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In Foro Conscientiae

Published by poetasdovelhooeste, 2019-03-19 16:25:23

Description: In Foro Conscientiae

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51 Ainda gira... Resgatar... Transformar... Evoluir. Transcender... Entre as visões horrendas do caminho O final de toda consequência, É o inicio da escolha. Grandes Verdades da Vida Você está preso! Você tem o direito de permanecer em silêncio; tudo o que você disser poderá e deverá ser usado contra você no tribunal. Você tem o direito de ter um advogado presente durante qualquer interrogatório. Se você não puder pagar um advogado, um defensor lhe será indicado. “Você entende os seus direitos?”

52 Revoluções Errar... Algo tão humano! Cometer idiotices... Na totalidade do diferente. O inaceitável... Um erro faz a astucia do acerto Do que anda errado... No tentar agradar... O mundo todo; Na rodovia do engarrafamento... Sufocando brados Sufocando palavras Desvirtuando pensamentos, Na visão caótica do perder-me Entre palavras... A ação vil. Do não agradar... A paciência escapa-me. Ando cansado... Desta alegoria comportamental. Aonde irão me levar? Ao abismo dos inconsequentes? Algo tão nefasto... Difícil de regressar.

53 Reflexões e Lapsos Desilusão; Frustração, Diante de tantas tristezas O silencio poético. A vida não anda De um jeito certo Insensato torna-me. Um desatino consumista; Sugador de contextos, A tênue luz das indiferenças Fina linha que separa Loucura e transparência Um aspirador de ideias, A tênue luz da esperança De um jeito certo... A vida não progride Transparência da loucura Um desatino consumista Sugador de almas... Reflexões... Um lapso.

54 Reféns do Vicio Reféns... Vicio toma conta. O escravo... O algoz. O possuidor... Vicio. Não tem fim. Domina sensação... Emoção. Domina vida... Vicio... Vicio... Vicio. Escravo, servo e rei. Aprisionado... Dominado Suprido... No antecipar do final O refém... Esperando o resgate Dominado, suprido Insensato... Insensatez, Malicioso... Defeituoso Infindável ciclo... Vicioso. Do vicio... Refém.

55 Perplexo Pensar Vejo olhos que fogem do olhar. Sinto que ocultam algo... Conspiração paira sobre o ar. Na verdade apenas miragens, Nós na vida iludimos; O enlouquecer da angustia. Como será o dia de amanha? Oque reserva o destino? No perplexo pensar. No final a verdade é absoluta? Porem resta duvidas, Será mesmo o fim... O inicio de uma nova percepção. Nefasta e incompleta... Irresolúvel... Perplexa...

56 Passo Largo da Palavra Curta Um caminho errante. Assim fiz conhecer o inferno de Dante. Em sua extensão e calamidade. Desbravei a selva, que chamo de cidade. Busquei compreensão dos atos A real consequência dos fatos, E hoje... Estou aqui. Vivo e forte, pronto para contar o que vivi. O que lhes digo, não é loucura. É como pintura, Aguça a imaginação. Abra teu coração. Nem que seja só um pouco, Posso provar-te que não sou tão louco.

57 Momentos Que Não Compreendo Há momentos em que não compreendo. Em outros o mundo parece não me compreender. Como um oceano em alta maré, Segue a mente... Inundando e absorvendo Tudo a sua volta. Entre ideias... Roda gigante. Sobre emoções... Montanha russa. Pelos espelhos... Deformidade da ilusão. Entre o querer e desejar, Tropeços pelo caminho... Sobre milhões de possibilidades Poucas escolhas, Minha mente gira no turbilhão da tempestade Buscando a bonança. Entre utopias e realidades. Pelo amor que ainda tenho, Pela paixão que perdi. O oposto... É o outro lado do espelho.

58 Sutil Introspecção Ao induzir uma ilusão, Do desalinho do real, Na mente concertada, Abrimos portas para o novo mundo, Pela percepção racional... Animal. O ser pensante... Na pureza infantil da visão pura. O redescobrir magnifico, Da essência imutável; Na sutil introspecção. Redescobrindo o simples existir, Pela compreensão do mundo novo; Pela plenitude do conhecimento. O espiritual... Surreal. mais que real. A luz divina da perfeição. Somos nós parte do todo No maximizar da emoção, Somos nós, centelhas de perfeição. Pelo singular de todo o universo.

