundos libertados do cativeiro do próprio ego Fui libertado do cativeiro do ego. Rompendo os paradigmas enraizados No momento de lucidez da insanidade Tudo é mutável... Pelo gostar demasiado. Sinto uma profunda solidão... A tônica da realidade social em que vivemos; Quem precisa de perguntas retóricas? Discursos de pouca ação... Quem é digno de nossa gentileza? É o começo do fim ou é o fim do começo... A intensidade em que se vive é à base da experiência,

176 Mas tudo o que me apego pode estar equivocado. Argumentação... A impermanência e vastidão... Ninguém pode garantir que viu além da própria mente... Está a ano luz de muitos velocistas... E ascendem velas para as estrelas... Velas estelares. Dos xamãs a física quântica... E esta solidez do ego vai se ruindo... Poético, sóbrio, discreto. É a superatividade do ego... Entende a natureza da realidade... Tem alguns pressupostos de vertentes complementares... Procuramos fora... Pelos oceanos da última fronteira, Sabe-se tão Não acredite em nada

177 Em ninguém, O melhor é experimentar fazer pesquisas, ter suas experiências e conclusões pessoais. O empirismo da descoberta. Uma tendência ao universal, sem demonstrar o interesse específico por uma classe de problema, Mas pela resolução dos problemas em si. Dominam certos aspectos da realidade Passam a novos problemas. Via em mim um mestre, em esferas superiores. Do pensamento... O único discípulo. Extraordinário é a inquietação típica do artista Explicam a trajetória... Tudo é mutável...

178 No momento de lucidez da insanidade Rompendo os paradigmas enraizados Fui libertado dos cativeiros do ego. Mentes Brilhantes No mundo conturbado do hoje Onde mentes brilhantes Entorpecem-se... Buscando a concepção Do simples real... Pelas esquinas entregam-se aos torpes devaneios Alienadora sociedade... Correndo pelos flancos errados Eles vagam pelas sombras Corrompidos pela falsa ilusão Entorpecidos... Entregam-se A utopia da própria destruição.

179 Crônica de uma entrevista de emprego Não posso confirmar o que não comprovo. Então agora você compreende. . Por que sou avesso à sociedade. E pelos caminhos que trilhamos Entre as veredas... Fazem-nos forte em acreditar. Temos que polir nosso verniz de simpatia Boa sorte minha querida. São os vestibulares da vida, Temos que provar que somos \"normais\" Deveria demostrar... Mais. Tornar-lhe-ia mais humano E pelo seu verniz... De simpatia. Por sua astuta hipocrisia Você julga... Mas é seriamente julgado Não é apto... A minha capacidade de compartilhar espaço Sócio empresarial... A juíza... Do meu destino... Adeus vida social

180 ... A eterna fuga. A falta de preparo... No julgamento... São apenas juízes de suas falsas realidades. Eu não sou uma pessoa comum. E nem normal... (a normalidade é muito previsível) E não uso a mesma logica de amor pelo vil metal Por isso estou aqui. Dificuldades... Capitalismo selvagem... Mais um grande erro seu Como disse o dinheiro atrapalha... Falta... Na grande maioria das vezes... Por isso não o tenho... Nem retenho. Pois a base do movimento é a liberdade...

181 O admirável nascimento de uma desilusão No começo uma inspiração. A expansão de uma ideia; Do pensamento nascem as palavras. Das palavras as ações... Estrofes... Métrica. Estética... Patética. Regras e conceitos, Técnicas... Onde fica o sentimento? Onde fica o verdadeiro falar? Perde-se... Na analise dos senhores da perfeição. Minha inspiração... Esvai-se pelos dedos. Na dificuldade de externar. O que se sente... Minha mão já dormente Rabisca apenas desilusão...

182 Mentes Urbanas Um declínio invade as mentes urbanas Caóticas, nervosas... Impulsivas Pouco apouco se destroem Pelo inimigo invisível ...Stress... Algoz labuta... Transito pesado... Parado. Dias e dias, A frustração lhes invade Não há mais nada que lhes alivie Algo que lhes liberte... Intensa pressão Desencadeia a depressão A tristeza... A tortura. E pelas estupidas fugas; A mediocridade no pensar. Na selava de pedra; Mentes urbanas; Entorpecem-se, enlouquecem; Impulsivas, nervosas... Caóticas.

183 Ultimo Momento No turbilhão caótico... Coração A sociabilidade incômoda... Sorrisos medíocres... Capitalistas exploradores. No suor corrompido, Amores não vividos Na diferença do estar No ser dia a dia. Desmedidas associações Onde esta o seu amor agora Destruído pela realidade? Sufocado pela racionalidade Pelo tempo que a chuva levou Na proximidade da distancia Vi-me em teus olhos... No salgado de tua lagrima Nossa decepção mutua... Do ultimo momento... Apenas... Um olhar O silencio... Permaneceu a bradar.

184 Apoio e Divulgação http://poetasdovelhooeste.blogspot.com/ http://inforoconscientiae.blogspot.com/ http://sapopoetico.blogspot.com/ Email para contato: [email protected]


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