59 Zumbi do Mausoléu Não ando bem... Nestes últimos tempos. Pelas vidas já vividas; O regresso da expiação. Pensamentos melancólicos No invadir de minha mente, Vagando sombrio... Entre horas mortas Passos de uma loucura. Do túnel alongado da existência, Aos poucos vou desaparecendo; Vagando apenas... Com a carcaça do corpo.

60 O Colírio Alucinógeno Nos castelos de meu refúgio. Da realidade contaminada... Torna a vida surreal... Minha mente pinga... Entre os altos. Desaba aos baixos... Não há mais distinção. Entre realidades subentendidas; O colírio alucinógeno... Cifras... Cifrões. Decepções... Alucinações, Entre o entorpecer da fuga... Realidade... Entre o entorpecer do sustentar Realidades... Licito... Ilícito Sociedade vil... Doentia... Patética. No alienante da visão, Novelas do real... Realidades induzidas. Seu bolso em perigo, Compre... Consuma.

61 Eu tenho a solução... Eu sou a liberdade... Eu sou a verdade. Minha mente gira no turbilhão O psicótico... O maníaco... O depressivo... Comprimidos... Pílulas... Uísque O ilícito... Licito. O colírio alucinógeno; Realidades... Tentando Enganar Meu Ego Devo ser um zumbi, tenho fetiche por cérebro... Desfruto de esfinges com quebra-cabeças, Com ameaças de me devorar... Quero poder desligar o piloto automático. Você pode não ter alternativas... Mas existem as opções... Não vou além, pois quase nada sei. Mas vá que eu acompanho...

62 Efeitos de Minha Sobriedade Minha mente gira, feito ventilador. Na velocidade agônica dos dias escaldantes... Efeitos de sobriedade... Uma lucidez incômoda... Entre loucuras visíveis. Pela atual conjuntura cultural. Resta-nos apenas o monopólio criativo; Capitalismo comercial... Entre loucuras visíveis; Uma lucidez incômoda. Efeitos de minha sobriedade...

63 Desempenho Real Muito empenho... Falar todas as ideias. Sobre o empenho do empenho... De outro empenho... Sossegando outro... Empenho... Pelo empenho... O desempenho... De filmar as ideias da mente... Sobre o empenho... Daquele empenho... Para este empenho... Empenhar-me de mais... Tanto empenho assim... Um relato dos retalhos De um complexo desempenho... Real.

64 Alquimia do Escrever Um aspirador de ideias. O expirar de inspirações Pela leitura a fragmentação do texto, A frase crucial... Uma palavra; Desencadeia o processo intenso da sinapse. No emaranhado de conexões, A mente proativa. Processa desmedidas possibilidades Na velocidade do segundo, O externar de visões paralelas Do infinito do literal. Segredos valiosos. Profundezas do inconsciente; Quando a mente esta vulnerável, A peça fundamental do traiçoeiro,

65 Mundo da introversão... O fugitivo da realidade, Ultima chance da redenção, Pelo realizar do possível; A inserção do possível perfeito, A intenção não é roubar uma ideia; Mas plantar uma... Pelo movimento do planejamento. A arte da extração... O transformar de segredos valiosos. A mente traça uma linha transversal, Entre o garimpar de diamantes, A transmutação da ideia Pelas essências míticas, A alquimia do escrever.

66 Constante Batalha Pelo atravessar da fatídica fase. Angustiado, perdido... Sozinho. A vida passa diante aos olhos; Pela frustração que cega; A constante tristeza que ninguém mais enxerga. Pelos sonhos destruídos... A realidade que consome com força O soldado ferido... Sua própria luta. Mente espirito, corpo e existência. A luta mais terrível; Pelo olhar distante; Lagrimam objetivas e secas. A batalha final... Onde o só belo resistirá Tornando sensata; A constante batalha interna.

67 Incógnita da Lacuna Anotar... Guardar. No local seguro... Vossas senhas. Prevenção... Antecipação. Do futuro problema... Temos que estar conectados; Pela matrix que tenta configurar, O âmbito do desalinho... Reinventando senhas... Pela incógnita da lacuna. A conexão que se estabelece. Meu mundo... As profundezas do horizonte. Pelo desconexo teclar... Falar... Fantasiar... Ideias. Pelo teu choque provoca, Necessita reconfigurar o sistema. Pela tela azul do refletir... Com a eletricidade estática de teu toque. Intenções... Inspirações. Reformatar... O novo toma forma, O sistema restabelecido. No olhar a novas oportunidades; Pelo permear do caminho.

68 Acostumados com o Caos O caos... Mundo. Mais um sonho se finda. Apenas no sonho; De noite... Sem fim Assim tenho amor... Tenho um olhar... Mais uma paixão... Mais uma desorientação. E o coração se vai... Triste e lento. Mais uma tristeza... Porque é tão difícil o amor? O mundo e seu caos. Estou aqui... Sentindo a dor... Misturando lagrimas ao vinho que me entorpece Seco... Que se torna doce... Pelo deslace de nossas lembranças... Ouço aquelas musicas... Que embalam os dias estranhos. Desengarrafando... Ideias. Já estou me sentindo melhor; Já estou calejado; Nem sinto mais a pancada, Por que somos assim. Acostumados com o caos...

69 Aves de Rapina Abutres e urubus. Pairam... Sobre minha cabeça Sufocam idéias... Sonhos. Tantos planos em vão. Sua critica é fácil. Construir e auxiliar. Palavras e ações lhe faltam; Torpes abutres... Aves de rapina. Apenas prestam a negatividade, Pela visão deturpada. Palavras de apoio... Positivismo... Fé . É o que buscam na agonia. Mas quando requisitados, A auxiliar e construir. Palavras lhe faltam.

70 ATCG Pela parte importante Cada célula contém a sua Informação vital... Dupla espiral... DNA Pela fita comprida quatro moléculas Elementos de toda célula viva A essência do código natural O que define o humano E a vida em sua forma Diferenciada em quatro elementos Torna os semelhantes... Diferentes Entre si pelo código secreto Entre as espiras. Três bilhões de letras... A ordem Um código digital... Genética... A poética da informação. Pelos genes de cada espécie Uma ideia é célula tronco Pela extensão da vestimenta o corpo. Prismas do consumismo.

71 Nosso código genético, A ciência imitativa... A criação sublime criada, Pela essência divina. Pela ciência reinventada. O Processo da Desilusão Eu não posso acreditar em nada. Nada além do que posso duvidar. Quem saberá os segredos que tem um coração. Pelos dias gelados; Um inverno do sentir. Entre palavras perdidas. Um sopro de esperança. E pelos caminhos enigmáticos, O destino sorri... Belos olhos... Uma beleza enigmática. Entre o som de mentes suspeitas; Um sorriso me invade a face.

72 Pragmatismo e Desordem Em um mundo caótico que vivemos; Pela vida atribulada que levamos; Somos programados a não perdermos tempo. Tudo tem que ser rápido... Fácil... Pratico. Não nos resta tempo para sonhos, A velha utopia tornou-se paixão. O amor... Libido desenfreada. A esperança... É o brilho de nossos olhos. Expressão família... Praticamente extinta! Quem seremos então? O mundo nunca para... Desordem total! Somos programados a não perdermos tempo...

73 Efeitos Ecléticos Entre o ser estar. A complexidade do pensar. Efeito eclético... Sublime amadurecimento poético. Pelo coração conta historia. Uma busca uma trajetória, Do sentir tranquilo. Na harmonia do isso... Aquilo. Enquanto palavras namoram Alegrias aprimoram, O súbito indicio da escrita. Na sua totalidade dita. Ideias a se descobrir. Pois muito mais há de existir.

74 Entretanto Entretenimento. Pela sala de espelhos... Entre ventríloquos e marionetes, O espetáculo... Ao longe as escarpas do rochedo. Levo na mão a ampulheta, Da frágil areia do tempo. Pelo observar de um mundo vazio. O excêntrico estranhíssimo de fenômenos. Retornado... Adiamantando-se. Pelos sonhos exaltados, O infalível tempo. Relativo... Linear... Complexo. Pelo palco espantoso; O realismo fantástico; O incrédulo e o medo. O visitante retorna a seu tempo.

75 Entre milésimos de segundo; Pelos portais abertos. Universos paralelos... A extensão de outras dimensões. O construtivo... Imperativo... Destrutivo. Ego que me perdi; Pelo brilho de belas ilusões. O mundo reverso... Entre olhares dispersos Vejo-te... Bebo-te... Entorpeço-me... No ângulo 360° O novo sempre muda Enquanto o real, Aplica sua convicção De um, entretanto. Entretenimento.

76 É por ti que estou aqui Retire de você... Toda angustia... Retire de você... Toda a desilusão, Retire de você o que lhe impede de prosseguir... Retire de você... Toda má influencia... Retire de você... Todos os desalinhos ilusórios Retire de você... Oque não lhe faz bem Retire de vc... Oque lhe impede de prosseguir... Um caminho... Incerto... Certo que estou... É seguindo consigo Pelo bem é que sigo... E é por ti que estou aqui...

77 Céptico Acreditando em ilusões. Acredito no brilho. Escuro de uma estrela. Acreditando na mentira da ilusão; Brilho que acredito existir; Desvarios... Acredito acreditar. Que esta escura estrela, Possa um dia brilhar... Que ao coração possa retornar, Devaneios e fé. Emoções e sentimentos.

78 Espelho de uma consciência Como lampejos de discernimento. A consciência se dilata Vitima da astucia do intelecto; No sentido elevado do pensar, Afogando-se em vícios. Maneiras sucintas e objetivas, Pelo contexto de uma estrada, Para uma compreensão profunda, Aflições humanas... Uma amargura perseverante. No momento do erro... Enquanto a rotina e o tédio; Bombardeiam o ser... Com sua indisposição e desanimo; Desencantos e frustrações. Inspire, expire... Relaxe. Alcance a harmonia. O equilíbrio interior. O encontro perfeito. Sensações agradáveis;

79 Vivas outras experiências. Essências de um novo amanhecer. É tempo de semear... Novos beijos... Novos amores. São estrelas de luz; Que cobrem o teu céu. Os portais para o paraíso. Idas e vindas... De uma breve historia do universo. Impacto Hoje escrevo sobre um caos. Na sua forma enérgica e contraria. Sitiada na substancia presente, Fundada sobre a matéria quântica da emoção. Um poema de gameta indivisível. Um reflexo tímido... Do anti-fogo do amor Sentimentos dispersos Literatura clandestina. Pela referida escrita Palavras que não digo.

80 Belo e Raro O acaso de um encontro. Sentimentos que se multiplicam, Pela sinastria... O amor certo. Pelo momento errado. Corações já machucados, Paixões... Decepções. Entre as lagrimas dolorosas Pelo tempo já alongado, Uma nova intenção do sentir; O nascimento de um amor Pelo qual me candidato ao afetivo Chora-me ao peito magoas Pelo triste findar... Seus Amores imperfeitos. Pela intenção pura da reciproca, Sentimentos que sufoco; Transbordo... Na admiração por ti. Um suspiro inevitável; O sentimento em teus olhos. Uma proximidade... Pela distancia alcançável Um diamante... No sorriso me cativa, Um amor... Belo e raro.

81 Caos Civilizado Complexidade é meu nome. Loucura é minha opção. Quando mostro uma percepção. Um mundo de mascaras... Frágeis e alegóricas... Aos desvarios de minha loucura; São apenas faces desnudas, Que mostram sua realidade. Sempre torpe e crua. No subentendido de todo dia Pela sociedade da hipocrisia, Capachos do capitalismo. No cenário alegórico. Do ângulo do olho. Faces da complexidade, Cumplicidades... Pelo caos estabelecido Juros são cobrados Nosso fiador já falido. Pela realidade crua, Autenticidade minha e sua; Pela discrepância da critica.

82 Coerências Um ser humano ... Na tecnologia... Ideologia. Nem toda historia pode ser contada . Escrita... Descrita. Sempre haverá algo que não pode ser contado No nascer do dia... Mais uma complexidade se resolve , No traço mal dado ; Da ideia desenvolvida . Buscando ser mais que uma simples explanação ; Do amanhecer inevitável . Uma simples questão de normalidade . Para muitos o sono mal dado , É falta de coerência... Existem muitos mais ideias a se julgar , Do que a torpe ilusão alcoólica . Das auroras de dias insanos . Sobre uma resolução real , Desvinculada da astucia ; De uma mente febri l. Coerências... De um louco . E sua loucura poética .

83 Conexão Desconexa Na atualidade do real. Uma sociedade digital; Incansável... Multifacetada. Moldada pela democracia das ideias A representação virtual. Da ideação paranoide; Onde destilo meus egos. No silencio das horas mortas. Fragmentos hipotéticos; Do real... Bytes viajantes. Entre ideias delirantes, Destilo teus egos. Pela maquina desligável, A mente interrupta. Uma insônia resistente; Silencio gritante... Entre milhares de bytes. A solidão de um internauta. Um mundo na ponta dos dedos; Na palma da mão... Uma conexão... Desconexa.

84 Cultura de Objeto Epopeias dos segredos. Exploração de aspectos. Uma cultura de objeto mítico; O mundo razão... Através do positivismo. O conhecimento mais confidencial; Auto-observação. Do gênio indomável. No despertar de metáforas A origem da inovação. Da cultura cientifico-tecnológica. De um grande trabalho filosófico.

85 Descompilação da Síntese Uma elite... Os eventos por trás das cortinas; Pela maioria passa despercebida, Os estágios finais... O plano. Da grande conspiração. Impondo frente aos olhos A alegoria da manipulação; Qual será a verdade... Verdadeira. Baseada em um sistema de crenças; Rígidas... Apologias da revolução. Pelo poder que te compra; Pela ilusão que te vende; Qual é a magnitude da verdade... Fundamentada nos prodígios da mentira; Falácias de um todo. Manipulam a realidade. Sendo o real a engenharia reversa; Pela descompilação da síntese.

86 Conjuntura do Caminho É pela conjuntura caótica; Torpe... Corrompível! Do caminho do guerreiro. A escolha foi seu destino. A missão concedida; Seu ser se sobressai... Ao teu simples estar; Na translação terrestre. Uma estação que se finda, Outra renasce... Tudo segue seu ciclo; Virtuoso... Vitorioso... Maldoso. O tempo não para... Segue. Como cachoeiras de sentimentos, Que correm para o mar... A logica se estabelece; Na perfeição... A razão. É o teorema da elipse, Refletiva de teus atos; Pela contabilidade divina. Cada sorriso fulgurante, É o que ilumina o firmamento.

87 Desalinho No balanço... Uma soma de ideais Sempre reinventando... Recriando... O ato utópico do desapego; Deflagram guerras... Minha mente um campo de batalha Arrame farpado... E desalinho. Meus exércitos e suas baixas... A conquista do território inimigo; Um recuo estratégico... Mas não a desistência... A luta prossegue... A resistência. Ainda sonha com tempos de paz. Tranquilidade... Humanidade. Jamais capitalizarão minha essência Tenho um mundo aos pés... E o pensamento infinito.

88 A Verdadeira Guerra Pelo deflagrar do conflito Uma guerra invisível, Campos de batalha; Uma mente... Liquidifica sensações. Pela brisa do louco amor; Não julgue... Você é o espectador. Desta odisseia desvairada; Entre discursos rebuscados, A intenção caridosa. Entre o doutrinado; O doutrinador... O ceticismo... Pela condução do conceito social; O intuito da regra; Dignifica a exceção. Os manipulados... Apresentam seus manipuladores Pela ação... Sessão... Obsessão.

89 Pela cura mítica, Poderes diversos Escondem-se do real, Esclarecimento... Como podes prever futuros Se tão pouco me conhece. Pelo encontro consigo mesmo, A verdadeira batalha iniciada; Entre o alienante. O alienado... Pelo alienador O obsediado Obsessor... Pelo entendido; O compreendido. O perseguido persegue Seu perseguidor...

90 Distantemente da Proximidade Pela fuga de si mesmo. Um mundo inteiro, Passos a esmo... Pelos rodeios do dizer, Um ginete tedioso... A cada resposta, Uma nova pergunta, Por visões angulares; Representações astuciosas. Pela liberdade do livre, O arbitro desatento. Entre julgamentos copiosos Os desafios reinventados. Pairam sobre olhares espiosos, O torpe anseio... A força da vontade; O soldado e sua luta, Entre consecutivas desilusões. A indiferença no sentir;

91 O atual desatino... Nunca há ideias próprias? Somos sempre influenciados? Pela sofreguidão da esperança. Um novo diamante... Candidata-se a afetividade. Distantemente da proximidade. Feito Raiz Alguns anos atrás; Eu era tão leve, quase não parava no chão. Vivia sempre pensando alto; De mente aberta. Agora estou preso; Ao chão... Feito raiz. Vivo pensando mesquinho, Com uma mente turbulenta .

92 Entre Mundos Diversos A perfeição é síntese... Real. Evolução... Exatidão. O menino e seu lobo branco. A fêmea... Galega dos canis. Enquanto Guadalupe vigia meu sonho. Na vida real... Não há ensaio; Apenas improviso... A essência de uma representação, Entre o ser e não ser; Estar por estar... Cabe a ti a escolher o caminho. Ao horizonte sonhos brilhantes; Da aurora do novo dia que nasce; A esperança militante. De um ideal... Uma luta. A guerra eterna... Entre forças inimagináveis Pela orbita do pensamento, Vossas ações são tua moeda; Entre mundos diversos...

93 Conjuntura É pela conjuntura do meditar; Onde o real nos bate a face. Pelas relações amorosas. O ego matador de dragões. Torna a fênix do amor, Em beija-flor embriagado. Vagando pela selva; Entre flores coléricas. Enquanto o desacreditado sentimento Procura hipóteses... A busca infindável; Torna diamante o coração. Por sua dureza e desilusão A lapidação ainda possível... Torna-o peça única... Pelo sopro da esperança.

94 Incursões do Paralelo Enquanto o inferno queima. Dentro da mente... Mundo real... Segue em paralelo. Buscas empíricas... Pela anatomia da mentira. As distancias da proximidade Intrépida busca... Pelo sentimento que seja dinâmico, Complexo e adaptativo... Interpretação alegórica do fato Segue o caos teórico. Em seu formato borboleta.

95 Dessecação da Ideia Pelo observar da mente. Os olhos não mentem, No instante... Dos ensaios empíricos; Do laboratório psicológico; Pela dessecação da ideia. A anatomia de um livro, Muito antigo... No sonho mora a ilusão, Na medida do possível, Busco a simplicidade. Porem encontro o caos E a complexidade.

96 Filósofos de Toalete Pelo garimpo poético. Perolas dos pseudos, O intelectualismo virtual. Disputam argumentos. Em verdadeiras batalhas épicas Filósofos de toalete. Pensadores introspectivos; E egos superativos... Vomitam conclusões... Rotulando... Criticando. Manipulando... Suas ideias... Tuas ideias. Em verdadeiras falácias; O julgamento de falsos juízes, Deturpadores... Anarquistas? Filósofos de toalete. Expelem pela boca, O que deveriam deixar lá. E pelo direito comum, Da pseudo critica... Alienadora e manipulada.

97 Desmedido Sentir Algo incomoda... Ações desavisadas... Desatinadas. Travestem a perturbação da mente; Uma loucura latejante. Pelo brado sufocado da desilusão; O coração sangrento. Do desaviso da dor, Pelo remediar abusivo, Vejo o pranto que se segue. Pelos passos apressados. Do sentimento essencial, O desmedido sentir... Meu mundo... Teu mundo. Nosso mundo... Tão frágil pelo balançar do vinho Tão necessário ao calor Ao sabor da brisa. Que nos inspira a sonhar.

98 Durante a Tempestade Ao som na altura do ímpeto Com gosto alcoólico do que refresca O deserto... De estar. No ritual de exorcizar Os demônios da mente. O mundo gira... Liquidifica sentimentos. A esperança no suspiro... No grito. Libertação... Alucinação Minha mente plana... Voa Como uma ave de rapina Buscando restos de concepções Para alimentar o ímpeto; Da realidade constatada... Adulterada. É um longo caminho até o topo Um passo de cada vez... Respiro fundo... E mantenho a mão ao leme. Durante a tempestade Pelo grande mar do viver.

99 Relatividade de Pensar Pelo choro da mãe que sofre Natureza sensível... Ferida... Mãe Terra! Mostra sua verdade... Maternidade Mas o tempo passa... E o sorriso inocente. Torna-se sádico Mantenha viva a chama da esperança Tudo se refaz... No calor de cada aurora Pelos tons do crepúsculo Na cadeira de Einstein Teorias... O mundo corre... Voa. Na relatividade de pensar.

100 Em seu Lugar de Destaque Pelo canhão de nêutrons. O RBG que torna a figura visível. Pela onda hertziana... Da atuação da câmera Capta o sentimento, Pelo roteiro seguido A imaginação do autor. Uma magia perante os olhos. Pelo tecer de fantasias Pelo relatar de historias, Um mundo sem reservas. Entre ventríloquos e marionetes; Nunca há ideias próprias, Somos sempre influenciados. A mídia que vende ideias...


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